Florianópolis

Cinco dias em Florianópolis é tempo bom: a gente consegue conhecer o centro histórico, esticar para as praias do norte, leste e sul, ainda fechar com um passeio especial ou um bate-volta. Floripa é grande e as praias são longe umas das outras, então o segredo do roteiro é agrupar atrações por região para não passar a viagem inteira no carro.

Neste guia a gente montou um roteiro de 5 dias em Florianópolis dia a dia, com dicas práticas de horário, faixas de preço, erros para evitar e os melhores cantos para almoçar e curtir o pôr do sol. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo para montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, comida e ingressos.

A gente já foi várias vezes para Floripa e o que mais ajuda é sair cedo para as praias (a partir das 7h-8h), porque os acessos ao norte e ao sul travam feio nos horários de pico, principalmente na alta temporada. Bora ao roteiro.

Dia 1 – Norte da ilha: Ingleses e Jurerê

Comece o seu roteiro pela Praia dos Ingleses, que recebe esse nome por causa de um naufrágio inglês que aconteceu entre o final do século 17 e o início do século 18. É uma das mais movimentadas de Florianópolis, com 5 km de extensão e uma boa infraestrutura de hotéis e restaurantes. O nascer do sol por lá é lindo.

Se estiver com ânimo, dá para fazer a trilha da Feiticeira pelo costão do lado norte. Ela tem dois quilômetros e liga a Praia dos Ingleses à Praia Brava, que tem águas cristalinas e é um dos points dos surfistas. Por lá costuma rolar muita gente jovem e música tocando na areia.

Praia dos Ingleses

Depois do almoço, siga para a Praia de Jurerê, que fica bem próxima da Praia dos Ingleses. Uma curiosidade: o bairro de Jurerê foi projetado por Oscar Niemeyer. A atmosfera é de luxo, com mansões, restaurantes chiques e carros importados por todos os lados. A praia tem águas calmas e ótima estrutura.

Se tiver tempo, vale dar um pulo nas praias vizinhas: Jurerê Tradicional e Canajurê, que tem coqueiros lindos e clima bem mais família.

Praia de Jurerê

Como os pontos do roteiro são espalhados pela ilha (e a noite de Jurerê fica ainda mais animada com a liberdade de não depender de táxi caro), a melhor forma de circular é com carro alugado. A gente sempre usa esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então a gente não paga IOF e dá para parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. Usa o cupom GRUPODICAS para ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas e Budget, para evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá para parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Noite em Jurerê

Em Jurerê ficam algumas das baladas mais famosas do Brasil, como Milk, Donna, Posh e P12, um beach club que no verão tem programação de peso com nomes como Anitta e Alok.

Se balada não é a sua praia, dê uma volta no Jurerê Open Shopping. Como o próprio nome já diz, não espere os tradicionais shoppings fechados, com corredores e luz fria. É um centro comercial super agradável com lojas ao ar livre e brisa marítima batendo, com ótimos restaurantes para um bom jantar.

Parador P12 em Jurerê

Dia 2 – Leste: Praia Mole, Joaquina e Lagoa

O segundo dia do roteiro começa pela Praia Mole. Ela é mais rústica, com mar agitado e água gelada, mas a cor é deslumbrante e a areia clara e fininha. Tem muitos surfistas por lá e quiosques limitados, então o lance é ir com objetivo de contemplar a paisagem (e levar lanche ou planejar o almoço em outro canto).

Em dias de mar bravo, a Mole é mais indicada para surfistas experientes. Sempre olha as bandeiras da guarda-vidas antes de entrar — a gente já viu correnteza forte arrastando gente que entrou sem prestar atenção.

Praia Mole

A próxima parada é a Praia da Joaquina, que fica bem pertinho da Mole. O mar também é agitado e atrai bastante surfista pela quantidade de ondas. A paisagem é completa: de um lado os morros, do outro as dunas, e na frente o mar.

Tem opções de quiosques, restaurantes e barzinhos. A gente recomenda alugar um sandboard para curtir as dunas (aluguel costuma ficar em torno de R$ 30-R$ 60 o conjunto de cadeira e guarda-sol, sandboard à parte). Aproveite para almoçar por lá — uma refeição em restaurante de praia gira em torno de R$ 80-R$ 120 por pessoa com frutos do mar.

