
Se tem uma coisa que a gente sempre recomenda pra quem vai pra Hua Hin é reservar pelo menos uma noite pro Mercado Noturno de Hua Hin (o famoso Hua Hin Night Market). É um mercado a céu aberto, bem no centro da cidade, que rola diariamente e concentra o melhor da gastronomia de rua tailandesa, frutos do mar fresquinhos e um monte de barraquinha de lembrancinha.
Neste guia, a gente reuniu tudo que você precisa saber pra aproveitar de verdade: horários, o que comer, quanto costuma custar, como chegar e até um comparativo com outros dois mercados noturnos famosos da cidade — o Cicada Market e o Tamarind Market. A gente já foi algumas vezes e vai contar os erros que a gente cometeu na primeira visita pra você não repetir.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Tailândia a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Por que visitar o Mercado Noturno de Hua Hin
Os mercados noturnos são um dos jeitos mais autênticos de sentir a Tailândia. É onde os tailandeses realmente jantam, encontram os amigos e fazem as compras do dia a dia. Turista e local se misturam, e o clima fica bem gostoso quando o sol se põe e as luzes das barracas acendem.
O Hua Hin Night Market fica em torno da Soi 72 da Petchkasem Road, pertinho da estação de trem histórica e da região dos principais hotéis. Isso é uma mão na roda: dá pra ir a pé de boa parte das hospedagens centrais, ou pegar um tuk-tuk rapidinho se estiver mais afastado.

Horário de funcionamento e melhor momento pra ir
O mercado funciona todos os dias, aproximadamente das 18h à meia-noite. Só que tem um segredo: se você chegar bem no começo, muita barraca ainda tá montando e o clima não tá no auge.
A gente errou nessa na primeira vez — chegamos umas 17h30 achando que ia estar tudo pronto e ficamos meio perdidos. A dica é ir a partir das 19h, quando o mercado já tá todo montado, com fumaça saindo das grelhas e movimento pra valer. Fica muito mais gostoso.
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Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
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Gastronomia de rua: o grande destaque do mercado
Sem dúvida, o coração do Mercado Noturno de Hua Hin é a comida. Como Hua Hin é um destino litorâneo, o forte aqui são os frutos do mar grelhados na hora: camarão gigante, lulas, peixes inteiros, caranguejo e até lagosta. As barracas expõem tudo no gelo e você escolhe apontando o que quer.

Além dos frutos do mar, dá pra provar:
- Pad thai preparado no wok, na sua frente
- Espetinhos variados de carne, frango e frutos do mar
- Curry de caranguejo (uma delícia bem tailandesa)
- Mango sticky rice — arroz doce com manga, a sobremesa mais icônica
- Frutas tropicais fresquinhas cortadas na hora
- Sucos naturais, cervejas locais e coco gelado
Uma dica que a gente aprendeu na marra: dá uma volta de reconhecimento antes de sentar pra comer. O mercado é grande, tem muita opção, e é fácil se empolgar na primeira barraca e não ter fôlego pras outras. A gente sempre passeia primeiro, marca o que chamou atenção e depois escolhe.

Quanto custa uma noite no mercado
Uma das melhores partes do mercado é que dá pra comer bem gastando pouco. Uma faixa média que ajuda a se planejar:
- Pratos simples de comida de rua (noodles, espetinhos, frituras): em torno de 40 a 80 baht
- Frutos do mar grelhados (camarão, lula, peixe): entre 150 e 400 baht por prato
- Lagosta e frutos do mar mais nobres: a partir de 400 a 800 baht, podendo subir bastante
- Mango sticky rice e outras sobremesas: cerca de 50 a 100 baht
- Bebidas (sucos, refri, cerveja): entre 30 e 100 baht
- Camisetas, roupas leves e vestidos: 100 a 300 baht por peça
- Lembrancinhas pequenas (ímãs, chaveiros): 30 a 150 baht
Uma noite típica no mercado, incluindo um jantar caprichado e algumas compras, costuma custar em torno de 300 a 600 baht por pessoa. É um dos programas com melhor custo-benefício de Hua Hin.
