
Floripa é daqueles destinos que a gente sempre volta e descobre coisa nova. São mais de 40 praias oficialmente reconhecidas, trilhas de mata fechada, lagoa, dunas, vilas açorianas, gastronomia de frutos do mar e uma vida noturna pra todo gosto. Não à toa o apelido virou Ilha da Magia.
Pra te ajudar a montar um roteiro sem perder nada, a gente reuniu aqui as 10 melhores coisas pra fazer em Florianópolis, com dicas práticas de quem já foi várias vezes: o que vale a pena, quanto custa em média, melhores horários, erros comuns de turista e como economizar.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos.
1. Curtir as melhores praias de Florianópolis
Floripa tem mais de 40 praias, uma mais linda que a outra, então a gente começa por elas. Se você procura outros tipos de passeio, é só rolar a página que tem muita coisa.
Praia dos Ingleses
Recebe esse nome por causa de um naufrágio inglês ocorrido entre o final do século 17 e o início do 18. É uma das praias mais movimentadas da ilha, com 5 km de extensão e ótima infraestrutura de hotéis e restaurantes. O nascer do sol por lá é de cair o queixo.
Se tiver ânimo, vale fazer a trilha da Feiticeira pelo costão norte: 2 km que ligam Ingleses à Praia Brava, de águas cristalinas e point dos surfistas. A Brava costuma reunir muita gente jovem, com música tocando na areia.
Praia da Daniela
Vizinha da badalada Jurerê, a Daniela é mais tranquila e quase deserta, com vegetação nativa preservada. Mar calminho, ótima pra ir com crianças. Dois pontos imperdíveis: o pontal da Daniela, que tem praia pros dois lados, e as praias secretas escondidas à direita atrás de algumas pedras. Dá pra ir caminhando da Daniela até a Praia do Forte, que é linda.
Praia de Jurerê
Você sabia que o bairro de Jurerê foi projetado por Oscar Niemeyer? A atmosfera é de luxo, com mansões, restaurantes chiques e carros importados pra todo lado. A praia tem mar calmo e boa estrutura.
Ali também ficam algumas das baladas mais famosas do Brasil, como Milk, Donna, Posh e P12, um beach club que no verão recebe nomes como Anitta e Alok. O Jurerê Open Shopping tem boas lojas e restaurantes. Se tiver tempo, dá um pulo na Jurerê Tradicional e em Canasvieiras, com coqueiros lindos.
Um aviso: Jurerê é a região mais cara da ilha. Almoço à beira-mar costuma sair em torno de R$ 90 a R$ 180 por pessoa, e entrada em festas em alta temporada pode passar de R$ 200. Achar que toda Floripa tem esse preço é um erro clássico — a cidade varia muito de bairro pra bairro.
Praia de Naufragados
Pra chegar em Naufragados é preciso fazer uma trilha de uns 2,5 km saindo da Caieira da Barra do Sul. A praia é praticamente deserta — daí o charme. O nome vem de duas embarcações portuguesas que naufragaram ali por volta de 1750.
O bônus são as piscinas naturais, com mais uns 20 minutos de caminhada por uma trilha à esquerda da praia. Em dias de sorte, dá pra ver golfinhos. À direita, outra trilha leva a um farol e canhões históricos, e dá pra avistar ao longe a fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba.
Praia do Pântano do Sul + Caverna do Pântano do Sul
Pântano do Sul é cheia de barquinhos e pescadores, com cara de vila tranquila. Pé na areia fica um dos restaurantes mais tradicionais de Floripa: o Bar do Arante, famoso pelos pratos com frutos do mar e pelos bilhetinhos colados em todas as paredes — costume que virou tradição há décadas.
Pra quem curte aventura e tem bom preparo físico, vale a trilha até a Caverna do Pântano do Sul, que é deslumbrante. O trajeto tem escaladas, então só vá acompanhado de guia profissional.
