
Vai pra capital da Áustria e quer saber o que fazer em Viena sem se enrolar? A gente montou essa lista com os 16 melhores passeios da cidade, misturando os clássicos imperdíveis (Schönbrunn, Hofburg, Belvedere) com programas menos óbvios que fazem toda a diferença no roteiro.
Viena é uma cidade densa de história, música e arte — dá pra passar 3 ou 4 dias inteiros só arranhando a superfície. Quando a gente foi, o que mais surpreendeu foi como tudo é caminhável no centro: a maior parte das atrações fica a poucos minutos uma da outra, então dá pra encaixar bastante coisa num dia bem planejado.
E não esquece: aqui no guia completo da Áustria a gente reuniu tudo pra montar sua viagem pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
1. Palácio de Schönbrunn
Começando forte: o Palácio de Schönbrunn é o cartão-postal número um da cidade e um dos lugares mais visitados da Áustria inteira. Também chamado de “Versalhes de Viena”, foi a residência de verão da dinastia dos Habsburgo e é Patrimônio Mundial da UNESCO.
A construção é um exemplo de manual do barroco: fachada monumental, jardins simétricos, mais de 1.400 salas ricamente decoradas. Dentro, os destaques são a Sala do Milhão, a Sala dos Espelhos (onde Mozart tocou aos 6 anos pra imperatriz Maria Teresa) e a Great Gallery.


O que você precisa saber:
- Endereço: Schönbrunner Schloßstraße 47, 1130
- Horário: todos os dias, aproximadamente das 8h30 às 17h30 (varia um pouco com a estação)
- Ingresso: em torno de 18 a 30 euros por adulto, dependendo do tipo de tour (Imperial, Grand Tour, combo com Zoo)
- Como chegar: metrô linha U4, estação Schönbrunn ou Hietzing
Erro clássico de brasileiro: reservar 1-2 horas e sair correndo. O complexo tem palácio, jardins imensos, mirante Gloriette, labirinto e o zoológico mais antigo do mundo em funcionamento (século XVIII). Reserva meio período inteiro. E olha: os jardins são gratuitos — só se paga pelas áreas internas. Muita gente ignora isso e perde uma das partes mais bonitas.
Uma dica: essa visita guiada com horário marcado evita a fila que se forma no verão e feriados, além de vir com explicações em português que rendem muito mais a visita.
2. Palácio Hofburg
O Hofburg é maior e mais complexo do que parece pela fachada. Foi a residência oficial de inverno dos Habsburgo por séculos e hoje é a sede do presidente da Áustria. São mais de 2.600 salas em 20 hectares, com estilos que vão do gótico ao barroco.


Os três destaques imperdíveis dentro do complexo:
- Museu Sissi + Apartamentos Imperiais: conta a vida da Imperatriz Elisabeth (a famosa Sissi), personagem quase mítica da monarquia austríaca.
- Tesouro Imperial (Schatzkammer): coroas, cetros e joias históricas de tirar o queixo.
- Biblioteca Nacional Austríaca: a sala barroca é uma das mais bonitas do mundo, rende fotos absurdas e é sempre subestimada pelos turistas.
Info prática:
- Horários: os museus abrem em torno de 9h às 18h (varia por instituição)
- Ingressos: em torno de 15 a 23 euros pro combo Sissi + Apartamentos + Tesouro
- Como chegar: centro da cidade, dá pra ir a pé da Catedral de Santo Estêvão ou da Ópera
Combina a visita ao Hofburg com um passeio pelos jardins anexos — o Volksgarten e o Burggarten são perfeitos pra sentar num banco depois de tanto museu.
Erro comum: passar só pela fachada tirando foto e achar que “viu o Hofburg”. Sem entrar em pelo menos um dos museus, você perdeu o essencial.
3. Catedral de Santo Estêvão
A Catedral de Santo Estêvão (Stephansdom) é o marco central de Viena — se alguém marcar de te encontrar sem falar onde, provavelmente é aqui. Fica na praça Stephansplatz e é aquela catedral gótica de fachada afiadíssima com o famoso telhado colorido de mosaico (mais de 230 mil azulejos).

