
Se tem uma coisa que define Bariloche tanto quanto a paisagem dos lagos e montanhas é o cheiro de chocolate que toma conta do centro. A gente costuma dizer que a cidade é a capital argentina do chocolate, mas na real ela é mais do que isso: as chocolaterias viraram atração turística por si só, com vitrines lindas, cafés, sorvetes e ambientes que valem a visita só pra olhar.
Neste guia a gente reuniu as lojas de chocolate imperdíveis em Bariloche, com horários, o que comprar em cada uma, faixas de preço e umas dicas de quem já errou (e acertou) por lá. Spoiler: quase tudo se concentra na Calle Mitre, então dá pra comparar várias casas a pé, numa caminhada só.
Quando a gente foi pela primeira vez, o erro clássico foi deixar a compra pro último dia e acabar correndo entre lojas lotadas. Aqui a gente conta como evitar isso. E não esquece: no nosso guia completo de Bariloche a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip e passeios.
1) Rapa Nui em Bariloche
A primeira da lista é a famosa Rapa Nui, super bem localizada na rua Mitre, número 202. Virou praticamente parada obrigatória no centro e é difícil quem passe por ali sem entrar pra comprar um chocolate ou outro.
Além das compras, dá pra sentar e tomar um sorvete ou, nos dias de frio, um chocolate quente que é uma delícia. Tem gente que jura que é o melhor lugar de Bariloche pra apreciar tudo que envolve chocolate.
E sabe o Franuí, aquele bombom de framboesa que ficou famoso no Brasil? Lá você encontra esse e vários outros sabores que nem chegaram por aqui. Uma curiosidade legal é que a marca foi fundada em 1996 por Diego Fenoglio, filho de Aldo Fenoglio, nome ligado à produção pioneira de chocolate na cidade — ou seja, tem peso histórico de verdade. Em algumas unidades você ainda encontra pista de patinação no gelo, ótimo pra quem está com criança.
A loja da rua Mitre funciona de segunda a sexta, das 8h30 à 0h30, e aos sábados e domingos, das 9h à 0h30.
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Hotéis: Maior inventário + melhor preço + atencedência = 35%
Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%
Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%
Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%
Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%
2) Mamuschka em Bariloche
Batendo de frente com a Rapa Nui, também na Calle Mitre, está a Mamuschka, uma das chocolaterias mais tradicionais e fotogênicas do centrinho. Recebe um fluxo enorme de gente o ano inteiro e é perfeita tanto pra comprar quanto pra dar uma pausa pra comer alguma coisa.
O que mais chama atenção são os chocolates lindamente decorados, que parecem mais obra de arte do que doce. Pra quem quer levar de recordação, é uma lembrança e tanto. E a dica da casa: experimente o sorvete de doce de leite, é de dar água na boca.
A loja abre diariamente, das 8h30 às 22h30. Só vai com paciência: na alta temporada costuma ter fila e espera, mas, na nossa opinião, vale cada minuto.

Como economizar nos passeios fora do centro
Olha, vale um aviso aqui: Bariloche não é só o corredor do chocolate. A cidade e a região ao redor são espalhadas, e os passeios mais bonitos — Circuito Chico, Cerro Catedral, Colonia Suiza, Villa La Angostura — ficam longe do centro. Por isso, alugar um carro faz toda a diferença pra você ir e voltar das chocolaterias e ainda explorar os lagos no seu ritmo.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras de uma vez e costuma achar valores bem mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
A grande vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, e a nota no ReclameAqui é excelente. A gente sempre aluga por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e pegar promoções já aplicadas na tarifa.
A gente também costuma pegar a proteção RentalCover, que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico. E prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo também, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Dica para economizar no hotel: Esse site, por ser o maior do mundo, tem uma negociação muito boa com a maioria dos hotéis de cancelamento gratuito. Isso é ótimo, pois o que mais faz você economizar é a antecedência. Assim, quanto antes você reserva um hotel, mais barato você paga. Então você já pode reservar, garantindo um preço menor. Se precisar cancelar no futuro, você não paga nada e é só um clique. Nós temos economizado MUITO com essa estratégia da antecedência.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
3) Del Turista em Bariloche
Seguindo na rua Mitre, não deixe de passar na Del Turista, uma megaloja super popular no centro e frequentemente citada entre as mais visitadas pelos brasileiros. Ela se apresenta como uma das casas com melhor chocolate artesanal de Bariloche.
