
Se você está montando a viagem pra Buenos Aires e bateu aquela dúvida de como sair do aeroporto até o hotel sem estresse, o transfer é uma das formas mais cômodas e seguras de fazer isso. A gente já chegou em Ezeiza de madrugada, cansado de voo, e ter alguém esperando com a plaquinha do nosso nome no desembarque vale ouro — sem fila de táxi, sem negociar preço em espanhol, sem dor de cabeça.
Neste guia, a gente reuniu tudo o que você precisa saber: como funciona o transfer em Buenos Aires, faixas de preço, como reservar passo a passo, os erros mais comuns dos brasileiros e quando vale mesmo a pena contratar. A ideia é deixar essa parte da viagem resolvida com antecedência, pagando o menor preço possível.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Buenos Aires a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Do aeroporto ao hotel: como funciona o transfer
Pra quem não vai alugar carro pra se deslocar em Buenos Aires, a melhor opção pra ir do aeroporto até o hotel (e vice-versa) é o transfer. Você sai na hora marcada com o motorista, com mais conforto e segurança, e já chega no destino sem ter que se preocupar com nada.

Antes de mais nada, vale entender os dois aeroportos que interessam ao turista, porque eles mudam bastante o tempo de trajeto e o preço:
- Ezeiza (Ministro Pistarini – EZE): fica a uns 30 a 35 km do centro, e o transfer até a cidade leva em torno de 45 a 60 minutos, dependendo do trânsito. É o aeroporto que recebe a maioria dos voos internacionais vindos do Brasil.
- Aeroparque Jorge Newbery (AEP): fica dentro da cidade, na beira do Rio da Prata. O transfer até o centro ou Palermo dura algo entre 20 e 30 minutos. Concentra voos regionais e alguns voos do Brasil.
Em horário de pico (manhã cedo e final da tarde), esses tempos sobem bastante, então a recomendação é sempre agendar o transfer com folga.
Pra facilitar sua busca, é só usar esse site que a gente usa em todas as viagens, que é o maior e mais confiável do mundo pra esse tipo de serviço. Ele oferece três opções: só ida do aeroporto ao hotel, só ida do hotel ao aeroporto, ou os dois (ida e volta).
No site é só colocar o aeroporto de chegada, o endereço do hotel e escolher a melhor opção e o tipo de carro. Logo aparece o valor e todas as informações necessárias. A grande vantagem é que dá pra deixar tudo pago em reais, parcelado no cartão e travando o valor — sem surpresa com câmbio na hora. Acaba saindo muito mais barato e cômodo do que pegar um táxi aleatório no aeroporto.
É super válido se você não for optar pelo aluguel de carro — em Buenos Aires, aliás, dirigir no centro não compensa muito, já que a cidade tem ótimo transporte público e dá pra fazer quase tudo a pé.
Quanto custa o transfer em Buenos Aires
Uma coisa que surpreende positivamente muito brasileiro: o valor anunciado costuma ser por veículo e por trecho, não por pessoa. Então, se você divide o carro com mais 2 ou 3 pessoas, o transfer fica bem competitivo em relação ao táxi.
Pra dar uma noção de faixa de preço do transfer privativo (o mais usado, em que o motorista te espera no desembarque e leva direto ao hotel, sem paradas):
- Ezeiza → Centro ou Palermo: em torno de R$ 170 a R$ 250 por veículo, pra até 3 pessoas.
- Aeroparque → Centro ou Palermo: em torno de R$ 100 a R$ 150 por veículo, pra até 3 pessoas.
Esses valores mudam conforme a categoria do carro, o horário e a distância. Pra grupos maiores, existem minivans (até 4 pessoas) e carros grandes ou miniônibus (até 7 pessoas). No total eles saem mais caros, mas costumam ficar mais baratos por pessoa quando o grupo é grande. Há relatos de miniônibus pra 7 passageiros custando algo como R$ 600 a R$ 950 o trecho, dependendo do aeroporto e do trajeto.
Vale saber também que, em Buenos Aires, é difícil achar transfer compartilhado tradicional (aquela van que vende assento individual). Como o privativo já fica barato dividido, as plataformas geralmente vendem o veículo inteiro — não dá pra reservar só uma vaga.
Por que usar um transfer em Buenos Aires?
