
Quer conhecer o maior parque temático da América Latina sem precisar dirigir, se preocupar com pedágio ou cansar antes mesmo de chegar? A excursão ao Beto Carrero saindo de Florianópolis resolve isso: você sai do hotel cedinho, passa o dia no parque e volta à noite pra Floripa. A gente já fez esse bate-volta e, com um pouco de planejamento, dá pra aproveitar o dia inteiro tranquilamente.
Neste guia, a gente reuniu tudo que você precisa saber: como funciona a excursão, horários do parque, faixa de preços de ingresso, dicas de quem já errou (a gente) e o que não pode faltar no roteiro. E se quiser montar a viagem inteira pagando menos, dá uma olhada também no nosso guia completo de Florianópolis — tem hotel, transporte, praias, comida e tudo o que ajuda a economizar.
Como é a excursão ao Beto Carrero saindo de Florianópolis
O passeio começa cedo, normalmente entre 5h e 7h da manhã. Uma van ou ônibus com ar-condicionado vai te buscar no hotel (ou num ponto de encontro combinado) e segue pela BR-101 até Penha, onde fica o parque. Em condições normais, são cerca de 1h45 a 2h30 de trajeto, mas pode subir bastante em alta temporada e feriados — a BR-101 enche fácil.
Ao longo do caminho, o guia explica como funciona o parque, dá dicas de roteiro e combina o ponto e horário de retorno. Você chega em Penha entre 9h e 9h30, recebe o ingresso e pode entrar assim que o parque liberar o acesso às atrações.
Quando a gente fez, a maior vantagem foi não se preocupar com nada: nem com estacionamento, nem com pedágio, nem com cansaço de dirigir 4h no mesmo dia. Você acorda, entra na van e dorme mais um pouquinho até chegar.
O retorno costuma ser por volta das 19h às 21h, depois do encerramento do parque. Em geral, esse formato bate-volta sai entre R$ 200 e R$ 350 por pessoa, considerando só o transporte e o guia. Tem pacotes que já incluem o ingresso (aí o valor sobe pra algo entre R$ 350 e R$ 600, dependendo da época).
Onde reservar a excursão
A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra reservar passeios e excursões. É um dos maiores do mundo no segmento, tem suporte em português, dá pra pagar em reais sem IOF e parcelar — e o cancelamento é gratuito até 24 horas antes do passeio, o que é uma mão na roda se mudar o tempo ou pintar algum imprevisto.
Outra vantagem é poder ler as avaliações de quem já fez. A gente sempre olha as notas e os comentários antes de fechar — ajuda a evitar surpresa com pontualidade, conforto da van e atendimento do guia.
Comprar com antecedência também garante o lugar (em alta temporada esgota rápido) e costuma sair mais barato do que tentar fechar tudo na hora, em Floripa.

Horários do parque: o que mudou (e por que isso importa)
Esse é o ponto que muita gente ainda não sabe e acaba se queimando. O Beto Carrero teve mudanças importantes na rotina:
- Bilheteria abre por volta das 7h30/8h.
- Acesso às atrações começa às 10h.
- Brinquedos funcionam aproximadamente das 10h às 18h.
- Filas de vários brinquedos encerram às 18h — quem entrou na fila antes disso ainda anda, mas depois desse horário não dá mais pra entrar.
- Shows noturnos e programação extra seguem até cerca de 19h.
- Encerramento do parque: por volta das 20h.
Ou seja: na prática, você tem das 10h às 18h pra aproveitar os brinquedos. Quem chega ao meio-dia achando que vai ficar até a noite acaba perdendo metade do dia. Por isso, sair de Floripa cedinho faz toda a diferença.
Dias em que o parque fecha
Outra mudança importante: o Beto Carrero não abre mais todos os dias do ano. Em baixa temporada (abril, maio, junho, agosto, setembro, outubro e novembro), é comum o parque fechar terças e quartas-feiras, com exceção de feriados.
Em janeiro, fevereiro, março, julho e dezembro, o funcionamento costuma ser todos os dias. A gente recomenda sempre conferir o calendário oficial antes de fechar excursão ou hotel — já vimos gente desmarcar tudo em cima da hora porque caiu numa quarta de maio sem checar.
Vale também olhar se alguma atração icônica está em manutenção na data da sua visita. Costuma ser divulgado com antecedência e influencia bastante quem quer “ver tudo” em um dia só.
Quanto custam os ingressos do Beto Carrero
O parque trabalha com preço dinâmico — varia conforme dia da semana, época do ano e antecedência da compra. Os valores costumam ficar nessas faixas:
- Ingresso 1 dia, antecipado em baixa temporada: em torno de R$ 130 a R$ 140.
- Ingresso 1 dia, antecipado em alta temporada: em torno de R$ 170 a R$ 200.
- Comprado na bilheteria, no dia: por volta de R$ 350 (dia comum) e até cerca de R$ 390 em alta.
- Ingresso 2 dias: faixa próxima de R$ 240 a R$ 270 (vale a pena se você vai pernoitar em Penha ou Balneário).
- Passaporte anual: a partir de uns R$ 400, só compensa pra quem mora perto.
