
A gente vai te contar quais são os melhores restaurantes em Florianópolis pra você comer muito bem durante a viagem, fugindo das armadilhas turísticas. A cena gastronômica da Ilha é uma das mais completas do Brasil: tem ostras fresquinhas em Ribeirão da Ilha, alta gastronomia no Centro, parrillas que valem a viagem, rooftops com vista pra Baía Norte e botecos raiz onde o morador come.
Quando a gente vai a Floripa, sempre divide as refeições entre dois mundos: um almoço pé na areia com sequência de camarão e um jantar mais elaborado no Centro ou na SC-401. É essa mistura que faz a Ilha brilhar — e é exatamente assim que esse guia tá organizado.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hospedagem, transporte, passeios e roteiros prontos por região.
Por que Florianópolis virou destino gastronômico
Floripa não é só praia. A Ilha tem forte tradição açoriana, com pratos típicos como a sequência de camarão, o berbigão (um marisco local) e, claro, as ostras. Ribeirão da Ilha é o maior produtor de ostras do Brasil, e várias fazendas marinhas abastecem os restaurantes da região — você come o molusco que saiu do mar ali na frente.
Nos últimos anos, a cidade também ganhou força em alta gastronomia. Casas italianas, japonesas, parrillas e bistrôs apareceram em rankings internacionais, e o Ostradamus, em Ribeirão da Ilha, é listado no The World’s 50 Best Discovery — guia que reúne os restaurantes de destino do mundo todo.
Na prática, dá pra dividir a cena em duas pegadas bem diferentes:
- Restaurantes de destino: valem o deslocamento, costumam pedir reserva e o ticket é mais alto.
- Casas de praia e bairro: clima informal, porções generosas e ótimo custo-benefício.
Faixas de preço pra você se planejar (por pessoa, sem bebida):
- Bistrô e casa boa casual: em torno de R$ 70 a R$ 120.
- Sequência de camarão e frutos do mar tradicionais: em torno de R$ 90 a R$ 150.
- Alta gastronomia: em torno de R$ 170 a R$ 300.
Restaurante Rosso (Santo Antônio de Lisboa)
Frutos do mar são o forte da gastronomia em Florianópolis, e um lugar excelente pra apreciá-los é o Rosso. O carro-chefe é o polvo, preparado no ponto certo e em várias versões. O chef Alysson Müller comanda outras casas na cidade, todas focadas em pescados e sabores do mar.
O menu é enxuto, mas tudo é extremamente fresco. Além do polvo, o chef aproveita pescados nativos pouco conhecidos. Um bônus é a vista: o Rosso fica de frente pro mar de Santo Antônio de Lisboa, no norte da Ilha — um dos cantos mais charmosos de Floripa, com casario açoriano preservado.
- Endereço: Rod. Gilson da Costa Xavier, 201 — Santo Antônio de Lisboa
- Horário: de segunda a sábado, das 12h às 23h20; domingo das 12h às 16h20
- Faixa de preço: em torno de R$ 90 a R$ 180 por pessoa
Ostradamus (Ribeirão da Ilha)
Um dos restaurantes mais conhecidos da cidade — e merece a fama. O nome da casa já anuncia a estrela: as ostras, que ficam vivas em aquário antes do preparo. São várias versões, da in natura com limão até as gratinadas com queijos e ervas.
Não curte ostra? Sem problema. O cardápio tem camarão, polvo e peixes preparados pelo chef Jaime Barcelos. O ambiente é aconchegante, com decoração marítima inspirada em um barco, e a vista do mar de Ribeirão da Ilha é linda.
A gente errou nessa: tentou aparecer num sábado por volta das 13h sem reserva e ficou quase 1h esperando. Vai pra abertura (12h) ou reserva — em alta temporada, é praticamente obrigatório.