Praia do Matadeiro
Acesso por uma pequena trilha que começa perto da Praia da Armação. A natureza é bem preservada e o mar é bom pra banho. Vale combinar com a Armação e ir até a Ponta das Campanhas, que separa as duas praias e oferece vista panorâmica espetacular.
Praia do Santinho
Praia cheia de atrações: boa estrutura de restaurantes e barraquinhas, um costão lindo e, ao norte, as imponentes Dunas do Santinho. Ao sul, um museu arqueológico ao ar livre imperdível, com pinturas e artefatos rupestres estimados em mais de 5 mil anos.
O mirante tem uma das melhores vistas do nascer do sol na ilha. Daqui também sai uma trilha de 1,5 km até a Praia de Moçambique, linda e quase sempre vazia.
Praia do Campeche
Não é só de trilha que se vive uma praia. O Campeche é aquela praia perfeita pra chegar de manhã, sentar e passar o dia tomando uma cerveja, suco ou drink. Banho nem tanto, porque o mar costuma ser bem agitado — daí é o paraíso dos surfistas, inclusive sediando etapas de campeonato.
Da Praia do Campeche saem barcos pra Ilha do Campeche, que fica a cerca de 1,5 km da costa e merece um tópico só dela mais abaixo.
2. Conhecer a Ilha do Campeche
Considerada o “Caribe brasileiro”, a Ilha do Campeche tem água transparente, é área de preservação ambiental e tem trilhas leves de mata atlântica preservada. Imperdível pra quem tem pelo menos 4 dias na cidade.
O acesso é só por barco, principalmente saindo da Praia da Armação ou da Praia do Campeche. Os barcos operam principalmente em alta temporada e fins de semana com boa previsão do tempo. Como é área protegida, existe limite diário de visitantes — comprar com antecedência é essencial no verão.
Faixa de preço média: o barco de ida e volta sai em torno de R$ 120 a R$ 180 por pessoa, e passeios organizados com agência (incluindo transporte) ficam entre R$ 200 e R$ 350.
Pra deixar essa parte mais simples, a gente sempre usa esse site aqui pra reservar passeios e ingressos em qualquer viagem. É um dos maiores do mundo nesse tipo de serviço, com atendimento em português, cancelamento gratuito na maioria dos passeios e pagamento em reais sem IOF (e parcelado). Pra Floripa, vale conferir o passeio à Ilha do Campeche, o tour pelas praias, o tour panorâmico pela ilha e a excursão a Blumenau e Pomerode.
Erro comum: decidir de última hora em janeiro ou em feriado — muitos barcos já estão lotados ou nem operam por condição de mar. Lembre também de levar dinheiro em espécie (alguns serviços não aceitam cartão), água, lanche e protetor solar, porque a infraestrutura na ilha é restrita por questões ambientais.
3. Fazer a trilha do Gravatá
A essa altura você já percebeu que muita praia em Floripa tem acesso por trilha. A do Gravatá é considerada fácil — uns 50 minutos de caminhada — e o próprio caminho já vale o passeio, com muita mata e um mirante no meio que entrega vista panorâmica linda pra Praia Mole.
O ponto inicial fica perto do Bar do Boni, na Avenida das Rendeiras. A praia em si é pequenininha, mas muito bonita, com águas tranquilas e barrancos onde dá pra estender a canga e relaxar. Não tem estrutura, então leve água e um lanche.
4. Nadar nas piscinas naturais da Barra da Lagoa
As piscinas naturais da Barra da Lagoa são um paraíso pouco conhecido entre a Prainha da Barra e a Galheta (que é praia de nudismo). A trilha de acesso é tranquila, uns 15 minutos sem grandes desafios. No verão é uma delícia ficar mergulhando nos grandes poções de água cristalina.
Vale o aviso: pra entrar na água, é preciso pular das pedras direto pro mar, porque não tem areia. Não se preocupe — a maioria das pedras está no nível do mar. Outra dica: vá de tênis (chinelo é furada nessa trilha) e evite dias de mar agitado.
