
Bariloche é um daqueles destinos que cabe no bolso de quem planeja direito. Dá pra conhecer os lagos, o chocolate, a neve e o Circuito Chico gastando bem menos do que parece, desde que a gente acerte na época, na passagem e em algumas estratégias que vão ao longo deste guia.
A gente já foi pra lá em temporadas diferentes e a diferença de preço entre julho cheio e uma viagem em setembro é absurda. Aqui a gente reuniu tudo o que aprendeu na prática pra você economizar ao máximo sem abrir mão de aproveitar.
E não esquece: aqui no nosso Guia de Bariloche a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato em tudo, de hotel a comida, transporte, seguro, chip e ingressos.
Quando ir pra gastar menos
O preço em Bariloche muda muito conforme a época, então essa é a primeira decisão que pesa no orçamento. A alta temporada de neve, principalmente a segunda quinzena de julho, é o período mais caro: passagem, hotel, aluguel de roupa e passeios disparam, e tem férias escolares no meio.
Se o seu foco é economizar, a meia estação é a melhor pedida. Fim de maio, setembro e outubro costumam ser os meses mais baratos pra voar pra Bariloche, com clima ainda agradável e bem menos lotação. O verão (dezembro a fevereiro) tem preços mais amigáveis que julho, mas sobe nas festas de fim de ano.
Um erro clássico de brasileiro é achar que julho é o único mês com neve. Em muitos anos dá pra pegar neve e bons preços em fim de junho, agosto e setembro. Vale acompanhar a previsão antes de fechar tudo.
Passagem aérea: o maior gasto da viagem
O primeiro item que você precisa olhar é a passagem aérea. Quanto antes você compra, mais chance de pegar bom preço e bons assentos. Na nossa experiência, o ideal é comprar até uns 4 a 6 meses antes da viagem.
Pra ter uma ideia, fizemos uma simulação saindo de Guarulhos (São Paulo) pro aeroporto de Bariloche e deu uma média de 3 mil reais ida e volta. Dá pra achar na faixa dos 2 mil em promoção, ou passar dos 4 mil comprando em cima da hora.
O caminho mais comum é Brasil → Buenos Aires → Bariloche (BRC), com o trecho interno operado por companhias como Aerolíneas Argentinas, Flybondi e JetSMART. O crescimento das low-cost na Argentina tem ajudado a baratear esses trechos internos fora da altíssima temporada.
Algumas dicas que funcionam pra pagar menos: voar terça ou quarta costuma sair mais barato que sábado; voos ao meio-dia/tarde tendem a ter tarifa média menor que os noturnos de pico; e setembro/outubro aparecem como os meses mais em conta. Crie alertas de preço e teste comprar o voo até Buenos Aires com milhas e o trecho interno separado.
Pra encontrar a passagem mais barata, a gente sempre usa esse comparador de passagens aéreas, que busca em todas as companhias de uma vez. Ele poupa você de entrar site por site e é um dos mais conhecidos e confiáveis do Brasil, sempre achando os melhores preços pra gente.

Aluguel de carro: o segredo pra economizar e ver mais
Bariloche é espalhada: as atrações mais legais ficam fora do centro, na Avenida Bustillo, no Circuito Chico, no Cerro Catedral e até em Villa La Angostura. Por isso, na nossa opinião, alugar um carro é a melhor forma de se locomover por lá e por toda a Patagônia argentina, principalmente se você está em grupo dividindo os custos.
Com carro você tem flexibilidade total: para nos mirantes que quiser, faz piquenique à beira do lago e não fica refém de horário de ônibus no frio. Em grupo de 3 ou 4 pessoas, o valor por cabeça fica baratíssimo. A gente já achou carro por 212 reais a diária em baixa/média temporada (em julho sobe bastante).
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Do aeroporto ao hotel: transfer ou ônibus
Se você não for alugar carro, o aeroporto (BRC) fica a cerca de 13 km do centro e tem algumas opções pra chegar. A mais barata é o ônibus público, mas exige atenção aos horários e a esperar no frio no inverno.
A alternativa mais tranquila é o transfer, que a gente sempre acha o melhor pra quem está chegando pela primeira vez. Os transfers são veículos privativos ou compartilhados que fazem o percurso de forma prática e segura, com o motorista te esperando com uma plaquinha na saída do desembarque.
As vantagens são várias: você marca a hora exata da busca, paga adiantado (o que evita golpe de táxi com turista), e os carros são confortáveis e cabem bem as bagagens. Em casal ou grupo de 3-4, dividir a corrida sai quase no mesmo valor do transfer por pessoa.
A gente reserva pelo esse pesquisador de transfers, que é um dos maiores do mundo e costuma ter ótimos valores. É só escolher origem, destino, data, horário e número de pessoas que ele mostra os carros disponíveis, privados ou compartilhados.