- Endereço: Rod. Baldicero Filomeno, 7640 — Freguesia do Ribeirão da Ilha
- Horário: de terça a sábado, das 12h às 22h30; domingos e feriados das 12h às 17h
- Faixa de preço: em torno de R$ 120 a R$ 200 por pessoa
Umas & Ostras (Ribeirão da Ilha)
Quase em frente ao Ostradamus, na mesma rodovia que cruza Ribeirão da Ilha, esse aqui é o queridinho de quem mora na cidade. Ambiente menos turístico, ostras igualmente fresquinhas e uma sequência de pratos que vale cada centavo. Frutos do mar bem executados sem o preço inflado do vizinho mais famoso.
Dica de quem ama Floripa: dá pra fazer um “tour de ostras” combinando os dois — provar uma dúzia num e ir pro outro no almoço. Vale também pra quem quer fugir de fila e ainda comer muito bem.
- Endereço: Rod. Baldicero Filomeno, 7680 — Ribeirão da Ilha
- Faixa de preço: em torno de R$ 90 a R$ 150 por pessoa
Ah, e aqui vai um ponto importante: pra fazer esse tipo de circuito por Ribeirão da Ilha, Santo Antônio, Pântano do Sul e SC-401, você vai querer carro. Florianópolis é uma cidade espalhada, os melhores restaurantes ficam em pontas opostas da Ilha e o transporte público não cobre bem essa malha. De táxi/aplicativo, sai um valor absurdo até o fim do dia.
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A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas e Sixt, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Restaurante do Gugu (Sambaqui)
Mais uma opção com sabores do mar, mas essa com preços mais acessíveis. Tradicional na cidade, o Gugu serve desde 1990 comida de verdade, sem grandes frescuras. O bolinho de siri levemente apimentado, o pastel de camarão e o namorado com frutos do mar são pedidas certeiras.
As porções são generosas e tudo é extremamente fresco. O restaurante fica no Sambaqui, um pouco escondido, mas tem placas indicando o caminho. É um dos melhores custos-benefício pra comer pescados em Florianópolis.
- Endereço: R. Fernando José de Andrade, 147 — Sambaqui
- Horário: terça a sexta das 11h às 16h e das 18h às 22h; sábado e feriados das 11h às 16h45 e das 18h às 22h; domingo das 11h às 16h45
- Faixa de preço: em torno de R$ 70 a R$ 130 por pessoa
Pedacinho do Céu (Pântano do Sul)
No sul da Ilha, o Pedacinho do Céu é a dica que morador dá quando quer fugir do badalado Bar do Arante, ali do lado. Casa de praia, simples, com peixe fresco do dia e porções enormes que tranquilamente alimentam duas pessoas.
Combina perfeitamente com um dia inteiro de praia no Pântano do Sul: passa a manhã na areia, almoça pesado, descansa e volta pra praia. Faixa em torno de R$ 60 a R$ 110 por pessoa — e o sabor não fica devendo nada pros caros.
Bar do Betinho / Deca da Lina
Outra dica raiz indicada por quem mora na Ilha. A pescada ao molho de camarão é especialidade, e a sequência de camarão sai com preço bem mais honesto que nos turistões. Ambiente simples, atendimento de boteco e fila certinha entre 12h e 13h — chega 11h30 ou depois das 14h pra fugir da espera.
Le Pario (Centro)
Saindo da temática frutos do mar, vamos pro bistrô francês mais charmoso de Floripa. O nome é a junção das iniciais de Paris e Rio de Janeiro, anunciando a proposta de misturar a culinária dessas duas cidades. O Le Pario recebeu o prêmio Bib Gourmand do Guia Michelin, que reconhece restaurantes com excelente custo-benefício.
O menu tem clássicos franceses com toques brasileiros no formato formule du jour: você monta sua sequência escolhendo entrada, prato principal e sobremesa. O ambiente é charmoso e a decoração faz a gente viajar pra um bistrô parisiense.
