
Se você tá planejando uns dias em Bangkok e quer ir além dos templos e mercados da capital, boa notícia: dá pra conhecer bastante coisa incrível fazendo bate e volta a partir dela. A gente listou aqui as melhores cidades vizinhas pra encaixar no roteiro, com distância, tempo de viagem e o que fazer em cada uma.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como as bate e voltas de Bangkok mudam completamente a cara da viagem. Você sai do caos urbano e, em uma ou duas horas, tá andando por ruínas milenares, praias, mercados flutuantes ou cachoeiras. Vale muito a pena reservar uns dias pra isso.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Tailândia a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale dar uma olhadinha antes de fechar o roteiro.
Como se organizar pros bate e volta a partir de Bangkok
Antes de escolher o destino, dá uma olhada em duas coisas que fazem MUITA diferença: onde você tá hospedado e o horário que você sai. Bangkok tem um trânsito que engole seu dia inteiro se você bobear.
A dica é sair cedo, entre 6h e 8h da manhã, principalmente pros passeios pro oeste (mercados flutuantes e Kanchanaburi). E, pra voltar, tenta chegar antes das 18h ou depois das 21h, senão você fica preso na volta do rush.
Ficar em Sukhumvit (bem conectada ao BTS e ao metrô) ou na Riverside (perto do rio e dos templos centrais) facilita muito a saída pros terminais de ônibus e estações de trem. Sobre transporte, você tem basicamente três caminhos:
- Excursão organizada: te pegam no hotel, guia junto, ingressos inclusos. É o mais caro e o mais prático — vale muito pra quem tem pouco tempo.
- Trem, ônibus ou minivan: bem mais barato e autêntico, ótimo pra Ayutthaya, Nakhon Pathom e Kanchanaburi. Pede um pouco mais de planejamento.
- Grab, Bolt ou táxi negociado: bom custo-benefício se vocês forem em 2 a 4 pessoas e o trajeto for até umas 2 horas.
Pra pesquisar horários e comprar passagens de trem, ônibus, van e barco de forma fácil e em português, a gente sempre usa esse site aqui. Ele compara tudo numa tela só, mostra avaliação de outros viajantes e você recebe o e-ticket no celular — quebra um galhão pra fugir da barreira linguística nas estações.
E pra quem gosta de ter tudo já resolvido, tem esse site que a gente usa em todas as viagens pra reservar excursões e passeios: paga em reais, sem IOF, cancelamento gratuito em quase todos os tours e atendimento em português. Como as excursões pra Ayutthaya, mercado do trem e Pattaya são bem populares, reservar com antecedência sai mais barato e garante vaga.
Ayutthaya (80 km): a antiga capital do Sião
Se você só tem tempo pra fazer UM bate e volta a partir de Bangkok, faz esse. Ayutthaya é a antiga capital do Reino do Sião e é tombada pela UNESCO — um parque histórico enorme, com templos, ruínas, chedis e prangs que sobreviveram à destruição em 1767. É praticamente um museu a céu aberto.
Fica a cerca de 80 km ao norte de Bangkok, o que dá 1h a 1h30 de carro ou van. De trem, saindo da estação central, a viagem leva entre 75 e 120 minutos e custa muito pouco — ótima opção pra quem quer economizar.
O que ver em Ayutthaya:
- Wat Mahathat: o famoso templo com a cabeça de Buda entrelaçada nas raízes de uma árvore — uma das imagens mais icônicas da Tailândia.
- Wat Phra Si Sanphet: antigo templo real com três estupas imponentes lado a lado.
- Passeio de barco pelas ruínas: no fim da tarde, dá uma perspectiva linda dos templos vistos do rio.


A gente errou nessa: fomos no meio do dia, com sol a pino, e o parque histórico é super aberto. Vá cedo (por volta das 9h) e leve chapéu, protetor, água e roupa que cubra ombros e joelhos (é necessário respeitar o dress code dos templos). Muita gente subestima o tamanho do parque — dá pra passar o dia inteiro ali tranquilamente, alugando bike ou tuk-tuk pra circular.
