O que fazer em Bariloche: 19 passeios incríveis

Bariloche é daqueles lugares que conquistam a galera em qualquer época do ano. No inverno, vira o paraíso da neve, com esqui, esquibunda e paisagens de cartão-postal. No verão, abre espaço pra trilhas, lagos cor de turquesa, caiaque e estradas cênicas de tirar o queixo. E o ano todo tem chocolate, cervejaria artesanal e mirantes de encher os olhos.

A gente reuniu aqui as 19 melhores coisas pra fazer em Bariloche, misturando os clássicos da montanha, os passeios de barco, o centro histórico e os programas gastronômicos. Tudo com dica prática de como chegar, melhor época e como economizar.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como a cidade muda de cara conforme a estação: parecia outro destino no verão e no inverno. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Bariloche a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

1. Esquiar no Cerro Catedral

Bariloche tem uma das melhores pistas de esqui da Argentina. O Cerro Catedral é o maior centro de esqui da América do Sul e o mais antigo e famoso do país, recebendo cerca de 250 mil visitantes por temporada de inverno. O ponto mais alto fica a 2050 metros de altitude e o mais baixo a 1030 metros.

São 120 quilômetros de pistas que podem receber até 35 mil esquiadores por hora. Tem 9 pistas pra iniciantes, 25 pra intermediários, 15 pra quem já é mais experiente e 10 das mais difíceis, só pra profissionais. No verão, o cerro vira point de trilhas, mountain bike e vistas da cordilheira.

Esquiar em Bariloche: Cerro Catedral

A estrutura é enorme: tem 19 lugares pra comer, hospedagem, lojas, parques e clubinhos pra crianças, escola de esqui, cerca de 7 mil equipamentos de esqui, 2 mil de snowboard e 45 canhões de neve artificial. Em alta temporada, vale comprar passes de esqui e teleféricos com antecedência pra não pegar fila.

Cerro Catedral em Bariloche

2. Ir até Piedras Blancas

Piedras Blancas é uma estação de neve onde você não pratica esqui ou snowboard como nas outras, mas sim o esquibunda, aquela descida no trenó. É um esporte super divertido e bom pra todas as idades, por isso é um ponto turístico bem recomendado pra famílias com crianças.

Piedras Blancas em Bariloche

Tem pistas com diferentes níveis de dificuldade e você não precisa se prender a regras e técnicas que o esqui exige. Lá também dá pra subir no teleférico e curtir a vista do alto. É uma ótima opção pra quem quer brincar na neve sem encarar o esqui de cara.

3. Conhecer o Cerro Campanario

O Cerro Campanario é uma montanha de 1049 metros de altura às margens do lago Nahuel Huapi. Você pega um teleférico de cadeirinha pra subir e a vista é estonteante, considerada por muitos uma das mais bonitas da região e do mundo. Dá pra enxergar até a divisa da Argentina com o Chile.

Cerro Campanário em Bariloche

O percurso de teleférico dura sete minutos e vale reservar um tempo lá em cima pra fotografar e curtir a paisagem 360° dos lagos Nahuel Huapi, Moreno e da península Llao Llao. No topo tem uma cafeteria onde dá pra tomar chocolate quente e comer waffles. A dica é ir num dia de céu aberto: fica de olho na previsão antes de subir.

Onde comprar os ingressos e passeios de Bariloche?

Vamos te dar várias dicas de como economizar muito na compra dos ingressos e passeios. Vai sair realmente mais barato!

Dica da antecedência: comprar antes, pela internet, é quase sempre mais barato. Nas bilheterias, além de costumar sair mais caro, o ingresso pode já ter esgotado pro dia que você quer. E você ainda perde um tempo precioso na fila.

Dica do IOF: se comprar no site oficial das atrações, vai ser uma compra na moeda do outro país. Você paga IOF e não consegue parcelar. Procure sites que já permitem o pagamento em reais.

