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Buenos Aires é um daqueles destinos em que a forma como você leva dinheiro muda completamente o quanto você gasta. Não é exagero: dá pra pagar quase o dobro em tudo se você fizer da maneira errada, ou economizar muito se souber o esquema certo.

A gente já foi pra Buenos Aires várias vezes e, na primeira viagem, cometeu o erro clássico de comprar peso aqui no Brasil. Resultado: cotação péssima e dinheiro jogado fora. Depois que entendemos como funciona o câmbio paralelo lá, a viagem ficou bem mais barata.

Aqui a gente explica tudo: o que é o famoso dólar blue, qual a melhor forma de levar dinheiro, onde trocar, quanto levar e como pagar em hotel, restaurante e transporte sem perder dinheiro à toa.

Câmbio oficial x câmbio paralelo (dólar blue)

Antes de tudo, é importante entender que existem basicamente dois tipos de câmbio na Argentina:

  • Câmbio oficial: é o valor que você encontra em casas de câmbio do Brasil, em bancos de lá e quando usa o cartão de crédito ou débito comum. É o peso (ou dólar) oficial definido pelo governo argentino.
  • Câmbio paralelo, o famoso “blue”: costuma render muito mais pesos por real ou por dólar. É um fenômeno típico da Argentina, ligado à crise econômica e à grande desvalorização do peso ao longo dos anos.

Por isso essas dicas de câmbio são tão importantes: quem viaja sem saber disso acaba pagando bem mais caro em tudo. Olha, a diferença entre o oficial e o blue já foi enorme, e historicamente trocar dinheiro dentro da Argentina rende bem mais do que trocar no Brasil.

Um detalhe que confunde muita gente: o símbolo do peso argentino é o $, igual ao do dólar. Então um café marcado como “$ 1.500” assusta à primeira vista, mas é peso, não dólar. Vale ficar atento pra não fazer conta errada na hora.

Economizando na compra dos pesos argentinos

Como o peso se desvaloriza rápido, qualquer cotação “envelhece” em poucos meses. Então a recomendação universal é sempre conferir o câmbio mais próximo da data da viagem, em vez de confiar num número fixo.

A forma mais barata de levar dinheiro: conta global em dólar

Até pouco tempo atrás, a única forma de pegar o câmbio paralelo era indo nas famosas “cuevas”, casas de câmbio argentinas que operam de forma irregular, geralmente em lugares escondidos e nem sempre seguros, com risco até de notas falsas.

Mas surgiu uma forma de usar o dólar blue de jeito seguro e online, abrindo a conta ainda aqui no Brasil. Na nossa opinião, essa é hoje a melhor opção de todas: abrir uma conta digital global em dólar e usar o cartão dela pra todos os pagamentos e saques no exterior.

Conta global em dólar para levar dinheiro a Buenos Aires

De forma geral, comprar os dólares nessa conta global que a gente usa sai muito mais barato, porque você compra na cotação comercial, que é a mais barata. Bancos e casas de câmbio usam a cotação turismo, bem mais cara. Quem abre a conta com o cupom GRUPODICAS20 ainda ganha um bônus na primeira remessa de câmbio.

E tem o pulo do gato pra Argentina: essa conta tem uma função incrível de usar o dólar blue nos pagamentos. Funciona assim: você paga normalmente com o cartão, ele cobra pela cotação do dólar comum, mas em alguns dias úteis eles devolvem a diferença na sua conta usando a cotação do blue. Ou seja, você pega o câmbio paralelo sem se arriscar nas cuevas. Faz uma diferença absurda na viagem.

A gente já usou em várias viagens e a economia é real: além de pegar a cotação comercial, você paga só o IOF reduzido de remessa em vez do IOF cheio de cartão de crédito, e faz tudo pelo app, com segurança.

Como abrir essa conta global, do Brasil?

É uma conta digital global brasileira já bem consolidada no mercado, que permite criar uma conta nos EUA em poucos minutos. É justamente essa que a gente indica.

Com ela, você coloca dólares e usa seu dinheiro em qualquer país do mundo. Ou seja, abre pra Argentina mas usa em viagens futuras também. O único documento exigido é RG ou CNH. Veja mais vantagens:

Como abrir conta global do Brasil

Se já quiser baixar o app e começar a criar sua conta, é só clicar aqui na conta global que a gente usa. E como muita gente abre conta por causa dos nossos blogs, conseguimos um cupom pros nossos leitores: quem usa o código de convidado GRUPODICAS20 ganha um bônus em dólar ao fazer a primeira remessa de câmbio dentro do prazo de abertura da conta.

