O que fazer de graça em Florianópolis: guia completo

Tá com o orçamento apertado e quer saber o que fazer de graça em Florianópolis? Boa notícia: a Ilha da Magia é um dos destinos mais fáceis do Brasil pra curtir gastando pouco (ou nada). Praias, mirantes, trilhas, lagoas, fortalezas em dias específicos, museus com entrada franca e centros históricos rendem vários dias de roteiro 100% gratuito.

A gente já foi pra Floripa um monte de vezes e o que mais surpreende é como dá pra ter um dia inteiro incrível só com canga, protetor solar e tênis de caminhada. Nessa matéria, a gente reuniu os melhores passeios gratuitos da ilha, com dicas práticas pra você não cair em pegadinhas que encarecem a viagem.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e passeios.

Caminhar pelo Centro Histórico e conhecer o Mercado Público

O centro de Florianópolis é compacto e cheio de coisa pra ver a pé, e isso já é, por si só, um passeio gratuito completo. Na Praça XV de Novembro, ponto zero da cidade, ficam dois símbolos importantes:

  • A figueira centenária, uma árvore enorme e linda que fez sombra pras primeiras reuniões dos fundadores de adivinha qual time? O Figueirense! Tem várias lendas sobre dar voltas em volta dela pra atrair sorte — rende foto boa e história melhor ainda.
  • A Catedral Metropolitana de Florianópolis, que desde a fundação, em 1678, virou um dos cartões-postais da cidade.

Figueira na Praça XV de Novembro

Ao lado da praça fica o Palácio Cruz e Sousa, que abriga o Museu Histórico de Santa Catarina. A fachada já vale a foto, e nos dias de entrada franca dá pra entrar e conhecer o acervo (vale checar a programação oficial antes de ir, porque a política de ingresso muda).

Caminhando pelo Centro Histórico, você vai esbarrar em prédios antigos, alguns tombados como patrimônio histórico. Pertinho dali, a poucos minutos a pé, está o Mercado Público, que existe desde 1851. A entrada é gratuita — você paga só pelo que consumir. É um dos melhores lugares pra sentir a vida local, ouvir música ao vivo em certos dias e provar peixe fresco, casquinha de siri e cerveja gelada sem precisar gastar muito.

Mercado Público de Florianópolis

Dica de quem já fez: emende o passeio no fim da tarde com a Ponte Hercílio Luz logo ali, que à noite fica iluminada e rende fotos lindas.

Atravessar a Ponte Hercílio Luz

Também no centro fica a Ponte Hercílio Luz, patrimônio histórico, artístico e arquitetônico do município. É a maior ponte pênsil do Brasil, com mais de 800 metros, e foi inaugurada em 1926 — um marco da época, porque permitiu que o transporte entre a ilha e o continente deixasse de ser exclusivamente por barco.

Depois de ficar muitos anos fechada, ela voltou a receber trânsito em 2020. Atravessar a pé é uma das experiências mais bacanas (e gratuitas) da cidade. Aos finais de semana, inclusive, ela costuma ser liberada só pra pedestres e bicicletas — sem carros — o que torna a caminhada bem mais gostosa.

Os melhores pontos pra ver a ponte com detalhes são o Parque da Luz (também gratuito, ótimo pra sentar na grama) e a beira-mar continental. No fim da tarde, com a luz batendo, é cinematográfico.

Ponte Hercílio Luz

Visitar o Museu da Imagem e do Som (MIS)

Curte um passeio cultural? O Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina foi criado pra preservar, documentar e expor acervos audiovisuais. Além do acervo físico, tem também um vasto arquivo virtual.

O MIS fica na Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 — Agronômica. O funcionamento costuma ser de terça a sábado das 10h30 às 21h e domingo das 10h às 21h, e em muitos períodos a entrada é gratuita ou a valores simbólicos. Como esse tipo de política muda, vale dar uma olhada no site oficial antes da visita.

MIS em Florianópolis

Conhecer o artesanato local na Casa da Alfândega

A Casa da Alfândega abriga, desde 1988, o projeto Galeria do Artesanato, com peças de artesãos de várias regiões de Santa Catarina. Dá pra ver de perto a confecção de rendas, bordados, cerâmicas, peças de inspiração açoriana e muito mais — é um jeito de conhecer a história local pelas mãos de quem faz.

A casa também expõe patrimônio imaterial, como folclore e manifestações populares. A entrada é gratuita e você só paga se quiser levar alguma obra pra casa. Ótimo programa pra dias mais frios ou tardes nubladas.