A Barra da Lagoa também é referência em aulas de surf pra iniciantes, pelo perfil das ondas e clima familiar. E vale combinar o dia com uma passada no Projeto Tamar, que faz educação ambiental sobre tartarugas marinhas.
5. Tomar banho na cachoeira da Solidão
O acesso é a partir da Praia do Saquinho, que por sua vez é acessada por uma trilha pequena e fácil que começa no final da Praia da Solidão. O Saquinho é praticamente deserto, e a trilha que leva à cachoeira também é tranquila.
A Cachoeira da Solidão é um paraíso de águas cristalinas que pouca gente conhece, mas que vale muito. Dica de quem já foi: chegue por volta do meio-dia, porque os raios de sol incidem diretamente e deixam a água ainda mais translúcida — fica uma cor inacreditável.
6. Ver as dunas da Joaquina (e fazer sandboard)
A Praia da Joaquina é uma das mais bonitas da ilha e também uma das mais cheias. Dica de ouro: vá cedo (em torno de 8h-9h) pra escapar do trânsito e garantir lugar na areia. Em dia de pico no verão, estacionar depois das 10h é um sufoco.
O grande destaque são as Dunas da Joaquina, onde dá pra alugar uma prancha de sandboard (o famoso “esqui-bunda”) por uma fração do dia. O aluguel costuma sair em torno de R$ 30 a R$ 50 a hora. E o pôr do sol nas dunas é espetacular.
7. Explorar o centro de Florianópolis
Muita gente foca só nas praias e ignora o centro — erro clássico de turista, porque o centro de Floripa é compacto e cheio de história. Comece pela Praça XV de Novembro, o ponto zero da cidade, onde estão:
- A figueira centenária, árvore enorme que fez sombra pras primeiras reuniões dos fundadores de adivinha qual time? O Figueirense.
- A Catedral Metropolitana, símbolo da cidade desde sua fundação em 1678.
- O Palácio Cruz e Sousa, lindíssimo, que hoje abriga o Museu Histórico de Santa Catarina e rende ótimas fotos.
A poucos minutos a pé fica o Mercado Público, que existe desde 1851. Ali você acha pescados super frescos e bares tradicionais — quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi sentar num desses bocões e comer pastel de camarão com caldo de cana enquanto via o movimento da rua. Almoço com frutos do mar nessa região costuma sair entre R$ 60 e R$ 120 por pessoa.
Na Rua Felipe Schmidt dá pra fazer boas compras (é a rua mais comercial). Pra almoçar, o Armazém Rita Maria tem ótimas opções. E se quiser curtir a noite, a Rua Victor Meirelles é um dos pontos mais boêmios da cidade, lotada de bares de rua — Madalena, Atelier 389, Janelinha Bar e No Class são alguns. Na paralela (Tiradentes) tem o boteco Canto do Noel (com samba às vezes), o Fala Marquinho e a Don’t Tell Mama, balada bem descolada. Atenção: a programação costuma rolar de quinta a domingo.
8. Atravessar a Ponte Hercílio Luz
Também no centro fica a Ponte Hercílio Luz, patrimônio histórico, artístico e arquitetônico do município. É a maior ponte pênsil do Brasil, com mais de 800 metros. Foi inaugurada em 1926 e mudou a vida da cidade — o transporte entre a ilha e o continente deixou de ser exclusivamente marítimo.
Depois de longa restauração, ela foi reaberta a pedestres e ciclistas e virou atração turística por si só, com áreas de lazer e visual privilegiado. Os melhores pontos pra fotografar a estrutura são o Parque da Luz e a beira-mar continental. Vale muito atravessar a pé: aos fins de semana, inclusive, só passam pedestres e bicicletas, sem carros.