Com a conta aberta, você envia dinheiro da sua conta do Brasil (em reais) pra ela (em dólar) facilmente pelo app, acompanha a cotação do dia e já pode usar pra fazer compras em estabelecimentos do mundo todo. O valor já vem descontado automaticamente em dólar na sua conta.

Outras vantagens:

  • Dá pra ir acumulando os dólares aos poucos, conforme a cotação estiver boa, e ainda deixar investidos em alguns fundos pra render até a viagem.
  • Usa o cartão em qualquer lugar do mundo, então serve pra todas as viagens futuras.
  • Atendimento e suporte todo em português.
  • Não tem taxa pra manter nem pra abrir a conta.
  • Dá pra fazer saques em caixas eletrônicos do exterior pra ter um pouco de dinheiro em espécie, e os primeiros saques são isentos de taxa.
  • Assim que cria a conta, você já tem um cartão virtual de débito no celular, e pode pedir o cartão físico também.
  • Não esqueça de usar o cupom GRUPODICAS20 na abertura da conta pra ganhar o bônus.

Pesos argentinos em espécie (leve reais!)

Outra forma é levar dinheiro em espécie. Aqui vai a dica de ouro: não compre peso no Brasil. A cotação daqui é bem pior. O ideal é levar reais em espécie e trocar lá, em casas de câmbio que trabalham com valores próximos ao blue.

A vantagem do dinheiro vivo é não pagar IOF de compra de moeda estrangeira e ter uma cotação ótima por real. O dinheiro em espécie é bom pra usar em táxis, estabelecimentos menores, feiras e pra conseguir descontos, já que muitos lugares dão desconto pra quem paga em pesos no dinheiro.

Mas tem cuidados importantes:

  • Leve notas em bom estado (de real e de dólar). Notas velhas, rasgadas ou rabiscadas costumam ser recusadas em casas de câmbio e até em lojas.
  • Não leve todo o dinheiro da viagem em espécie. Carregar quantia grande é risco de segurança.
  • Procure casas de câmbio com boa reputação, endereço fixo e indicação, evitando cambistas de rua, pra fugir de golpe e nota falsa.
  • Fique de olho no limite: entrar ou sair do país sem declarar é permitido até cerca de USD 10 mil por pessoa (ou equivalente em outras moedas).

A gente errou nessa logo no começo: tentou trocar numa casa qualquer perto do Obelisco e a cotação não era das melhores. Hoje a gente pesquisa antes e troca só em lugar indicado.

dinheiro em buenos aires

Western Union: remessa segura e legalizada

Uma opção que ficou muito popular é fazer uma remessa via Western Union. Você envia reais do Brasil (inclusive via PIX) e retira em pesos numa agência em Buenos Aires.

A vantagem é o câmbio costumar ser bem melhor que o oficial bancário, e a operação é totalmente legalizada, diferente das cuevas. Só fique atento a:

  • Horários das agências (algumas fecham cedo e várias não abrem no domingo).
  • Limites por operação e necessidade de apresentar documento.
  • Escolher uma agência próxima ao hotel pra não perder tempo nem andar com muito dinheiro.

Cartão de crédito (use só onde compensa)

O cartão de crédito também serve pra levar dinheiro, mas é em geral a opção mais cara: além do IOF cobrado nas compras internacionais, a taxa de câmbio só entra no fechamento da fatura, e costuma ser bem pior que a do dinheiro em espécie ou da conta global.

Mesmo assim, o cartão tem dois usos valiosos:

  • Backup e emergências: sempre vale ter um cartão de crédito desbloqueado pra compras internacionais como plano B.
  • Hotel: aqui o cartão pode valer muito a pena. Estrangeiros não residentes ficam isentos do IVA de 21% na hospedagem quando pagam o hotel com cartão. Muitos hotéis já calculam o valor sem o imposto pro hóspede estrangeiro, então pagar o hotel no cartão pode sair mais barato que no dinheiro.

Cartão de crédito em Buenos Aires

A estratégia que a gente recomenda (combo)

Na prática, a melhor forma não é uma só, e sim combinar. Pra um viajante padrão de uns 4 a 5 dias, a divisão que funciona bem é mais ou menos assim:

  • Cerca de 40 a 50% em reais em espécie, pra trocar localmente com boa cotação.
  • Cerca de 30 a 40% na conta global ou via Western Union, pra ter pesos com câmbio bom sem carregar muito dinheiro.
  • Cerca de 10 a 20% no cartão de crédito, principalmente pro hotel (isenção de IVA) e emergências.