Um site que a gente usa muito em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os ingressos e passeios de Bariloche. Ele já costuma estar entre os mais baratos, mas a maior vantagem é poder pagar em reais (evitando o IOF) e parcelar. Outras vantagens:

  • Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só paga uma gorjeta pro guia no final.
  • Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo algum.
  • Transfer: lá você encontra também o transfer do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você já paga adiantado (evitando golpes de taxistas com turistas), o motorista já sabe seu destino e te espera com uma placa com seu nome na saída do desembarque. Muito fácil e seguro.
  • Atendimento em português: suporte 24h e em português, caso precise de ajuda.

E não esquece: aqui no Guia de Bariloche tem um guia completo com tudo o que você precisa pra planejar a viagem pagando mais barato em tudo — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

4. Subir o Cerro Otto

O Cerro Otto é um passeio bem típico de quem visita Bariloche e fácil de encaixar na programação. É um morro com teleférico fechado (gôndola) que leva quatro pessoas por vez. Lá no topo dá pra ver neve, praticar esquibunda no inverno, fazer caminhadas curtas e conferir a famosa Confeitaria Giratória, a única do tipo na América do Sul.

Cerro Otto em Bariloche

Tem ainda lojinhas de lembrancinhas, galeria de arte e casa noturna. A vista do lago Nahuel Huapi rende fotos lindas. E olha: as atividades de neve por lá rolam o ano todo, não só nos meses de inverno.

5. Explorar o Cerro Viejo

O Cerro Viejo não está entre os cerros mais badalados, mas continua sendo um lugar legal de conhecer. O diferencial dele é a descida: você sobe no teleférico tradicional, mas desce num tobogã. Pra quem curte uma aventura e quer inovar, é uma experiência divertida, principalmente pra criançada.

Cerro Viejo em Bariloche

6. Fazer o Circuito Chico

O Circuito Chico é um dos passeios mais tradicionais de Bariloche e vale muito a pena. É um circuito de cerca de 60 quilômetros em torno do lago Nahuel Huapi, saindo do centro de San Carlos de Bariloche e chegando ao famoso Hotel Llao Llao, construído em 1948.

Circuito Chico em Bariloche

No percurso você passa por pontos como a Avenida Bustillo, o lago Nahuel Huapi, o Cerro Campanario, a Península Llao Llao e a Capela San Eduardo. Dá pra fazer de carro alugado, parando com calma, ou em excursão de meio dia (que costuma sair por volta das 13h-14h e voltar perto das 18h). A gente recomenda como primeiro passeio: ele dá uma visão geral da região pra organizar os outros dias.

7. Conhecer o Cerro Tronador e o Glaciar Ventisquero Negro

O Cerro Tronador é um passeio de dia inteiro até um dos picos mais altos da região, lá na fronteira com o Chile. Os destaques são as vistas impressionantes, as cascatas e o Glaciar Ventisquero Negro, um glaciar de aparência escura bem diferente de tudo que você vê na área urbana.

Em geral é feito com agência, por estradas de ripio (terra) dentro da área de parque nacional. Sai cedo, normalmente entre 7h e 9h, e volta no fim da tarde. Se você não tem experiência dirigindo em estrada de terra, o passeio guiado é a opção mais tranquila.

8. Fazer o passeio de barco até Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes

Um dos passeios de barco mais clássicos de Bariloche é o que vai até a Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes. A ilha tem trilhas e praias de água transparente, e o bosque abriga árvores de tronco cor de canela, uma espécie super associada à região.

Conta a lenda que esse bosque teria inspirado o cenário da floresta do Bambi — tem controvérsia, mas a história sempre aparece nos passeios. É um programa de quase o dia inteiro, comprado normalmente via agência ou operadoras específicas.

9. Visitar Puerto Blest e a Cascata de Los Cántaros

Outro passeio de barco famoso no lago Nahuel Huapi combina travessia de barco, caminhada leve e visita à cascata. O roteiro costuma incluir passarelas de madeira por dentro da floresta, com vários mirantes pelo caminho. É um daqueles programas que valem o dia todo pra quem ama natureza.

10. Conhecer o Centro Cívico

O charmoso Centro Cívico de Bariloche lembra as cidadezinhas dos Alpes europeus e é um dos pontos turísticos mais importantes da cidade. Inaugurado em 1940, é patrimônio histórico nacional, com prédios em estilo alpino. Vira ponto de encontro de turistas e moradores entre lojas, cafés e restaurantes.

