
Florianópolis tem mais de 40 praias catalogadas, centro histórico açoriano, trilhas selvagens, ilha-paraíso e uma cena gastronômica de frutos do mar que é referência no Brasil. Em 6 dias, dá pra montar um roteiro completo que mistura tudo isso sem virar maratona — e é exatamente isso que a gente preparou aqui embaixo.
A gente já foi várias vezes pra Floripa e aprendeu na prática: o erro mais comum é querer encaixar 3 ou 4 praias distantes no mesmo dia. A ilha parece pequena no mapa, mas o trânsito (principalmente no acesso ao norte e à Lagoa) come horas do seu dia. Esse roteiro foi pensado pra você cruzar a ilha de leste a oeste sem desperdiçar tempo.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos. Vale a leitura antes ou depois desse roteiro.
Dia 1 – Praia dos Ingleses + Santo Antônio de Lisboa no fim do dia
A Praia dos Ingleses é uma das mais movimentadas e bem estruturadas da ilha, com 5 km de extensão, boa oferta de hotéis e restaurantes na orla. O nome vem de um naufrágio inglês que aconteceu entre o fim do século 17 e o início do 18 — fica a curiosidade. É uma boa praia pra começar a viagem porque entrega tudo numa tacada só: água em tons mais claros, infraestrutura de quiosques e fácil acesso.
Se você curte uma trilha leve, dá pra fazer a Trilha da Feiticeira pelo costão norte. São dois quilômetros conectando os Ingleses à Praia Brava, que tem águas mais claras e é point de surfista — galera jovem, música na areia, atmosfera mais descontraída.

Quando o sol começar a cair, pega o carro e desce pra Santo Antônio de Lisboa, no noroeste da ilha. Esse bairro açoriano é um dos lugares mais charmosos de Floripa: casario colonial colorido, igreja histórica, ruas de paralelepípedo e uma orla com vista pra Ponte Hercílio Luz ao fundo. O pôr do sol ali é um dos mais bonitos da cidade, com os barcos balançando na baía.
Pra jantar, escolha um dos restaurantes à beira-mar e peça ostras frescas (Floripa é um dos maiores produtores do Brasil) ou um camarão na moranga. Quando a gente foi pela primeira vez, ficou impressionado com a qualidade do que sai ali — é peixe e marisco direto do produtor.

Dia 2 – Jurerê Internacional e o agito do norte da ilha
Pertinho dos Ingleses fica Jurerê Internacional, o pedaço mais badalado da ilha. É aquela vibe de mansões à beira-mar, carros de luxo, beach clubs com day-use caro e restaurantes sofisticados. A praia em si é uma delícia mesmo pra quem não quer torrar no beach club: água calma, mais quentinha que as praias do leste e areia clarinha. Uma curiosidade que pouca gente sabe é que parte do bairro foi projetada pelo Oscar Niemeyer.
Vale dar um pulo nas praias vizinhas: Jurerê Tradicional tem clima mais familiar e tranquilo, e a Praia da Daniela tem mar raso e calmíssimo, perfeita pra quem viaja com criança. Se quiser ver um cantinho mais escondido, a praia de Canajurê, entre Canasvieiras e Jurerê, é pequena e sem estrutura, mas o visual compensa.
Olha, antes da gente seguir pra noite, uma dica que vale ouro nesse tipo de roteiro: pra fazer Floripa em 6 dias indo do norte ao sul e ainda encaixar um bate-volta, carro alugado é o caminho. O transporte público da ilha é abrangente, mas funciona por terminais com baldeação — em 6 dias, você perde horas só esperando ônibus. A gente sempre usa esse comparador de carros, que compara o preço em todas as principais locadoras e costuma achar valor mais barato do que indo direto no site delas.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. Usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais — itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras. Pra Floripa, com tantos deslocamentos no asfalto da SC-401 e estradinhas de praia, isso faz diferença.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas e Hertz, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Noite em Jurerê
Algumas das baladas mais conceituadas do Brasil estão em Jurerê: Milk, Donna, Posh e o P12, beach club que recebe nomes como Anitta e Alok no verão. Se o seu rolê não é balada, dá uma volta no Jurerê Open Shopping: lojas ao ar livre, brisa do mar, bons restaurantes pra jantar.
Se a vibe de Jurerê não bater com você, dá uma olhadinha na lista das melhores praias de Florianópolis pra escolher uma que combine mais com seu perfil. E pra noite, vale conferir os melhores lugares de balada em Florianópolis.

