
Maio é um daqueles meses meio escondidos pra ir a Bariloche, mas que surpreende muita gente. É a transição do outono pro inverno: frio gostoso, folhas amarelas e vermelhas por todo lado, paisagem com cara de filme europeu, preços lá embaixo e quase ninguém de turista no caminho.
A gente sempre fala que maio tem um charme diferente: dá pra entrar numa chocolateria quentinha, tomar um café olhando o lago Nahuel Huapi e fazer os passeios clássicos sem fila nenhuma. O único detalhe é que maio não é mês de neve garantida nem de esqui — se o seu sonho é esquiar, o ideal mesmo é julho ou agosto.
Nesta matéria a gente reuniu tudo sobre Bariloche em maio: como fica o clima, o que levar na mala, os melhores passeios, onde comer e como economizar. E não deixe de conferir o nosso guia completo de Bariloche: um passo a passo pra montar toda a viagem pagando mais barato em tudo — hotel, transporte, seguro, comida, chip e passeios.
Como é o clima de Bariloche em maio?
Em maio acontece a transição do outono pro inverno, com temperaturas mais baixas e a paisagem mudando de cara. As médias ficam em torno de 2°C a 11°C ao longo do mês, sendo que a máxima média começa perto de 11°C e vai caindo pra uns 7°C lá pro fim.
As madrugadas e noites podem chegar perto de 0°C ou até abaixo disso, principalmente nas áreas mais altas e com vento — a sensação térmica nesses pontos fica bem mais baixa. Os dias também ficam mais curtos: amanhece tarde e escurece cedo, reforçando aquele clima de inverno chegando.
Sobre neve: pode rolar as primeiras nevascas nas montanhas, mas é comum não haver neve acumulada suficiente pra abrir os centros de esqui. Na cidade, neve em maio é possível, só que não dá pra contar com ela. E prepare-se pra mais dias nublados e chuvosos, que é típico dessa época.
Olha, quando a gente foi em maio, o que mais marcou foi a paisagem: Bariloche fica com cara de outono europeu, com as árvores em tons de amarelo, laranja e vermelho, o céu mais cinza e aquela vontade de entrar em cafeteria aconchegante. Pra fotografia, é uma das melhores épocas do ano, porque a luz fica mais suave e as cores explodem.
Abaixo dá pra ver um gráfico com as temperaturas ao longo dos meses em Bariloche, e nos parágrafos seguintes tem mais sobre o que fazer por lá:

Vale a pena ir a Bariloche em maio?
Depende muito do que você quer. Se a ideia é fugir de multidão, economizar e ver uma paisagem de outono linda, maio é perfeito. Se o foco é esquiar, aí não — melhor esperar julho ou agosto.
As vantagens são fortes: preços mais baixos de hospedagem e passeios em comparação com a alta temporada (julho/agosto e verão), bem menos turistas, filas menores, restaurantes mais tranquilos e ótima disponibilidade nos hotéis. Some a isso a paisagem de outono e um frio gostoso, mas ainda não tão extremo quanto o auge do inverno.
Já as desvantagens: neve não é garantida, os centros de esqui geralmente só abrem no fim de junho ou em julho (quando tem neve acumulada) e os dias mais nublados e chuvosos podem atrapalhar a vista nos mirantes. Por isso é bom ter sempre um plano B na manga — chocolaterias, cafés e cervecerías salvam qualquer tarde cinzenta.
O que levar na mala pra Bariloche em maio
A regra de ouro aqui é vestir em camadas. Esquece aquela história de comprar roupa de neve cara no Brasil: pra maio, roupa de frio comum de boa qualidade mais uma jaqueta impermeável já resolve a maioria dos passeios urbanos e em mirantes. O segredo é o sistema de 3 camadas:
- 1ª pele: camiseta térmica ou segunda pele.
- 2ª camada: fleece, moletom ou malha de lã.
- 3ª camada: casaco corta-vento e impermeável.
Além disso, leve:
- Calça térmica + calça comum mais grossa (jeans grosso ou calça de trekking).