- Endereço: Al. Annita Hoepcke da Silva, 112 — Centro
- Horário: de segunda a sábado, das 11h30 às 22h30; domingo, das 12h às 15h
- Faixa de preço: em torno de R$ 100 a R$ 180 por pessoa
Artusi Ristorante (Centro)
Referência em cozinha italiana contemporânea no Centro, o Artusi é o tipo de lugar pra ocasiões especiais — aniversário, jantar romântico, comemoração. Massas feitas na casa, carnes bem executadas e uma carta de vinhos que dá gosto de explorar.
Dica de morador: as massas e os pratos principais são o ponto forte. Alguns clientes acham os risotos menos consistentes — então aposta nas pastas. Reserva é praticamente obrigatória, principalmente em fins de semana e alta temporada.
- Endereço: Rua Bocaiúva, 2090 — Centro
- Faixa de preço: em torno de R$ 180 a R$ 260 por pessoa
Bonomi Restaurante
Outro queridinho dos moradores. Salão pequeno, perfil intimista e cardápio bem trabalhado. Reserva com antecedência é essencial — são poucas mesas e enche rápido. Pratos pra duas pessoas costumam ficar em torno de R$ 200 a R$ 280, e a experiência compensa cada centavo pra quem busca jantar com calma e atendimento atencioso.
Marisqueria Sintra (Centro)
De inspiração portuguesa, é a casa pra quem quer um bacalhau bem executado em Floripa. Como a colonização da Ilha foi açoriana, faz todo sentido provar a cozinha lusitana num jantar mais elaborado. Faixa em torno de R$ 120 a R$ 200 por pessoa.
Meat Shop Grill (SC-401)
Cansou de frutos do mar? A Meat Shop é uma das melhores parrillas argentinas da cidade, com bife de chorizo, ojo de bife e provoletas dignas de Buenos Aires. Fica à beira da SC-401, entre os acessos a Santo Antônio e Jurerê — bem prático de incluir no roteiro de quem está pelo norte da Ilha.
- Endereço: Av. dos Dourados, 666-670 — SC-401
- Faixa de preço: em torno de R$ 100 a R$ 180 por pessoa
Ferro (Santa Mônica)
Comidinhas gostosas, sem frescura e com bons preços. No comando estão a chef Thássia Radomille e o chef e youtuber Léo Abreu, que entrega o que ele chama de rango sincero.
No cardápio, lasanhas na chapa, milanesas, lanches e petiscos. Sextas e sábados tem feijoada. E as sobremesas merecem atenção: experimenta o cheesecake ou a torta de chocolate amargo com chantilly de Amaretto. O ambiente é descolado, com grafites coloridos e mesas internas e externas.
- Endereço: R. Jonas Alves Messina, 118 — Santa Mônica
- Horário: terça a quinta das 18h às 23h; sextas e sábados das 18h à 0h; domingo das 12h às 16h
- Faixa de preço: em torno de R$ 60 a R$ 120 por pessoa
Rooftops com vista pra Baía Norte
A cena de rooftops cresceu muito em Floripa e abriu uma outra forma de ver a Ilha — não pé na areia, mas de cima. Vale incluir um pra variar o ritmo da viagem.
Vista Nipô (Passeio Primavera, SC-401)
Restaurante japonês em rooftop com mais de 1.000 m² e vista pra Baía Norte. Mistura cozinha japonesa contemporânea com clima de bar e lounge — ótimo pra um jantar especial. Faixa de R$ 120 a R$ 220 por pessoa.
Cite Rooftop (Centro)
Bar e restaurante em rooftop no Centro, com foco em drinks autorais e ambiente sofisticado. Abre de terça a sábado a partir das 19h. O salão é pequeno, então reserva ou chegada na abertura ajudam a garantir mesa.
Comida boa sem frescura: pastel, hambúrguer e boteco
Tem dias em que a gente só quer comer bem e gastar pouco. Floripa tem ótimas opções nessa pegada.
- Pastelaria do Keko (Centro): pastelaria tradicional, famosa pelo pastel de berbigão — ingrediente típico de Floripa que vale provar. Gasto em torno de R$ 20 a R$ 40.
- Aly’s Classic Burger (Centro): hambúrguer artesanal do mesmo grupo do Artusi. A batata frita é destaque.
