Roteiro de 7 dias em Florianópolis: dia a dia completo

Sete dias em Floripa é a duração ideal pra conhecer a ilha de verdade: dá tempo de rodar praia do norte, sul e leste, encarar uma trilha boa, comer ostra fresca em vila açoriana, fazer o passeio de barco pra Ilha do Campeche e ainda sobrar fôlego pra um bate e volta. A gente já foi várias vezes e montou esse roteiro testado no chão, errando e acertando — então ele já vem com os ajustes que a maioria dos posts não conta.

O segredo de Floripa, que ninguém fala em alto e bom som, é o seguinte: a ilha é grande, espalhada e tem só dois ou três eixos de ligação. Se você marcar três praias longe uma da outra no mesmo dia, vai passar metade do tempo no carro. Por isso esse roteiro foi organizado por região por dia, e não por praia avulsa.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos.

Antes do roteiro: como se locomover em Floripa

A ilha é espalhada e mal servida de transporte público pra quem é turista. Ônibus funciona, mas envolve baldeação e dificilmente te leva direto a duas praias diferentes no mesmo dia. Aplicativo de transporte resolve bem em Centro, Lagoa da Conceição, Jurerê e Campeche, mas em praias mais isoladas (Pântano do Sul, Lagoinha do Leste, Naufragados) fica raro e caro.

Pra um roteiro de 7 dias rodando o norte, sul e leste da ilha, alugar carro é disparado o que mais compensa. A gente fez as duas experiências (só com app e com carro) e a diferença em tempo aproveitado é absurda — com carro a gente conseguiu encaixar dois pôr do sol em vilas açorianas diferentes que de Uber dava prejuízo.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas, Sixt, Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Dia 1 – Praia dos Ingleses e fim de tarde em Santo Antônio de Lisboa

Começa pelo norte da ilha, mais especificamente pela Praia dos Ingleses. O nome vem de um naufrágio de uma embarcação inglesa que aconteceu por ali entre o final do século 17 e o início do século 18. São cinco quilômetros de areia, com boa infraestrutura de hotel, restaurante e quiosque — uma das praias mais animadas de Floripa e ótima pra começar a viagem se ambientando.

Se você curte uma caminhada, ali do costão norte sai a trilha da Feiticeira, com cerca de 2 km, que conecta os Ingleses à Praia Brava. A Brava é o ponto de encontro dos surfistas e da galera mais jovem, com música tocando, mar mais agitado e visual lindo.

Praia dos Ingleses

No fim da tarde, vale rodar uns 25 minutos de carro até Santo Antônio de Lisboa, um dos bairros mais charmosos da ilha. A herança açoriana fica nítida no casario colorido, na igrejinha branca e no clima de vila de pescador. O pôr do sol na orla, com os barcos ancorados e a Ponte Hercílio Luz ao fundo, é cartão postal puro.

Pra jantar, a região é referência em ostras frescas — Santa Catarina é hoje um dos maiores produtores de ostra do Brasil, e boa parte das fazendas marinhas fica ali. Pratos de frutos do mar pra duas pessoas costumam ficar entre R$ 120 e R$ 220, dependendo do restaurante.

Entardecer em Santo Antônio de Lisboa

Dia 2 – Jurerê Internacional e noite no Open Shopping

A menos de 20 minutos da praia dos Ingleses está Jurerê Internacional, com sua atmosfera de luxo. A praia é cercada de mansões, beach clubs sofisticados e carrões circulando. O mar é mais quente e calmo que no resto da ilha, com infraestrutura excelente de quiosque. Curiosidade: parte do bairro foi projetada pelo Oscar Niemeyer.

A gente recomenda dar uma passada nas praias vizinhas — Jurerê Tradicional (mais família, menos hype) e Canajurê, que é um dos cantinhos mais bonitos da ilha. Canajurê fica entre Canasvieiras e Jurerê, é pequena, quase sem estrutura, mas o visual paga a falta de quiosque.

Praia de Jurerê

Aviso prático: consumo nos beach clubs de Jurerê é salgado — prato individual pode passar dos R$ 100 e drink fica entre R$ 35 e R$ 60. Vale entrar pra experiência uma vez, mas não tem que ser todo dia.

À noite, Jurerê é famosa pelas baladas — P12, Donna, Posh, Milk. No verão recebe artistas grandes tipo Anitta e Alok. Se balada não é seu rolê, dá uma volta no Jurerê Open Shopping: um shopping a céu aberto, com brisa do mar batendo, lojas legais e bons restaurantes pra jantar.

Dia 3 – Leste da ilha: Mole, Joaquina e Lagoa da Conceição

O leste é onde mora a alma jovem e descolada de Floripa. Comece pela Praia Mole, mais tranquila e rústica, com areia clara e mar agitado. É point de surfista e tem aquele clima largado e gostoso. A estrutura é só de alguns quiosques (com preço puxado), então vá com a cabeça de contemplar a paisagem.