Passeios e atrações: como economizar nos ingressos
Dá pra economizar muito nos passeios com algumas estratégias simples. A primeira é a dica da antecedência: comprar antes, pela internet, costuma ser mais barato e evita encontrar ingresso esgotado e fila na bilheteria.
A segunda é a dica do IOF: comprando no site oficial das atrações, a compra sai na moeda do país, você paga IOF e não consegue parcelar. Por isso a gente prefere sites que já cobram em reais.
Um site que a gente tem usado muito em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo, tem praticamente todos os ingressos e passeios de Bariloche, e já costuma ser dos mais baratos. A grande vantagem é poder pagar em reais (sem IOF) e parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas, você só dá uma gorjeta pro guia no final.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar sem custo nenhum.
- Atendimento em português: suporte 24h, caso precise.
Pra quem quer gastar pouco, vale fazer alguns passeios por conta própria. O clássico Circuito Chico dá pra fazer de ônibus local ou de bicicleta, parando nos mirantes, nas praias do lago e na região do Llao Llao, gastando basicamente transporte e lanche. As excursões com agência ficam na faixa de 80 a 180 reais por pessoa, então uma boa estratégia é escolher 1 ou 2 passeios pagos imperdíveis e fazer o resto sozinho.
O Cerro Otto também dá pra subir de teleférico pagando só o ingresso na base. A dica é evitar os extras (foto oficial, cafeteria giratória), que costumam custar mais que o próprio ingresso. E tem muita coisa de graça: trilhas leves na região do Llao Llao, mirantes na estrada do Circuito Chico, a Playa Bonita e outras praias do Nahuel Huapi, além do pôr do sol no lago, que é uma experiência de luxo totalmente gratuita.
Neve e ski: onde mora o vilão do orçamento
Se o seu plano é neve, é aqui que o orçamento aperta. O combo transporte até o Cerro Catedral + aluguel de roupa + aluguel de equipamento + aula + passe de montanha pesa bastante.
Pra quem só quer ver neve, vale fazer um passeio de meio dia em vez de passar vários dias esquiando. E uma dica importante: alugue a roupa de neve em lojas do centro, que costumam ser mais baratas que nas estações. Leve camadas básicas do Brasil e alugue o resto nos primeiros dias.
Pra quem sonha em esquiar com pouco orçamento, a pedida é 1 dia de aula + ski pass em baixa temporada, procurando pacotes combinados, e fugindo dos feriados e da segunda quinzena de julho. Antes de fechar qualquer passeio, confira sempre o que está incluído: alguns não incluem refeição, equipamento ou entrada, e o barato sai caro.
Alimentação: comer bem sem estourar
A boa notícia é que a Argentina não é cara pra comer, e dá até pra fazer refeições sofisticadas em restaurantes de luxo por preços bons. Bariloche é famosa pelos chocolates, cervejas artesanais, massas, carnes e pratos patagônicos como cordeiro, truta e cervo.
Se o orçamento é apertado, a dica que a gente sempre faz é ir num mercado (La Anónima, Carrefour) logo no primeiro dia e comprar itens pra petiscar no café da manhã e à tarde, deixando pra gastar no almoço e/ou jantar. Fique atento ao menu del día em restaurantes simples, que sai por valor fechado, e evite os restaurantes turísticos no jantar em plena alta temporada.
Dá pra se virar gastando em torno de 150 reais por dia por pessoa em lugares mais econômicos. Pra um orçamento mais folgado, reserve algo como 300 reais por dia. E pra levar chocolate e alfajor de presente, comprar caixas em mercado sai bem mais barato que nas lojas famosas.

