Melhores praias de Florianópolis: guia completo

Florianópolis tem mais de 40 praias oficiais — e os nativos juram que, contando as enseadinhas escondidas, passa de 100. Pra te ajudar a escolher quais valem entrar no seu roteiro, a gente reuniu aqui as melhores praias da ilha, organizadas por região e perfil de viajante.

A gente já foi várias vezes pra Floripa e o que aprendeu na prática é o seguinte: não dá pra conhecer tudo numa viagem só. O segredo é escolher um eixo da ilha por dia (norte, leste ou sul), entender o perfil de cada praia e ir sem pressa. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e passeios.

Como escolher para qual praia ir em Florianópolis

A ilha pode ser dividida em quatro grandes regiões, e cada uma proporciona uma experiência completamente diferente. Vale entender isso antes de sair escolhendo praia no mapa.

Norte: abriga as praias mais badaladas e estruturadas, com mar mais calmo e águas um pouquinho mais quentes. É a região com mais hotéis, restaurantes e beach clubs. Quem viaja em família ou quer conforto costuma escolher essa região.

Leste: é o reino do surf, da Lagoa da Conceição e de um público mais jovem e alternativo. O mar é agitado e gelado, mas a paisagem é cinematográfica — areia clara, dunas e morros verdes ao redor.

Sul: mais tranquilo, com natureza super preservada, vilas de pescadores e a maior parte das trilhas da ilha. O mar pode ser bravo, mas tem praias paradisíacas que recompensam o esforço. É a região favorita de quem busca sossego.

Centro e continente: tem praias bonitas, mas o mar não é ideal pra banho. A gente recomenda essa região mais pelo comércio, vida noturna e atrações históricas — não pra passar o dia na areia.

Mapa das praias de Florianópolis no Google Maps

Por que alugar carro faz toda a diferença em Floripa

Antes de entrar nas praias em si, uma dica que a gente sempre dá pra quem vai pra Floripa: alugue um carro. As praias estão espalhadas pela ilha inteira, com distâncias de 30 a 60 minutos entre regiões diferentes, e o transporte público é lento e cheio de baldeações. Sem carro, você gasta mais tempo no trânsito do que na areia.

A gente sempre usa esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Praia da Joaquina

Uma das praias de surf mais famosas do Brasil, a Joaquina é sede frequente de campeonatos e foi um dos berços do surf brasileiro lá nos anos 70/80. O mar é agitado e bem gelado, mas atrai surfistas de todo o país por causa da qualidade das ondas.

Mesmo se você não surfa, a Joaquina vale demais a visita. A paisagem é completa: de um lado os morros, do outro as dunas, e no meio o mar aberto. Vale alugar um sandboard pra descer as dunas (o aluguel sai em torno de R$ 30 a R$ 60 por hora) e ficar pra ver o pôr do sol nesse cenário.

A praia tem boa estrutura de quiosques e restaurantes pé na areia. Como costuma lotar nos dias de sol, a gente recomenda chegar cedo pra pegar um bom lugar no areal e estacionamento mais próximo.

Praia da Joaquina

Praia Mole

A Praia Mole fica pertinho da Joaquina, então dá pra conhecer as duas no mesmo dia tranquilamente. Ela é mais rústica e tem menos estrutura, mas a paisagem é de tirar o juízo: areia super clarinha e fininha, mar com aquele azul intenso e morros verdes em volta.

O mar é forte e gelado, com ondas que atraem muito surfista. Pra banho, a dica é ficar mais próximo da área com guarda-vidas. A Mole também é tradicionalmente uma das praias com trechos frequentados pelo público LGBT+.

A estrutura é limitada — alguns quiosques com bebidas e pouca coisa de comida. A gente errou nessa na primeira vez: foi achando que tinha restaurante na areia e acabou ficando com fome. Leve um lanche ou planeje almoçar fora.

Praia Mole

Piscinas Naturais da Barra da Lagoa

Um paraíso ainda pouco conhecido que fica entre a Prainha da Barra e a Praia da Galheta (esta última, de nudismo). O acesso é por uma trilha tranquila de cerca de 15 minutos, sem grandes desafios técnicos.