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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Compras e lembrancinhas
Depois de comer, sobra a segunda parte da diversão: as barracas de compras. Tem de tudo — camisetas com estampas tailandesas, roupas leves de algodão, vestidos de praia, pijamas de elefante (aqueles que todo mundo compra na Tailândia), artesanato em madeira, bolsas de tecido, lanternas decorativas, sabonetes artesanais e por aí vai.
Uma dica cultural importante: na Tailândia, barganhar é bem visto, ainda mais em mercados de rua. Sempre tente um desconto com educação e sorriso, principalmente se estiver levando mais de uma peça. O tailandês costuma responder muito bem à negociação bem-humorada.
Outra dica prática: leve dinheiro em espécie (baht). A maioria das barracas não aceita cartão, e as que aceitam costumam cobrar uma taxa. Notas menores facilitam o troco e ajudam na hora da barganha.
Cicada Market: a alternativa artística
O Cicada Market é um mercado noturno bem diferente do tradicional — mais focado em arte, design e gastronomia contemporânea. Ele fica na parte sul de Hua Hin, um pouco afastado do centro, e funciona só de sexta a domingo, aproximadamente das 16h às 23h.
O que tem de legal por lá:
- Arte ao vivo: dá pra ver artistas pintando e produzindo peças na hora
- Artesanato criativo, obras originais e decoração moderna
- Praça de alimentação com sistema de vouchers: você troca dinheiro por vouchers em caixas específicos e usa nas barracas
- Música e shows ao vivo, dando um clima meio boêmio
Os preços do Cicada tendem a ser um pouco mais altos que os do mercado tradicional (as peças de arte começam em torno de 200 a 300 baht e sobem conforme o trabalho), mas a experiência é bem diferente e vale muito pra quem curte arte e design.
Tamarind Market: o vizinho do Cicada
Praticamente coladinho no Cicada fica o Tamarind Market — o que é ótimo, porque dá pra visitar os dois na mesma noite. Ele abre de quinta a domingo, das 17h às 23h mais ou menos.
O foco do Tamarind é quase totalmente comida de rua, com barracas variadas de pratos tailandeses e internacionais, mesas ao ar livre e música ao vivo. É mais informal e relaxado que o Cicada, ótimo pra uma noite tranquila.
Roteiro sugerido pros mercados
Se você vai passar pelo menos duas noites em Hua Hin, a gente recomenda encaixar assim:
- Noite 1 (qualquer dia da semana): Hua Hin Night Market, focando em frutos do mar e comida de rua tradicional
- Noite 2 (sexta, sábado ou domingo): Cicada + Tamarind na mesma noite, começando pelo Tamarind pra jantar e terminando no Cicada pra curtir arte e música
Assim você vive as duas caras da vida noturna de Hua Hin — a tradicional e a mais contemporânea.
Como chegar aos mercados
O Hua Hin Night Market fica no centro, então boa parte dos hotéis da região central está a distância caminhável. Se sua hospedagem for mais afastada, o jeito mais prático é pegar um tuk-tuk ou um songthaew (aquelas picapes adaptadas pro transporte compartilhado) — o trajeto costuma ser rápido e baratinho.
Já o Cicada e o Tamarind ficam mais ao sul da área central. A maioria dos visitantes vai de tuk-tuk ou aplicativo/táxi local. Combine o preço antes de embarcar (essa é uma prática comum na Tailândia).
Melhor época pra visitar
Hua Hin é quente o ano inteiro, e os mercados noturnos funcionam sempre — chova ou faça sol. Mas como boa parte é ao ar livre, a experiência fica bem melhor em épocas de menos chuva.
O período mais seco e agradável na região costuma ir de novembro a fevereiro, com temperaturas ainda altas mas com pouca chuva. Nos meses de monção (geralmente no meio do ano), pancadas fortes podem estragar o passeio, então tenha uma capinha ou guarda-chuva na mochila se for nessa época.
Erros comuns que a gente vê os brasileiros cometendo
Depois de várias visitas, dá pra listar os deslizes mais frequentes:
- Chegar antes das 19h: muitas barracas ainda tão fechadas. Vá depois que escurece pra pegar o mercado no auge.
- Ficar só no Hua Hin Night Market: quem só conhece o tradicional perde a experiência bem diferente do Cicada e do Tamarind. Se der, faça os três.