Dia 3 – Praias do leste: Mole, Joaquina e Lagoa da Conceição
O leste da ilha é o lado mais selvagem, com ondas, dunas e a paisagem que aparece em todo cartão-postal de Floripa. Comece pela Praia Mole: areia clara e fininha, mar com ondas, público mais jovem. A estrutura é limitada (poucos quiosques, comida cara), então a ideia é só contemplar a paisagem e dar um mergulho. Atenção que o mar costuma ter correnteza forte — fique nas áreas sinalizadas.

De tarde, segue pra Praia da Joaquina, que fica logo ao lado. O mar também é bravo, com onda forte (não à toa, é um dos berços do surf brasileiro), mas o que rouba a cena ali são as dunas gigantes. Dá pra alugar uma prancha de sandboard por uns R$ 30 e descer as dunas — programa que diverte adulto e criança igual. A faixa de areia tem montanha de um lado, duna do outro e mar de frente; é uma das paisagens mais marcantes da ilha.

Fim de tarde e noite na Lagoa da Conceição
Quando o sol começar a baixar, vai pra Lagoa da Conceição, o coração do leste da ilha. O Bar do Boni tem um deck ao ar livre com vista pra lagoa, música ao vivo todo dia, cerveja gelada e ótimas porções — ideal pro pôr do sol. Depois, desce a pé pro centrinho da Lagoa, onde tem lojinha, bar, restaurante e aquela brisa noturna gostosa.
Se você gosta de cerveja artesanal e botecagem boa, dá uma olhada nos melhores pubs e bares de Florianópolis pra incluir um na noite.

Dia 4 – Imersão no Centro Histórico
No quarto dia, dá uma pausa nas praias e mergulha na parte histórica. O Centro de Florianópolis é compacto e dá pra fazer tudo a pé. Comece pela Praça XV de Novembro, com sua famosa figueira centenária — diz a lenda local que dar uma volta por baixo dela traz boas energias. Na praça também ficam palmeiras imperiais, o monumento aos Heróis da Guerra do Paraguai e a Catedral Metropolitana, um dos prédios mais antigos da cidade, com acervo de arte sacra tombado.

Ao lado fica o Palácio Cruz e Sousa, que abriga o Museu Histórico de Santa Catarina. A entrada custa em torno de R$ 10 e vale muito a pena: o palácio em si já é lindo (excelente lugar pra foto) e o museu tem alas temáticas cobrindo a história do estado desde os tempos pré-colombianos. O acervo inclui móveis, roupas, documentos, fotografias e seções dedicadas à escravidão na região. Tem exposição permanente e temporária, então vale checar o site antes pra ver o que estará rolando.

Se você gosta dessa pegada cultural, vale conferir nossa lista dos melhores museus em Florianópolis pra escolher mais alguns pelo caminho.
Andando mais um pouco, você chega no Mercado Público de Florianópolis, fundado em 1851. É o ponto certo pra almoçar bem comendo pouco: peça uma sequência de camarão, pastel de camarão com caldo de cana ou um prato de frutos do mar num dos boxes — costuma sair em torno de R$ 60 a R$ 90 por pessoa. Sente, observa o movimento e curte o melhor de Floripa popular.

Noite boêmia no Centro
O Centro à noite vira o point boêmio da cidade. Vá até a rua Victor Meirelles, recheada de bar de rua: Madalena, Atelier 389, Janelinha Bar e No Class são bons pontos de partida. Na paralela, a Rua Tiradentes, tem o Canto do Noel (com samba de vez em quando), o Fala Marquinho e a Don’t Tell Mama, balada descolada. Só fique esperto: muito desses lugares funcionam só de quinta a domingo.