- Jaqueta impermeável — chuva é relativamente frequente.
- Gorro, cachecol, luvas e meias grossas de lã ou térmicas.
- Tênis ou bota impermeável com boa aderência, porque o chão fica molhado e frio.
- Protetor labial e hidratante, já que o ar frio e seco resseca pele e lábios.
- Óculos de sol: a luz refletida nos lagos é forte mesmo sem neve.
A gente errou nessa na primeira vez: levou casaco quente mas nada impermeável, e numa tarde de vento e garoa passamos um frio danado. Não subestime as noites também — mesmo quando a máxima do dia parece razoável, depois que escurece o frio aperta de verdade.
Afinal, o que fazer em Bariloche em maio?
Em maio o foco não é esquiar, e sim paisagens, gastronomia, vinhos, chocolate e passeios de natureza. A boa notícia é que a maioria dos passeios clássicos funciona normalmente, e com bem menos gente. Separamos as melhores recomendações:
1. Cerro Catedral
No Cerro Catedral, uma gama diversificada de atividades espera os visitantes em todas as estações. No inverno, ele vira um dos principais destinos de esqui e snowboard da América do Sul, com pistas pra todos os níveis. Já no verão atrai quem curte ecoturismo, com trilhas, mountain bike e escaladas, além dos teleféricos com vistas panorâmicas das montanhas e lagos.
O detalhe importante pra maio: normalmente o Cerro Catedral ainda não está operando como estação de esqui, porque depende de neve acumulada. Mesmo assim, vale o passeio pra ver o entorno mais tranquilo e, com sorte, as primeiras pinceladas de neve nos picos. Confira sempre se os teleféricos estão funcionando como passeio de montanha, porque isso varia de ano pra ano.
Caso tenha interesse, dá pra ver mais informações clicando aqui.

Uma dica que vale ouro: compre os ingressos dos passeios SEMPRE com antecedência. Na hora costuma sair mais caro e muitos se esgotam. A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar tudo, inclusive o transfer do aeroporto pro hotel. Ele costuma ter o menor preço e é um dos poucos com pagamento já em reais, evitando o IOF de pagamentos internacionais. Tem também os tours gratuitos, que são ótimos pra começar a conhecer a cidade.
2. Cerro Campanario
Essa subida curta, mas puxada, leva ao topo do Cerro Campanario, onde está uma das vistas mais espetaculares de Bariloche — um panorama 360º de lagos e montanhas que já foi eleito um dos mais bonitos do mundo. Dá pra subir de teleférico ou de trilha.
Em maio, com as cores de outono, o visual fica especial. Só reforce a roupa, porque no topo costuma ter vento e frio forte. Veja mais informações sobre esse passeio clicando aqui.

3. Circuito Chico
Esse é, pra gente, o passeio que mais brilha em maio. O Circuito Chico é uma rota de meio dia que contorna o lago Nahuel Huapi, passando por mirantes como o próprio Cerro Campanario e pela região do Hotel Llao Llao. Com as árvores em tons de outono, o percurso fica especialmente bonito.
Dá pra fazer com agência, de táxi/remis ou de carro alugado — e aqui entra uma dica importante de planejamento, porque os passeios de Bariloche são bem espalhados.
Aluguel de carro (economize até 34%)
Bariloche e a região dos lagos são daqueles destinos em que ter carro muda completamente a viagem: dá pra fazer o Circuito Chico no seu ritmo, parar nos mirantes na hora da melhor luz e ainda visitar cidades vizinhas como Villa La Angostura e San Martín de los Andes. A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça. Em maio, vale lembrar que pode haver gelo nas estradas ao amanhecer nas áreas mais altas, então dirija com cautela e confirme com a locadora se há necessidade de correntes de neve caso a previsão indique nevascas incomuns.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
4. Colônia Suíça
A poucos quilômetros do centro, a Colônia Suíça é um refúgio charmoso que parece saído de um conto de fadas. As casinhas de madeira, as lojas de artesanato e os cafés ganham um clima especial no frio. Dá pra saborear fondue de queijo, explorar trilhas e conhecer um pouco da herança suíça da região — perfeito pra um dia de outono.
