
Se você tá começando a planejar a viagem pra Madeira, uma coisa vai fazer toda a diferença: entender como a ilha é dividida no mapa. A gente já foi pra lá algumas vezes e percebeu que quem chega sem essa noção acaba perdendo tempo demais na estrada, tentando fazer coisa demais no mesmo dia.
A Madeira parece pequena olhando no papel, mas as estradas são cheias de curvas, túneis e trechos de serra. O tempo de deslocamento é sempre maior do que a distância sugere. Por isso, um bom mapa turístico da Ilha da Madeira vira ferramenta essencial pra encaixar direito as atrações do sul, oeste, norte e do interior montanhoso.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Portugal a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Mapa da Ilha da Madeira: as principais regiões
Olha o mapa aqui embaixo. Nele dá pra ver bem como a ilha é organizada e onde ficam localizadas as principais atrações turísticas. No sul do mapa aparece Funchal, que é a capital e o principal hub de qualquer viagem por lá — a maioria dos hotéis, restaurantes e passeios saem daqui.

Pra facilitar o planejamento, a gente costuma dividir a ilha em quatro grandes zonas:
- Costa Sul: Funchal, Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Calheta — clima mais ameno e a maior estrutura turística.
- Costa Oeste: Cabo Girão, Ponta do Sol, Prazeres, Porto Moniz — miradouros incríveis e piscinas naturais.
- Costa Norte: São Vicente, Seixal, Santana — parte mais verde, montanhosa e cheia de levadas.
- Interior montanhoso: Pico do Areeiro, Pico Ruivo e a floresta Laurissilva — as trilhas mais bonitas.
A dica que a gente sempre dá é: monte o roteiro por zonas, dedicando um dia (ou meio dia) para cada região. Tentar unir Porto Moniz e Ponta de São Lourenço no mesmo dia, por exemplo, vai te deixar exausto e sem tempo de aproveitar de verdade.
Como se deslocar pela Ilha da Madeira
A forma mais prática de conhecer a Madeira é de carro alugado. Muitas das atrações mais bonitas — miradouros, piscinas naturais, trilhas e vilas pequenas — não são bem atendidas pelo transporte público. E ter o próprio carro te dá liberdade pra parar em cada mirante que aparece pelo caminho (e são vários).
Existe uma rede de ônibus (chamados de “autocarros”) que liga o Funchal a Câmara de Lobos, Ribeira Brava, São Vicente, Santana e Porto Moniz. Funciona bem pra bate-voltas simples, mas te deixa refém dos horários e você acaba não conseguindo aproveitar os miradouros no meio do caminho.
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça — na Madeira, as estradas de serra exigem carro em boas condições.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Picos da Madeira: Ruivo e Areeiro
No centro da ilha ficam os picos mais emblemáticos. O Pico do Areeiro, o terceiro mais alto da ilha, com 1.818 metros de altitude, tem uma coisa que a maioria dos picos famosos não tem: acesso de carro até o topo. Isso facilita muito a visita — lá em cima você encontra uma cafeteria e uma loja com souvenires típicos.

De lá, sai a trilha PR1 Vereda do Pico do Areeiro – Pico Ruivo, que leva ao Pico Ruivo, o ponto mais alto da ilha, com 1.861 metros. São cerca de 7 a 9 km (dependendo do sentido) por uma trilha de alta montanha, com paisagens de tirar o fôlego — literalmente, porque a gente sentiu a subida.

Um erro clássico que a gente vê muito brasileiro cometer: subir ao Areeiro/Ruivo achando que é passeio leve. Não é. Mesmo no verão, lá em cima faz vento, cai neblina do nada e a temperatura despenca. Leve casaco corta-vento, tênis com boa aderência e uma garrafa de água. E cheque a previsão antes — em dia de neblina fechada, a trilha perde a graça (e fica perigosa).
Ponta de São Lourenço
Indo pro extremo leste da ilha, você chega na Ponta de São Lourenço. É uma península árida, bem diferente do verde do resto da Madeira, com uma trilha de mais ou menos 8 km (ida e volta) que corre bem no alto das falésias. As vistas panorâmicas do oceano são umas das melhores da ilha.