Nos dias quentes, é uma delícia ficar mergulhando nos poções de água cristalina formados entre as pedras. Um aviso importante: pra entrar na água, você precisa pular das pedras direto pro mar, porque não tem areia no local. A maioria das pedras está no nível do mar, então não é nada radical, mas leva sapato adequado.

Piscinas Naturais da Barra da Lagoa

Praia dos Ingleses

A Praia dos Ingleses recebe esse nome por causa de um naufrágio inglês que aconteceu entre o final do século 17 e o início do século 18. Tem 5 km de extensão, fica no norte da ilha e é uma das mais movimentadas de Floripa — com forte oferta de hotéis, bares, mercados e vida noturna animada.

O mar é mais quente e tem trechos calmos (principalmente no canto esquerdo) e outros com ondas mais fortes (canto direito). O nascer do sol por ali é espetacular, vale acordar cedo pelo menos uma vez na viagem.

Se estiver com pique, dá pra fazer a trilha da Feiticeira pelo costão norte, que liga Ingleses à Praia Brava. São cerca de 2 km e a vista no caminho é linda. A Praia Brava é um dos points dos surfistas, com águas cristalinas, ondas fortes e vibe jovem com som rolando na areia.

A região dos Ingleses é uma das que a gente recomenda pra se hospedar — boa estrutura, preço mais acessível que Jurerê e fácil acesso a outras praias do norte.

Praia dos Ingleses

Praia de Jurerê (Tradicional e Internacional)

Você sabia que partes do bairro de Jurerê foram projetadas por Oscar Niemeyer? A atmosfera por ali é de alto padrão: mansões, restaurantes sofisticados, carros caros e uma vibe de balada de praia que ficou famosa no Brasil inteiro.

A praia em si tem águas calmas, perfeita pra mergulho, e ótima infraestrutura — embora os preços sejam bem mais altos que em outras regiões da ilha. Jurerê Internacional concentra os beach clubs famosos (Milk, Donna, Posh, P12) e o público mais jovem em busca de festa. Já Jurerê Tradicional tem clima mais familiar e tranquilo.

Os beach clubs cobram consumação ou ingresso que pode variar bastante dependendo do evento — em dias de show com atrações nacionais, os valores sobem bem. O Jurerê Open Shopping é um polo de boas lojas e restaurantes pra quem quer pausar da praia. Vale dar um pulo nas praias vizinhas: Jurerê Tradicional e Canajurê, que tem coqueiros lindos.

Uma dica insider: o trânsito pra entrar e sair de Jurerê fica pesado nos dias de sol do verão. Vá cedo e planeje voltar antes do pico do fim de tarde, ou então fique pra jantar e voltar à noite, quando flui melhor.

Praia de Jurerê

Canasvieiras e Ponta das Canas

Canasvieiras é uma das praias mais procuradas por brasileiros e argentinos no verão. O mar é calmo, raso e perfeito pra famílias com crianças. A estrutura é forte: muitos restaurantes, mercados, farmácias, agências de passeio e bastante hospedagem de boa relação custo-benefício.

De Canasvieiras saem várias escunas que fazem passeios pelas ilhas próximas e fortalezas históricas, com paradas pra banho. É uma ótima base pra quem quer fazer bate-volta pra outras praias do norte.

Ponta das Canas e Lagoinha ficam logo ao lado e têm um clima mais sossegado, com mar sereno e ambiente familiar. Os moradores consideram essa região uma das mais queridinhas pra ver o pôr do sol no norte da ilha — vale separar um fim de tarde pra ir até lá.

Praia da Daniela

Vizinha da badalada Jurerê, a Daniela é uma praia mais tranquila e quase deserta, com vegetação nativa bem preservada. É uma ótima opção pra famílias com crianças, já que o mar é raso e super calmo.

Dois lugares imperdíveis por lá: o pontal da Daniela, que tem praia pros dois lados, e as praias secretas escondidas atrás de algumas pedras caminhando à direita da praia principal. Dá também pra ir a pé da Daniela até a Praia do Forte, que é linda e tem a fortaleza histórica.