Dentro tem vitrais, altares esculpidos, um púlpito riquíssimo e catacumbas que guardam restos mortais de mais de 10 mil pessoas. O Sino Pummerin, com 21 toneladas, é um dos maiores da Europa.
Info essencial:
- Endereço: Stephansplatz 3, 1010
- Entrada na nave: gratuita
- Torre Sul (a pé, escada estreita): em torno de 7 euros, aberta cerca de 9h às 19h — a vista panorâmica compensa o cansaço
- Torre Norte (elevador): em torno de 7 euros, mais confortável, ideal com criança ou mobilidade reduzida
- Catacumbas: tour guiado de cerca de 6 a 7 euros
- Como chegar: metrô U1 ou U3, estação Stephansplatz
Dica de ouro: muita gente entra na nave, tira foto e acha que “viu a catedral”. Subir uma das torres e descer nas catacumbas são experiências completamente diferentes — vale reservar 2h e fazer tudo.
Falando em se localizar bem: pra andar por Viena sem estresse, ter internet no celular faz muita diferença. A gente sempre viaja com esse chip de viagem. Dos que a gente testou, é o que dá conexão mais estável na Europa inteira e ainda tem o melhor preço pelo nível do serviço.
Onde comprar ingressos em Viena pagando mais barato
Antes de continuar a lista, uma dica que economiza dinheiro de verdade. Comprar ingresso em bilheteria em Viena é ruim por três motivos: sai mais caro, você pega fila e o horário desejado pode ter esgotado.
Dica da antecedência: comprar online e com antecedência é sempre mais barato e garante que você entra na hora que quer.
Dica do IOF: comprando no site oficial das atrações, o pagamento é em euro, com 3,5% de IOF e sem parcelar. Prefira sempre sites que já cobram em reais.
A gente usa muito esse site que a gente sempre usa em todas as viagens. É um dos maiores do mundo em passeios e tem praticamente tudo em Viena. Vantagens que fazem diferença:
- Pagamento em reais: zero IOF e dá pra parcelar
- Cancelamento gratuito: flexibilidade total se mudar de planos
- Free tours: tem tour a pé pelo centro histórico só pagando gorjeta ao guia
- Transfer aeroporto-hotel: mais barato que táxi, pago adiantado (sem golpe de taxista com turista), motorista te espera com placa no desembarque
- Atendimento em português 24h: se der qualquer problema, você resolve rápido
4. Museums Quartier (Quarteirão dos Museus)
O Museums Quartier, ou MQ, é um dos maiores distritos culturais do mundo — cerca de 60 mil metros quadrados que ocupam os antigos estábulos imperiais. Reúne museus de peso, galerias, cafés e áreas de convivência ao ar livre.

Os destaques:
- Leopold Museum: a maior coleção de Egon Schiele do mundo, além de obras importantes de Gustav Klimt
- MUMOK: Museu de Arte Moderna Ludwig Foundation, referência em contemporâneo
- Kunsthalle Wien: exposições temporárias inovadoras
Cada museu custa em torno de 15 a 20 euros. Uma dica: vá no fim da tarde. Você faz um museu e depois curte o pátio central com aquelas poltronas coloridas (as famosas “Enzis”), com um copo de vinho ou cerveja. É um dos melhores programas de fim de dia em Viena.
5. Passeio de barco pelo Danúbio
Ver Viena da água muda a perspectiva e ainda te faz passar por vários pontos turísticos de uma vez. Os barcos partem principalmente dos cais próximos à Reichsbrücke e Schwedenplatz.

