
Se você está pensando em conhecer Bariloche em novembro, já adianto: é uma das épocas mais subestimadas pra visitar a cidade. O frio extremo do inverno já passou, os dias ficam longos, os preços caem e a paisagem fica num meio-termo lindo, com flores e vegetação verde embaixo e montanhas ainda salpicadas de neve lá no alto.
Quando a gente foi por essa época, o que mais surpreendeu foi o tanto que o dia rende: dá pra fazer um passeio de manhã, descansar à tarde e ainda encaixar outro programa no fim do dia, porque o sol só se põe lá pelas 20h. É quase como ganhar duas viagens em uma.
Só que tem um detalhe importante: novembro não é mês de neve nem de esqui. Se o seu sonho é o Cerro Catedral cheio de pista funcionando, esse não é o mês. Mas se você curte natureza, lagos, mirantes e quer economizar, vai amar. Bora detalhar tudo abaixo.
E não deixe de conferir o nosso guia completo de Bariloche. É um guia com tudo o que você precisa saber e um passo a passo completo pra montar a viagem inteira pagando mais barato em TUDO — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como é o clima de Bariloche em novembro?
Em novembro, Bariloche vive a transição da primavera pro verão. O frio intenso do inverno vai dando lugar a temperaturas mais amenas, mas ainda com aquela cara inconfundível de Patagônia.
As temperaturas costumam ficar assim: mínimas em torno de 3°C a 5°C de manhã e à noite, e máximas entre 15°C e 19°C à tarde, podendo passar dos 20°C em alguns dias. Ou seja, a amplitude térmica é forte: é normal o dia começar perto de 5°C e bater mais de 20°C no fim da tarde.
A neve já é escassa, especialmente nas áreas mais baixas, dando lugar a uma paisagem cada vez mais verde e vibrante com o florescimento da vegetação. O céu alterna sol e nuvens, com ótima luz pra fotos.
Mas o clima ainda é variável: tem precipitação moderada (alguns dias chuvosos ao longo do mês) e ventos vindos da cordilheira que podem derrubar a sensação térmica, mesmo em dia de sol. Por isso, leve sempre um corta-vento na mochila.

Neva em Bariloche em novembro?
Na cidade e nas regiões baixas, a neve praticamente não aparece — você vai ver as montanhas com manchas de neve só ao fundo. Nas áreas mais altas, como o Cerro Catedral e os cumes elevados, pode haver resquícios de neve, mas a estação de esqui não está funcionando.
Se o objetivo principal for ver neve ou esquiar, o período recomendado é julho e agosto, estendendo até o início de setembro. Aí sim você pega Bariloche no auge do inverno.
Vale a pena ir a Bariloche em novembro?
Pra quem não está atrás de neve, vale muito. Olha as principais vantagens:
- Baixa temporada: cidade mais vazia, menos filas e ritmo bem mais tranquilo.
- Preços mais baixos: passagens, hospedagem e passeios tendem a sair mais baratos que em julho e janeiro, por ser estação intermediária.
- Clima bom pra atividades ao ar livre: sem o frio extremo do inverno, fica perfeito pra trilhas, mirantes e navegações.
- Paisagem de primavera: vegetação verde, flores, lagos descongelados e montanhas ainda nevadas ao fundo.
- Dias longos: mais horas de luz pra encaixar vários passeios no mesmo dia.
E as desvantagens, pra você decidir de olhos abertos:
- Sem estação de esqui: quem sonha com o Cerro Catedral cheio de neve vai se frustrar.
- Clima instável: oscilações rápidas de temperatura, possibilidade de chuva e queda brusca quando venta.
- Manutenções sazonais: por ser baiíssima temporada, alguns teleféricos podem fechar uns dias pra manutenção (o Cerro Otto, por exemplo, costuma ter períodos assim em novembro). Sempre cheque as datas antes de fechar o roteiro.
Olha, uma dica que a gente aprendeu na prática: compre os ingressos dos passeios sempre com antecedência. Na hora costuma ser mais caro e vários esgotam. A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar tudo, inclusive o transfer pro hotel.