Praia Mole

Pra tarde, segue pra Praia da Joaquina, bem ao lado. Mar de ondas fortes, também pé de surfista, e o visual é absurdo: olhando em volta você vê dunas de um lado, morros de outro e o mar imenso na frente. Vale alugar um sandboard pra brincar nas dunas — fica entre R$ 30 e R$ 50 a hora, depende da operadora, e é diversão garantida com criança.

Praia da Joaquina

No fim do dia, vai pra Lagoa da Conceição — um dos lugares preferidos da gente em Floripa. É o coração gastronômico e da vida noturna da ilha, com bares e restaurantes pé na água ao longo da Avenida das Rendeiras. O pôr do sol num dos decks da lagoa, com cerveja gelada e porção de frutos do mar, é de filme.

Depois, caminha pelo centrinho da Lagoa: lojinhas, bares ao ar livre, música ao vivo e aquela brisa noturna que dá uma refrescada gostosa. Quem curte esporte aquático pode voltar de dia pra alugar caiaque, stand-up paddle ou kitesurf — locação fica entre R$ 40 e R$ 80 por uma ou duas horas.

Lagoa da Conceição

Dia 4 – Centro histórico e Mercado Público

Hora de dar uma pausa nas praias e mergulhar na parte histórica. O Centro de Florianópolis é pequeno e dá pra fazer tudo a pé numa manhã/tarde, o que é uma raridade no resto da ilha.

Começa pela Praça XV de Novembro, com suas palmeiras imperiais e a famosa figueira centenária — uma árvore enorme que fez sombra pras primeiras reuniões dos fundadores do Figueirense. Ali estão também o Monumento aos Heróis da Guerra do Paraguai e a Catedral Metropolitana, uma das construções mais antigas da cidade, com acervo de arte sacra e tombamento patrimonial.

Figueira na Praça XV de Novembro

Do lado da praça fica o Palácio Cruz e Sousa, sede do Museu Histórico de Santa Catarina. Já vale ver o prédio por fora — é um espetáculo arquitetônico. Dentro, o museu conta a história do estado desde os tempos pré-colombianos: móveis antigos, roupas, documentos, fotografias, obras de arte e um trecho importante sobre a escravidão em Santa Catarina. Tem exposição permanente e temporária, então confira o site antes pra saber o que está rolando.

Museu Histórico de Santa Catarina

Pra almoçar, segue caminhando uns minutinhos até o Mercado Público, fundado em 1851. É um dos melhores lugares da ilha pra experimentar frutos do mar fresquinhos: sequência de camarão, pastel de berbigão, peixe grelhado. Pratos executivos giram em torno de R$ 35 a R$ 60, pratos pra duas pessoas entre R$ 120 e R$ 200 — e a graça é sentar num daqueles bares de boxe, com a galera local conversando alto e cerveja descendo.

Mercado Público de Florianópolis

Noite no centro: bares de rua

A noite no centro é animada de quinta a domingo. A Rua Victor Meirelles concentra bares de rua tipo Madalena, Atelier 389, Janelinha Bar e No Class. Na paralela, a Rua Tiradentes, tem o Canto do Noel (com samba), o Fala Marquinho e a balada Don’t Tell Mama. Cuidado pra não ir numa terça-feira esperando movimento — segunda a quarta o centro fica bem mais parado.

Bar Canto do Noel

Dia 5 – Praia do Campeche, Ilha do Campeche e Ponte Hercílio Luz à noite

A Praia do Campeche é uma das mais lindas da ilha, com areia branquíssima e mar aberto. Pra banho, o mar costuma ser agitado — mas pra contemplar e curtir o dia inteiro, é dez. Chega cedo, monta a base e o sol faz o resto.

A pouco mais de 1 km da costa fica a Ilha do Campeche, uma das experiências mais bacanas de Floripa. Foi declarada Patrimônio Arqueológico e Paisagístico pelo IPHAN, tem mar de cor caribenha, trilhas guiadas, sítios arqueológicos com inscrições rupestres e mergulho com fauna preservada.

Dica de ouro: a visitação é limitada a cerca de 800 pessoas por dia pra preservar o local. Em alta temporada, quem chega tarde fica sem vaga no barco. Vá cedo (logo na primeira saída) e, se possível, reserve com antecedência. A travessia ida e volta sai entre R$ 150 e R$ 250 por pessoa, dependendo do ponto de saída e da época. As trilhas dentro da ilha são obrigatoriamente guiadas, com taxa de uns R$ 20 a R$ 40.