Casa da Alfândega em Florianópolis

Subir ao Mirante do Morro da Cruz

O Morro da Cruz está a cerca de 285 metros de altitude e tem uma das melhores vistas da cidade. De lá em cima, dá pra ver todo o centro, as baías norte e sul, parte do sul da ilha e a região continental. É um dos lugares mais bonitos da ilha pro pôr do sol, e o acesso é gratuito.

O caminho é todo asfaltado, mas subir a pé pode ser bem cansativo porque é íngreme. Dá pra ir de carro, táxi, app ou ônibus (a linha Morro da Cruz sai do Terminal Central e leva uns 15 minutos). O mirante costuma funcionar diariamente, em geral das 8h30 às 18h30, mas o horário pode variar — vale conferir antes.

Vista do Mirante Morro da Cruz

Como se locomover entre os passeios gratuitos

Esse é o ponto que faz muita gente economizar (ou não) na ilha. Floripa é grande, espalhada, e os passeios gratuitos estão pulverizados entre centro, norte, leste e sul. Pra aproveitar de verdade vários atrativos no mesmo dia, ter carro é o que mais faz diferença — combinar uma trilha de manhã, uma praia de tarde e um mirante no fim do dia fica fácil só assim.

A dica que a gente sempre dá é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site delas.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, sem IOF, e dá pra parcelar em até 12x. O atendimento é 24h em português, tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito alugando por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais — itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas, Sixt e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que também é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Aluguel de carro em Florianópolis

Se preferir não dirigir, dá pra fazer boa parte dos passeios gratuitos de ônibus urbano (conecta centro a Lagoa, Campeche, Pântano do Sul, Ribeirão e norte da ilha) e completar com aplicativo nos trechos sem cobertura. O preço da passagem fica em torno de poucos reais, mas o tempo de deslocamento é maior, principalmente na alta temporada.

Curtir o bairro Ribeirão da Ilha

O Ribeirão da Ilha tem uma pegada histórica forte: foi ali que os açorianos, primeiros imigrantes da região, se estabeleceram. O calçadão é charmosíssimo, com arquitetura colonial e casinhas coloridas perfeitas pra foto. A Igreja Nossa Senhora da Lapa é super antiga e vale uma visita pra dentro.

Caminhar pelo bairro, tirar foto na orla e curtir o pôr do sol é tudo gratuito. O que custa é se você quiser sentar num dos restaurantes de ostras (Ribeirão é a capital catarinense da ostra), mas mesmo isso dá pra fazer com calma — tem opções pra todo bolso.

Ribeirão da Ilha em Florianópolis

Conhecer Santo Antônio de Lisboa

Outro bairro açoriano lindo, do lado oposto da ilha (no noroeste), é Santo Antônio de Lisboa. Casario preservado, igreja antiga, ateliês de artesãos e uma orla com vista pra baía norte. É um dos pôr do sol mais famosos de Floripa — a vista do continente recortado pelo mar fica espetacular.

Passear pelo centro do bairro e descer até a orla é totalmente de graça. Os restaurantes de frutos do mar à beira-mar têm preços médios pra cima; se quiser economizar, leve um lanche e fique pelos bancos da orla ou pelo deque da igreja.

Ir até a Lagoa da Conceição

A Lagoa da Conceição é um dos lugares mais bonitos e gostosos de Floripa, e um dos nossos preferidos. Por ali é comum ver gente praticando esporte na água (stand up, caiaque, windsurf) e na terra (corrida, caminhada). A atmosfera é de calmaria e tem espaço pra estender canga na grama, relaxar e ver o pôr do sol.

Caminhar pela Avenida das Rendeiras é um programa por si só. De um lado a lagoa, do outro restaurantes, bares, lojinhas e feirinhas de artesanato. Lá no início da avenida ficam as dunas da Joaquina, onde dá pra subir, escorregar de sandboard ou só curtir a paisagem — e sim, a subida nas dunas é gratuita.

Tem também o Mirante da Lagoa da Conceição, na estrada que liga o centro à Lagoa, que rende uma das vistas mais clássicas da ilha. Custa zero e é parada obrigatória.

Lagoa da Conceição em Florianópolis

Conhecer as praias de Florianópolis

A natureza da ilha é exuberante: mais de 40 praias oficiais e, dependendo da fonte, mais de 100 cantinhos de areia entre prainhas, enseadas e costões. Circular e curtir essas praias é gratuito e, na nossa opinião, é o melhor programa de Floripa.