Nossa recomendação: fazer o passeio à noite, com o centro antigo iluminado — muda tudo. Tem opção de passeio com jantar incluído que é uma pedida certeira pra casais, com música ao vivo de tabernas austríacas.
6. Mercado Naschmarkt
O Naschmarkt está em funcionamento desde 1780 e é praticamente uma instituição em Viena. “Nasch” em alemão significa algo como “petiscar” — e é exatamente isso que você vai fazer aqui.
São mais de 1 km de barracas com frutas, especiarias, queijos, embutidos, produtos locais e restaurantes de todo tipo de cozinha. É a nossa dica gastronômica principal da lista: comer aqui sai bem mais barato do que os restaurantes turísticos da região da Catedral e da Ópera, e a experiência é infinitamente melhor.

- Endereço: Linke Wienzeile, entre as estações Kettenbrückengasse e Karlsplatz
- Horário: segunda a sábado das 7h às 23h (comidas até um pouco antes); fechado aos domingos, exceto restaurantes
- Refeição: em torno de 12 a 20 euros por pessoa em bistrôs
Uma dica que a gente adorou: esse tour gastronômico te leva nas melhores barracas com um guia que explica o que provar. Vale muito a pena pra quem tem só um dia e quer descobrir os melhores sabores sem errar.
7. Parque Prater e Roda Gigante
O Prater é um parque enorme com dois lados: uma área verde imensa (era antiga zona de caça imperial) e um parque de diversões, o Wurstelprater, que é um dos mais antigos do mundo em funcionamento.

O símbolo aqui é a Wiener Riesenrad, a roda-gigante inaugurada em 1897. Tem 60 metros de altura e virou ícone de Viena depois de aparecer em filmes clássicos como “O Terceiro Homem”. Foi destruída na Segunda Guerra e reconstruída com metade das cabines — as outras estão expostas no local.
Info prática:
- Endereço: Riesenradplatz 2, A-1020
- Roda Gigante: em torno de 10 a 15 euros
- Outras atrações: pagas separadamente, entre 3,50 e 15 euros
- Horário do parque: sempre acessível; atrações têm horários variáveis por estação
Dica: vai perto do pôr do sol. A vista de Viena da roda-gigante na luz dourada é uma das melhores experiências gratuitas de contemplação da cidade (o ingresso vale muito). E não subestime o parque verde ao redor — é ótimo pra caminhar, correr ou fazer piquenique.
8. Hundertwasserhaus
Se você gosta de arquitetura fora do óbvio, o Hundertwasserhaus é imperdível. É um prédio residencial (as pessoas moram ali de verdade) projetado pelo artista Friedensreich Hundertwasser em parceria com o arquiteto Joseph Krawina, concluído em 1986.

A fachada é uma explosão de cores, mosaicos e formas irregulares. O artista tinha aversão a linhas retas — o resultado é um prédio com pisos ondulados, janelas de tamanhos diferentes e árvores plantadas no telhado. Não dá pra entrar nos apartamentos, mas você pode ver a fachada por fora, dar uma volta no Hundertwasser Village ao lado (com lojinhas e café) e passar num café.
- Endereço: Kegelgasse 36-38, 1030
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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
9. Cripta Imperial
A Cripta Imperial (Kaisergruft) fica embaixo da Igreja dos Capuchinhos e guarda os restos mortais de 12 imperadores, 19 imperatrizes e mais de 100 membros da família Habsburgo. Uma visita meio inusitada, mas fascinante pra quem gosta de história.

Os sarcófagos são obras de arte: mármore esculpido, bronze trabalhado, alguns absurdamente grandiosos (o duplo de Maria Teresa e Francisco I é o mais impressionante). Curiosidade meio mórbida: por tradição, os corações dos Habsburgo eram removidos e guardados em urnas de prata numa capela separada, na Igreja de Santo Agostinho.
- Endereço: Tegetthoffstraße 2, 1010
- Horário: todos os dias, das 10h às 18h
- Ingresso: em torno de 8 euros
10. Casa da Música (Haus der Musik)
A Haus der Musik é um museu interativo que agrada MUITO — inclusive quem acha que não curte museu de música. O espaço é dedicado ao som em todas as suas formas, misturando ciência, arte e história de um jeito lúdico.