Uma armadilha clássica: contar com meia-entrada direto na bilheteria. A meia é aplicada sobre o valor cheio (de bilheteria), então, na prática, comprar antecipado online costuma sair mais barato do que pagar meia no dia. Quem tem direito (idoso, estudante) precisa fazer a conta — várias vezes o online ganha.
Vale pagar pelos passes de acesso rápido?
O parque oferece passes que reduzem fila em atrações selecionadas:
- Adventure Pass (atrações mais familiares): em torno de R$ 130.
- Adrenalina Pass (brinquedos radicais): em torno de R$ 150.
- Ultra Fest Pass (vários acessos múltiplos): cerca de R$ 800.
A nossa dica honesta: em dias de semana de baixa temporada, dificilmente compensa. Mas em feriados, fins de semana e alta temporada, com filas de 1h e meia em montanha-russa, o passe pode salvar o dia — principalmente o de Adrenalina, pra quem foca nos brinquedos pesados como FireWhip, Star Mountain e Big Drop.
As principais atrações pra encaixar no roteiro
O parque tem mais de 100 atrações divididas em sete áreas temáticas (Velho Oeste, Ilha dos Piratas, Avenida das Nações, Vila Germânica, Mundo Animal, entre outras). Vale destacar:
Pros radicais:
- FireWhip — montanha-russa invertida, uma das mais procuradas.
- Star Mountain — montanha-russa clássica, com loops e curvas pesadas.
- Big Drop — torre de queda livre, bem alta.
- Rebullits — também na linha adrenalina pura.
Pra família com crianças:
- Raskapuska — passeio de barco em cenários temáticos.
- Tiger Mountain, Barco Pirata, Autopista e outros brinquedos mais leves.
- Safari e passeios motorizados — os últimos saem por volta de 17h30, mas a fila pode fechar antes em dias cheios.
Shows e apresentações:
- Madagascar Circus Show — espetáculo com personagens da DreamWorks, normalmente por volta das 13h30.
- No Ritmo de Trolls — sessões curtas ao longo do dia (algo como 11h15, 15h15 e 16h10).
- Encontros rápidos com personagens (Shrek, Gato de Botas, pinguins de Madagascar).
Importante: shows curtos e encontros com personagens costumam ser cancelados em dias de chuva. Se o tempo virar, tenha um “plano B” focado em brinquedos cobertos e atrações indoor.
A nossa dica de ouro: escolha previamente 3 a 5 atrações principais e 2 shows e monte um caminho enxuto. Tentar ver tudo numa visita só, ainda mais em bate-volta, é receita pra frustração — o parque é gigante (são 14 milhões de metros quadrados).

Quanto se gasta com comida dentro do parque
Como você fica o dia inteiro lá dentro, vale entrar com a noção dos preços:
- Combo de hambúrguer + batata + refri: em torno de R$ 55 a R$ 65 por pessoa.
- Pizza (fatia + bebida): a partir de R$ 25 a R$ 35.
- Buffet livre no restaurante central: cerca de R$ 75 por pessoa.
- Por quilo: na casa de R$ 95 a R$ 100 o quilo.
- Experiências gastronômicas temáticas (com show, tipo Excalibur): R$ 120 a R$ 140 por pessoa.
Uma família costuma gastar entre R$ 45 e R$ 80 por pessoa com alimentação simples no dia. Vale levar lanchinho/água na mochila — protetor solar, garrafinha reutilizável e snacks ajudam bastante a segurar o gasto.
Melhor época pra fazer a excursão
Alta temporada (dezembro a fevereiro, julho): parque cheio, ingresso mais caro, mas funcionamento completo todos os dias, programação no auge e clima firme. É quando combina muito bem com curtir as praias de Floripa antes ou depois do bate-volta. Ponto negativo: filas longas e trânsito pesado na BR-101.
Baixa temporada (abril, maio, junho, agosto, setembro, outubro, novembro): ingressos mais baratos, menos filas, parque mais tranquilo. Os pontos de atenção são: terças e quartas costumam estar fechadas, e tem mais chance de chuva. Se for nesse período, prefira segunda, quinta ou sexta.
Erros que a gente vê (e como evitar)
A gente já errou e viu muita gente errando essas:
- Chegar tarde ao parque. Com brinquedos funcionando até 18h, sair de Floripa às 9h da manhã significa começar o dia já no meio. Saia até 6h30, no máximo.
- Não conferir o dia de funcionamento. Já vimos gente reservar hotel em Penha numa quarta de maio e descobrir, na véspera, que o parque ia estar fechado.
- Subestimar a BR-101. Em feriado prolongado, as “duas horinhas” viram facilmente 3h ou mais. Sai cedo.
- Comprar ingresso na bilheteria. Quase sempre sai mais caro do que comprar antecipado online — mesmo com meia-entrada.
- Almoçar entre 12h e 14h. É o pior horário, as filas dos restaurantes explodem. Almoce 11h ou 14h30 e aproveite as filas mais curtas dos brinquedos no horário de pico.
- Ignorar manutenção. Confira se as atrações que você mais quer estarão funcionando na sua data.