- Não levar dinheiro suficiente em espécie: a maioria das barracas só aceita baht em cash. No Cicada ainda tem o esquema dos vouchers, que também precisa de dinheiro.
- Não barganhar: em comida não tem muito o que negociar, mas em roupas e souvenirs quase sempre rola desconto. Faz parte da cultura.
- Comer demais na primeira barraca: dá uma volta de reconhecimento antes. Você vai agradecer.
- Não olhar a higiene das barracas: prefira as com fila de tailandeses e movimento constante — sinal de comida fresca e alta rotatividade.
Curiosidades legais sobre Hua Hin
Hua Hin é um balneário historicamente associado à família real tailandesa, com palácios reais e resorts elegantes. Os mercados noturnos entram como um contraponto bem popular e informal a essa imagem mais chique — é ali que a alma da cidade aparece.
Uma dica de programação que a gente adora: combinar no mesmo dia uma visita à histórica estação de trem de Hua Hin (uma das mais bonitas da Tailândia), um fim de tarde na Hua Hin Beach e fechar a noite no mercado. É um roteiro clássico e funciona muito bem.
Seguro viagem pra Tailândia
Pra Tailândia, o seguro viagem não é obrigatório, mas a gente sempre recomenda muito — atendimento médico particular em país estrangeiro custa caro, e imprevistos (dor de barriga forte, acidente de scooter, entorse na praia) são mais comuns do que a gente imagina.
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Chip de celular pra Tailândia
Ficar conectado na Tailândia faz toda a diferença — GPS pra achar o mercado, tradutor pra conversar com vendedor, mapa dos tuk-tuks, tudo depende de internet. A gente sempre compra esse chip de viagem que a gente usa ainda no Brasil e chega na Tailândia com tudo funcionando.
É bem mais prático e barato do que comprar no aeroporto ou tentar achar loja de operadora local. Chega em casa antes da viagem, você configura tranquilo e evita dor de cabeça.
Perguntas frequentes sobre o Mercado Noturno de Hua Hin
O Hua Hin Night Market funciona todos os dias?
Sim, o mercado tradicional abre diariamente, aproximadamente das 18h à meia-noite. Já o Cicada Market só funciona de sexta a domingo, e o Tamarind Market de quinta a domingo.
Qual o melhor horário pra visitar o mercado?
A partir das 19h, quando todas as barracas já estão montadas e o clima está no auge. Chegar antes disso pode dar a impressão de que o mercado tá vazio ou incompleto.
Preciso levar dinheiro em espécie?
Sim, é bem recomendado. A maioria das barracas de comida e artesanato só aceita baht em cash. Leve notas menores pra facilitar o troco e a negociação. No Cicada Market, o esquema é por vouchers, que também exigem dinheiro ou cartão em caixas específicos.
Quanto se gasta em média numa noite no mercado?
Uma noite típica com jantar completo e algumas compras costuma sair por 300 a 600 baht por pessoa. Dá pra gastar menos se focar em pratos simples ou mais, se quiser lagosta e frutos do mar mais nobres.
Dá pra ir a pé do centro de Hua Hin até o mercado?
Se seu hotel estiver na região central, sim, tranquilamente. Se estiver mais afastado, pegue um tuk-tuk ou songthaew — o trajeto é curto e baratinho.
Vale a pena visitar o Cicada Market também?
Se você curte arte, design e um ambiente mais boêmio, muito. É uma experiência bem diferente do mercado tradicional. O ideal é fazer os dois em noites diferentes, porque o Cicada só abre de sexta a domingo.
É seguro comer nas barracas do mercado?
Sim, desde que você use o bom senso: escolha barracas movimentadas, com fila de tailandeses, comida sendo preparada na hora e boa aparência de higiene. Comida rotativa (que sai rápido) é sempre um bom sinal.
Dá pra barganhar preços no mercado?
Nas barracas de comida, geralmente não. Já em roupas, souvenirs e artesanato, sim — e é bem visto culturalmente. Negocie com educação e sorriso.
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Hua Hin é daqueles lugares que ganham uma alma diferente à noite, e os mercados são o palco disso. Aproveita cada barraca, conversa com os vendedores, prova coisa nova e leva pra casa não só as lembrancinhas, mas as histórias. Boa viagem!