Pra garantir esse passeio sem dor de cabeça, dá pra reservar pela internet por esse site que a gente usa em todas as viagens. Lá tem o passeio à Ilha do Campeche, tours pelas praias do norte com Santo Antônio de Lisboa, pelas praias do leste com Projeto Tamar, pelas praias do sul com Ribeirão da Ilha e vários outros. A vantagem é pagar em reais, com cancelamento gratuito até pertinho da data — então dá pra travar a vaga sem medo.

Ilha do Campeche

Fim de tarde: Ponte Hercílio Luz iluminada

De volta à cidade, fecha o dia com a Ponte Hercílio Luz, cartão postal de Floripa. Inaugurada em 1926, com mais de 800 metros, é a maior ponte pênsil do Brasil e por décadas foi a única ligação entre a ilha e o continente. Depois de anos fechada pra restauração, foi reaberta — incluindo a passarela pra pedestres, que é o jeito mais legal de atravessar.

Pra ver de longe, com a ponte iluminada, os melhores pontos são o Parque da Luz e a beira-mar continental. No fim de semana, ela fecha pra carro e fica só pra pedestre e ciclista — vale incluir uma caminhada por cima.

Ponte Hercílio Luz iluminada

Dia 6 – Sul da ilha: vila de pescador, ostra e pôr do sol no Ribeirão

O sul é o lado menos turístico e mais autêntico de Floripa. Começa pela Praia da Armação, uma tradicional vila de pescadores com igrejinha açoriana e clima pacato. Dali dá pra atravessar a pé uma passarela sobre o rio pra chegar na Praia do Matadeiro, que é praticamente uma extensão da Armação mas com mar mais forte e visual mais selvagem.

Quem topa pegar estrada pode seguir até o Pântano do Sul, outra vila tranquila, casa do famoso Bar do Arante — um restaurante onde os clientes deixam bilhetinhos pendurados pelas paredes há décadas (são milhares). Pratos de frutos do mar pra duas pessoas saem entre R$ 150 e R$ 250. Leva uma caneta na bolsa pra deixar o seu recado.

No fim da tarde, segue pro Ribeirão da Ilha, considerado o melhor lugar de Floripa pra comer ostra fresca. O bairro tem casario açoriano lindo, restaurantes pé na água e um dos pôr do sol mais espetaculares da ilha — o sol some atrás dos morros do continente e a baía toda fica laranja. Sequências de ostras e frutos do mar pra duas pessoas costumam ficar entre R$ 150 e R$ 250.

Dica de quem já errou: em fim de semana e alta temporada os restaurantes famosos do Ribeirão lotam. Reserva por telefone antes de sair de casa — a gente já chegou e ficou 1h30 na fila.

Dia 7 – Trilha pra Lagoinha do Leste ou bate e volta

O último dia depende do seu perfil. Se você curte natureza e aguenta uma caminhada puxada, a Trilha pra Lagoinha do Leste é a melhor coisa que Floripa tem a oferecer. A praia só é acessível por trilha ou barco, é praticamente intocada e parece cenário de filme.

Duas opções de acesso: saída pelo Pântano do Sul, que é a trilha mais íngreme mas com vista incrível do alto (1h30 a 2h de caminhada); ou saída pela Praia do Matadeiro, também exigente. Reserve o dia inteiro, leve tênis bom, água, lanche, protetor e boné. Tem agências que organizam o passeio em grupo com guia entre R$ 120 e R$ 250 por pessoa — a gente recomenda guia pra quem nunca foi.

Dica que ninguém conta: não deixa essa trilha pro último dia se você já estiver morto de cansaço. O ideal é encaixar ela no meio da semana. Se sobrar pro dia 7 e o corpo não estiver topando, troca por uma manhã na Barra da Lagoa com visita ao Projeto Tamar (entrada R$ 25 a R$ 40, ótimo com criança) ou um passeio de barco pela Costa da Lagoa, com almoço em restaurante que só se chega de barco ou trilha. A travessia pública sai entre R$ 30 e R$ 60 ida e volta.

Se preferir trocar a trilha por um bate e volta, três opções funcionam bem em um dia: Beto Carrero World (em Penha, a 120 km, maior parque de diversões da América Latina, ótimo com criança), Balneário Camboriú (passeio de barco pirata, parque Unipraias com bondinho e orla famosa) ou Joinville (a maior cidade do estado, com forte herança alemã e museus interessantes). Pra detalhes desses bate e voltas, dá uma olhada na nossa matéria completa sobre bate e volta saindo de Florianópolis.