Algumas que valem entrar no roteiro:

  • Jurerê: mar calmo, faixa de areia extensa, boa pra famílias. Os beach clubs em volta são caros, mas a praia em si é pública e gratuita.
  • Praia Mole e Galheta: visual forte, mais procuradas por jovens, ótimas pra caminhada e foto.
  • Praia da Joaquina: reduto do surf, com as dunas famosas pra escorregar.
  • Praia do Matadeiro e Pântano do Sul: pegada de vila de pescador, sossegadas.
  • Praia do Campeche: longa faixa de areia, mar mais forte; a praia continental é grátis (o que custa é o barco até a Ilha do Campeche, se você quiser fazer).
  • Itaguaçu e Gravatá: menos óbvias, ótimas pra quem busca sossego.

Praia do Matadeiro

Erro comum: a gente errou nessa numa das primeiras viagens — fomos pra uma praia mais selvagem achando que tinha quiosque e voltamos famintos. Muita praia em Floripa não tem estrutura nenhuma, então leve canga, água, lanche e protetor. E não subestime o vento: o sol queima feio mesmo com cara de frio.

Encarar a trilha da Lagoinha do Leste

Se você curte trilha, a Lagoinha do Leste é a queridinha da ilha. Leva até uma praia de difícil acesso, praticamente selvagem, com um visual de cair o queixo. A trilha é gratuita, tem dois acessos principais (Pântano do Sul e Matadeiro) e leva em torno de 1h30 a 2h cada trecho, dependendo do ritmo.

Outras trilhas gratuitas que valem entrar no radar:

  • Trilha da Costa da Lagoa: passa por vilarejos, cachoeiras e mirantes, termina à beira da lagoa.
  • Trilha da Galheta: conecta praias e rende visuais fortes de mar e costão.
  • Trilha do Gravatá: acesso a uma praia pequena e reservada.

Dica de quem caiu na armadilha: vá com calçado fechado, leve mais água do que acha que precisa, comece cedo (pra não voltar no escuro) e cheque a previsão. Se for a primeira vez, pesquise bem o trajeto ou contrate um guia local — algumas dessas trilhas são mais exigentes do que parecem nas fotos.

Visitar a Lagoa do Peri

A Lagoa do Peri, no sul da ilha, é uma lagoa de água doce ótima pra família. A água é morna, calma e cristalina, com áreas de gramado, playground e trilhas curtas em volta. É um dos melhores programas com criança em Floripa, e a entrada é gratuita.

Em alguns acessos pode rolar cobrança de estacionamento privado (em torno de R$ 20 em alta temporada), mas o uso da lagoa em si não custa nada. Leve lanche, canga e tenha um dia inteiro de praia de água doce sem pagar absolutamente nada.

Aproveitar parques urbanos

Pra quem quer um passeio mais leve, sem se deslocar tanto, dois parques urbanos rendem belas horas de graça:

  • Parque Ecológico do Córrego Grande: trilhas leves, lagos, área de recreação infantil e muito verde dentro da cidade. Ótimo pra corrida, caminhada e observar pássaros.
  • Parque da Luz: ao lado da Ponte Hercílio Luz, perfeito pra sentar na grama, fazer piquenique e tirar foto da ponte.

Visitar fortalezas históricas (de graça em dias específicos)

Floripa tem três fortalezas históricas principais, construídas pra defender a ilha no século XVIII: São José da Ponta Grossa (norte da ilha, no continente), Santa Cruz de Anhatomirim (acessível por barco) e Santo Antônio de Ratones (também em ilha).

Normalmente cobram ingresso (em torno de R$ 15 a R$ 20, com meia pra estudantes). Mas tem um pulo do gato pra quem quer economizar: pelo projeto da UFSC, a visitação às fortalezas costuma ser gratuita no último domingo de cada mês, entre março e novembro. A da Ponta Grossa é a mais fácil de acessar de carro e dá pra emendar com a praia do Forte ou Jurerê no mesmo dia.

Dica: confirme nos canais oficiais antes de ir, porque a programação de dias gratuitos pode mudar de um ano pro outro.