Dunas da Joaquina

Pôr do sol e centrinho da Lagoa

O anoitecer na Lagoa da Conceição é uma delícia. Vá para o Bar do Boni para ver o pôr do sol. O lugar é informal, com mesas em um deck a céu aberto, música ao vivo, cerveja geladinha e bons petiscos. Os de frutos do mar são frescos e bem feitos.

Depois, siga a pé para o centrinho da Lagoa. Um lugar gostoso, cheio de lojinhas, quiosques, bares e restaurantes — bom também para comprar lembrancinhas. Para jantar mais estruturado, restaurantes da Lagoa ficam na faixa de R$ 80-R$ 120 por pessoa.

Bar do Boni

Dia 3 – Centro Histórico de Florianópolis

A proposta para o terceiro dia é diferente: sem praias. A ideia é passar o dia no Centro de Florianópolis, que é pequeno e dá para fazer tudo a pé. Esse dia também é a coringa do roteiro — se pegar tempo nublado ou chuvoso, encaixe ele aqui e deixe as praias para os dias estáveis.

Na Praça XV de Novembro, ponto zero da cidade, você vai encontrar:

  • A Figueira Centenária, uma árvore enorme que fez sombra para as primeiras reuniões dos fundadores do Figueirense (sim, é dela que vem o nome do time);
  • A Catedral Metropolitana de Florianópolis, que desde sua fundação em 1678 virou um dos símbolos da cidade.
Praça XV de Novembro

Ao lado da praça fica o Palácio Cruz e Souza, onde está o Museu Histórico de Santa Catarina. O palácio é lindo e ótimo para fotos. Vale entrar e passear pelo museu — várias alas temáticas mostram a história do estado desde os tempos pré-colombianos até hoje, com móveis, roupas, documentos, fotografias e itens que lembram a escravidão na região. A entrada costuma custar em torno de R$ 10.

Tem também uma biblioteca especializada em história e cultura catarinense, aberta ao público. Além das exposições permanentes, rolam temporárias — vale conferir a programação antes.

Museu Histórico de Santa Catarina

A poucos minutos a pé, você chega no Mercado Público da cidade, que existe desde 1851. Ali encontra pescados super frescos e dá para sentar e comer um pastel de camarão com caldo de cana enquanto observa o movimento da rua. Refeição de peixe ou frutos do mar com acompanhamento fica em torno de R$ 60 por pessoa — uma das melhores relações custo-benefício de Floripa.

Mercado Público de Florianópolis

Noite boêmia no Centro

A noite no Centro é bem animada. Não deixe de passar pela Rua Victor Meirelles, um dos pontos mais boêmios da cidade, cheio de bares de rua: Madalena, Atelier 389, Janelinha Bar e No Class. Na paralela, a Tiradentes, tem o Canto do Noel (onde às vezes rola um samba), o Fala Marquinho e o Don’t Tell Mama, uma balada bem descolada.

Um aviso importante: a programação dos bares de rua geralmente só acontece de quinta a domingo. Se você cair lá numa segunda ou terça, a vibe muda bastante.

Rua Victor Meirelles

Para escolher onde jantar, dá uma olhada na nossa reportagem sobre os melhores restaurantes em Florianópolis.

Dia 4 – Sul: Praia do Campeche e Ilha do Campeche

A Praia do Campeche é aquela boa para chegar bem cedinho, sentar e contemplar a paisagem. Não é a melhor para banho, porque o mar costuma ser bem agitado, mas a faixa de areia é ampla e a água, em dias bons, fica clara.

A região é famosa pela Ilha do Campeche, que fica a cerca de 1,5 km da praia. A ilha foi considerada Patrimônio Arqueológico e Paisagístico pelo IPHAN e tem limite em torno de 800 visitantes por dia — por isso é importante chegar cedo na praia (por volta das 8h-9h) para garantir vaga nas embarcações. As saídas também rolam de Armação e da Barra da Lagoa.

O passeio de barco costuma sair em torno de R$ 120-R$ 150 por pessoa, dependendo da época. Na ilha dá para alugar guarda-sol e cadeiras, fazer trilha guiada com inscrições rupestres (cerca de R$ 20-R$ 30) e curtir as águas calmas, bem diferentes da praia. A natureza por lá é exuberante, com fauna e flora preservadas.

Ilha do Campeche

A gente errou nessa uma vez: chegou tipo 11h achando que ia conseguir lugar tranquilo num sábado de janeiro e ficou sem barco. Estrutura na ilha é limitada — leve água, lanche, dinheiro em espécie e protetor solar, porque conexão de cartão lá nem sempre rola.

