
Vai para Mendoza e bateu aquela dúvida de onde ficar hospedado? Relaxa que a gente vai te ajudar a escolher o bairro certo e os melhores hotéis para cada tipo de viagem e bolso.
Quando a gente foi pela primeira vez, errou bonito tentando ficar perto demais das vinícolas logo de cara, e acabou longe de tudo: restaurante, câmbio, agência. Por isso, esse guia vai direto ao ponto para você não cair na mesma armadilha.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Mendoza, a gente reuniu tudo para montar a viagem inteira, pagando mais barato, com passo a passo de hotel, transporte, comida, chip e passeios.
Plaza Independencia: a melhor região para se hospedar
O centro, na região da Plaza Independencia, é perfeito para quem vai passar pouco tempo na cidade ou está indo pela primeira vez, já que a maior parte dos pontos turísticos fica mais perto de você. Sem contar que o trajeto até cafés, bancos, lojas, restaurantes e os lugares de curtir a noite fica bem mais simples.
Quem prioriza vida noturna costuma gostar de ficar perto da Rua Aristides Villanueva, famosa pelos bares, pubs e restaurantes. É colada no centro, então você não perde a praticidade, mas pode ser um pouco mais barulhento, fica o aviso.

- Não sabe quanto custa viajar para Mendoza? Confira nessa matéria os valores dos itens importantes para o seu planejamento!
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Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%
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Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%

Onde ficamos em Mendoza (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Mendoza é o mais indicado para se hospedar. Esta região é perfeita para quem vai passar pouco tempo na cidade, já que a maior parte dos pontos turísticos fica por lá. Sem contar que o trajeto para cafés, bancos, lojas, restaurantes e outros lugares para curtir a noite será bem mais simples.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo para ver os hotéis com os preços já naquela região.

Dica para economizar no hotel: Esse site, por ser o maior do mundo, tem uma negociação muito boa com a maioria dos hotéis de cancelamento gratuito. Isso é ótimo, pois o que mais faz você economizar é a antecedência. Assim, quanto antes você reservar um hotel, mais barato você paga. Então você já pode reservar, garantindo um preço menor. Se precisar cancelar no futuro, você não paga nada e é só um clique. Nós temos economizado MUITO com essa estratégia da antecedência.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Os bairros e regiões de Mendoza
Antes de escolher o hotel, vale entender que em Mendoza você se hospeda basicamente em dois tipos de área, cada uma com uma proposta bem diferente: o centro ou as regiões dos vinhedos.
O centro, especialmente em torno da Plaza Independencia, é a região mais prática e procurada. Concentra a maior parte dos hotéis, restaurantes, casas de câmbio, lojas e agências de passeio. É onde você consegue fazer muita coisa a pé e de onde saem os passeios de um dia para as bodegas, Alta Montanha e Aconcágua.
Uma curiosidade que ajuda a entender por que ficar nessa área é tão prático: a cidade é organizada em “xadrez”, com a Plaza Independencia no meio e as praças Italia, Chile, España e San Martín ao redor. Tudo pertinho, fácil de andar.
Já as regiões de vinhedos onde dá para se hospedar são Luján de Cuyo, Maipú e Valle de Uco, que variam de uns 15 a mais de 70 quilômetros de distância do centro. São o cenário ideal para quem quer acordar no meio dos vinhedos, com aquele clima romântico e focado em vinho.
Olha, a nossa dica de ouro depois de algumas viagens: se der, divide a hospedagem. Tipo 3 ou 4 noites no centro para curtir a cidade e os restaurantes, e mais 1 ou 2 noites numa vinícola para relaxar de verdade. Ficar só numa bodega isolada deixa você longe de tudo, e ficar só no centro tira aquela experiência de dormir entre as parreiras.
Hotéis no centro de Mendoza que a gente recomenda
Hotel Argentino
Fica bem de frente para a Plaza Independencia e tem um ambiente super gostoso para relaxar. Oferece café da manhã diário e pratos variados nas outras refeições. Dá ainda para aproveitar a piscina, o jardim, o terraço ou uma sessão de massagem. Para ver mais detalhes e preços, clique aqui.


Park Hyatt Mendoza Hotel, Casino & Spa
Essa opção tem uma ambientação luxuosa e fica de frente para a Plaza Independencia, pertinho do Parque San Martín. O preço é mais salgado, mas a localização é excelente e o atendimento, ótimo.
Tem cassino, spa, piscina, academia e vários restaurantes onde rola um café da manhã completo todo dia. Dá até para agendar um translado na recepção para facilitar o caminho até o aeroporto. Para ver mais sobre preços e detalhes, clique neste link aqui.