É comum se sentir um pouco perdido ao chegar num destino novo, ainda mais depois de um voo longo. Com o transfer, isso some, porque você consegue planejar tudo com antecedência:
- Escolher o lugar de partida e o destino;
- Escolher o carro ideal, considerando o número de malas e de pessoas;
- Deixar tudo pago e resolvido antes mesmo de embarcar.
Quando você chega no aeroporto de Buenos Aires, tem uma pessoa te esperando com a plaquinha do seu nome. Depois disso é só relaxar e aproveitar a viagem. E se você não é fluente em espanhol, nem precisa explicar nada pro motorista: ele já sabe o destino que você reservou no site.

Outro ponto a favor: é especialmente interessante em voos noturnos ou chegadas de madrugada, tanto pela segurança quanto pela dificuldade maior de usar transporte público nesses horários. A gente sempre opta por transfer quando o voo chega tarde — não tem preço a tranquilidade de já ter alguém te esperando.
5 passos para reservar o transfer
- Ao abrir esse site que a gente sempre usa, você vê as opções de transfer disponíveis em Buenos Aires. É só escolher o que preferir.
- Selecione a melhor opção pra você, seja entre aeroporto e hotel ou entre outros pontos da cidade. Depois, coloque o destino específico, a data, o horário e o número de passageiros.
- Se quiser, na mesma página tem a opção “Ida e volta”. Assim você já marca o retorno, com os mesmos detalhes.
- Clique em “Ver preços” pra ver todas as opções de carros, os lugares disponíveis pra passageiros e bagagens, além dos valores.
- Escolha a melhor opção, preencha seus dados e faça o pagamento. Pronto, transporte garantido!
Um detalhe importante: muitos serviços pedem uma antecedência mínima de cerca de 8 horas pra reservar transfer em Buenos Aires. Então não deixe pra última hora.

Transfer ou outras opções de transporte?
Vale comparar o transfer com as outras alternativas pra você decidir o que faz mais sentido:
- Transfer privativo: conforto, segurança, motorista te esperando e preço bom se dividido. Custa mais que ônibus executivo e é pouco flexível em cima da hora. Ideal pra famílias, grupos, quem tem muita bagagem e chegadas noturnas.
- Táxi de aeroporto: pega na hora, sem reserva. Por outro lado, as tarifas podem variar, tem risco de cobrança acima do justo ou corrida não oficial, e ainda a barreira do idioma.
- Remis (carro com motorista): preço fechado e empresas dentro do aeroporto. Precisa comprar no guichê e se comunicar em espanhol. É uma alternativa intermediária ao táxi.
- Ônibus executivo: bem mais barato que o transfer privativo e com saídas frequentes. Só que não deixa na porta do hotel — exige baldeação pra táxi ou app na cidade, o que pode ser cansativo com mala. Bom pra mochileiros e viajantes solo querendo economizar.
- Transporte público: muito mais barato, mas pouco prático com bagagem, pode ser confuso na chegada e menos seguro à noite. Só vale pra quem já conhece a cidade e viaja leve.
Erros comuns dos brasileiros (e como evitar)
Pra fechar a parte prática, olha os deslizes que a gente vê turista cometendo direto:
- Deixar pra contratar o transfer só na chegada. Resultado: você acaba pegando um táxi aleatório, às vezes mais caro, ou encara fila depois de um voo cansativo.
- Não considerar o trânsito na hora de marcar o retorno. Nos horários de pico, é fácil subestimar o tempo até Ezeiza e correr o risco de chegar em cima da hora.
- Escolher carro pequeno demais pra quantidade de malas. Muita gente foca no menor preço e esquece da bagagem. Na hora, precisa de um segundo carro ou paga extra. Se o grupo tem muita mala, escolher um veículo maior já sai mais barato do que pedir carro extra de última hora.
- Confundir Ezeiza com Aeroparque na reserva. Sempre confira o código do aeroporto (EZE x AEP) antes de finalizar, senão vira problema de logística.
- Achar que dá pra comprar “uma vaga” em transfer privativo. O valor é pelo veículo, não por pessoa. Não existe reservar só um assento.
- Esquecer de avisar sobre cadeirinha infantil. Quem viaja com criança pequena pode precisar de cadeirinha — marque essa opção na reserva ou avise com antecedência (algumas empresas cobram extra).