Parque Beto Carrero

Dicas insider pra não errar em Floripa

  • Um dia, uma região: norte num dia, sul em outro, leste em outro. Misturar destrói o roteiro.
  • Ilha do Campeche: vá cedo, reserve antes em alta temporada.
  • Trânsito traiçoeiro: entre dezembro e carnaval, a SC-401 (eixo norte) e a SC-405 (eixo sul) engarrafam fácil. Saia mais cedo do que a lógica pede.
  • Dinheiro em espécie: alguns quiosques rústicos e barqueiros de travessia só aceitam dinheiro. Leva uma reserva.
  • Mar forte = respeito: Mole, Joaquina, Matadeiro e Lagoinha do Leste têm correnteza. Observe bandeira e salva-vidas.
  • Melhor época: março e abril dão o melhor custo-benefício — mar ainda quente, menos lotação e preço mais sã. Janeiro a hospedagem chega a dobrar.
  • Reserve restaurante: Ribeirão da Ilha, Santo Antônio e Lagoa lotam em fim de semana.

Seguro viagem: vale a pena mesmo no Brasil?

Viajando dentro do Brasil muita gente acha que não precisa de seguro, mas Floripa tem dois cenários onde ele faz diferença: trilhas mais pesadas (Lagoinha do Leste, Galheta) onde uma torção custa caro de atendimento particular, e cancelamento/atraso de voo, que em alta temporada é comum.

A gente usa esse comparador de seguros, que mostra os planos das principais seguradoras lado a lado, com cobertura, preço e avaliação. Pagamento em reais, parcelado, e o link já vem com 18% de desconto exclusivo do Grupo Dicas. Pra uma viagem de 7 dias dá uns trocados a mais no orçamento e tira uma preocupação enorme.

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o roteiro de 7 dias em Floripa

Sete dias em Florianópolis é tempo suficiente?

Sim, é a duração ideal. Dá pra conhecer praias do norte, sul e leste, fazer o centro histórico, encarar uma trilha boa, fazer o passeio pra Ilha do Campeche e ainda sobrar um dia pra bate e volta ou descanso. Com menos de 5 dias você precisa cortar muita coisa.

Vale a pena alugar carro pra 7 dias em Floripa?

Vale muito. A ilha é espalhada, transporte público é fraco pra turista e aplicativo de transporte é raro nas praias mais isoladas. Com carro você roda livre e ainda economiza tempo — em uma semana, dá pra dizer que paga sozinho.

Qual a melhor época pra ir a Florianópolis?

De final de novembro a março pra praia, com janeiro mais cheio e caro. Março e abril dão o melhor custo-benefício: mar ainda quente, menos lotação e preço mais civilizado. Entre junho e agosto faz frio pra banho, mas o destino fica ótimo pra trilha, ostra e gastronomia.

Preciso reservar a Ilha do Campeche com antecedência?

É altamente recomendado. A ilha tem limite de cerca de 800 visitantes por dia pra preservação. Em alta temporada, quem chega na praia depois das 10h corre risco de não conseguir vaga no barco. Reserve online antes ou vá cedo na primeira saída.

O que fazer em Florianópolis com chuva?

Centro histórico (Praça XV, Catedral, Palácio Cruz e Sousa, Mercado Público), Museu Histórico de Santa Catarina, almoço de frutos do mar no Ribeirão da Ilha ou Santo Antônio de Lisboa, Jurerê Open Shopping e passeio pela Lagoa da Conceição em restaurante coberto resolvem bem o dia.

Quais praias de Floripa são melhores pra família com criança?

Jurerê (Tradicional e Internacional), Daniela, Canasvieiras e Praia dos Ingleses têm mar mais calmo e boa estrutura. Ribeirão da Ilha também funciona bem pela orla tranquila. Praia Mole, Joaquina, Matadeiro e Brava têm ondas fortes e não são as melhores pra criança pequena.

Quanto custa uma viagem de 7 dias a Florianópolis?

Em média (casal, hospedagem intermediária, fora alta temporada): hospedagem entre R$ 300 e R$ 500 a diária, alimentação entre R$ 100 e R$ 200 por dia por pessoa, carro alugado em torno de R$ 150 por dia e passeios pagos (Ilha do Campeche, trilha guiada, Beto Carrero se for o caso) entre R$ 400 e R$ 800 por pessoa na semana toda. Janeiro pode quase dobrar tudo.

Vale a pena ir ao Beto Carrero saindo de Floripa?

Se você está com criança ou curte parque de diversão, vale. É a 120 km, dá pra fazer bate e volta saindo bem cedo. Se a viagem é mais de praia e natureza, troca o dia por uma trilha (Lagoinha do Leste) ou um bate e volta menos cansativo (Santo Antônio de Lisboa com calma, Ribeirão da Ilha o dia todo).

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é um daqueles destinos que cabe um pouco de tudo numa semana só: praia paradisíaca, trilha de tirar o fôlego, vila de pescador, ostra fresca, cidade histórica e até parque temático ali do lado. A gente já voltou várias vezes e cada viagem tem uma cara diferente — esse roteiro é o esqueleto que funciona, mas a graça é deixar a ilha te surpreender. Boa viagem!