Para garantir o passeio sem stress, dá para reservar antes pela internet. A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens, onde dá para comparar todos os passeios de Florianópolis com preços e avaliações. Vale reservar com antecedência principalmente em alta temporada — chegar lá e tentar comprar na hora costuma custar mais caro (ou simplesmente esgotar).

Alguns passeios que valem a pena reservar:

  • Passeio de barco à Ilha do Campeche
  • Tour panorâmico por Florianópolis
  • Excursão a Blumenau e Pomerode
  • Tour pelas praias do norte e Santo Antônio de Lisboa
  • Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
  • Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha

Final de tarde no Ribeirão da Ilha

Aproveite que está no sul da ilha e estique até o Ribeirão da Ilha, bairro histórico de colonização açoriana e referência em fazendas de ostras. Os restaurantes à beira-mar têm uma vibe boa e ostras fresquinhas — refeição em torno de R$ 80 por pessoa. Floripa é um dos polos nacionais de cultivo de ostras, e provar ali, no local, faz toda a diferença.

Noite na Ponte Hercílio Luz

Para fechar o dia, vá ver a Ponte Hercílio Luz iluminada. É a maior ponte suspensa do Brasil, com mais de 800 metros, inaugurada em 1926 — um marco porque permitiu que o transporte entre a ilha e o continente deixasse de ser só marítimo.

Depois de ficar muitos anos fechada para carros, ela reabriu para o trânsito em 2020. Os melhores pontos para ver de perto são o Parque da Luz e a beira-mar continental. Aos finais de semana, só passam pessoas a pé e de bicicleta, então vale fazer a travessia caminhando.

Ponte Hercílio Luz

Dia 5 – Bate e volta para uma cidade vizinha

Tem cidades bem próximas de Floripa muito legais de conhecer. Por isso, para o último dia do roteiro, a recomendação é fazer um bate-volta. As opções:

Balneário Camboriú

Junto com Florianópolis, é o principal destino turístico de Santa Catarina. Além das praias, tem várias atrações extras. Saia bem cedinho de Floripa para curtir o dia todo: vale conhecer o aquário, dar uma volta pela orla, fazer o passeio de barco pirata e ir no Parque Unipraias, onde rola passeio de bondinho com a cidade vista de cima.

Balneário Camboriú

Penha

É em Penha, a 120 km de Florianópolis, que fica um dos parques de diversão mais famosos do país e o maior da América Latina: o Beto Carrero World. Programa para um dia inteiro — são 14 milhões de metros quadrados, com mais de 100 brinquedos divididos em áreas temáticas como Velho Oeste, Ilha dos Piratas e Avenida das Nações.

Beto Carrero World

Joinville

Joinville é a maior cidade de Santa Catarina e tem vários passeios legais. Bom destino para quem curte rotas mais culturais e gastronômicas, e também para quem gosta de natureza.

Joinville

São Francisco do Sul

São Francisco do Sul é a terceira cidade mais antiga do país e a mais antiga de Santa Catarina. Mistura natureza exuberante e muita história. Casas do período colonial se misturam a praias lindas e Mata Atlântica preservada, e o Centro Histórico foi tombado pelo IPHAN.

São Francisco do Sul

Quer detalhes de cada cidade? Veja nossa reportagem sobre bate e volta saindo de Florianópolis.

Erros comuns em um roteiro de 5 dias em Floripa

Antes de partir, fica de olho nessas armadilhas que a gente já viu (e cometeu) por lá:

  • Subestimar as distâncias: Floripa é grande. Agrupe atrações por região (Centro, Leste, Sul, Norte) — se ficar pulando de ponta a ponta todo dia, você passa mais tempo no carro do que na praia.
  • Sair tarde para as praias na alta temporada: acessos ao Norte (SC-401) e ao Sul (SC-405) travam de manhã e no fim de tarde. Saia cedo (7h-8h) e volte mais cedo também.
  • Deixar Ilha do Campeche para decidir na hora: por causa do limite de visitantes, é comum chegar e não conseguir embarcar. Reserve com antecedência.
  • Ignorar a força do mar em Mole, Joaquina e Matadeiro: olha bandeiras e respeite as indicações de risco, especialmente em dias de ressaca.
  • Não levar dinheiro físico em passeios de natureza: trilhas, barcos e bares de praia menores nem sempre aceitam cartão. Leva uma reserva em espécie.
  • Não checar previsão de vento e maré: dia ventoso muda completamente a experiência em Campeche, Mole e Matadeiro. Vale ajustar a ordem do roteiro pela previsão.