Uma dica insider: vai cedo. O sol pega forte porque não tem sombra nenhuma no caminho, e o estacionamento no início da trilha lota rápido em alta temporada.
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Casas de Santana
Mais ao norte, uma parada obrigatória é Santana, com suas casas típicas de telhado triangular coberto de palha e paredes brancas com detalhes coloridos. São um dos cartões-postais mais icônicos da Madeira e rendem fotos maravilhosas.

Originalmente, essas casas serviam pra armazenar produtos agrícolas, e ainda hoje algumas são habitadas. Santana também é um bom ponto de partida pra outras trilhas da região, como a Vereda da Ilha (cerca de 8 km, descendo do Pico Ruivo).
Piscinas de Porto Moniz
No extremo noroeste da ilha ficam as piscinas naturais de Porto Moniz, formadas pela rocha vulcânica e preenchidas naturalmente com água do mar. É um dos lugares mais convidativos da Madeira e ideal pra se refrescar num dia de calor, com aquela paisagem de falésias emoldurando tudo.

Existem duas áreas de piscinas ali: uma paga (com estrutura de vestiário, chuveiro e cadeiras) e uma gratuita, um pouco mais rústica. Vale a pena pagar a entrada da estruturada, especialmente com crianças.
Cascata dos Anjos
Voltando pro sul, outro atrativo curioso é a Cascata dos Anjos. É uma cachoeira que despenca de um penhasco e cai literalmente na estrada estreita da costa. Pela formação única, os turistas param pertinho e alguns até dão uma passadinha por baixo da água dentro do carro (com o vidro aberto de propósito, virou tradição).

Cabo Girão
Seguindo em direção ao Funchal, entre a Cascata dos Anjos e a capital, fica o Cabo Girão. É uma das falésias mais altas da Europa, com cerca de 590 metros de altura, e tem uma plataforma de vidro (o “Skywalk”) que projeta o visitante sobre o vazio. A vista sobre o oceano Atlântico, a costa e as vilas embaixo é uma das mais impressionantes da ilha.

A entrada é gratuita e o estacionamento também. Se puder, vá no fim de tarde — a luz fica linda pra fotos.
Teleférico do Monte e Jardim Botânico
Terminando o passeio na capital, uma parada que a gente considera imperdível é o Teleférico do Monte, no Funchal. Ele oferece uma vista panorâmica da cidade e do mar durante um trajeto de aproximadamente 15 minutos até o alto do Monte.

Lá em cima dá pra visitar o Jardim Botânico, um jardim gigantesco com plantas exóticas do mundo todo, além de pegar os famosos carros de cesto — carrinhos de madeira, tocados por dois “carreiros” vestidos de branco, que descem parte da ladeira do Monte de volta em direção ao Funchal. É uma tradição que já tem mais de 150 anos.

Onde comprar ingressos e passeios na Madeira
Pra garantir os ingressos e passeios mais baratos na Madeira, a melhor opção é sempre comprar online e com antecedência. Além de economizar, você poupa tempo durante a viagem e evita filas nas atrações principais.
A gente sempre pesquisa em esse site que a gente usa em todas as viagens. É um dos maiores vendedores de ingressos e passeios do mundo, com atendimento em português, preços bem competitivos e reserva com cancelamento gratuito na maioria dos passeios.