Dia 5 – Praia do Campeche + Ilha do Campeche
A Praia do Campeche é uma das mais bonitas e selvagens da ilha. O mar é agitado (não é a melhor pra banho), mas é uma praia daquelas pra chegar cedinho, sentar e ficar contemplando a paisagem. Areia branca e fina, faixa enorme.
O programa principal do dia, porém, é a Ilha do Campeche, considerada um dos maiores cartões-postais de Floripa: água azul-turquesa, areia clara, vibe quase caribenha. Foi declarada Patrimônio Arqueológico e Paisagístico pelo IPHAN e tem controle ambiental rígido — entram só cerca de 800 pessoas por dia. Em alta temporada, as vagas esgotam cedo, então chega no horário de abertura da bilheteria do barco. A gente errou nessa uma vez: foi num sábado de janeiro depois do almoço e não conseguiu mais lugar.
O barco custa em torno de R$ 150 por pessoa e sai da Praia da Armação, Campeche ou Barra da Lagoa. Na ilha, dá pra alugar guarda-sol e cadeira, fazer trilha guiada pra ver sítios arqueológicos (gravuras rupestres) e mergulho. As águas são calmas e ótimas pra banho — bem diferentes da praia continental.

Noite na Ponte Hercílio Luz iluminada
Pra fechar o dia, vá ver a Ponte Hercílio Luz iluminada. É a maior ponte pênsil do Brasil em vão livre (mais de 800 metros), inaugurada em 1926, e mudou tudo na cidade — antes dela, o transporte entre ilha e continente era só por barco. Depois de décadas fechada para restauração, ela foi totalmente reaberta a pedestres e ciclistas em 2019.
Os melhores pontos pra apreciar com calma são o Parque da Luz e a beira-mar continental. No fim de semana, a ponte fica fechada pra carros e você pode atravessar a pé ou de bike — programa imperdível, principalmente no fim de tarde.
Pra ingressos e tours guiados em Floripa (incluindo Ilha do Campeche, tour panorâmico da cidade, excursões a Blumenau e Pomerode), a gente recomenda comprar com antecedência por esse site que a gente usa em todas as viagens. Você reserva em reais, parcelado, com cancelamento gratuito em quase todos os passeios e tudo em português. Os passeios que mais valem a pena são:
- Tour panorâmico por Florianópolis
- Passeio de barco à Ilha do Campeche
- Excursão a Blumenau e Pomerode
- Tour pelas praias do norte e por Santo Antônio de Lisboa
- Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
- Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha

Dia 6 – Bate-volta pra uma cidade vizinha
O último dia pede um bate-volta. Santa Catarina tem destinos incríveis a poucas horas de Floripa, e a gente sempre acha que vale a pena dar essa esticada.
Balneário Camboriú
É o destino mais procurado de SC junto com Floripa, a cerca de 80 km. Saia cedo pra aproveitar bem. Vale conhecer o aquário, dar uma caminhada pela orla (que é cartão-postal puro), fazer o passeio de barco pirata e principalmente o Parque Unipraias, com bondinho que cruza a montanha entre a Praia Central e a Praia de Laranjeiras — a vista lá de cima é absurda.

Penha (Beto Carrero World)
O Beto Carrero World é o maior parque temático da América Latina, a 120 km de Floripa. São 14 milhões de m² com mais de 100 brinquedos divididos em áreas temáticas como Velho Oeste, Ilha dos Piratas e Avenida das Nações. Toma o dia todo — chegue na abertura.

Joinville
Maior cidade de Santa Catarina e ótima opção pra quem gosta de cultura, gastronomia e natureza. A herança alemã marca a arquitetura, os restaurantes (muito eisbein e marreco recheado) e a icônica Rua das Palmeiras.