E reserve sempre um extra de uns 10 a 20% do orçamento pra imprevistos.

Onde trocar dinheiro em Buenos Aires

Logo ao chegar (Banco Nación nos aeroportos): tanto em Ezeiza quanto no Aeroparque o Banco Nación tem casas de câmbio oficiais. Em Ezeiza a agência funciona 24h, todos os dias. No Aeroparque abre os 7 dias da semana, das 6h à meia-noite, na extremidade direita do terminal de embarque. Vale trocar uma parte ali pra cobrir táxi, transporte e os primeiros gastos sem depender de cambista.

Casas de câmbio na cidade: nos bairros centrais (Microcentro, Florida, Corrientes) há várias casas de câmbio, oficiais e paralelas. Muitos brasileiros usam agências de turismo que também fazem câmbio com base no valor paralelo, oferecendo cotação melhor que a oficial. Sempre priorize lugar com boa reputação e endereço fixo.

Western Union: as agências espalhadas pela cidade permitem sacar em pesos a remessa que você fez do Brasil. É uma boa opção, desde que você confira a taxa e ache uma agência perto do hotel.

Quanto dinheiro levar para Buenos Aires

Pra ter uma referência (ajuste sempre pela cotação do momento), um orçamento aproximado de 4 dias para 2 pessoas, sem passagem aérea, fica mais ou menos assim:

  • Hospedagem: em torno de R$ 1.260 a R$ 2.400 (4 noites em hotéis 2 a 3 estrelas em bairros populares).
  • Alimentação: cerca de R$ 1.000 a R$ 1.600, misturando restaurantes simples, médios e lanches.
  • Transporte urbano: entre R$ 80 e R$ 200 (ônibus, metrô e alguns táxis/aplicativos).
  • Passeios e atrações: aproximadamente R$ 800 a R$ 1.600.
  • Compras: em torno de R$ 500 a R$ 1.000.

No total, dá em torno de R$ 3.600 a R$ 3.700 num orçamento econômico e cerca de R$ 6.800 num orçamento mais confortável, sempre pra 4 dias e 2 pessoas, sem as passagens.

Alguns gastos médios por item pra te ajudar a planejar: refeição em restaurante simples gira em torno de R$ 40 a R$ 45 por pessoa; um jantar pra dois em restaurante médio fica entre R$ 180 e R$ 350; café/cappuccino por volta de R$ 11; metrô (Subte) e ônibus saem por uns R$ 2 a R$ 3 por trecho; e corridas de táxi ou aplicativo em áreas centrais ficam entre R$ 10 e R$ 40, dependendo da distância.

Como pagar em hotel, restaurante e transporte

Hotéis: como já falamos, vale pagar no cartão pra aproveitar a isenção do IVA de 21% que estrangeiros não residentes têm na hospedagem.

Restaurantes e bares: aceitam bem cartão, mas muitos dão desconto (em torno de 10 a 15%) pra quem paga em pesos no dinheiro. Então oferecer dinheiro vivo costuma deixar a conta mais barata.

Transporte: ônibus e metrô usam o cartão SUBE, que você carrega em pesos. Táxis e aplicativos (Uber, Cabify, Didi) aceitam dinheiro e cartão, e pagar em espécie costuma sair um pouco mais em conta por causa do câmbio.

Segurança com dinheiro em Buenos Aires

Buenos Aires é relativamente tranquila nas áreas turísticas, mas tem furtos oportunistas em regiões movimentadas, como Florida, Obelisco e no metrô. Algumas práticas que a gente sempre segue:

  • Dividir o dinheiro entre carteira, bolsa e cofre do hotel, sem carregar tudo junto.
  • Evitar contar grandes quantias em público, principalmente ao sair de casa de câmbio.
  • Deixar parte do dinheiro e o passaporte no cofre do hotel.

acompanhando o câmbio pelo celular em Buenos Aires

Apps e ferramentas que salvam a carteira

  • App do banco global: dá pra simular o câmbio do dia antes de converter, carregar o cartão e pagar tranquilo em Buenos Aires.
  • Western Union: pra fazer a remessa do Brasil e retirar em pesos.
  • Conversor de moeda: baixe um app pra acompanhar o peso frente ao real, ajuda muito a não cair em conta errada por causa do símbolo “$”.
  • Mapas offline (Google Maps ou Maps.me): úteis pra achar agências de câmbio, bancos e lojas perto de você sem gastar internet.