Lá dá pra reservar as trilhas guiadas do Pico do Areeiro ao Pico Ruivo, tours pelas levadas, passeios de barco pra ver golfinhos e baleias, tours pelo norte da ilha, transfer do aeroporto e ingressos pro Teleférico do Monte com carro de cesto incluído. Facilita muito ter tudo num lugar só.
Dicas insider pra usar bem o mapa turístico da Madeira
Planeje por tempo, não por distância. No mapa a Madeira parece pequena, mas atravessar do Funchal a Porto Moniz pode levar mais de uma hora e meia. Sempre olhe o tempo estimado no Google Maps, e ainda adicione uns 15-20 minutos porque você vai querer parar em miradouros.
Baixe mapa offline. Em muitas áreas de montanha e nas levadas o sinal de celular é fraco ou some. A gente sempre baixa a Madeira inteira no Google Maps offline antes de sair do hotel.
Não ignore o norte. Muito turista foca só em Funchal e costa sul e volta pra casa achando que já viu a Madeira. O norte (São Vicente, Seixal, Santana) e as trilhas do interior são o que faz a ilha ser única.
Reveja o Réveillon. Se você vem pra virada, sabe que o show de fogos do Funchal é um dos mais famosos do mundo. Só que hotel em Funchal esgota com meses de antecedência e os preços disparam. Reserve o quanto antes.
Seguro viagem para a Ilha da Madeira
A Madeira faz parte de Portugal e, portanto, do espaço Schengen. Isso significa que o seguro viagem é obrigatório, com cobertura médica mínima de 30 mil euros. Sem ele, você pode ser barrado no controle de imigração.
Além da questão legal, seguro na Madeira é essencial porque muita gente vai fazer trilha, e um tombo simples numa levada pode virar dor de cabeça sem cobertura. A gente usa esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras do mercado e mostra qual tem o melhor custo-benefício. O link já vem com 18% de desconto exclusivo pro nosso público.
Chip de celular pra Madeira
Ficar sem internet na Madeira é complicado — você vai precisar de Google Maps direto, quer procurar restaurante, quer conferir horário de trilha ou clima em tempo real. Comprar um chip lá é caro e chato de configurar.
A gente sempre usa esse chip de viagem: ele chega em casa antes da viagem, você só coloca no celular quando pousar e já sai usando. Funciona em toda a Europa, inclusive Madeira, com internet ilimitada. Muito mais prático do que caçar loja no aeroporto.
Perguntas frequentes sobre o mapa turístico da Ilha da Madeira
Quantos dias são ideais pra conhecer a Ilha da Madeira?
O ideal são de 5 a 7 dias. Em 5 dias dá pra fazer o Funchal, uma trilha nos picos, Porto Moniz, Santana e Ponta de São Lourenço com calma. Menos que isso vira maratona.
Precisa alugar carro na Madeira?
Praticamente sim, se você quer conhecer a ilha de verdade. Miradouros, trilhas e vilas pequenas são muito mal atendidos por transporte público. Só quem vai ficar 100% do tempo no Funchal consegue sobreviver sem carro.
Qual a melhor época pra ir pra Madeira?
A ilha tem clima subtropical ameno o ano inteiro. Verão (junho a setembro) é o pico do turismo, com mar bom pra praia. Primavera e outono têm menos gente e ótimo clima pra trilhas. Inverno é ok, mas as montanhas podem estar mais instáveis.
É seguro fazer as trilhas dos picos por conta própria?
Depende da trilha. As PR são bem sinalizadas, mas a PR1 (Areeiro-Ruivo) é de alta montanha e exige preparo físico, roupa adequada e atenção ao clima. Se você não tem experiência com trilhas assim, considere ir com um guia.
As piscinas de Porto Moniz são pagas?
Tem duas áreas: a estruturada é paga (com valor bem baixo) e inclui vestiário, chuveiro e cadeiras. A área rústica ao lado é gratuita, mas sem estrutura nenhuma.
Vale a pena visitar Porto Santo (a ilha vizinha)?
Vale, se você quiser dias de praia de verdade — Porto Santo tem uma praia de areia dourada de 9 km, muito diferente do resto do arquipélago. Dá pra ir de ferry (cerca de 2h30 saindo do Funchal) ou de avião (15 minutos).
Precisa de visto pra viajar pra Madeira?
Brasileiros não precisam de visto pra turismo em Portugal por até 90 dias. Mas a partir de 2025, passou a ser exigida a autorização ETIAS antes da viagem, que é uma pré-autorização eletrônica simples de tirar online.
Economize ao máximo na sua viagem à Ilha da Madeira
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Leia nossa matéria de como viajar barato para Portugal, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos pras atrações da forma mais barata e segura.
- Carro: item que facilita muito a viagem pela Madeira. Leia nosso guia de como alugar um carro em Portugal pelo menor preço.
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- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Portugal pra saber qual é a melhor localização e economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo e obrigatório pra Schengen. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
A Madeira é daqueles destinos que a gente saiu com vontade de voltar. É natureza, mar, montanha e cultura tudo num pacote compacto — só que exige planejamento pra aproveitar bem. Com o mapa em mãos e o roteiro dividido por zonas, sua viagem rende muito mais. Boa viagem!