Dá pra reger virtualmente a Filarmônica de Viena (que te “desaprova” se você errar o tempo — muito engraçado), tocar piano pisando numa escada, criar sons com sensores e explorar salas dedicadas aos grandes compositores que viveram em Viena (Mozart, Beethoven, Haydn, Schubert, Strauss). Programa perfeito pra família e pra quem viaja com criança.
- Endereço: Seilerstätte 30, 1010
- Horário: todos os dias, das 10h às 22h
- Ingresso: em torno de 16 euros por adulto
11. Museu Albertina
O Albertina fica coladinho na Ópera Estatal, então dá pra combinar os dois no mesmo dia sem esforço. É um dos museus mais importantes de Viena, com uma coleção que inclui Monet, Picasso, Munch, Modigliani, Chagall, Klimt e uma das maiores coleções gráficas do mundo (com Dürer, Rafael, Michelangelo em papel).


O prédio em si já vale a visita: são os antigos aposentos de estado dos Habsburgo, com salões luxuosíssimos preservados.
- Endereço: Albertinaplatz 1, 1010
- Horário: abre diariamente, geralmente 10h às 18h (quartas e sextas até 21h — vale conferir)
- Ingresso: em torno de 20 euros
12. Bosques de Viena (Wienerwald)
Os Bosques de Viena são cerca de mil quilômetros quadrados de vegetação nos arredores da cidade — uma área verde declarada Patrimônio Mundial da UNESCO. Era onde a família imperial caçava e hoje é o “pulmão” onde os vienenses vão fugir da rotina.

Tem trilhas pra todos os níveis, rotas de mountain bike, restaurantes rurais (os famosos Heurigen, tabernas de vinho novo) e vilarejos históricos como Grinzing e Baden. É um programa mais tranquilo, ideal pra quem tem 4-5 dias na cidade e quer variar do circuito de museus e palácios.
13. Casa de Mozart (Mozarthaus)
A Mozarthaus fica pertinho da Catedral de Santo Estêvão e é o único apartamento de Mozart em Viena que sobreviveu. Ele morou aqui entre 1784 e 1787, no auge da carreira, e foi onde compôs “As Bodas de Fígaro”, entre outras obras.

São 4 andares: no 3º você entende o contexto histórico da Viena da época, no 2º você conhece as óperas, no 1º está o apartamento em si. Aviso sincero: esse não é passeio imperdível, só faça se estiver com tempo sobrando ou se for muito fã de música clássica. Mas se rolar um concerto ao vivo na casa (por volta de 40 euros), aí sim vale muito.
- Endereço: Domgasse 5, 1010
- Horário: todos os dias, das 10h às 18h
14. Palácio Belvedere
Esse é imperdível. O Belvedere é um complexo barroco espetacular formado por dois palácios (Superior e Inferior) ligados por jardins impecáveis. E é aqui que fica “O Beijo”, de Gustav Klimt — provavelmente a pintura mais famosa da Áustria.


Além do Klimt, tem obras de Monet, Van Gogh, Renoir e Egon Schiele. O Salão de Mármore é onde foi assinado, em 1955, o tratado que restabeleceu a Áustria como país independente após a ocupação pós-guerra. O teto tem afrescos de Carlo Carlone que valem por si só.
- Endereço: Prinz-Eugen-Straße 27, 1030
- Horário: todos os dias, aproximadamente das 9h às 18h
- Ingresso Belvedere Superior: em torno de 18 a 23 euros
Erro comum: gente vai só “ver O Beijo” em 20 minutos e ignora o resto da coleção e os jardins. Reserva pelo menos 2h — e se for na primavera, os jardins entre os palácios são um cenário perfeito de fotos.
15. Museu Kunsthistorisches
O Kunsthistorisches (Museu de História da Arte) fica na Ringstraße, de frente pro Naturhistorisches (o Museu de História Natural, que também vale a visita), formando o conjunto arquitetônico gêmeo mais icônico da cidade — a Maria-Theresien-Platz.