- Uncle Joe’s (Santa Mônica): burger mais casual, queridinho de bairro, preços acessíveis (R$ 40 a R$ 70).
- Ori Boteco: ponto de encontro de moradores pra happy hour, petiscos e ambiente de bar com boa comida. Fugir do circuito turístico e cair num lugar onde o local vai.
Onde comer em cada região de Floripa
Pra te ajudar a casar restaurante com roteiro do dia:
- Centro: Artusi, Bonomi, Marisqueria Sintra, Le Pario, Cite Rooftop, Aly’s, Pastelaria do Keko. Bom pra almoço executivo durante a semana e jantares mais elaborados.
- Lagoa da Conceição: mistura de bares, cafés e bistrôs com vista pra lagoa. Tem buffets a quilo e casas como o Lucila Bistrô, ótima surpresa pra almoço. Atenção ao trânsito em alta temporada.
- Jurerê Internacional: a região mais “glamour”, com bistrôs e restaurantes de hotel. Preços tendem a ser mais altos, principalmente no verão.
- Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa: os clássicos pra ostras e frutos do mar, em vilas históricas com casario açoriano preservado. Programa de gastronomia + passeio cultural.
- Praias do Sul (Pântano do Sul, Armação, Campeche): casas pé na areia e pesque-pague de frutos do mar. Encaixa perfeitamente num dia inteiro de praia.
- SC-401: eixo gastronômico forte com Meat Shop, Vista Nipô e várias outras casas. Fácil de acessar de carro.
Erros que você não precisa cometer
- Ir só nos turistões e ignorar as casas raiz: Pedacinho do Céu, Bar do Betinho, Pastelaria do Keko e Restaurante do Gugu entregam sabor igual ou melhor que muitos famosos, gastando metade.
- Chegar sem reserva em alta temporada: Bonomi, Artusi, Marisqueria Sintra, Vista Nipô e Cite Rooftop são pequenos e enchem rápido. Reserva uma semana antes.
- Não considerar trânsito: SC-401 e acessos às praias travam muito no verão. Marcar jantar em região oposta à da hospedagem sem prever 1h de carro é receita de stress.
- Pedir sequência de camarão em qualquer lugar: alguns turistões cobram caro e entregam pouco. Prefere casas mais simples e indicadas por morador.
- Achar que só vale a pena comer na orla: os melhores italianos, parrillas e bistrôs estão no Centro e na SC-401, longe do mar. A vista compensa em rooftop e Ribeirão, mas a comida superior tá nas casas urbanas.
Quando ir pra comer bem em Floripa
A alta temporada (dezembro a fevereiro) é mágica pra unir praia e gastronomia, mas tem o preço da fila, da reserva obrigatória e do trânsito infernal. Primavera (setembro a novembro) e início do outono (março/abril) são as melhores janelas: clima ameno, restaurantes operando normal, sem multidão.
Dias de semana fora das férias escolares são ideais pra testar os disputados sem espera — e ainda aproveitar menus executivos no almoço, bem mais em conta que o jantar.
Seguro viagem em Florianópolis
Mesmo viajando dentro do Brasil, vale ter seguro viagem. Em Floripa, com tanto restaurante de frutos do mar, sequência de camarão e mariscos crus, qualquer intoxicação alimentar manda você direto pra um pronto-socorro — e atendimento particular custa caro. Sem contar acidente de carro, queda na praia ou problema com voo.
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Ingressos e passeios em Florianópolis
Pra fechar o roteiro com os passeios, a dica é comprar ingressos pela internet com antecedência — sai mais barato, evita fila e garante que não esgote em alta temporada.
A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens, com tudo em português, atendimento em português e ótimos preços. Os passeios que mais valem em Floripa:
- Tour panorâmico por Florianópolis
- Passeio de barco à Ilha do Campeche
- Excursão a Blumenau e Pomerode
- Tour pelas praias do norte e Santo Antônio de Lisboa
- Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
- Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha (combina perfeito com almoço no Ostradamus)
Comer fora em todas as refeições pesa no bolso. Pra economizar de verdade na viagem, dá uma olhada nas nossas dicas pra gastar menos em Florianópolis.