Praia da Daniela

Praia do Campeche

A Praia do Campeche é uma daquelas praias longas, de areia branquinha e mar com aquele azul cristalino. Tem vista pra Ilha do Campeche bem em frente, e é o tipo de praia boa pra chegar de manhã, montar acampamento e passar o dia.

O mar alterna trechos mais calmos e outros com ondas. Em dias de ressaca tem correnteza, então atenção pra escolher onde entrar. A estrutura tem quiosques em pontos específicos, mas longos trechos ainda são bem rústicos — o que pra muita gente é o charme da praia.

A região do Campeche também é uma das principais saídas pros barcos que vão pra Ilha do Campeche, que fica a cerca de 1,5 km da costa. Esse passeio é um dos imperdíveis da ilha — falamos dele no próximo tópico.

Praia do Campeche

Ilha do Campeche

Muita gente considera a Ilha do Campeche a praia mais bonita de Floripa — e a gente concorda. Mar cristalino em tons de azul-caribe, areia branca e uma área de preservação ambiental com trilhas guiadas e sítios arqueológicos com inscrições rupestres.

O acesso é só por barco autorizado, com saídas principais da Praia do Campeche, da Armação e da Barra da Lagoa. A ilha tem lotação diária limitada pra preservação, então em dias de verão os barcos esgotam rápido — reserve com antecedência e chegue cedo no ponto de embarque pra garantir vaga.

A permanência costuma ser de 4 a 6 horas. A estrutura é simples: um quiosque com lanches e banheiros. Leve água extra, protetor solar, chapéu e algo pra comer. Pra acessar alguns trechos internos com inscrições rupestres, é obrigatório fazer trilha guiada com monitor da ilha.

Pra reservar o passeio com antecedência e garantir o lugar, a gente sempre usa esse site, um dos mais conhecidos do mundo pra reservar passeios em português. O bom é que dá pra cancelar gratuitamente até alguns dias antes, então você garante o passeio sem risco.

Lagoinha do Leste

Pra quem gosta de trilha e natureza selvagem, a Lagoinha do Leste é a queridinha absoluta. Uma das praias mais isoladas e preservadas da ilha, sem casa nenhuma à beira-mar, paisagem que parece outro planeta.

O acesso é só por trilha ou por barco. Tem duas trilhas principais:

  • Pela Armação/Pântano do Sul: mais longa, em torno de 2 a 3 horas (só ida) em ritmo tranquilo. É a mais usada.
  • Pelo Morro das Pedras: mais curta, porém íngreme e cansativa. A vista do alto compensa.

Na temporada, também tem barcos de pescadores saindo do Pântano do Sul. A estrutura na praia é praticamente inexistente — leve tudo o que vai precisar (água, lanche, protetor, chapéu). A trilha não é recomendada após chuva forte, e sempre vale avisar alguém sobre seu horário de retorno.

Praia do Matadeiro e Armação

Pra chegar à Praia do Matadeiro, você faz uma trilha curtinha saindo da Praia da Armação, atravessando uma pontezinha. A natureza por ali é bem preservada, o mar é bom pra banho e tem ondas pra quem surfa. A vibe é mais jovem e alternativa, com bares rústicos na areia.

A Praia da Armação é uma das vilas de pescadores mais charmosas da ilha — barcos coloridos na areia, restaurantes pé na areia servindo frutos do mar e aquela atmosfera de Floripa antiga. É uma das saídas dos barcos pra Ilha do Campeche em parte do ano.

Vale ir até a Ponta das Campanhas, que divide o Matadeiro da Armação, pra uma vista panorâmica incrível das duas praias.

Praia do Matadeiro

Pântano do Sul

Pântano do Sul é uma das vilas de pescadores mais autênticas da ilha. Praia cheia de barquinhos coloridos puxados na areia, mar mais calmo e uma atmosfera de tempo parado.

Pé na areia ficam alguns dos restaurantes mais tradicionais de Floripa, famosos pelas sequências de camarão — pratos que incluem camarão frito, à milanesa, ao alho e óleo, pirão e acompanhamentos, normalmente servidos pra duas pessoas. Um deles ficou famoso pela decoração, com milhares de bilhetinhos colados pela parede inteira.