Foi erguido no fim do século XIX pra abrigar a coleção de arte da Casa de Habsburgo — que é uma das maiores e mais valiosas do mundo. Dentro tem Rembrandt, Vermeer, Rubens, Ticiano, Rafael, Caravaggio e a maior coleção de Bruegel do planeta. A escadaria de entrada, com afrescos de Klimt, já é um espetáculo à parte. Reserva 3h pra fazer valer.
16. Ópera Estatal de Viena (Wiener Staatsoper)
Fechando a lista com um dos endereços mais icônicos: a Wiener Staatsoper, inaugurada em 1869 e considerada uma das melhores casas de ópera do mundo. A fachada mistura elementos renascentistas e barrocos, e o interior é opulento no melhor estilo imperial.


A temporada rola de setembro a junho, com repertório que vai de Mozart e Strauss até obras contemporâneas. A dica que ninguém conta: os ingressos “standing room” (em pé) são vendidos algumas horas antes do espetáculo por cerca de 10 a 15 euros. É uma forma barata pra caramba de ver uma ópera no lugar que virou referência mundial. Chega uns 90 min antes pra pegar bom lugar.
Se não vai ver espetáculo, os tours guiados pelo interior custam por volta de 10 a 15 euros e são bem interessantes.
Melhor época pra visitar Viena
Primavera (abril a junho): nossa época favorita. Temperaturas agradáveis, jardins de Schönbrunn e Belvedere floridos, dias longos. Preços razoáveis.
Verão (julho e agosto): alta temporada. Mais lotado, hotéis mais caros, mas com festivais e vida ao ar livre intensa.
Outono (setembro e outubro): o melhor custo-benefício. Clima ainda ótimo, cores lindas nos parques, menos turista.
Inverno (novembro a março): frio de verdade (pode nevar), mas os mercados de Natal transformam a cidade num cenário mágico. Se for pra sentir a atmosfera de conto de fadas, vale demais.
Erros comuns de brasileiros em Viena (evita esses)
- Subestimar o tempo em palácios: Schönbrunn e Hofburg pedem meio dia cada. Tentar encaixar os dois numa manhã só é receita de cansaço e visita corrida.
- Ignorar as partes gratuitas: os jardins de Schönbrunn e Belvedere, a nave da Catedral de Santo Estêvão, os parques Volksgarten e Burggarten — tudo grátis e imperdível.
- Comer só em restaurante turístico do centro: Naschmarkt, bairros como Neubau e as tabernas dos Bosques de Viena entregam experiência muito melhor por menos.
- Comprar transporte demais pra fazer o centro: a área histórica é toda caminhável. Passe de transporte só vale se você for pra Schönbrunn, Prater ou seu hotel estiver mais afastado.
- Achar que “free tour” é 100% de graça: a gorjeta ao guia (em torno de 10 a 20 euros por pessoa) faz parte da cultura e é como o guia se sustenta.
Aluguel de carro na Áustria (economize até 34%)
Dentro de Viena, você não precisa de carro nenhum — o transporte público é excelente e o centro é caminhável. Mas se você vai explorar a Áustria fora da capital (Salzburgo, Hallstatt, região dos lagos, Innsbruck) ou fazer bate-volta pra República Tcheca, Hungria e Eslováquia, alugar carro muda o jogo.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Pra escolher onde ficar em Viena com boa localização (perto do centro, do metrô e das principais atrações), esse é o ponto mais importante do planejamento. A gente montou um material com as melhores regiões e hotéis testados:
Seguro viagem pra Áustria (obrigatório)
Viajar pra Áustria sem seguro não é opção — é regra. Como o país faz parte do Espaço Schengen, o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Sem ele, você pode até ser barrado no controle de imigração.
E além da parte legal, o atendimento médico privado na Europa é caríssimo — uma consulta simples custa centenas de euros, uma internação passa fácil dos milhares. A gente sempre contrata esse comparador de seguros, que compara todas as principais seguradoras e já vem com 18% de desconto exclusivo pros nossos leitores. É a forma mais rápida e barata de garantir uma cobertura boa.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Viena