São Francisco do Sul
É o terceiro município mais antigo do Brasil e o mais antigo de Santa Catarina. Você caminha por ruas de paralelepípedo cercadas de casario colonial, com a Mata Atlântica e praias incríveis ali do lado. O Centro Histórico é tombado pelo IPHAN.

Quer detalhes sobre cada destino? Olha nosso material sobre bate-volta saindo de Florianópolis.
Quanto custa fazer 6 dias em Florianópolis
Pra você ter uma noção geral de orçamento, separamos as faixas médias (variam bastante por temporada):
- Refeições: PF simples sai em torno de R$ 30 a R$ 50. Frutos do mar no Mercado Público, cerca de R$ 60 por pessoa. Restaurantes nas praias badaladas (Jurerê, Lagoa, Campeche), entre R$ 80 e R$ 120 por pessoa, sem bebida.
- Estrutura de praia: aluguel de kit (cadeira + guarda-sol) costuma sair entre R$ 30 e R$ 50.
- Passeio de barco à Ilha do Campeche: em torno de R$ 150 por pessoa.
- Museus do Centro: entrada em torno de R$ 10.
- Hospedagem (casal/diária): pousadas simples na Lagoa, Campeche ou Canasvieiras a partir de R$ 200 a R$ 350 em baixa; pode dobrar facilmente no verão.
Erros comuns que turista comete em Floripa (e como evitar)
Depois de várias viagens, esses são os tropeços que a gente mais vê repetidos:
- Encaixar 3 ou 4 praias distantes no mesmo dia: o trânsito de verão (especialmente nos acessos à Lagoa, Campeche e ao norte da ilha) come horas. Faz no máximo duas regiões por dia.
- Hospedar longe demais pra economizar: você acaba perdendo o que economiza em deslocamento e desgaste. Lagoa da Conceição, Campeche, Centro ou Norte (Jurerê/Ingleses) são as áreas mais práticas.
- Tentar ir à Ilha do Campeche sem planejamento: na alta temporada, as vagas do barco esgotam cedo. Chegue no horário da bilheteria ou compre o passeio com antecedência.
- Subestimar o mar bravo: Mole, Joaquina, Matadeiro e Campeche têm correnteza forte. Fique nas áreas sinalizadas.
- Tentar fazer tudo de ônibus: dá pra fazer, mas em 6 dias o tempo gasto com baldeação compromete o roteiro.
- Ignorar Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha: é abrir mão da melhor parte cultural e gastronômica da cidade.
Seguro viagem e chip pra Floripa
Pra viagens dentro do Brasil, seguro viagem nacional vale muito a pena — principalmente se você vai pegar estrada, fazer trilha (Lagoinha do Leste, Costa da Lagoa, Trilha da Feiticeira) ou levar criança. Atendimento médico fora da sua cidade pode dar uma dor de cabeça enorme com a rede do plano de saúde, e o seguro resolve isso na hora, com hospital particular e cobertura pra cancelamento ou atraso de voo. A gente usa esse comparador de seguros, que joga lado a lado todas as principais seguradoras — você ainda ganha 18% de desconto exclusivo do Grupo Dicas aplicado automaticamente.
Como você provavelmente vai estar sempre fora do hotel (puxando rota no Waze, pedindo Uber pra balada, mandando foto pra família), uma alternativa pra economizar dados móveis é usar o eSIM pré-pago. Esse chip de viagem que a gente usa tem planos pra Brasil também, ativação instantânea por QR Code e atendimento em português.
Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o roteiro de 6 dias em Florianópolis
Quantos dias são ideais para conhecer Florianópolis?
Entre 5 e 7 dias é o ponto ideal. Em 6 dias dá pra cobrir o norte da ilha (Jurerê, Ingleses), o leste (Joaquina, Mole, Lagoa), o sul (Campeche, Armação), o Centro Histórico e ainda fazer um bate-volta pra Balneário Camboriú ou Penha. Menos que isso, vira corrida; mais que isso, dá pra incluir trilhas mais longas como a Lagoinha do Leste.
Qual a melhor época para ir a Florianópolis?