Compras: o que levar de Bariloche
Tem turista que adora fazer compras no exterior. Se esse for o seu caso, vale levar algo em torno de 1 mil reais pra voltar com novidades na mala. Com orçamento curto, dá pra separar uns 500 reais pra um vinho e algumas lembrancinhas.
Os melhores lugares pra fazer compras em Bariloche são:
- Rua Mitre
- Galeria del Sol
- Shopping Patagônia

Chip de celular pra usar internet à vontade
Numa viagem ao exterior, ter internet faz toda a diferença: pra usar GPS (essencial se você for de carro), procurar informação, falar com quem está com você ou no Brasil. Por isso vale incluir o chip no orçamento.

Depois de anos testando vários chips viajando pelo mundo, o que a gente mais gosta e usa até hoje é esse chip de viagem que a gente usa. Por ser empresa brasileira, o atendimento é todo em português. A internet é ilimitada e você escolhe pela quantidade de dias, e já tem o eSIM (chip virtual) que chega por e-mail e instala no mesmo dia, sem esperar nem pagar frete. Dá pra achar um chip de 7 dias pra Argentina por uns 50 reais.
Pesos argentinos: como levar dinheiro pagando menos
Outro item que pesa no orçamento é o dinheiro pra usar por lá. A forma que virou a nossa preferida pra levar dinheiro pra Bariloche e toda a Argentina é usar uma conta global em dólar, que tem se tornado a melhor opção pra viagens ao exterior, não importa o país.

Com essa conta global que a gente usa, você cria a conta em dólar nos Estados Unidos em poucos minutos, direto do Brasil, exigindo só a sua CNH ou RG. Aí dá pra colocar dólares na conta e usar na Argentina e em qualquer país do mundo, economizando muito.
Quem abrir a conta com o código de convidado GRUPODICAS20 ganha até 20 dólares ao fazer a 1ª remessa de câmbio em até 15 dias desde a abertura. Tendo a conta aberta, você envia dinheiro do Brasil (em reais) pra ela (em dólar) facilmente pelo app, e usa o cartão em qualquer estabelecimento do mundo, pagando na moeda local com o valor já descontado em dólar.