A ideia ali é oferecer uma experiência gastronômica completa pros amantes do produto: dá pra encontrar desde chocolates e sorvetes artesanais até opções de padaria e café. Ou seja, atende todo tipo de gosto.
No quesito chocolate, você prova em barra, em alfajor, em raspas, em bombom, e tem até opções veganas. Os sorvetes seguem uma receita italiana exclusiva da família, então espere algo bem saboroso. A unidade central funciona das 8h30 à 0h.
4) Chocolaterie (VanWynsberghe) em Bariloche
Indo pra uma opção um pouco mais fora da curva, vale conhecer a Chocolaterie. Ela é a junção de herança familiar com qualidade e muito sabor, e foge um pouco do circuito turístico mais óbvio.
Por lá você compra chocolates em barra e trufas de sabores bem diferentes, quase únicos. Um diferencial é o uso de chocolate belga como base, além do cacau. E o ponto que mais agrada os turistas é a possibilidade de fazer uma degustação de chocolates, ótima pra provar várias delícias e ainda entender um pouco do processo de produção.
Se quiser garantir essa degustação, dá pra reservar com antecedência por esse site que a gente usa em todas as viagens — assim você já chega com a experiência marcada e não corre o risco de lotar. A loja fica na 9 de Julio 1171 e abre de segunda a sábado, das 9h às 20h.
5) Frantom em Bariloche
Fechando a lista, a Frantom, também na rua Mitre, com um espaço bonito e aconchegante, perfeito pra umas horas de descanso depois de passear pelo centro.
Lá você encontra mais de 70 variedades de chocolate. Entre os sabores que valem a pena: com amêndoas, mousse de chocolate com licor de doce de leite e nozes, com amendoim e o meio amargo.
A unidade mais movimentada é a da rua Mitre, mas a Frantom também tem endereços em Quaglia 111 e Bustillo 8696 — vale ver qual fica mais perto do seu hotel ou passeio. Funciona diariamente, das 7h30 às 23h.

Outras chocolaterias que valem a visita
Além das cinco principais, tem outras casas que merecem atenção e que muita gente acaba ignorando por ir só nas mais famosas:
- El Reino de los Chocolates: chama atenção pela decoração, com aquele carrossel turquesa que vira ponto de foto.
- Abuela Goye: tem forte tradição na região e presença até fora do centro, como na Colonia Suiza.
- Benroth: uma das mais antigas, estabelecida em 1965, com linha mais artesanal e gourmet. Justamente por ser menos turística, costuma ter produtos interessantes.
E, por falar em história, existe até um Museu do Chocolate em Bariloche: o Museo del Chocolate Havanna, instalado no espaço da antiga fábrica ligada à família Fenoglio, conectando o turismo atual à origem industrial do chocolate na cidade. Lá você encontra painéis informativos, exibições interativas, maquinários, antiguidades e demonstrações ao vivo dos confeiteiros. Tem também uma loja com os produtos Havanna, ótima pra levar lembrancinha pra família e amigos no Brasil.
Quanto custa o chocolate em Bariloche
Os preços variam bastante de marca pra marca e dependem do peso e do formato, mas dá pra ter uma noção geral:
- Barra artesanal pequena: em torno de R$ 5 a R$ 15.
- Alfajores locais: em torno de R$ 5 a R$ 15 a unidade ou embalagem simples.
- Caixas presenteáveis e produtos premium: em torno de R$ 30 a R$ 100 ou mais, especialmente nas lojas mais gourmet ou com apresentações elaboradas.
- Degustações e cafés: elevam o ticket médio, principalmente nas casas com serviço de mesa, sorvetes e sobremesas.