Pra facilitar tudo, você pode reservar esse tour que sai de Bangkok, inclui transporte, guia e alguns templos, e costuma durar em torno de 9 horas.
Samut Songkhram (70 km): mercado do trem + mercado flutuante
Esse aqui é o passeio mais “instagramável” da lista, e o legal é que você combina duas experiências clássicas num dia só: o Maeklong Railway Market (o famoso mercado do trem) e um mercado flutuante (geralmente o Damnoen Saduak ou o Amphawa).
Fica a cerca de 70 km de Bangkok, 1h30 de carro. Praticamente toda excursão organizada combina os dois num tour de 6 a 8 horas.
Maeklong Railway Market (Mercado do Trem)
É aquele mercado onde as barracas ficam praticamente em cima dos trilhos. Quando o trem se aproxima, os vendedores recolhem toldos e mercadorias em segundos, o trem passa raspando, e tudo volta pro lugar. É um espetáculo que acontece várias vezes ao dia — mas confere os horários com antecedência, senão você vai lá e não vê nada.
Tem uma coisa que ninguém conta: muitos dos vendedores estão ali há décadas. O mercado é anterior ao turismo em massa e à ferrovia — eles é que se adaptaram, e não o contrário. Vale a pena andar pelas ruelas laterais e comer nas barraquinhas de rua, muito mais interessante do que só ficar esperando o trem passar.
Mercado Flutuante de Damnoen Saduak (ou Amphawa)
O Damnoen Saduak é o mercado flutuante mais famoso, cheio de barcos vendendo comida, frutas e artesanato. É mais turístico, sim, mas é uma experiência bem visual. Já o Amphawa tem clima mais local, é frequentado por tailandeses e funciona mais no fim da tarde e à noite — se sua ideia é fugir do óbvio, esse é o melhor.


Se for de conta própria (ônibus + barco local), fica mais barato, mas trabalhoso de organizar. Pela facilidade, quase todo mundo acaba fazendo essa excursão saindo de Bangkok — vem tudo incluído (transporte, barco, guia). Também confira o post completo do Mercado do Trem pra entender melhor a dinâmica.
Dica: negocia SEMPRE o passeio de barco antes de subir. Tem barqueiro oferecendo versão “premium” que custa três vezes o valor normal por um trajeto igual ao do barco básico.
Nakhon Pathom (55 km): o pagode gigante
Essa aqui é uma dica pra fugir do óbvio. Nakhon Pathom fica a apenas 55 km de Bangkok (uma das mais próximas), viagem de uma hora de carro ou uns 90 minutos de trem. É pouquíssimo explorada por brasileiros, mas vale a visita se você curte cultura e templos.
A grande atração é o Phra Pathom Chedi, um dos chedis mais altos do mundo — uma estupa dourada gigantesca, com 127 metros, que dá pra ver de longe. É um dos centros de peregrinação budista mais importantes do país e foi reconstruído no século XIX sobre uma estrutura ainda mais antiga.
O que ver:
- Phra Pathom Chedi: a estupa dourada colossal, símbolo religioso da Tailândia.
- Sanam Chan Palace: palácio real do começo do século XX, com jardins e arquitetura mista de estilos tailandês e europeu.
- Mercado Flutuante Don Wai: típico mercado à beira do rio, com comida tailandesa fresca e frutas locais — bem menos turístico que o Damnoen Saduak.


Muita gente ignora Nakhon Pathom achando que “não tem nada”, mas é um bate e volta cultural fácil e barato, ótimo pra encaixar num dia mais leve do roteiro.
Kanchanaburi (130 km): Rio Kwai e cachoeiras
Kanchanaburi fica a cerca de 130 a 160 km de Bangkok (depende da rota), 2h30 a 3 horas de carro, van ou trem saindo da estação Thon Buri. É onde tá a famosa Ponte sobre o Rio Kwai, ligada à história pesada da Segunda Guerra Mundial e à construção do “Death Railway” por prisioneiros de guerra na década de 1940.