Centro Cívico em Bariloche

Ali estão o monumento a Julio Roca, o Museu de la Patagônia, a Catedral de Bariloche, a Prefeitura e uma pequena praça com vista direta pro lago. O melhor é que dá pra conhecer tudo a pé. A nossa dica é ir no primeiro dia, pra já “sentir” a cidade.

  • Não deixe de passear na Rua Mitre: ela é a mais importante de Bariloche. Fica no Centro Cívico e concentra a maioria dos restaurantes, lojas, bancos, casas de câmbio, agências turísticas e comércios. É bem movimentada e vale dar uma passeada por lá ao menos uma vez, de dia ou de noite.
Rua Mitre em Bariloche

11. Visitar a Catedral de Bariloche

Quando estiver passeando pelo centro, vale visitar a Catedral de Bariloche, que homenageia Nossa Senhora de Nahuel Huapi. É a igreja católica mais importante da cidade e fica a uma curta caminhada do Centro Cívico.

Catedral de Bariloche

Inaugurada em 1946, foi construída em estilo neogótico, com muitas pedras e um pé-direito bem alto que chama atenção pela imponência. As fotos por lá ficam lindas, principalmente com os vitrais coloridos. É uma parada bacana pra um momento mais contemplativo.

12. Comprar na Galeria Del Sol

A Galeria Del Sol fica na Rua Mitre, que a gente mencionou ali em cima. É um centro comercial importante, com várias lojas boas pra compras: artesanato, objetos de decoração, souvenirs, lembrancinhas e roupas de frio. O local é bonito e até rende uma foto.

Galeria Del Sol em Bariloche

IMPORTANTE: pra uma viagem a Bariloche, o seguro viagem e o chip de celular são dois itens indispensáveis. O atendimento médico fora do Brasil pode sair bem caro, e ficar conectado faz toda diferença pra usar mapas e reservar passeios na hora. A gente sempre compra nesse comparador de seguros (que já vem com 18% de desconto exclusivo) e usa esse chip de viagem, que dá pra deixar tudo pronto ainda no Brasil. Além de economizar, a gente nunca teve dor de cabeça com nenhum dos dois.

13. Conhecer o Museu de La Patagônia

O Museu de La Patagônia, no Centro Cívico, é uma ótima dica de o que fazer em Bariloche. Existe desde 1940 e o prédio é considerado Monumento Histórico Nacional. Por meio de um acervo rico de objetos, painéis e gravuras, a exposição conta a história da região da Patagônia.

Museu de La Patagônia em Bariloche

O museu também retrata a história do naturalista Francisco P. Moreno, que doou o terreno. O espaço é dividido em 11 salas, como as de Ciências Naturais, Pré-história, Etnografia, História Regional e exposições temporárias. Abre de terça a sábado e a entrada é gratuita — ótimo programa pra um dia mais frio ou de chuva.

14. Se deliciar no Museu do Chocolate

Bariloche é conhecida como a capital argentina do chocolate, então o Museu do Chocolate é parada quase obrigatória. Fica na Avenida Exequiel Bustillo e, além do museu, a cidade está cheia de lojas famosas pra você comprar o doce.

Museu do chocolate em Bariloche

O local tem visitas guiadas frequentes que mostram a história do chocolate, desde o cacau até esculturas feitas de chocolate maciço, com direito a degustação. Uma boa pedida é montar um “tour do chocolate”: entrar em várias lojas do centro, provar, comparar e levar lembrancinhas. A tradição vem forte da herança alemã e suíça dos imigrantes da região — por isso Bariloche é chamada de “Suíça argentina”.

15. Explorar o Parque Nacional Nahuel Huapi

Pra quem gosta de atividade ao ar livre e paisagens de tirar o fôlego, o Parque Nacional Nahuel Huapi não pode faltar no roteiro. Lá dá pra fazer trilhas pra todos os níveis, praticar esportes aquáticos, andar de caiaque e fazer passeio de barco pelo lago.