Dicas práticas pra aproveitar o dia
- Roupa confortável e tênis fechado: você anda muito.
- Capa de chuva ou poncho: você vai usar em pelo menos uma atração aquática (e em dia nublado salva).
- Protetor solar, boné, garrafinha: o sol em Penha não brinca.
- Documento original: pra meia-entrada e pra retirada de ingressos.
- Carregador portátil de celular: o dia é longo e tem muita foto.
- Combine ponto e horário de retorno com o guia logo na chegada — anote, salva o telefone dele e siga o aviso à risca, pra van não sair sem você.
Vai de carro? Vale a dica
Se você prefere ir por conta — fazendo seu próprio horário, parando em Balneário Camboriú no caminho ou em algum mirante — vale alugar carro. Em Floripa, é tranquilo retirar no aeroporto ou em algum balcão na cidade.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas, Sixt, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Quem vai de carro próprio precisa contar com pedágios na BR-101 (em torno de R$ 5 a R$ 15 por praça) e com o estacionamento do parque, que costuma sair entre R$ 40 e R$ 60 por veículo, dependendo da temporada.

Outros passeios pra combinar em Florianópolis
Já que você vai estar em Floripa, dá pra emendar a excursão com outros passeios bem legais. A nossa recomendação é a mesma: reservar antecipado, online, por esse site que a gente sempre usa. Pagamento em reais, sem IOF, parcelado, com cancelamento gratuito.
Na nossa opinião, valem muito a pena:
- Tour panorâmico por Florianópolis
- Passeio de barco à Ilha do Campeche
- Tour pelas praias do norte + Santo Antônio de Lisboa
- Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
- Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha

E o seguro viagem?
Mesmo em viagem dentro do Brasil, a gente sempre recomenda contratar seguro — principalmente pra parque com brinquedos radicais e crianças correndo. Em caso de torção, mal-estar, atendimento médico ou cancelamento de passeio, o seguro paga a conta sem dor de cabeça.
Pra cotar barato, use esse comparador de seguros. Ele mostra várias seguradoras lado a lado e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores aqui do blog. Não compensa viajar sem.
Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre a excursão ao Beto Carrero saindo de Florianópolis
Quanto tempo de viagem leva de Florianópolis até o Beto Carrero?
Em condições normais, entre 1h45 e 2h30 de carro ou van, por volta de 115 a 130 km pela BR-101. Em feriados e fins de semana de alta temporada, o tempo pode passar de 3 horas por causa do trânsito.
Dá pra fazer o Beto Carrero em um dia só saindo de Floripa?
Sim, a maioria das pessoas faz como bate-volta. O segredo é sair cedo (idealmente até 6h30 da manhã) e ter um roteiro enxuto, focado em 3 a 5 atrações principais e 2 shows. Os brinquedos funcionam até as 18h.
Quanto custa uma excursão ao Beto Carrero saindo de Florianópolis?
A excursão bate-volta com transporte e guia costuma ficar entre R$ 200 e R$ 350 por pessoa. Quando o pacote já inclui o ingresso, o valor sobe pra algo entre R$ 350 e R$ 600, dependendo da temporada.
O parque abre todos os dias?
Não. Em baixa temporada (abril, maio, junho, agosto, setembro, outubro e novembro), o Beto Carrero costuma fechar terças e quartas-feiras, exceto em feriados. Em janeiro, fevereiro, março, julho e dezembro normalmente abre todos os dias. Confira sempre o calendário oficial antes de reservar.
Compensa comprar o ingresso antecipado ou na bilheteria?
Sempre antecipado. O parque trabalha com preço dinâmico e a compra com antecedência online costuma ser bem mais barata — em muitos casos, fica mais em conta até do que a meia-entrada paga na bilheteria.
Vale a pena pagar pelos passes Adventure ou Adrenalina?
Em dias de semana de baixa temporada, dificilmente compensa. Já em feriados, fins de semana e alta temporada (quando a fila de uma montanha-russa passa de 1h), o passe pode transformar o seu dia — especialmente o Adrenalina, pra quem foca nos brinquedos pesados.
Crianças pequenas aproveitam o parque?
Sim, e bastante. Tem brinquedos infantis, encontros com personagens da DreamWorks (Shrek, Madagascar, Trolls), o Madagascar Circus Show e o passeio de barco Raskapuska. O Adventure Pass costuma ser uma boa pra família.
É melhor ir de excursão ou de carro próprio?
Depende. Excursão é mais prática e barata se você está sozinho ou em casal: zero preocupação com pedágio, estacionamento e cansaço de dirigir. De carro vale mais a pena pra grupos de 4 ou mais, ou pra quem quer flexibilidade pra parar em Balneário Camboriú e mirantes no caminho.
Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis
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No fim das contas, a excursão ao Beto Carrero saindo de Florianópolis é uma das experiências mais legais pra encaixar numa viagem pra Santa Catarina — ainda mais com criança. A gente sempre fala: chegue cedo, tenha um roteiro definido e compre tudo antecipado. Com esse trio, o dia rende muito mais e você volta pra Floripa cansado, mas com aquele sorriso de quem aproveitou cada minuto.