A região também serve de base pra visitar o Parque Nacional de Erawan, com aquelas cachoeiras de sete níveis e piscinas naturais azul-turquesa — um dos parques mais lindos da Tailândia.
O que ver:
- Ponte sobre o Rio Kwai: o marco histórico da Segunda Guerra, ainda ativa como ferrovia.
- Museu da Ferrovia da Morte: um museu interativo que conta a história dos prisioneiros e trabalhadores forçados que construíram a ferrovia.
- Erawan National Park: as cachoeiras de sete níveis com piscinas naturais — leve maiô, dá pra nadar em vários pontos.



Existe um tour combinado Rio Kwai + Erawan saindo de Bangkok que dura cerca de 14 horas — é bem puxado, mas te leva nos dois pontos principais num dia só. Se preferir explorar com calma, considere dormir uma noite em Kanchanaburi.
Duas dicas: em época de seca, algumas cachoeiras ficam com menos volume — vale checar relatos recentes antes de ir. E os memoriais de guerra têm um tom pesado, não é passeio leve pra todo mundo, especialmente com crianças pequenas.
Como economizar até 42% nos hotéis de Bangkok!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Bangkok, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Pattaya (150 km): praia e vida noturna
Pattaya fica a 150 km de Bangkok, cerca de 2 horas pela Motorway 7. Dá pra ir de carro, ônibus expresso saindo da estação Ekkamai, ou em tour organizado.
É uma cidade litorânea completa, com praias, shoppings, restaurantes e a vida noturna mais intensa da Tailândia. Muita gente compara com “Phi Phi” e depois se decepciona: Pattaya é cidade de praia com infraestrutura urbana, não é ilha paradisíaca. Ajustando expectativa, é um ótimo bate e volta.
O que visitar:
- Santuário da Verdade: um edifício de madeira esculpido à mão, todo cheio de detalhes e simbolismo — obra impressionante. Vale garantir o ingresso com antecedência pra não perder tempo na fila.
- Nong Nooch Tropical Garden: jardim botânico gigante com apresentações culturais e área com elefantes.
- Koh Larn: uma ilha a 45 minutos de balsa saindo do píer Bali Hai, com águas cristalinas e areia branca. Se você quer praia “de verdade” em Pattaya, é pra lá que você vai.



Se for com família e crianças, pesquisa bem a área de hospedagem — algumas partes de Pattaya têm vida noturna adulta bem explícita. Nong Nooch, Jomtien e o entorno do Santuário da Verdade são mais tranquilos.
Hua Hin (200 km): a praia “real” e tranquila
Hua Hin fica a 200 km de Bangkok, 2h30 a 3 horas de carro ou umas 4 horas num trem panorâmico saindo da estação central. É uma estação de balneário histórica, associada à família real tailandesa — bem mais tranquila que Pattaya, com clima de vila de praia charmosa.
A estação de trem de Hua Hin, aliás, é uma das mais fotogênicas da Tailândia, toda de madeira colorida — parada obrigatória mesmo pra quem chega de carro.
O que conhecer:
- Palácio Maruekhathaiyawan: conhecido como “Palácio do Amor e da Esperança”, foi residência de verão do rei Rama VI.
- Parque Nacional Sam Roi Yot: famoso pelas formações rochosas e cavernas, com destaque pra Caverna Phraya Nakhon, que tem um pavilhão dourado iluminado por um facho de luz vindo do teto — uma das imagens mais icônicas da Tailândia.
- Mercado Noturno de Hua Hin: perfeito pra fechar a noite com frutos do mar frescos, comida de rua e lembrancinhas.


Uma coisa: bate e volta em Hua Hin fica um pouco corrido porque só a viagem já consome boa parte do dia. Se der pra dormir uma noite, é o cenário perfeito pra descansar entre dias mais intensos em Bangkok.