O bacana é que ele tem o pagamento já em reais, o que evita o IOF dos pagamentos internacionais, e dá pra parcelar. Vários passeios têm cancelamento gratuito, o que ajuda demais num mês de clima instável como novembro — se mudar o tempo ou um cerro fechar pra manutenção, você remaneja sem dor de cabeça. Ainda tem os tours gratuitos, que são ótimos.
O que levar na mala pra Bariloche em novembro
A regra de ouro aqui é vestir em camadas, porque o dia varia muito. Veja como montar a mala:
- 1ª camada: camisetas de manga curta ou longa (algumas térmicas leves ajudam de manhã).
- 2ª camada: fleece, moletom ou malha.
- 3ª camada: casaco corta-vento e/ou impermeável — esse é indispensável.
- Parte de baixo: calças confortáveis (jeans, legging, calça de trekking) e uma mais arrumada pro jantar.
- Acessórios de frio leve: gorro fino, cachecol leve e luvas finas (não as de neve).
- Sapatos: tênis ou bota confortável pra trilha, de preferência impermeável, e um sapato casual pra noite.
- Sol de montanha: protetor solar, óculos escuros e boné ou chapéu — mesmo com frio, o reflexo da luz nos lagos queima.
- Extras úteis: mochila pequena pros passeios, garrafa de água reutilizável e capa de chuva compacta.
A gente errou nessa na primeira viagem: levou mala como se fosse pleno inverno e acabou carregando casaco pesado demais pra um clima que esquenta bastante à tarde. Aposte nas camadas que você ajusta ao longo do dia.
O que fazer em Bariloche em novembro
Como não tem temporada de esqui, o foco vira lagos, mirantes, trilhas leves, navegações, cervejarias e gastronomia. Separei os melhores programas abaixo.
1. Cerro Campanario
A trilha até o topo do Cerro Campanario é curta, porém desafiadora, e entrega uma das vistas mais espetaculares de Bariloche — panorâmica de 360º dos lagos. Quem não quer encarar a trilha pode subir de teleférico.
Em novembro a paisagem fica verde com as montanhas ainda nevadas ao fundo, um cenário perfeito pra foto. Se você se interessou por essa experiência, confira mais informações sobre o passeio nesse site.

2. Tour panorâmico por Bariloche
Explorar Bariloche num tour panorâmico é uma forma ótima de desvendar as maravilhas naturais e culturais da Patagônia argentina. Entre as atrações estão as imponentes montanhas dos Andes e os serenos lagos glaciais que compõem a paisagem da região.
Um dos pontos altos é justamente o Cerro Campanario, com vista considerada uma das mais bonitas do mundo. Além disso, dá pra explorar o charmoso centro histórico, famoso pela arquitetura alpina e pelas lojas de chocolate artesanal.
Você pode ver mais informações e o valor desse passeio aqui — é a empresa que a gente sempre usa, com vários passeios pela região.

3. Circuito Chico
Esse passeio, com cerca de 60 quilômetros de extensão, oferece vistas deslumbrantes do Lago Nahuel Huapi e das montanhas ao redor, passando por pontos como Llao Llao e o Mirante Panorâmico. Em novembro, a paisagem está verdinha e os lagos descongelados, bem diferente do branco total do inverno.
O circuito pode ser explorado de carro, bicicleta ou até a pé, o que permite curtir a paisagem de várias perspectivas. Ao longo do trajeto dá pra parar na pitoresca Capela San Eduardo, somando um toque cultural à jornada.

4. Cerro Otto
O teleférico panorâmico do Cerro Otto leva até o topo, com vista da cidade e do Lago Nahuel Huapi. É um passeio mais tranquilo e ótimo de fim de tarde.
Mas atenção: em alguns anos, parte de novembro é época de manutenção e o teleférico pode ficar fechado uns dias. Então checa as datas atualizadas antes de montar o roteiro em função dele.
5. Navegação pela Isla Victoria e Bosque de Arrayanes
Essa é a navegação clássica pelo Lago Nahuel Huapi, com visita à Isla Victoria e ao Bosque de Arrayanes — famoso por ter inspirado o cenário do “Bambi”. Em novembro a temperatura fica agradável pra caminhar pela ilha sem passar frio.