Quantos dias são ideais pra conhecer Viena?
O ideal é reservar de 3 a 4 dias inteiros pra Viena. Em 3 dias dá pra fazer os principais (Schönbrunn, Hofburg, Catedral, Belvedere, MuseumsQuartier, Naschmarkt). Com 4 ou 5 dias, você inclui Prater, Kunsthistorisches, Casa da Música e ainda tem folga pra explorar os cafés tradicionais e os Bosques de Viena sem correria.
Vale a pena comprar o Vienna Pass ou passe de museus?
Depende do ritmo. Se você pretende fazer 4-5 atrações pagas por dia e usar transporte público várias vezes, compensa. Se seu roteiro é mais tranquilo (2-3 atrações por dia), sai mais barato comprar os ingressos avulsos com antecedência.
O que fazer em Viena de graça?
Bastante coisa: entrar na nave da Catedral de Santo Estêvão, passear pelos jardins de Schönbrunn e Belvedere, caminhar pela Ringstraße, curtir os parques Volksgarten e Burggarten, ver o Hundertwasserhaus por fora, e fazer um free walking tour (só pagando gorjeta ao guia no fim).
Precisa alugar carro pra visitar Viena?
Não. Dentro de Viena, o transporte público (metrô, tram, ônibus) é um dos melhores do mundo, e o centro é totalmente caminhável. Carro só vale se você for pegar a estrada pra explorar o resto da Áustria (Salzburgo, Hallstatt, Innsbruck) ou países vizinhos.
Qual a melhor região pra se hospedar em Viena?
O 1º Distrito (Innere Stadt) é o coração histórico e coloca você caminhando pra tudo, mas os preços são mais altos. Os distritos 6, 7 e 8 (Neubau, Josefstadt) têm ótimo custo-benefício, atmosfera de bairro e ficam a poucas paradas de metrô do centro.
Preciso de seguro viagem pra ir a Viena?
Sim, é obrigatório. A Áustria integra o Espaço Schengen e exige seguro com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Sem ele, você pode ser barrado na imigração.
Qual o melhor mês pra ir a Viena?
Maio, junho e setembro entregam o melhor combo: clima agradável, jardins floridos, dias longos e menos multidões que julho/agosto. Dezembro também é mágico por causa dos mercados de Natal, mas o frio pede casaco pesado.
Dá pra fazer bate-volta a partir de Viena?
Sim, e vale muito. Bratislava (capital da Eslováquia) fica a 1h de trem. Salzburgo, cerca de 2h30. Melk e a região do Vale do Wachau, 1h. Budapeste, 2h40 de trem rápido. Todos são bate-voltas viáveis se você tiver 4-5 dias em Viena.
Economize ao máximo na sua viagem pra Viena
- Economizando: quer aproveitar melhor o orçamento? Veja a matéria de como viajar barato pra Áustria, com todas as dicas pra economizar sem abrir mão do que importa.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos pras atrações de Viena do jeito mais barato e seguro.
- Carro: se vai alugar pra rodar pela Áustria, veja como alugar carro na Áustria pelo menor preço.
- Euros: conheça a melhor forma de levar dinheiro pra Viena, com prós e contras de cada opção.
- Celular: garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. Mais fácil e barato.
- Hospedagem: veja onde ficar em Viena pra escolher a melhor região e economizar no hotel.
- Seguro viagem: veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de transfer aeroporto-hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Viena é uma daquelas cidades que rende. Quando a gente foi, saímos com a impressão de que dava pra voltar mais duas vezes e ainda descobrir coisa nova — entre cafés tradicionais, concertos, museus e vilarejos ao redor. Se seguir essa lista, com certeza vai aproveitar o essencial da cidade sem cair nas armadilhas de turista. Boa viagem!