Quanto custa em média um roteiro de 5 dias em Floripa

Para a galera planejar melhor, as faixas que costumam aparecer:

  • Refeição simples / prato feito: em torno de R$ 30-R$ 50 por pessoa;
  • Mercado Público (peixe / frutos do mar): em torno de R$ 60 por pessoa;
  • Restaurantes de praia e Lagoa: em torno de R$ 80-R$ 120 por pessoa;
  • Restaurantes mais sofisticados (Jurerê, Santo Antônio, Lagoa): a partir de R$ 120 por pessoa;
  • Ostras em Ribeirão da Ilha: em torno de R$ 80 por pessoa;
  • Passeio de barco à Ilha do Campeche: em torno de R$ 120-R$ 150 por pessoa;
  • Trilha guiada na Ilha do Campeche: em torno de R$ 20-R$ 30 por pessoa.

Em meia temporada (março, abril, novembro), os preços de hospedagem e passeios costumam cair entre 20% e 30% em relação a janeiro — vale considerar se a gente tem flexibilidade de datas.

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o roteiro de 5 dias em Florianópolis

5 dias em Florianópolis é tempo suficiente?

Sim, 5 dias é um tempo ótimo para conhecer Florianópolis sem correria. Dá para fazer o centro histórico, praias do norte, leste e sul, a Ilha do Campeche e ainda um bate-volta para Balneário Camboriú, Penha ou Joinville.

Qual a melhor região para se hospedar para um roteiro de 5 dias?

Para um roteiro que cobre toda a ilha, regiões intermediárias como a Lagoa da Conceição e o Centro funcionam bem, porque ficam a meio caminho entre o norte e o sul. Quem foca em vida noturna prefere Jurerê; quem busca tranquilidade gosta de Campeche e Santo Antônio de Lisboa.

Precisa alugar carro para fazer esse roteiro?

Não é obrigatório, mas ajuda demais. As praias são longe umas das outras e o ônibus urbano costuma exigir baldeação em terminais, o que toma tempo. Para um roteiro de 5 dias bem aproveitado, o carro alugado dá liberdade e acaba saindo mais barato que táxis e aplicativos somados.

Qual a melhor época para fazer esse roteiro em Florianópolis?

Verão (dezembro a fevereiro) é o auge das praias, mas vem com lotação e preços altos. Março, abril e novembro são ótimos: tempo ainda quente, mar agradável, cidade menos cheia e hospedagem mais barata. Inverno é melhor para gastronomia, centro histórico e trilhas.

Vale a pena fazer o passeio de barco para a Ilha do Campeche?

Vale muito. A ilha tem natureza preservada, águas calmas e ótimas para banho (bem diferentes da Praia do Campeche, que tem mar agitado). Como há limite de visitantes por dia, reserve com antecedência e chegue cedo nos pontos de embarque (Campeche, Armação ou Barra da Lagoa).

É possível fazer esse roteiro com crianças?

Sim. Adapte priorizando praias mais calmas (Jurerê, Canasvieiras, Praia do Forte), a visita ao Projeto Tamar na Barra da Lagoa, o aquário em Balneário Camboriú e o Beto Carrero World em Penha (bate-volta perfeito para a família). Evite os dias mais quentes nas trilhas longas.

Quanto custa em média uma viagem de 5 dias para Floripa?

Depende muito do perfil, mas em alta temporada um casal gasta facilmente entre R$ 4.000 e R$ 8.000 com hospedagem boa, carro alugado, refeições em restaurantes e passeios pagos. Em meia temporada, esse valor pode cair 20-30%.

Onde comer os melhores frutos do mar em Florianópolis?

Os points clássicos são o Mercado Público (preço bom), o Ribeirão da Ilha (ostras frescas e ambiente açoriano), Santo Antônio de Lisboa (frutos do mar com pôr do sol) e os restaurantes da Lagoa da Conceição (sequência de camarão muito famosa).

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é desses destinos que a gente sempre quer voltar — em 5 dias dá para sair com a sensação de que conheceu de verdade, mas também com a certeza de que ainda falta canto para descobrir. Monte o roteiro com calma, agrupe por região, reserve a Ilha do Campeche com antecedência e aproveita cada pôr do sol. Boa viagem!