Uma dica de quem já comparou: faça compras olhando preço, peso e formato. Nem sempre a loja mais famosa é a melhor relação custo-benefício, e a variedade ali é enorme.
Dicas pra aproveitar o corredor do chocolate
- Priorize a Calle Mitre: é onde se concentram as principais chocolaterias, a poucos minutos de caminhada umas das outras. Dá pra comparar tudo num passeio só.
- Vá no fim da tarde ou começo da noite: as vitrines ficam mais bonitas com a iluminação interna, mas se a ideia é comprar com menos fila, prefira logo após a abertura ou no meio da tarde, fora do pico das excursões.
- Pergunte sobre degustação: algumas casas deixam provar antes de comprar, especialmente as que também funcionam como café.
- Confira o endereço da unidade: várias marcas têm mais de uma filial, inclusive fora do centro.
- Leve espaço na mala: chocolate amassa e derrete em transfer longo, então deixe as últimas lembranças pra comprar perto do fim da viagem.
E, importante: pra uma viagem a Bariloche, o seguro viagem vale muito a pena. O atendimento médico no exterior costuma sair caro, e um imprevisto sem cobertura pesa no bolso. A gente sempre usa esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo nosso e ajuda a achar a melhor cobertura pelo menor preço.
Outro item que a gente nunca esquece é o chip de viagem pra ter internet o tempo todo, ainda mais pra abrir o mapa entre uma chocolateria e outra. Dá pra garantir o seu ainda no Brasil com esse chip de viagem que a gente usa — chega configurado e é só ativar ao desembarcar.
Pra aproveitar bem as chocolaterias do centro e ainda voltar tranquilo dos passeios, ficar perto da Calle Mitre faz toda a diferença. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Bariloche:
Perguntas frequentes sobre chocolate em Bariloche
Qual é a melhor loja de chocolate em Bariloche?
Não existe uma única resposta, porque depende do gosto. A Rapa Nui e a Mamuschka são as mais famosas e completas, com café e sorvete. Mas vale comparar com a Del Turista, a Frantom e marcas menos turísticas como a Benroth, que costumam ter ótima relação custo-benefício.
Onde ficam as chocolaterias em Bariloche?
A maioria se concentra na Calle Mitre, no centro, que virou praticamente um corredor do chocolate. Algumas marcas têm filiais fora do centro, como a Frantom (Quaglia 111 e Bustillo 8696) e a Abuela Goye (Colonia Suiza).
Quanto custa um chocolate em Bariloche?
Uma barra artesanal pequena ou alfajor sai em torno de R$ 5 a R$ 15. Caixas presenteáveis e produtos premium costumam ficar entre R$ 30 e R$ 100 ou mais, dependendo da marca e da apresentação.
Bariloche é mesmo a capital do chocolate?
Sim, é assim que a cidade é conhecida na Argentina. A tradição vem da produção pioneira ligada à família Fenoglio, e a quantidade de chocolaterias no centro é enorme. Hoje elas funcionam como lojas, cafés e atrações turísticas ao mesmo tempo.
Qual o melhor horário pra visitar as chocolaterias?
Pra comprar com menos fila, vá logo após a abertura (por volta de 8h30 a 9h) ou no meio da tarde, fora do pico das excursões. Pra curtir o clima das vitrines iluminadas, o fim da tarde e começo da noite são mais charmosos. Muitas casas ficam abertas até 22h30 ou mais tarde.
Vale a pena ir ao Museu do Chocolate em Bariloche?
Se você curte história, vale. O Museo del Chocolate Havanna ocupa o espaço da antiga fábrica ligada à família Fenoglio e tem painéis, exibições interativas, maquinários e demonstrações ao vivo. Tem ainda uma loja pra comprar lembrancinhas.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas para economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
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No fim das contas, passear pelas chocolaterias de Bariloche é quase um passeio à parte da viagem. A gente sempre sai de lá com a mala mais pesada e arrependido de não ter levado mais. Reserve uma tarde inteira pro corredor da Calle Mitre, compare as lojas com calma e prove tudo que puder — vale cada mordida.