Se interessou? Basta clicar aqui e ver os comentários de quem já foi até lá.

5. Catedral de San Carlos e o Centro Cívico
A Catedral de San Carlos de Bariloche chama atenção pela arquitetura em estilo neogótico, com torres altas, vitrais vibrantes e detalhes bem trabalhados. Além de bonita, ela tem um papel importante na vida da comunidade local, servindo como ponto de devoção e celebração.
Aproveite a região do Centro Cívico, ali pertinho: praça, arquitetura alpina típica, lojas de chocolate, cafés e restaurantes. Maio é ótimo pra caminhar sem aquele aperto de gente, entrar nas chocolaterias e provar os chocolates locais — Bariloche é a capital do chocolate na Argentina, e a rua Mitre concentra várias lojas com degustação.

Pra uma viagem a Bariloche, o seguro viagem e o chip de celular são dois itens indispensáveis. O atendimento médico no exterior pode sair caro, então vale muito ter cobertura contra imprevistos — a gente sempre fecha com esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo. E pra usar o celular sem preocupação durante toda a viagem, a gente garante esse chip de viagem que a gente usa ainda no Brasil. Mais fácil e mais barato.
6. Passeios de barco e bate-voltas pela região
Os passeios de barco pelo lago Nahuel Huapi são imperdíveis (e a gente raramente usa essa palavra). Os principais são:
- Isla Victoria e Bosque de Arrayanes: navegação pelo lago com trilhas e uma paisagem de outono espetacular.
- Puerto Blest e Cascata de Los Cántaros: passeio de dia inteiro, com muita vegetação e cores de outono.
Se você alugar carro, dá ainda pra fazer a Rota dos 7 Lagos (também rola em tour saindo de Bariloche) e bater perna em Villa La Angostura e San Martín de los Andes, cidades charmosas que ficam ainda mais tranquilas fora da alta temporada. As trilhas leves também são lindas no outono — só confira as condições do tempo antes, porque o piso pode estar úmido e escorregadio.
Gastronomia: onde comer em Bariloche em maio
Maio é perfeito pra mergulhar na gastronomia de inverno: fondues, cordeiro patagônico, truta, massas e muito chocolate. Como é baixa temporada, é comum conseguir mesa sem reserva na maioria dos lugares, exceto nos restaurantes muito famosos ou em feriados prolongados. Vale a pena explorar:
- Chocolaterias: a rua Mitre concentra várias lojas com degustação e cafés quentinhos — refúgio perfeito num dia frio.
- Cervecerías artesanais: a região dos lagos tem forte cultura de cerveja artesanal. Pubs com lareira, tábuas de queijos, pizzas e hambúrgueres caem muito bem no frio.
- Comida patagônica: cordeiro, truta, guisados, empanadas e parrillas, sempre acompanhados de um bom vinho tinto argentino.
Uma coisa boa de maio: como você gasta menos com hotel e aéreo, dá pra compensar com refeições melhores, vinhos e mais passeios. E com menos turistas por perto, fica mais fácil puxar conversa com moradores, garçons e guias — rende boas histórias e dicas locais.
Erros que muita gente comete em Bariloche em maio
Pra você não cair nas armadilhas mais comuns, anota essas:
- Contar com neve pra esquiar: muita gente acha que outono na Patagônia é igual a neve certa. Não é. Em maio pode nevar nas montanhas, mas os centros de esqui normalmente ainda não estão operando pra ski ou snowboard.
- Levar roupa inadequada: só casaco pesado sem roupa térmica não resolve. E roupa de ski completa costuma ser desnecessária e desconfortável pros passeios urbanos. Aposte nas camadas.
- Não se preparar pra chuva e vento: jaqueta impermeável e corta-vento é essencial.
- Subestimar as noites frias: mesmo com a máxima razoável de dia, as noites e os mirantes podem ser bem gelados.