Outra navegação que vale o dia inteiro é a de Puerto Blest, Cascata Los Cántaros e Lago Frías, por regiões bem verdes, com trilhas curtas até mirantes e cascata. Como é baixa temporada, você pega tudo sem aquela multidão.
6. Colônia Suíça
A poucos quilômetros do centro de Bariloche, a Colônia Suíça é um refugiozinho charmoso, com casas de madeira, lojas de artesanato e cafeterias acolhedoras. É onde se prova o famoso curanto e outras especialidades de herança suíça que marcam a região.
Em novembro, com clima ameno, fica ótimo pra caminhar com calma e curtir o ambiente. Se essa descrição despertou seu interesse, clique aqui pra ver os passeios que passam por lá.

7. Catedral de San Carlos
A Catedral de San Carlos de Bariloche é um ícone da arquitetura religiosa da região. Com sua imponente estrutura em estilo neogótico, encanta com torres altas, vitrais coloridos e detalhes arquitetônicos elaborados. Fica no centro e é ótima parada num dia mais nublado ou chuvoso.

8. Aventura, cervejarias e chocolate
Quem curte adesína pode encarar rafting, caiaque, cavalgadas, tirolesa, trekking leve e mountain bike nas trilhas e rios da região — tudo bem mais agradável em novembro do que no frio de julho.
E não dá pra falar de Bariloche sem citar a cultura cervejeira: a cidade é um polo de cerveja artesanal, com vários beer gardens com área externa, perfeitos pra um fim de tarde com clima ameno. Some a isso as chocolaterias famosas e os restaurantes de comida patagônica, com cordeiro, truta e pratos com frutos do lago. Vários na Av. Bustillo têm vista pro lago.
Como se deslocar em Bariloche
Bariloche é uma região espalhada, com os principais passeios ao longo da Av. Bustillo, o caminho dos lagos. Por isso, alugar um carro faz toda a diferença: você monta o roteiro do seu jeito, para em cada mirante com calma e explora os lagos sem depender de horário de ônibus ou de excursão. Em novembro as estradas já estão livres de neve e gelo, o que facilita demais a condução.
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Se preferir não dirigir, dá pra combinar ônibus público (precisa de cartão local pra pagar), excursões contratadas (que incluem transporte e guia) e táxi/remises pra deslocamentos pontuais, principalmente à noite.
Quanto custa ir a Bariloche em novembro?
Os valores variam muito com câmbio, inflação argentina e demanda, mas novembro costuma ser mais barato que o inverno e as férias de verão. Só como referência de ordem de grandeza:
- Hospedagem: hostels a partir de R$ 80 a R$ 150 por pessoa/noite; hotéis 3 estrelas em torno de R$ 250 a R$ 450 a diária dupla; hotéis 4 estrelas, cabanas ou lodges com vista pro lago entre R$ 500 e R$ 900, podendo passar disso em opções premium.
- Passeios clássicos: Circuito Chico, Cerro Campanario e Cerro Otto a partir de R$ 120 a R$ 250 por pessoa (sem ingressos, teleféricos e refeições).
- Navegações: Isla Victoria/Bosque de Arrayanes e Puerto Blest/Lago Frías geralmente entre R$ 250 e R$ 500 por pessoa, dependendo da empresa e das taxas de parque.
- Alimentação: lanche em torno de R$ 30 a R$ 60; refeição simples de R$ 60 a R$ 120; jantar mais arrumado de R$ 120 a R$ 220 por pessoa.
Uma dica de quem já levou susto na fatura: não confie só no cartão de crédito. Pela variação cambial e os impostos sobre compras internacionais, vale pesquisar formas de pagamento mais vantajosas antes de viajar.
Bariloche ao longo do ano: onde novembro se encaixa
Pra você entender o contexto e decidir com calma, esse é o panorama geral do ano em Bariloche:
- Verão (dezembro a março): clima quente, dias muito longos, alta temporada argentina, cidade cheia.
- Outono (março a maio): folhagens coloridas, preços mais baixos, clima ameno a frio.
- Inverno (junho a agosto): foco em neve e esqui; é quando os brasileiros mais vão, principalmente em julho.