Sobre o horário de busca na volta: como o trajeto de Ezeiza pode levar de 45 a 60 minutos, a dica é pedir que o transfer te pegue no hotel umas 3 horas antes do voo internacional saindo de Ezeiza, e cerca de 2 horas antes dos voos regionais saindo do Aeroparque. Muitas plataformas perguntam o horário do voo e já sugerem um horário apropriado de retirada.
Garanta também o seu seguro viagem
Já que você está organizando tudo com antecedência, aproveita pra resolver o seguro viagem também. O atendimento médico no exterior pode sair bem caro, e estar coberto contra imprevistos é o que evita que um perrengue de saúde vire um rombo no orçamento.
A gente sempre cota usando esse comparador de seguros, que mostra as principais seguradoras lado a lado e ainda já vem com um desconto exclusivo aplicado. Dá pra pagar em reais e parcelar, e em poucos minutos você fecha o melhor custo-benefício pra sua viagem.
Com a localização certa, você economiza tempo e dinheiro em deslocamento durante toda a estadia — e o transfer fica ainda mais curto e barato se o hotel estiver bem posicionado. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Buenos Aires:
Onde ficamos em Buenos Aires (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O bairro Recoleta é o ponto perfeito para se hospedar! Elegante e urbano, ele se assemelha a outros bairros de cidades europeias, como Paris. As ruas são largas e bem arborizadas, além de terem os principais hotéis de Buenos Aires.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre transfer em Buenos Aires
Quanto custa um transfer do aeroporto de Ezeiza ao centro de Buenos Aires?
O transfer privativo de Ezeiza pro centro ou Palermo costuma ficar em torno de R$ 170 a R$ 250 por veículo, pra até 3 pessoas. O valor varia conforme a categoria do carro, o horário e o trânsito. Como o preço é por carro, dividir com mais gente deixa tudo bem mais em conta.
Vale a pena contratar transfer ou é melhor pegar táxi?
Pra quem chega cansado, de madrugada, com bagagem ou em grupo, o transfer compensa muito: você reserva tudo antes, paga em reais e tem alguém te esperando com a plaquinha. O táxi pega na hora, mas tem risco de tarifa variável e de cobrança acima do justo, além da barreira do idioma.
Com quanta antecedência preciso reservar o transfer?
Muitos serviços pedem uma antecedência mínima de cerca de 8 horas pra reservar transfer em Buenos Aires. O ideal é deixar tudo agendado bem antes da viagem, principalmente em alta temporada, como férias de janeiro e julho.
O motorista do transfer fala português?
Há várias empresas em Buenos Aires com motoristas que falam português, já que os brasileiros são boa parte da clientela. Mesmo quando o motorista só fala espanhol, você não precisa explicar nada: o destino já fica registrado na reserva feita pelo site.
Qual a diferença entre Ezeiza e Aeroparque na hora de reservar?
Ezeiza (EZE) fica a 30-35 km do centro e recebe a maioria dos voos internacionais — o trajeto leva de 45 a 60 minutos. Aeroparque (AEP) fica dentro da cidade, com trajeto de 20 a 30 minutos. Sempre confira o código do aeroporto na reserva pra não errar.
Posso reservar só um assento em um transfer privativo?
Não. No transfer privativo o valor é pelo veículo inteiro e por trecho, não por pessoa. Em Buenos Aires é difícil achar transfer compartilhado tradicional, então o jeito mais econômico é dividir o carro com outras pessoas.
O transfer espera se o voo atrasar?
Empresas bem estruturadas costumam acompanhar o número do voo e ajustar o horário de busca sem cobrar extra dentro de uma margem de tolerância. Os detalhes variam conforme a empresa, então vale confirmar essa política na hora de reservar.
Economize ao máximo na sua viagem a Buenos Aires
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Buenos Aires, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações de Buenos Aires da forma mais barata e segura.
- Carro: esse é um item que facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se você pensa em alugar um, leia como alugar um carro em Buenos Aires, com dicas de como pegar o menor preço possível.
- Pesos: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para Buenos Aires, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. É mais fácil e barato.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Buenos Aires pra saber qual é a melhor localização e como economizar no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é importante ter cobertura contra imprevistos. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
Com tudo isso resolvido com antecedência, você desembarca em Buenos Aires sem perrengue e já começa a viagem aproveitando. O transfer é um daqueles detalhes que parecem pequenos, mas fazem toda a diferença na chegada — a gente nunca abre mão dele e recomenda fechar o seu junto com o resto do planejamento. Boa viagem!