Parque Nacional Nahuel Huapi em Bariloche

Entre as trilhas mais legais estão a do Cerro Llao Llao (um circuito moderado de uns 5 a 6 km com vistas da península) e o caminho até o mirante e a cachoeira do Lago Gutiérrez (mais tranquilo, ótimo pra meio dia). Pra quem curte trekking pesado, o Refúgio Frey, saindo da base do Cerro Catedral, é uma trilha mais exigente (cerca de 12 km ida e volta) e linda no verão. Dá pra ir de carro alugado ou agendar com agência.

16. Conhecer a culinária de Bariloche

O que não falta em Bariloche são restaurantes excelentes. Principalmente no jantar, comer na cidade é uma atração à parte. Os restaurantes servem a legítima carne argentina, o cordeiro patagônico, truta e muitas opções de fondue, especialmente no inverno.

Restaurante Boliche Alberto em Bariloche

A cozinha da Patagônia mistura influências argentinas e europeias. Pra comer uma boa carne argentina, a gente recomenda o Boliche Alberto. Já o Família Weiss tem ambiente rústico e serve a típica comida patagônica. Leia também o texto sobre os melhores restaurantes em Bariloche.

17. Curtir as cervejarias e a vida noturna

Pra quem gosta de mais agito, os bares em Bariloche são uma ótima pedida. Tem dos mais variados tipos. O mais diferente de todos é o Ice Bar, todo feito de gelo, dentro do Hotel Panamericano, com temperaturas entre -5 e -8 °C e um drink de cortesia na entrada.

A cidade também é um polo de cerveja artesanal: a Cervecería Blest foi o primeiro pub a produzir a própria cerveja por lá, e ainda tem casas como a Patagonia Brewery, muitas com vista pros lagos e montanhas. Terminar o dia numa cervejaria com vista do lago é um programa que a gente sempre repete.

Cervecería Blest em Bariloche
  • Conhecer as baladas em Bariloche: as baladas em Bariloche são muito boas e agradam vários estilos. A Cerebro, por exemplo, tem decoração que mistura vanguarda e conceitos modernos.
Balada Cerebro em Bariloche

Ela tem quatro bares, dois lounges VIP, iluminação de última geração, sistema de laser, telas de TV enormes e som excelente. São dois ambientes: a The Main Room, com rock e pop, e a Disco House, com eletrônica.

18. Fazer o passeio noturno La Cueva

La Cueva é o nome de um passeio noturno bem legal. Os visitantes são levados ao Cerro Catedral durante a noite, pra pilotar quadriciclos na neve e desfrutar de um jantar servido dentro de uma caverna bem aconchegante.

É um passeio mais caro, mas dá a oportunidade única de ver Bariloche e suas paisagens lá de cima da montanha, à noite. Pra quem quer algo diferente, vale o investimento.

Passeio La Cueva em Bariloche

19. Curtir o passeio Noite Nórdica

A Noite Nórdica é parecida com o La Cueva, mas costuma sair mais em conta. Os turistas também pilotam quadriciclos, dessa vez nos arredores e bosques do Cerro Otto, e o jantar acontece no Refúgio Arelauquen. Também foge do comum e rende uma noite bem divertida pra quem está em busca de algo diferente.

Passeio Noite Nórdica em Bariloche

Melhor época pra visitar Bariloche

Bariloche é destino pra todas as estações, mas cada uma tem sua cara. No inverno (de junho a início de setembro), o foco é neve, esqui e atividades na montanha, com temperatura geralmente entre 0 °C e 8 °C na cidade. A maior chance de neve garantida nas estações vai de meados de julho a meados de agosto — em junho e setembro algumas pistas podem estar fechadas, dependendo do ano.

No verão (de dezembro a fevereiro), com temperaturas mais agradáveis (em torno de 15 a 25 °C) e dias longos, é a melhor época pra trilhas, lagos, caiaque, mountain bike e cavalgadas. Já as meias-estações (outubro-novembro e março-abril) costumam ter o melhor custo-benefício: menos gente, preços mais baixos e paisagens lindas — flores na primavera e folhagens coloridas no outono.