Phetchaburi (160 km): a dica pra fugir do óbvio
Se você já foi na Tailândia outras vezes ou quer um roteiro fora do circuito turístico brasileiro, coloca Phetchaburi na lista. Fica a 160 km de Bangkok, cerca de 2 horas de carro, e é uma cidade histórica com templos, palácios e cavernas pouquíssimo exploradas por turistas.
Dá pra combinar Phetchaburi com Hua Hin num roteiro mais longo — as duas ficam relativamente próximas. É a nossa dica pra quem já conhece Ayutthaya e quer outra imersão em templos e história, com muito menos gente por perto.
Como escolher qual bate e volta fazer
Se você tem só 1 ou 2 dias sobrando em Bangkok, dá pra pensar assim:
- História e cultura: Ayutthaya (a mais completa), Nakhon Pathom, Phetchaburi, Kanchanaburi.
- Mercados e experiências “fotogênicas”: Mercado do Trem + mercado flutuante em Samut Songkhram.
- Praia rápida: Pattaya (mais agitada) ou Hua Hin (mais tranquila).
- Natureza e cachoeiras: Kanchanaburi (com Erawan National Park).
Uma dica de veterano: não empilhe bate e voltas em sequência. O calor tailandês e o deslocamento cansam demais. Intercale um dia de bate e volta com um dia mais leve em Bangkok (templos, spa, comida local). A gente aprendeu na marra.
Dicas essenciais pros bate e volta a partir de Bangkok
Confira SEMPRE os horários: trens do Mercado do Trem, últimos trens/ônibus voltando pra Bangkok, horários das cachoeiras de Erawan (fecham no fim da tarde). Errar horário aqui estraga o dia.
Leve dinheiro em espécie (baht): nem todos os mercados, tuk-tuks e pequenas atrações aceitam cartão. Tenha sempre uma reserva em cash.
Respeite o dress code em templos: ombros e joelhos cobertos. Leve uma canga ou camisa leve na mochila — muitos templos emprestam ou vendem cobertura, mas fica mais prático levar a sua.
Não subestime o calor: chapéu, protetor solar, água. Nas ruínas de Ayutthaya e no Santuário da Verdade em Pattaya, o sol é implacável no meio do dia.
Melhor época: pra passeios ao ar livre (Ayutthaya, Kanchanaburi, praias), o período de novembro a fevereiro costuma ser o mais seco e agradável.
Aluguel de carro pra explorar a região
Alugar carro em Bangkok cidade não é indicado (trânsito caótico e mão inglesa), mas pra bate e voltas — principalmente Kanchanaburi, Hua Hin e Phetchaburi, onde os destinos são mais espalhados — o carro dá muita liberdade e sai bem mais barato do que tour privativo.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Pra mais detalhes, dá uma olhada no post de como alugar um carro na Tailândia.
Com criança ou pra maratona de bate e voltas, ficar bem localizado em Bangkok economiza HORAS de trânsito e te deixa mais perto das estações. Olha aqui a melhor região pra se hospedar:
Seguro viagem pra Tailândia
Atendimento médico na Tailândia pode sair muito caro pra estrangeiro, especialmente nos hospitais que os turistas costumam usar. Uma diária de internação simples já passa fácil dos R$ 3.000 — sem contar exames e medicamentos. Seguro viagem aqui é proteção financeira pura.
A gente sempre contrata pelo esse comparador de seguros: ele compara todas as principais seguradoras numa tela só e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Paga em reais, atendimento em português 24h, e você fica coberto pra qualquer imprevisto (médico, extravio de bagagem, cancelamento de voo).
Chip de celular pra Tailândia
Ter internet no celular na Tailândia é essencial: pra chamar Grab, traduzir menus, ler o Google Maps até o mercado do trem e não se perder nos terminais rodoviários. E o chip de viagem que a gente usa resolve tudo: você recebe em casa antes de viajar, coloca no celular ao pousar e já tá conectado.