Pra fugir do pico de preços e do trânsito do verão, as melhores janelas são de fim de março até o início de junho e de setembro até início de dezembro. O clima ainda é agradável, as praias ficam vazias e a hospedagem chega a custar metade do preço da alta temporada. Verão tem mais agito e beach clubs bombando, mas com o dobro do gasto.
Vale a pena alugar carro em Florianópolis?
Vale muito, sim. A ilha tem mais de 40 praias espalhadas em três regiões distantes (norte, leste e sul) e o transporte público funciona por terminais com baldeação, o que toma muito tempo. Pra um roteiro de 6 dias com bate-volta, carro alugado é praticamente obrigatório — sai mais barato que vários Ubers e te dá liberdade pra ir pra Balneário Camboriú ou Joinville no último dia.
Onde se hospedar em Florianópolis para um roteiro de 6 dias?
Depende do perfil. Lagoa da Conceição é a região mais central da ilha e fica equidistante das praias do leste, norte e sul — boa escolha pra quem vai alugar carro. Norte (Jurerê, Ingleses, Canasvieiras) é melhor pra quem quer mar calmo, agito e família. Centro funciona pra quem quer ficar perto de bares, restaurantes e Mercado Público. Sul (Campeche) é mais tranquilo, com clima de vila.
Como chegar à Ilha do Campeche?
Os barcos saem das praias da Armação, Campeche e Barra da Lagoa. A travessia dura cerca de 15 minutos e custa em torno de R$ 150 por pessoa (ida e volta). A ilha tem limite diário de visitantes (cerca de 800 pessoas), então na alta temporada as vagas esgotam cedo. O ideal é chegar no horário da abertura da bilheteria ou comprar o passeio com antecedência online.
É seguro nadar nas praias do leste de Florianópolis?
Mole, Joaquina, Matadeiro e Lagoinha do Leste têm mar com onda forte e correnteza, então requerem atenção. Fique sempre nas áreas sinalizadas e respeite as bandeiras dos guarda-vidas. Pra família com criança, prefira praias do norte como Daniela, Jurerê ou Canasvieiras, que têm mar calmo e raso.
Quanto custa uma viagem de 6 dias em Florianópolis para um casal?
Em baixa temporada, é possível fazer um roteiro confortável (hotel de boa, refeições em bons restaurantes, passeios principais e carro alugado) gastando entre R$ 5.000 e R$ 8.000 pelo casal, fora a passagem. Na alta temporada, esse valor pode dobrar — daí a importância de planejar pra ir em março, abril, maio, setembro ou outubro, quando o custo-benefício é muito melhor.
Vale a pena fazer bate-volta saindo de Florianópolis?
Sim, principalmente em viagens mais longas como essa de 6 dias. Balneário Camboriú (80 km) tem o Parque Unipraias e ótima estrutura turística, Penha (120 km) tem o Beto Carrero World, Joinville (180 km) é forte em cultura e gastronomia alemã, e São Francisco do Sul (200 km) tem um dos centros históricos mais antigos do Brasil. Todos cabem num dia, especialmente saindo cedo.Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis
- Guia completo de Florianópolis
- O que fazer em Florianópolis: 10 melhores passeios
- Melhores praias de Florianópolis
- Melhores hotéis em Florianópolis
- Melhores baladas em Florianópolis
- Melhores pubs e bares em Florianópolis
- Melhores museus em Florianópolis
- Clima e temperatura em Florianópolis
- Bate-volta saindo de Florianópolis
Floripa tem uma daquelas combinações raras: cidade grande com infraestrutura de capital, mas com mais de 40 praias selvagens, vilarejos açorianos preservados e uma cena gastronômica de frutos do mar de respeito. Em 6 dias dá pra mergulhar nessa diversidade toda sem virar maratona, desde que você planeje os deslocamentos com cabeça. Boa viagem!