Pra quem tem bom preparo físico e gosta de aventura, dá pra fazer a trilha pra Caverna do Pântano do Sul — mas só com guia, porque o trajeto é difícil e tem trechos de escalada.

Pântano do Sul em Florianópolis

Praia de Naufragados

Pra chegar à Praia dos Naufragados, você precisa fazer uma trilha de cerca de 2,5 km saindo da Caieira da Barra Sul. É uma caminhada que leva entre 40 minutos e 1 hora, dependendo do ritmo. A praia é praticamente deserta e tem ar de fim de mundo.

O nome vem de duas embarcações portuguesas que naufragaram na região por volta de 1750. O bônus pra quem topa caminhar mais um pouco são as piscinas naturais, acessíveis por uma trilha de cerca de 20 minutos saindo do lado esquerdo da praia. Se tiver sorte, dá até pra avistar golfinhos.

Do lado direito, outra trilha leva a um farol e a canhões históricos, com vista de longe pra Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba. A paisagem no caminho é cinematográfica.

Praia de Naufragados

Praia do Santinho

A Praia do Santinho tem uma combinação interessante: ótima estrutura de restaurantes e barraquinhas + um lindo costão pra contemplar a paisagem + um patrimônio arqueológico raro. Ao norte ficam as Dunas do Santinho, e ao sul tem um museu arqueológico ao ar livre imperdível.

Esse museu mostra pinturas e artefatos rupestres feitos por povos pré-históricos, com estimativas de mais de 5 mil anos. É uma das atrações culturais mais legais da ilha e quase ninguém comenta.

O mirante da praia oferece uma das melhores vistas do nascer do sol em Floripa. E da Praia do Santinho parte uma trilha de cerca de 1,5 km até a Praia de Moçambique, que também é linda e costuma estar bem vazia.

Museu Arqueológico da Praia do Santinho

Praia do Gravatá

Mais uma praia que se conquista por trilha — e essa vale demais. O acesso ao Gravatá começa perto do Bar do Boni, na Avenida das Rendeiras, e a caminhada é considerada fácil. São cerca de 50 minutos, com um mirante no meio do caminho que oferece uma vista panorâmica linda da Praia Mole lá de cima.

O Gravatá em si é pequenininho, mas lindíssimo: águas tranquilas e barrancos onde dá pra estender a canga e contemplar a paisagem. Não tem estrutura nenhuma, então leve água e algo pra comer se quiser passar o dia.

Uma dica bônus: o Bar do Boni, onde começa a trilha, é uma parada clássica pra um fim de tarde com cerveja gelada e pôr do sol sobre a Lagoa. Vale combinar a trilha com uma esticada por lá.

Praia do Gravatá

Roteiro sugerido de 3 dias pelas melhores praias

Se você tem só uns dias e quer experimentar o melhor de cada região, uma sugestão que funciona muito bem:

  • Dia 1 – Norte estruturado: Jurerê de manhã, almoço por lá, e fim de tarde em Ponta das Canas pra ver o pôr do sol.
  • Dia 2 – Leste e Lagoa: Joaquina cedo (com sandboard nas dunas), almoço, e tarde na Praia Mole. À noite, dá uma volta pela Lagoa da Conceição.
  • Dia 3 – Sul rústico ou Ilha do Campeche: ou passeio de barco pra Ilha do Campeche (saindo cedo), ou explorar Armação + Matadeiro + Pântano do Sul (com almoço de sequência de camarão).

Dicas insider e erros que a gente já cometeu

Algumas coisas que a gente aprendeu na marra e vale compartilhar:

  • Não tente conhecer muitas praias num só dia. O trânsito e as distâncias acabam com qualquer planejamento. Escolha 1 ou 2 por dia e aproveite com calma.
  • Subestimar o trânsito do verão é erro clássico. Os acessos ao norte (Jurerê, Ingleses, Canasvieiras) e ao leste (Lagoa, Mole, Joaquina) ficam congestionados. Saia cedo ou tarde, evite os horários de pico.
  • Ilha do Campeche sem reserva é receita de frustração. Os barcos autorizados esgotam rápido em dias de sol. Reserve antes e chegue cedo no embarque.
  • Pra trilhas como Lagoinha do Leste e Naufragados, vá preparado. Tênis adequado, água, lanche, protetor solar, chapéu e cálculo do horário pra voltar com luz. Não enfrente trilha logo após chuva forte.
  • Sol e vento enganam. Mesmo em dias mais frescos, a radiação UV é forte. Queimaduras feias acontecem o tempo todo com turistas distraídos.
  • Caixa de som potente não combina com praia rústica. Em lugares como Lagoinha do Leste, Naufragados e Gravatá, o silêncio faz parte da experiência — e seus vizinhos de canga vão agradecer.
  • Não estacione em dunas ou áreas proibidas. A fiscalização é rígida e o impacto ambiental é sério.

Seguro viagem pra Florianópolis

Floripa parece tranquilo, mas qualquer imprevisto numa trilha, uma onda mais brava na Joaquina ou um corte numa pedra pode virar dor de cabeça. Por isso a gente sempre contrata seguro viagem mesmo pra destinos nacionais — atendimento médico rápido sem ter que ficar correndo atrás de SUS na cidade desconhecida vale demais.

A gente usa esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras do mercado e mostra qual sai mais em conta pro seu perfil de viagem. Já tem 18% de desconto exclusivo pra quem nos acompanha aplicado automaticamente.

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre as praias de Florianópolis

Qual é a praia mais bonita de Florianópolis?

É difícil escolher uma só, mas a Ilha do Campeche é frequentemente apontada como a mais bonita pelo mar cristalino em tons de azul-caribe e a areia branca. Entre as praias da ilha principal, Jurerê, Mole, Campeche e Lagoinha do Leste disputam o pódio.

Quantas praias tem Florianópolis?

Oficialmente, costuma-se dizer que são 42 praias, mas os nativos garantem que, contando enseadinhas e prainhas escondidas, o número passa de 100. Pra um roteiro real, dá pra focar em umas 8 a 10 das principais.

Qual a melhor região pra se hospedar em Floripa pra curtir praia?

Depende do perfil. Norte (Jurerê, Canasvieiras, Ingleses) tem mais estrutura e mar calmo. Leste (Lagoa da Conceição) é central pra acessar Mole e Joaquina. Sul é mais sossegado e rústico. A gente costuma indicar Ingleses como bom custo-benefício e Jurerê pra quem busca conforto.

Vale a pena alugar carro em Florianópolis?

Vale muito. As praias estão espalhadas pela ilha inteira e o transporte público é lento. Com carro, você visita 2 a 3 praias por dia tranquilamente; sem ele, vira maratona de ônibus com baldeação.

Qual a melhor época pra ir a Florianópolis?

Verão (dezembro a carnaval) tem o tempo mais quente e ideal pra praia, mas a cidade fica lotada e cara. Meia temporada (final de novembro, março e abril) costuma ter clima bom, menos gente e preços mais em conta — é a janela favorita pra quem quer aproveitar sem briga.

Quanto custa o passeio pra Ilha do Campeche?

Em alta temporada, costuma ficar entre R$ 180 e R$ 250 por pessoa (ida e volta), variando conforme ponto de saída (Campeche, Armação ou Barra da Lagoa) e tipo de embarcação. Vale reservar com antecedência porque a lotação diária é limitada.

Quais praias têm mar calmo pra crianças?

Jurerê, Canasvieiras, Ponta das Canas, Lagoinha do Norte e Daniela são as melhores pra famílias com crianças pequenas — mar tranquilo, raso e estrutura próxima.

Quais praias são boas pra surfar em Floripa?

Joaquina (a clássica), Praia Mole, Campeche, Praia Brava, Matadeiro e Santinho são as queridinhas da galera do surf, com ondas consistentes a maior parte do ano.

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é um daqueles destinos que a gente volta várias vezes e sempre descobre praia nova — tem ilha pra todo tipo de viajante, do que quer beach club com drink na mão ao que prefere trilha de 3 horas pra chegar num lugar selvagem. O segredo é não tentar fazer tudo de uma vez: escolha o ritmo certo pro seu perfil, deixe espaço pra improvisar, e prepare-se pra querer voltar.