Uma dica de quem já errou nessa: não tente enfiar esqui + passeio de barco + circuito longo todos em poucos dias. Neve cansa, deslocamento é lento e você acaba exausto. Vale alternar dias de atividade intensa com dias mais leves de chocolate, centro histórico e mirantes fáceis.

Dicas práticas pra economizar e aproveitar mais

Você não precisa fechar tudo do Brasil. As agências de receptivo no centro funcionam até tarde, por volta das 21h, e dá pra usar o dia da chegada pra comparar e reservar. Isso te dá a chance de adaptar o roteiro à previsão do tempo, essencial pros passeios de mirante e barco.

O ideal é reservar com antecedência só o que corre risco real de esgotar (passeios super concorridos em altíssima temporada) e deixar o resto pra decidir no local. Lembra também da inflação argentina: os preços mudam rápido, então confirme valores poucos dias antes da viagem.

No inverno, vale a pena alugar as roupas de neve (calça, jaqueta, luvas) no centro da cidade se você só vai usar por alguns dias. E nunca subestime o sol e o vento patagônico: mesmo no frio, protetor solar, óculos escuros e protetor labial são essenciais por causa da reflexão da neve.

Pra ficar bem localizado e perto do Centro Cívico, dos restaurantes e das saídas de passeio, escolher a região certa de hospedagem faz toda diferença e economiza tempo de deslocamento. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Bariloche:

Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Bariloche

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o que fazer em Bariloche

Quantos dias são ideais pra conhecer Bariloche?

O ideal é reservar de 4 a 5 dias pra dar conta dos clássicos sem correria. Com esse tempo, dá pra encaixar os cerros, o Circuito Chico, um passeio de barco, o centro histórico e ainda sobra fôlego pro chocolate e pras cervejarias.

Precisa alugar carro em Bariloche?

Não é obrigatório. A cidade tem ônibus urbanos que chegam a vários pontos turísticos, como Cerro Campanario e Llao Llao, e muitos passeios são vendidos via agência com transporte incluído. Mas pra roteiros mais flexíveis, como fazer o Circuito Chico no seu tempo, alugar carro por alguns dias dá liberdade. Pra trechos longos em estrada de terra, como o Cerro Tronador, o passeio guiado é mais seguro.

Qual a melhor época pra ver neve em Bariloche?

A maior chance de neve garantida nas estações de esqui vai de meados de julho a meados de agosto. Em junho e setembro pode haver pistas fechadas, dependendo do ano, então vale checar o status do Cerro Catedral antes de comprar passagens focadas em esquiar.

Dá pra visitar Bariloche no verão?

Com certeza, e é um dos melhores momentos pra quem ama natureza. No verão você curte trilhas, lagos, caiaque, SUP, mountain bike e cavalgadas, com clima agradável e dias longos. A neve dá lugar às paisagens verdes e aos lagos cor de turquesa.

Quanto custa a entrada nas atrações de Bariloche?

Varia bastante e os preços mudam rápido por causa da inflação argentina. Atividades simples e ingressos de teleférico costumam custar algumas dezenas de milhares de pesos por pessoa, enquanto passeios de dia inteiro (barco, Tronador, Sete Lagos) saem mais caros. Confirme os valores poucos dias antes da viagem.

Onde comprar os ingressos e passeios de Bariloche mais barato?

Comprar antecipado e pela internet costuma sair mais barato do que na bilheteria. A gente usa um comparador online que tem praticamente todos os passeios, permite pagar em reais (sem IOF), parcelar e oferece cancelamento gratuito — bem mais vantajoso do que comprar na moeda local.

Bariloche é bom pra ir com crianças?

Muito bom. Tem várias atrações pensadas pra famílias, como Piedras Blancas e o Cerro Viejo (com descida de tobogã), além da neve no Cerro Otto e dos passeios de barco. O esquibunda agrada todas as idades e não exige técnica.

Economize ao máximo na sua viagem à Argentina:

Bariloche é daqueles destinos que a gente sempre quer voltar — tem neve, lago, trilha, chocolate e cerveja artesanal pra todo gosto. Com essas 19 dicas e o planejamento certo, dá pra montar um roteiro completo aproveitando cada estação ao máximo. Boa viagem!