Quando viajar pensando no bolso

Os meses de baixa temporada (geralmente o inverno, fora das férias de julho, e parte do outono e primavera em dias de semana) costumam ter passagens e diárias mais baratas. Já feriados brasileiros e férias escolares elevam preços e ocupação, e ainda aumentam o risco de filas em casas de câmbio e na Western Union. Se a viagem for nesses períodos, organize o dinheiro com antecedência.

Antes de embarcar, vale economizar também na proteção: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e o seguro viagem garante que um imprevisto não destrua seu orçamento. Dá pra comparar planos e fechar com desconto usando esse comparador de seguros, que já vem com um desconto exclusivo pros nossos leitores.

Checklist final antes de viajar

  • Não comprar pesos no Brasil.
  • Levar reais em espécie com notas em bom estado.
  • Configurar e testar antes da viagem a conta global e a Western Union (se for usar).
  • Separar um cartão de crédito com limite disponível pro hotel e emergências.
  • Guardar comprovantes de câmbio e remessas.
  • Verificar o limite de dinheiro em espécie (até cerca de USD 10 mil sem declarar).
  • Conferir horários das agências de câmbio e Western Union perto do hotel.

Pra fechar bem a viagem, ficar bem localizado faz diferença até no dinheiro: hotel central economiza táxi à noite e te deixa perto das casas de câmbio e dos passeios. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Buenos Aires:

Onde ficamos em Buenos Aires (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O bairro Recoleta é o ponto perfeito para se hospedar! Elegante e urbano, ele se assemelha a outros bairros de cidades europeias, como Paris. As ruas são largas e bem arborizadas, além de terem os principais hotéis de Buenos Aires.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre dinheiro em Buenos Aires

Qual a melhor forma de levar dinheiro para Buenos Aires?

A melhor estratégia é combinar reais em espécie pra trocar lá, uma conta global em dólar (que permite usar o dólar blue) ou remessa via Western Union, e um cartão de crédito pro hotel e emergências. Assim você pega as melhores cotações e mantém segurança.

Posso comprar pesos argentinos no Brasil?

Pode, mas não compensa. A cotação no Brasil costuma ser bem pior. O ideal é levar reais em espécie e trocar dentro da Argentina, onde o câmbio rende mais pesos por real.

O que é o dólar blue?

É o câmbio paralelo da Argentina, que costuma render muito mais pesos do que o câmbio oficial. Dá pra aproveitar ele de forma segura e legal usando uma conta global em dólar, que devolve a diferença pela cotação do blue depois das compras.

Vale a pena pagar o hotel com cartão em Buenos Aires?

Sim. Estrangeiros não residentes ficam isentos do IVA de 21% na hospedagem quando pagam o hotel com cartão. Por isso, pagar o hotel no cartão costuma sair mais barato do que em dinheiro.

É melhor pagar em dinheiro ou cartão nos restaurantes?

Em muitos restaurantes e bares vale o dinheiro: é comum oferecerem desconto de uns 10 a 15% pra quem paga em pesos em espécie. Já no hotel, o cartão compensa pela isenção do IVA.

Quanto dinheiro levar para 4 dias em Buenos Aires?

Pra 2 pessoas em 4 dias, sem passagem, gira em torno de R$ 3.600 a R$ 3.700 num orçamento econômico e cerca de R$ 6.800 num mais confortável. Sempre ajuste pela cotação do momento e leve um extra de 10 a 20% pra imprevistos.

Quanto dinheiro em espécie posso levar sem declarar?

O limite de entrada ou saída sem declarar é de até cerca de USD 10 mil por pessoa, ou o equivalente em outras moedas. Acima disso, é preciso declarar.

Economize ao máximo na sua viagem a Buenos Aires:

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Buenos Aires, com todas as dicas para economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações de Buenos Aires da forma mais barata e segura.
  • Carro: esse é um item que facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se você estiver pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro em Buenos Aires. São dicas de como alugar o carro pelo menor preço possível.
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip internacional, ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Buenos Aires para saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro viagem para estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
  • Transfer: precisa de um para ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar e pelo menor preço!

No fim das contas, levar dinheiro pra Buenos Aires do jeito certo é o que separa uma viagem cara de uma viagem barata. Com a combinação de reais em espécie, conta global com dólar blue e um cartão pro hotel, a gente sempre gasta bem menos do que gastaria fazendo tudo no cartão de crédito comum. Planeje com calma e aproveite Buenos Aires sem dor de cabeça com câmbio.