As principais vantagens dessa conta global:
- O câmbio é o COMERCIAL, bem menor que o de turismo cobrado em bancos e casas de câmbio. É uma ótima economia, sai tudo mais barato.
- Dá pra acumular dólares aos poucos quando a cotação está boa e ainda deixar investido rendendo até a viagem. Como serve pra qualquer país, você usa a mesma conta em todas as próximas viagens.
- Você também pode fazer saques em caixas eletrônicos no exterior pra ter dinheiro em espécie, e os dois primeiros saques são isentos de taxa. Vem com cartão de débito que passa em qualquer estabelecimento.
- Atendimento e suporte todo em português, sem taxa pra abrir ou manter a conta.
- Não esqueça de usar o cupom GRUPODICAS20 na abertura pra ganhar até 20 dólares.
Uma dica importante: evite trocar muito dinheiro no aeroporto, porque as casas de câmbio na cidade costumam oferecer condições melhores.
Seguro viagem pra ir tranquilo
Pra fechar com chave de ouro, vamos falar de seguro viagem. Pra Bariloche ele não é obrigatório por lei, mas na nossa opinião é imprescindível em qualquer viagem ao exterior, porque o atendimento médico fora do Brasil pode sair muito caro.
Se você passar mal por lá sem seguro, vai gastar muito com consulta, exame e até internação, além do trabalho de procurar um bom hospital. É aquela economia que não compensa. Pra ter uma ideia, um seguro pra Argentina custa em torno de 15 reais por dia, é muito barato.
As principais seguradoras são Travel Ace, Assist Card, GTA, Green Card e SulAmérica, e dá pra parcelar em até 12x no cartão. Pra comparar tudo de uma vez, é só acessar esse comparador de seguros, que faz uma busca completa nas maiores seguradoras e já vem com desconto exclusivo pros nossos leitores.
Roteiro econômico de 5 dias
Pra você visualizar quanto pode gastar e em quais dias vale investir um pouco mais, segue um exemplo de roteiro econômico:
- Dia 1: chegada, volta pelo Centro Cívico e mercado pra comprar café da manhã e lanches.
- Dia 2: Circuito Chico por conta própria (ônibus ou carro + trilhas leves) com piquenique.
- Dia 3: Cerro Otto, pagando só o ingresso e economizando nos extras.
- Dia 4: dia de neve mais completo no Cerro Catedral, escolhendo esse como o dia mais caro, mas bem planejado.
- Dia 5: manhã livre pra chocolates e souvenirs em conta nos mercados e volta.
Com criança ou viajando em casal, ficar bem localizado faz toda a diferença: menos transporte, mais tempo de passeio e hotel perto de tudo. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Bariloche:
Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre viajar barato para Bariloche
Qual a época mais barata para ir a Bariloche?
Fim de maio, setembro e outubro costumam ser os meses mais em conta, com passagem e hotel mais baratos, clima ainda agradável e menos lotação. A época mais cara é a segunda quinzena de julho, no pico da temporada de neve.
Dá pra ver neve em Bariloche sem ser em julho?
Sim. Em muitos anos há neve em fim de junho, agosto e setembro, com preços bem menores que em julho. Vale acompanhar a previsão antes de fechar a viagem pra pegar neve gastando menos.
Quanto custa, em média, a passagem aérea pra Bariloche?
Numa simulação saindo de Guarulhos, a média ficou em torno de 3 mil reais ida e volta. Comprando com antecedência e em promoção dá pra achar na faixa dos 2 mil; comprando em cima da hora pode passar dos 4 mil.
Vale a pena alugar carro em Bariloche?
Vale muito, principalmente em grupo. As atrações são espalhadas (Circuito Chico, Cerro Catedral, Avenida Bustillo, Villa La Angostura), e o carro dá flexibilidade e sai barato dividindo entre 3 ou 4 pessoas. A gente já achou diária por volta de 212 reais na baixa temporada.
Quanto preciso reservar por dia pra comer em Bariloche?
Dá pra se virar com cerca de 150 reais por dia por pessoa em lugares econômicos. Pra um orçamento mais folgado, reserve algo em torno de 300 reais por dia. Comprar no mercado e usar o menu del día ajuda bastante a economizar.
Como é melhor levar dinheiro pra Bariloche?
A opção que mais economiza é usar uma conta global em dólar, que usa câmbio comercial e tem IOF bem menor. Se preferir dinheiro em espécie, evite trocar no aeroporto, porque as casas de câmbio na cidade costumam ter condições melhores.
Preciso de seguro viagem pra Bariloche?
Não é obrigatório por lei, mas é altamente recomendado. O atendimento médico no exterior pode custar caro, e um seguro pra Argentina sai por volta de 15 reais por dia, valendo muito a pena pela tranquilidade.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina
- Economizando: quer aproveitar melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina da forma mais barata e segura.
- Carro: esse item facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se pensa em alugar, leia como alugar um carro em Bariloche pelo menor preço possível.
- Pesos: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para a viagem, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Bariloche pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro. Veja aqui como conseguir o melhor e mais barato seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Bariloche é um destino que recompensa quem planeja: acertando na época, na passagem e no carro, a gente conhece os lagos, a neve e o chocolate gastando muito menos. Quando a gente foi na meia estação, economizou tanto na passagem e no hotel que sobrou pra fazer um passeio extra. Boa viagem!