- Não reservar nada em feriados: maio é tranquilo, mas feriados prolongados (brasileiros ou argentinos) podem lotar hotéis específicos e restaurantes famosos.
- Planejar só atividades ao ar livre sem plano B: com mais chance de céu encoberto, tenha alternativas na manga — chocolaterias, museus, cafés, cervecerías e o spa do hotel salvam.
Melhor época pra ir a Bariloche (e onde maio entra nisso)
Pra te ajudar a decidir, vale entender onde maio se encaixa dependendo do seu objetivo:
- Ver neve garantida e esquiar: julho e agosto (em alguns anos, fim de junho). Maio é só o começo das nevascas esporádicas, sem neve garantida.
- Fugir de multidões: outono (março a maio) e primavera (outubro e novembro). Maio é um dos meses mais tranquilos do ano.
- Economizar: meses de meia estação (março, abril, maio, outubro, novembro). Maio costuma ter bons preços de hospedagem e aéreo.
- Curtir lagos e clima mais ameno: verão (dezembro a fevereiro). Maio já é bem frio, então não é o ideal pra quem foge de frio.
Pra chegar, os voos pra Bariloche geralmente passam por Buenos Aires (AEP ou EZE) ou por outras cidades argentinas, dependendo da companhia. Na baixa temporada como maio, costuma ter mais promoção do que em julho. Dentro da cidade, táxi e remis são bastante usados e ficam mais acessíveis pelo menor trânsito.
Em maio, ficar bem localizado ajuda demais: menos deslocamento no frio, mais tempo de passeio e hotel pertinho de restaurante e chocolateria. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Bariloche:
Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre Bariloche em maio
Faz muito frio em Bariloche em maio?
Sim, faz frio de outono caminhando pro inverno. As temperaturas médias ficam entre 2°C e 11°C, e as noites podem chegar perto de 0°C. Nas áreas altas e com vento, a sensação térmica é ainda menor.
Neva em Bariloche em maio?
Pode nevar nas montanhas, com as primeiras nevascas da temporada, mas neve acumulada não é garantida. Na cidade, neve em maio é possível, mas raramente acontece. Pra neve certa, o ideal é julho e agosto.
Dá pra esquiar em Bariloche em maio?
Geralmente não. Os centros de esqui, como o Cerro Catedral, dependem de neve acumulada e costumam abrir só no fim de junho ou em julho. Em maio, dá pra fazer o passeio de montanha, mas sem garantia de esqui.
Vale a pena ir a Bariloche em maio?
Vale muito se você quer paisagem de outono, preços baixos e poucos turistas. É perfeito pra passeios de natureza, gastronomia e chocolate. Só não é o mês certo pra quem quer esquiar ou garantir neve forte.
O que levar na mala pra Bariloche em maio?
Aposte no sistema de 3 camadas: térmica, fleece e casaco corta-vento impermeável. Leve gorro, luvas, cachecol, meias grossas, calça térmica e bota impermeável. Não precisa comprar roupa de neve cara — roupa de frio comum de qualidade resolve.
Os passeios funcionam normalmente em maio?
A maioria sim. Circuito Chico, Cerro Campanario, Cerro Otto, passeios de barco pela Isla Victoria e Puerto Blest funcionam normalmente. O que costuma não estar operando é o esqui no Cerro Catedral. Confira sempre os horários antes.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Buenos Aires, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações de Buenos Aires da forma mais barata e segura.
- Carro: esse é um item que facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se você estiver pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro em Buenos Aires. São dicas de como alugar pelo menor preço possível.
- Pesos: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para Buenos Aires, com os prós e contras de cada opção. Existe uma forma que é muito mais barata!
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip internacional, ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Buenos Aires pra saber qual a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro pra estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!
No fim das contas, Bariloche em maio é pra quem curte um frio aconchegante, paisagem de outono e tranquilidade. A gente voltaria sem pensar duas vezes — só já sabendo que neve é bônus, não garantia. Planeje com calma, leve as camadas certas e aproveite a cidade com calma, do jeito que ela pede nessa época.