Abril Hotel Boutique
Fica a um quarteirão da Plaza Independencia e da famosa Rua Sarmiento. A decoração é elegante e os quartos são modernos. O café da manhã diário inclui pães e sucos. Acessando esse link aqui, você vê mais informações sobre a hospedagem.


Hotel Nutibara
Fica a 100 metros da Plaza Independencia e a 200 metros da Avenida Espanha, rodeado de cafés e lugares de entretenimento. Aqui você aproveita um buffet de café da manhã completo, com geleias regionais, iogurte e sucos naturais. Saiba mais sobre preços e detalhes clicando nesse site aqui.


Albergue Windmill
Esse albergue fica bem no centro de Mendoza, pertinho de atrações como o Museo del Pasado Cuyano e o Parque O’Higgins. Tem café da manhã todo dia e oferece tênis de mesa, dardos e uma área de convivência ótima para conhecer outros viajantes do mundo todo. Se quiser saber mais, acesse este site aqui.


Hotel Milena
Fica bem no coração de Mendoza, perto do Museo del Pasado Cuyano e da Plaza Independencia. A recepção funciona 24 horas e o hotel tem bar, lounge compartilhado e estacionamento privativo. Para conferir mais informações, é só clicar nesse site aqui.
Onde ficar nas regiões de vinícolas
Se a viagem é mais focada em vinho, aqui vão as três regiões clássicas para se hospedar entre as parreiras. Só lembrando: como tudo fica espalhado, esse é o tipo de programa em que alugar um carro faz toda a diferença (mas voltamos nisso já já, com cautela por causa da lei seca rígida da Argentina).
Chacras de Coria (Luján de Cuyo)
É um bairro residencial e arborizado de Luján de Cuyo, com clima de cidade pequena, mas ainda com restaurantes e pousadas charmosas. Fica relativamente perto de vinícolas importantes. Bom para casais e famílias que querem sossego sem se isolar de tudo, e para quem prefere algo mais “local” do que o miolo do centro.
Luján de Cuyo
Região clássica de vinhos, com hospedagens dentro de vinícolas e pousadas de campo. Fica em torno de 15 a 25 km do centro, dependendo da bodega, e tem desde pousadas familiares até hotéis boutique com vista para os Andes. Perfeito para lua de mel, para quem quer acordar dentro dos vinhedos e topa alugar carro ou contratar transfers.
Maipú
Outra zona tradicional de bodegas, mais perto da cidade que o Valle de Uco. Tem estrutura de pousadas e hotéis em vinícolas, embora em menor número. É uma boa para quem quer juntar um custo um pouco menor com a experiência das vinícolas, e até para quem planeja pedalar entre as bodegas sem grandes deslocamentos.
Valle de Uco
A região mais cênica de Mendoza, com forte destaque para os hotéis de luxo em vinícolas e vistas impressionantes da Cordilheira. Fica a uns 70 km ou mais do centro, dependendo da bodega, e muitas vezes funciona em meia pensão ou pensão completa, já que as opções fora dos hotéis são bem dispersas. É a escolha para viagens especiais, lua de mel e para quem quer se desconectar, focando em vinho e natureza, com orçamento mais alto.
Quanto custa se hospedar em Mendoza
Os valores mudam bastante conforme câmbio, temporada e demanda, mas dá para trabalhar com algumas faixas médias. No centro, as opções econômicas (hostels, hotéis simples e B&Bs) costumam ficar em torno de R$ 250 a R$ 400 a diária na baixa temporada. Os intermediários (3 a 4 estrelas) costumam variar entre R$ 400 e R$ 800, e os superiores e de luxo partem de R$ 800 a R$ 1.200, podendo passar de R$ 1.500 nos ícones como o Park Hyatt.
Já nas vinícolas, as pousadas de campo e B&Bs em vinhedos costumam ficar em torno de R$ 600 a R$ 1.000 a noite, enquanto os hotéis boutique e resorts de luxo partem de R$ 1.200 a R$ 2.000, chegando a valores bem mais altos nos mais estrelados do Valle de Uco. Vale lembrar que muitas vinícolas trabalham com pacotes que já incluem café da manhã reforçado, degustações, jantares harmonizados e atividades, ajudando a justificar a diária mais cheia.
Alugar carro para explorar as vinícolas