- Primavera (setembro a novembro): flores, degelo, paisagem verde, menos turismo e ótima relação custo-benefício.
Novembro entra como uma das melhores épocas pra quem quer equilíbrio entre clima agradável, preços baixos e natureza exuberante — desde que você não esteja focado em neve. Ah, e não confunda Bariloche com El Calafate: não existem geleiras em Bariloche; o Glaciar Perito Moreno fica em outra região da Patagônia.
Erros comuns de quem vai a Bariloche em novembro
- Esperar neve pra esquiar: muita gente associa Bariloche só à neve e chega em novembro achando que tem pista funcionando. Não tem.
- Levar mala de pleno inverno: excesso de roupa pesada e nenhuma peça leve em camadas resulta numa mala grande e pouco prática pra um clima que varia muito.
- Não checar manutenção dos teleféricos: estruturas como o Cerro Otto podem fechar uns dias em novembro. Quem monta o roteiro em função de um único cerro pode se frustrar.
- Subestimar o sol de montanha: achar que por fazer frio não queima. O reflexo da luz nos lagos e montanhas pode causar queimaduras.
- Esquecer o corta-vento: em Bariloche, vento mais umidade muda a sensação térmica num piscar de olhos.
Seguro viagem pra Bariloche
O atendimento médico no exterior pode sair caro, então um seguro viagem é item indispensável pra qualquer viagem à Argentina — ainda mais em novembro, quando você vai fazer trilhas e atividades ao ar livre.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras e já vem com desconto exclusivo do Grupo Dicas. Vale a tranquilidade de estar coberto contra imprevistos.
E pra usar o celular sem preocupação durante toda a viagem, garanta o esse chip de viagem que a gente usa ainda no Brasil. É mais fácil e barato do que pagar roaming.
Com criança ou em casal, ficar bem localizado faz toda a diferença em Bariloche: menos tempo no transporte e mais tempo curtindo os lagos. Olha aqui a melhor região da cidade pra se hospedar e economizar no hotel:
Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre Bariloche em novembro
Neva em Bariloche em novembro?
Praticamente não. Na cidade e nas áreas baixas a neve já desapareceu; você só vê manchas de neve nas montanhas ao fundo. Pode haver resquícios nas partes mais altas, como o Cerro Catedral, mas a estação de esqui não funciona.
Dá pra esquiar em Bariloche em novembro?
Não. A temporada de esqui acontece no inverno. Pra esquiar, vá entre julho e agosto, com possibilidade até o início de setembro.
Qual a temperatura em Bariloche em novembro?
As mínimas ficam em torno de 3°C a 5°C de manhã e à noite, e as máximas entre 15°C e 19°C à tarde, podendo passar dos 20°C em alguns dias. A amplitude térmica é grande, então leve roupas em camadas.
Vale a pena ir a Bariloche em novembro?
Vale muito pra quem busca tranquilidade, preços mais baixos e atividades ao ar livre, como trilhas, lagos e navegações. Só não vale pra quem quer ver neve ou esquiar.
O que levar na mala pra Bariloche em novembro?
Aposte em camadas: camisetas, fleece ou moletom e um casaco corta-vento ou impermeável. Leve calça confortável, sapato impermeável, gorro e luvas finas, além de protetor solar e óculos escuros pro sol de montanha.
Chove muito em Bariloche em novembro?
A chuva é moderada, com alguns dias chuvosos ao longo do mês intercalados com sol. Por isso é importante levar capa de chuva compacta e um corta-vento sempre na mochila.
Precisa alugar carro em Bariloche?
Não é obrigatório, mas ajuda bastante, porque os passeios ficam espalhados ao longo da Av. Bustillo e dos lagos. Com carro você monta o roteiro do seu jeito; sem carro, dá pra combinar ônibus público, excursões e táxis.
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No fim das contas, Bariloche em novembro é aquele segredinho de quem prefere natureza, sossego e bolso mais leve a multidão e pistas de esqui. A gente voltaria sem pensar duas vezes nessa época, justamente pelos dias longos e pela paisagem de primavera. Monta o roteiro com calma, leve as camadas certas na mala e aproveite!