9. Curtir o Ribeirão da Ilha (e Santo Antônio de Lisboa)
O bairro de Ribeirão da Ilha tem pegada histórica fortíssima: foi ali que os açorianos, primeiros imigrantes da região, se estabeleceram. A arquitetura colonial cheia de casinhas coloridas rende fotos incríveis. A Igreja Nossa Senhora da Lapa é muito antiga e merece visita. Tem ótimas opções de cafés e restaurantes — é um dos polos da gastronomia de frutos do mar e de ostras da cidade.
Aproveita pra incluir no roteiro Santo Antônio de Lisboa, outro reduto açoriano, com casario antigo, igrejas e ateliês. O pôr do sol por ali é um dos mais famosos da ilha — escolha um restaurante de frente pra baía e chegue por volta das 16h ou 17h pra pegar o melhor da luz. Em alta temporada, reserve o restaurante com antecedência, especialmente os de frente pro mar.
10. Ir até a Lagoa da Conceição e a Costa da Lagoa
A Lagoa da Conceição é um dos lugares mais lindos e gostosos de Floripa — e um dos nossos preferidos. Atmosfera de calmaria, gente praticando esporte na água e na grama, quiosques pé na areia. É um lugar delicioso pra estender canga, relaxar e ver o tempo passar.
Vale aproveitar as dunas no início da Avenida das Rendeiras pra sandboard ou esqui-bunda. E percorrer a Rendeiras de ponta a ponta: além da lagoa lindíssima do lado, é cheia de restaurantes. Se gosta de camarão, encara a famosa sequência de camarão — porção fartíssima servida em vários estabelecimentos.
O centrinho da Lagoa também é uma delícia, principalmente à noite, e fica a uma distância caminhável das Rendeiras. Pousadas, bares, restaurantes e lojinhas charmosas pra todo lado, com clima boêmio porque concentra muito estudante da UFSC e morador jovem.
Da Avenida das Rendeiras dá pra pegar um barco e passear pela Costa da Lagoa, com vista de tirar o fôlego. Pros mais aventureiros, a gente recomenda a trilha da Costa da Lagoa — uns 7 km de extensão passando por engenhos, casas antigas e uma vila de pescadores, terminando na cachoeira da Costa da Lagoa.
Quando ir a Florianópolis
O verão (dezembro a março) é o auge das praias, com temperaturas entre 28°C e 32°C — mas vem com trânsito intenso, lotação e preços altíssimos. A nossa dica: se puder, evite janeiro e feriados sem ter tudo reservado com antecedência. A logística vira um sufoco e os melhores passeios esgotam.
A primavera e o início do outono oferecem o melhor custo-benefício: clima ainda agradável, menos gente, preços mais baixos. O inverno é mais ameno (15°C a 22°C) e ótimo pra quem quer focar em gastronomia, centro histórico e cultura sem o aperto da alta temporada.
Aluguel de carro em Florianópolis (economize até 34%)
Floripa é uma ilha grande e espalhada — pra explorar diferentes regiões (norte, leste, sul, centro) sem depender de ônibus e gastar fortunas com apps, alugar carro compensa demais. E em alta temporada, subestimar distâncias é erro clássico: dá pra levar mais de 1h entre centro, Lagoa e algumas praias.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Ingressos e passeios em Florianópolis
Não faltam passeios diferentes na Ilha da Magia: tour panorâmico, barco pra Ilha do Campeche, excursão a Blumenau e Pomerode, tour pelas praias do norte, do leste e do sul. A nossa dica é comprar com antecedência pela internet, pois você paga mais barato, evita filas e não corre o risco do passeio esgotar — em alta temporada, isso acontece direto.