Para circular entre as bodegas de Luján de Cuyo, Maipú e Valle de Uco com liberdade, o carro é a forma mais prática, e a principal dica para economizar muito é utilizar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português; já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá, é só utilizar o cupom GRUPODICAS para ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, para evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino, então tem que calcular o IOF e não dá para parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Importante: a Argentina tem lei seca rígida, então combine bem quem vai dirigir nos dias de degustação. E uma armadilha clássica é pegar o carro de última hora no balcão do aeroporto, onde o preço pode sair até o dobro do que reservando com antecedência pela internet, além do risco de não ter disponibilidade.
Erros comuns dos brasileiros ao escolher hotel em Mendoza
Tem alguns deslizes que a gente vê acontecer direto e que dá para evitar fácil. O primeiro é achar que dá para ver tudo ficando só numa vinícola isolada: muita gente se hospeda só em Valle de Uco ou Luján e percebe tarde que está longe da cidade, dos serviços e até de outras bodegas.
Outro é subestimar as distâncias entre as regiões vinícolas. Luján, Maipú e Valle de Uco não são tão pertinho assim umas das outras, então se hospedar muito longe complica a logística se a ideia é visitar bodegas de todas as zonas num roteiro curto.
Também vale conferir se o hotel tem estacionamento (importante se você vai alugar carro) e checar o horário do café da manhã, porque muitos passeios saem cedo e um café antecipado ajuda bastante. Se for com crianças, confirme a política do hotel: alguns mais voltados para casais têm restrições.
E fica a dica de quem já passou por isso: na hora de reservar, fique de olho na moeda da cobrança e nas taxas. Reservando por sites internacionais, pode haver cobrança em moeda estrangeira e IOF, então vale checar se o pagamento é em pesos ou outra moeda antes de fechar.
Para fechar a hospedagem com tranquilidade, ficar bem localizado no centro faz toda a diferença, principalmente se for a primeira vez: você economiza em transporte e fica pertinho de restaurantes, agências e das praças. Olha aqui a melhor região para se hospedar em Mendoza:
Perguntas frequentes sobre onde ficar em Mendoza
Qual é o melhor bairro para ficar em Mendoza?
Para maioria dos viajantes, o melhor é o centro, especialmente em torno da Plaza Independencia. Você faz muita coisa a pé, tem boa oferta de restaurantes, câmbio, agências e hotéis em todas as faixas de preço, e ainda fica perto de onde saem os passeios para as vinícolas.
Vale a pena se hospedar nas vinícolas?
Vale, se a viagem é focada em vinho e romance, especialmente em Luján de Cuyo e Valle de Uco. Mas o ideal é combinar: alguns dias no centro para curtir a cidade e 1 ou 2 noites numa vinícola para relaxar entre os vinhedos, sem ficar isolado de tudo.
Quanto custa uma diária de hotel em Mendoza?
No centro, opções econômicas costumam ficar em torno de R$ 250 a R$ 400, intermediárias entre R$ 400 e R$ 800, e as de luxo a partir de R$ 800. Nas vinícolas, as diárias partem de uns R$ 600 e passam fácil de R$ 1.200 nos hotéis boutique e resorts. Os valores variam conforme câmbio e temporada.
Preciso alugar carro para ficar em Mendoza?
No centro, não: dá para fazer quase tudo a pé e utilizar táxi ou aplicativo, e os passeios para as bodegas saem em vans com guia. Mas, para explorar as vinícolas com liberdade, o carro ajuda muito. Só lembre da lei seca rígida da Argentina e combine quem vai dirigir nos dias de degustação.
Qual a melhor época para ir a Mendoza?
A época da vindima, de fevereiro a abril, é a mais procurada para vinhos, com clima agradável e vinhedos lindos (e hotéis lotando antes). A primavera, de setembro a novembro, é ótima para pedalar entre as bodegas com menos gente. No inverno tem neve nas montanhas, e o verão é quente, mas atrai muitos brasileiros nas férias.
Com quanta antecedência devo reservar o hotel?
Quanto antes, melhor, principalmente na vindima e em feriados prolongados argentinos e brasileiros, quando os hotéis (sobretudo os de vinícolas) esgotam rápido. A gente já perdeu o hotel que queria por questão de horas, então reserve cedo, de preferência com cancelamento grátis para ter flexibilidade.
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É isso, galera! Com essas dicas, você já consegue escolher onde ficar em Mendoza de um jeito que combine com o seu estilo de viagem e o seu bolso. Se for a primeira vez, vai de centro perto da Plaza Independencia, sem medo, e, se sobrar um tempinho, reserve uma noite numa vinícola para fechar a viagem com chave de ouro. Boa viagem!