Sai mais barato que roaming da operadora brasileira, tem plano com internet ilimitada e o suporte é em português. Pra saber tudo, vê o post do melhor chip de viagem pra Tailândia.
Perguntas frequentes sobre bate e volta saindo de Bangkok
Qual é o melhor bate e volta pra fazer a partir de Bangkok?
Se você só tem tempo pra um, faz Ayutthaya. É a antiga capital do Sião, tombada pela UNESCO, com templos e ruínas espetaculares, fica só 80 km de Bangkok e é fácil de chegar de trem, van ou tour organizado.
Dá pra fazer o Mercado do Trem por conta própria?
Dá, mas exige planejamento. Você pega um minivan ou trem até Samut Songkhram, confere os horários dos trens que passam pelo Maeklong Railway Market e organiza a volta pra Bangkok. A maioria dos viajantes prefere a excursão combinada com o mercado flutuante — vem tudo incluído (transporte, barco, guia) num dia só.
Quanto tempo leva de Bangkok pra Ayutthaya?
De carro ou van, entre 1h e 1h30. De trem (saindo da estação central), a viagem leva 75 a 120 minutos e custa muito pouco — é a opção mais barata e autêntica.
Pattaya ou Hua Hin: qual escolher pra um bate e volta de praia?
Pattaya é mais próxima (150 km, 2 horas) e tem infraestrutura completa, com vida noturna intensa e a Ilha de Koh Larn como bônus. Hua Hin fica mais longe (200 km, 2h30 a 3h) e é bem mais tranquila, com clima de vila charmosa. Se quer agito, Pattaya. Se quer relaxar, Hua Hin (idealmente com uma noite lá).
Vale a pena alugar carro pra fazer bate e voltas de Bangkok?
Pra Kanchanaburi, Hua Hin e Phetchaburi, sim — os destinos são espalhados e o carro dá muita liberdade. Pra Ayutthaya e mercados flutuantes, o tour organizado ou trem/van costuma sair mais em conta. Não alugue carro pra circular dentro de Bangkok cidade: trânsito caótico e mão inglesa.
Quantos bate e voltas dá pra encaixar num roteiro de Bangkok?
Idealmente, 2 a 3 num roteiro de uma semana em Bangkok. Não empilhe em sequência — o calor e o deslocamento cansam. Intercale um dia de bate e volta com um dia mais leve na capital (templos, spa, comida de rua).
Precisa de visto pra fazer esses bate e voltas?
Não, esses destinos são todos DENTRO da Tailândia — você usa o mesmo visto (ou isenção de visto pra turistas brasileiros por até 60 dias) que já entrou no país. Só passaporte + documento na mão pra segurança em algumas atrações.
Economize ao máximo na sua viagem à Tailândia
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Dá uma olhada no post de como viajar barato pra Tailândia, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos e passeios: veja onde comprar seus ingressos e passeios na Tailândia pelo melhor preço e com garantia.
- Carro: se pretende alugar, o post como alugar um carro na Tailândia mostra o passo a passo pra pegar o melhor preço.
- Passagem aérea: descubra as melhores dicas pra achar uma passagem aérea barata pra Tailândia.
- Celular: garanta o melhor chip de viagem ainda no Brasil, é bem mais fácil e barato.
- Hospedagem: veja o post de onde ficar na Tailândia pra saber a melhor localização em cada cidade.
- Seguro viagem: veja como conseguir o melhor seguro viagem pra Tailândia pelo menor preço.
- Transfer: saiba como reservar o transfer do aeroporto pelo melhor preço.
- Passagens de ônibus e trem: descubra como comprar as passagens online, economizando tempo e dinheiro.
Bangkok é uma cidade que dá pra explorar por dias sem cansar, mas sair dela vira e mexe é o que transforma a viagem. Cada bate e volta abre uma cara diferente da Tailândia — desde ruínas milenares até praias, cachoeiras e mercados sobre trilhos. Se puder, encaixa pelo menos dois no roteiro. Você não vai se arrepender.