A gente sempre usa esse site aqui em todas as viagens — é um dos maiores do mundo nesse tipo de serviço, com preços ótimos, atendimento em português, cancelamento gratuito na maioria dos passeios e pagamento em reais sem IOF. Vale a pena reservar:
- Tour panorâmico por Florianópolis
- Passeio de barco à Ilha do Campeche
- Excursão a Blumenau e Pomerode
- Tour pelas praias do norte e por Santo Antônio de Lisboa
- Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
- Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha
- Bate-volta ao Beto Carrero World ou Balneário Camboriú
Seguro viagem pra Florianópolis
Mesmo em viagem dentro do Brasil, seguro viagem é uma proteção financeira que faz diferença: cobre consulta médica fora do convênio, remoção em caso de acidente em trilha (Floripa tem várias!), bagagem extraviada em voo doméstico e cancelamento de hospedagem. Em destino com tanta trilha, praia e esporte aquático, a chance de precisar é maior do que a gente imagina.
Pra contratar, a gente usa esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras de uma vez só e já vem com 18% de desconto exclusivo. Dá pra filtrar por cobertura, idade, esportes incluídos e contratar 100% online em reais.
Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Florianópolis
Quantos dias são ideais pra conhecer Florianópolis?
De 5 a 7 dias é o ideal pra conhecer as principais regiões da ilha (norte, leste, sul e centro) sem correria. Em 3 ou 4 dias dá pra ter uma boa amostra, mas vai sobrar muita coisa. Se a ideia é incluir bate-volta pro Beto Carrero ou Balneário Camboriú, considere pelo menos 7 dias.
Qual a melhor época pra ir a Florianópolis?
Pra praia, o verão (dezembro a março) é o auge — mas vem com lotação e preços altos. A melhor relação custo-benefício é a primavera (outubro/novembro) e o início do outono (abril), com clima ainda agradável, praias vazias e hotéis mais baratos. O inverno é ótimo pra quem foca em gastronomia, cultura e centro histórico.
Vale a pena alugar carro em Florianópolis?
Vale muito. A ilha é grande e as melhores praias estão espalhadas (Jurerê no norte, Lagoa no leste, Naufragados no sul). Sem carro, você fica dependendo de ônibus que demoram ou de apps que pesam no bolso. Em alta temporada, o aluguel compensa em 2 ou 3 dias.
Quais as praias mais bonitas de Floripa?
Entre as mais bonitas estão Naufragados, Lagoinha do Leste, Praia da Galheta, Praia do Gravatá e a Ilha do Campeche. Pra família com mar mais calmo: Daniela, Jurerê e Canasvieiras. Pra surf: Joaquina, Praia Mole e Campeche.
Como ir pra Ilha do Campeche?
Só por barco, principalmente saindo da Praia da Armação ou da Praia do Campeche. Em alta temporada, é fundamental comprar com antecedência, porque há limite diário de visitantes por ser área protegida. O passeio inteiro (ida, volta e tempo na ilha) leva o dia.
Quanto custa uma viagem pra Florianópolis?
Varia muito conforme época e estilo. Na alta temporada (verão), hospedagem boa pra casal sai a partir de R$ 400 a R$ 600 a diária, refeições em torno de R$ 60 a R$ 120 por pessoa em restaurantes médios, e passeios entre R$ 120 e R$ 350. Na baixa, dá pra economizar 40% ou mais.
É seguro viajar pra Florianópolis?
Floripa é considerada uma das capitais mais seguras do Brasil, mas, como qualquer destino turístico, exige cuidados básicos: não deixar objetos à vista no carro, evitar trilhas isoladas sozinho e ficar atento em festas e baladas em alta temporada.
Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis
Floripa tem aquela coisa rara de combinar tudo num lugar só: praia paradisíaca, trilha selvagem, vila histórica, lagoa pra esporte, gastronomia açoriana, vida noturna e bate-volta pra parque temático. Quem reserva com antecedência, monta um roteiro com calma e foge dos erros clássicos (subestimar distâncias, ignorar trilhas, achar que toda Floripa é Jurerê) sai de lá com a sensação de que voltaria amanhã. A gente sempre volta — e cada viagem rende coisas novas.





