Pra um bom roteiro gastronômico, a hospedagem certa faz toda diferença: ficar perto do Centro te aproxima dos italianos e bistrôs, ficar no norte te facilita Jurerê e Santo Antônio, e ficar no sul te deixa a um passo das praias selvagens com os melhores pesque-pague. Olha aqui a melhor região de Floripa pra se hospedar conforme seu perfil de viagem:
Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre restaurantes em Florianópolis
Qual é o melhor restaurante de Florianópolis?
Não tem uma resposta única, depende do que você procura. Pra ostras e frutos do mar com fama internacional, o Ostradamus em Ribeirão da Ilha. Pra alta gastronomia italiana, o Artusi no Centro. Pra parrilla, a Meat Shop Grill na SC-401. E pra comer bem pagando justo, o Restaurante do Gugu em Sambaqui ou o Pedacinho do Céu no Pântano do Sul.
Onde comer ostras em Florianópolis?
Ribeirão da Ilha é o polo das ostras na Ilha, com fazendas marinhas locais. Os melhores nomes são o Ostradamus e o Umas & Ostras, praticamente vizinhos na Rodovia Baldicero Filomeno. Santo Antônio de Lisboa, no norte, também é uma boa opção pra ostras e frutos do mar.
Precisa fazer reserva nos restaurantes de Florianópolis?
Em alta temporada (dezembro a fevereiro), fins de semana e feriados, reserva é praticamente obrigatória nas casas mais disputadas: Ostradamus, Artusi, Bonomi, Marisqueria Sintra, Vista Nipô e Cite Rooftop. Fora de temporada e em dias de semana, dá pra chegar sem reserva, mas vale ligar antes pra confirmar.
Quanto custa comer bem em Florianópolis?
Depende do estilo. Bistrôs e casas casuais boas ficam em torno de R$ 70 a R$ 120 por pessoa. Sequência de camarão e frutos do mar tradicionais, de R$ 90 a R$ 150. Alta gastronomia, R$ 170 a R$ 300. Pastelaria, hambúrgueria e botecos saem entre R$ 20 e R$ 90.
Vale a pena ir ao Ribeirão da Ilha pra comer?
Vale muito. Além das ostras fresquíssimas das fazendas marinhas da região, o passeio combina gastronomia com cultura açoriana — casario antigo, igrejinhas históricas e vista pro mar. É o tipo de programa que vira o melhor dia da viagem. Reserve uma tarde só pra isso.
O que é berbigão e onde provar?
O berbigão é um marisco típico de Florianópolis, parecido com um molusco pequeno, muito usado na culinária açoriana local. A Pastelaria do Keko, no Centro, é famosa pelo pastel de berbigão — pedida certa pra provar barato. Também aparece em risotos e ensopados em várias casas de frutos do mar da Ilha.
Tem restaurante pé na areia em Floripa?
Tem vários, principalmente nas praias do sul (Pântano do Sul, Armação, Campeche) e em Santo Antônio de Lisboa. Pedacinho do Céu e Bar do Betinho são clássicos de praia com clima informal e ótimo preço.
Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis
- Guia completo de Florianópolis
- O que fazer em Florianópolis: melhores passeios
- Onde ficar em Florianópolis
- Clima e temperatura em Florianópolis
- Como economizar muito em Florianópolis
Florianópolis é um dos destinos gastronômicos mais completos do Brasil — e o melhor: ainda dá pra comer muito bem sem estourar o orçamento, desde que você saiba onde ir. Equilibra um almoço pé na areia com sequência de camarão e um jantar caprichado no Centro, reserva com antecedência os disputados e usa o carro pra circular entre as regiões. A gente sempre volta de Floripa com a sensação de que comeu melhor lá do que em muita capital do mundo.