Mini-roteiros 100% gratuitos pra você se inspirar

Pra facilitar a vida, montamos quatro ideias de dias inteiros sem gastar nada (além do transporte):

  • Dia histórico e cultural a pé no centro: Ponte Hercílio Luz → Parque da Luz → Praça XV e figueira → Catedral → Museu Histórico de SC (em dia gratuito) → Casa da Alfândega → Mercado Público.
  • Dia de natureza na Lagoa: Mirante da Lagoa da Conceição → caminhada pela Avenida das Rendeiras → dunas da Joaquina → fim de tarde na Praia Mole.
  • Dia açoriano: manhã em Santo Antônio de Lisboa (casario, igreja, orla) → tarde em Ribeirão da Ilha (calçadão, casinhas coloridas, pôr do sol).
  • Dia de trilha: trilha da Lagoinha do Leste saindo cedo, banho de mar na praia deserta e retorno antes do pôr do sol.

Erros comuns que encarecem (ou estragam) a viagem

  • Querer fazer todas as praias em poucos dias: a ilha é grande, o trânsito em alta temporada é pesado, e quem tenta encaixar muita praia no mesmo dia passa mais tempo no carro que na areia. Foque numa região por dia (norte, leste, sul ou centro).
  • Subestimar o vento e a mudança de tempo: Floripa tem frente fria a qualquer momento. Leve uma blusa mesmo em pleno verão.
  • Não levar dinheiro pra extras: a entrada nos passeios é grátis, mas estacionamento privado, água, lanche e banheiro às vezes são pagos. Reserve uns R$ 30 a R$ 60 por dia pra esses extras quando estiver de carro.
  • Ficar só no eixo Jurerê–Centro–Lagoa: o sul da ilha (Armação, Matadeiro, Pântano do Sul, Lagoa do Peri, Ribeirão) tem natureza mais preservada e muitos passeios gratuitos que o turista médio não conhece.

Quando a gente foi pela primeira vez, cometeu praticamente todos esses erros. Hoje a regra é simples: planejar por região, sair cedo, levar mais água do que parece necessário e nunca depender de quiosque em praia selvagem.

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o que fazer de graça em Florianópolis

É possível conhecer Florianópolis gastando pouco?

Sim, e bastante. A maior parte das atrações de Floripa — praias, mirantes, trilhas, lagoas, centro histórico, Mercado Público e bairros açorianos — tem acesso gratuito. Você gasta principalmente com hospedagem, transporte e comida.

Quais museus de Florianópolis têm entrada gratuita?

O Museu Histórico de Santa Catarina (Palácio Cruz e Sousa), o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), o Museu da Imagem e do Som (MIS) e a Casa da Alfândega costumam ter entrada gratuita, permanente ou em dias específicos. Vale confirmar nos sites oficiais antes de ir.

Dá pra visitar as fortalezas de Florianópolis de graça?

Sim, mas em datas específicas. Pelo projeto da UFSC, a visitação às fortalezas costuma ser gratuita no último domingo de cada mês, entre março e novembro. Nos demais dias, o ingresso fica em torno de R$ 15 a R$ 20.

Quais são as melhores trilhas gratuitas de Florianópolis?

Lagoinha do Leste, Costa da Lagoa, Galheta e Gravatá são as mais conhecidas e todas têm acesso gratuito. A Lagoinha é a mais famosa, mas exige preparo físico mínimo (cerca de 1h30 cada trecho).

As praias de Florianópolis são todas pagas?

Não, todas as praias têm acesso público e gratuito. O que pode custar é o estacionamento privado em áreas movimentadas (em torno de R$ 15 a R$ 30 na alta temporada) ou o consumo nos quiosques e beach clubs.

Qual a melhor época pra visitar Florianópolis economizando?

Fora de temporada (abril, maio, setembro e outubro) os preços de hospedagem caem bastante, o clima ainda é agradável e a cidade fica mais vazia. É ótimo pra curtir mirantes, museus, centro histórico e trilhas leves sem multidão.

Precisa de carro pra fazer os passeios gratuitos em Florianópolis?

Não é obrigatório, mas ajuda muito. O ônibus urbano cobre as principais regiões, porém é lento e lotado na alta temporada. De carro, dá pra combinar trilha de manhã, praia de tarde e mirante no fim do dia com facilidade.

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é dessas cidades que recompensam quem tem tempo e disposição pra andar. A maior parte das coisas mais bonitas da ilha não custa nada — só pede um par de tênis confortável, canga, garrafa de água e vontade de explorar. Com um pouco de planejamento, dá pra ficar uma semana inteira sem pagar entrada em quase nenhum passeio. Aproveita!