
Se você vai pra Phuket e quer fugir só do combo de praia e balada, o Wat Chalong é uma parada quase obrigatória. É o templo budista mais importante da ilha e uma das visitas mais interessantes pra entender a espiritualidade tailandesa. E o melhor: a entrada é gratuita.
A gente já foi ali algumas vezes e é impressionante como o lugar consegue ser turístico e, ao mesmo tempo, seguir sendo um templo de verdade, cheio de tailandeses rezando, acendendo incenso e fazendo oferendas. Não parece cenário — parece o que é: um centro espiritual vivo.
Neste post a gente reuniu tudo o que precisa saber pra visitar o Wat Chalong sem cometer gafe: história, o que ver, horários, como chegar, etiqueta, melhores horários pra ir e os erros mais comuns dos brasileiros por lá. E não esquece: aqui no nosso guia completo da Tailândia a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
História do Wat Chalong: por que esse templo é tão importante
O nome oficial dele é Wat Chaithararam, mas praticamente ninguém em Phuket chama assim: pra todo mundo é Wat Chalong, por ficar no distrito de Chalong, no sul da ilha. As bases históricas apontam construção por volta de 1837, o que faz dele um dos templos mais antigos e reverenciados da região.
O templo é dedicado a dois monges muito venerados: Luang Pho Chaem e Luang Pho Chuang, que ajudaram a população local numa rebelião contra mineiros chineses no século XIX. Até hoje eles são considerados protetores da ilha, e por isso, ao entrar no salão principal, você vai encontrar estátuas em homenagem aos dois — muita gente reza ali pedindo proteção e agradecendo por curas.
Mais do que um ponto turístico, o Wat Chalong é um lugar que os moradores de Phuket realmente frequentam pra rezar. Isso faz o visitante ser quase um “convidado” na rotina espiritual dos locais — o que muda completamente a forma de andar por lá.

O que ver dentro do Wat Chalong
O complexo é bem maior do que muita gente imagina. Não é “um templo único”, é um conjunto de prédios, salas de oração, jardins e altares menores. Vale reservar pelo menos 1h a 1h30 pra explorar com calma.
O Grande Chedi (pagode principal)
A principal atração é o chedi, o grande pagode que você enxerga de longe. No topo é guardada uma relíquia de Buda, e você pode subir os andares por dentro — cada nível traz murais e painéis que contam a vida de Buda, o que dá uma ótima imersão cultural. E lá de cima, a vista de Phuket é linda, principalmente com luz de fim de tarde.
Salão dos monges venerados
É onde ficam as estátuas de Luang Pho Chaem e Luang Pho Chuang. Repare como os tailandeses interagem com o espaço: acendem incenso, colocam folhas de ouro nas imagens, se ajoelham em silêncio. É a parte mais espiritual da visita.
Jardins e construções auxiliares
Ao redor do chedi tem jardins bem cuidados, altares menores e prédios com aqueles telhados ornamentados típicos do sul da Tailândia, super fotogênicos. Reserve tempo pra andar sem pressa por essas áreas externas — é onde o templo respira.

Como chegar ao Wat Chalong
O templo fica na Chao Fah Tawan Tok Road (também chamada de Chao Fah West), em Chalong, região sul de Phuket. Não tem metrô nem trem na ilha, então a logística gira em torno de táxi, apps, scooter alugada ou tour organizado.
Distâncias médias a partir das principais bases:
- Phuket Town: cerca de 8 a 10 km ao sul.
- Patong: em torno de 20 km.
- Karon e Kata: entre 10 e 15 km.
Faixas de preço aproximadas por táxi/carro com motorista (por trecho, sujeitas a negociação e temporada):
- De Patong: em torno de ฿700–฿900.
- De Karon ou Rawai: algo como ฿500–฿700.
- De Phuket Town: em torno de ฿400–฿600.
Em áreas turísticas costuma ter Grab (o “Uber” da região) funcionando, geralmente com preço parecido ou um pouquinho mais baixo que táxi de rua. Muita gente também opta por alugar uma scooter e ir por conta, já que o templo está numa via larga e bem sinalizada. Se for de carro, o estacionamento é gratuito dentro e no entorno do complexo.
Combinando com o Big Buddha
A dica de ouro é combinar o Wat Chalong com o Big Buddha de Phuket no mesmo passeio — os dois ficam relativamente próximos e é o combo clássico da ilha. Um roteiro que funciona bem:
- Manhã cedo: chegar no Wat Chalong logo na abertura, entre 7h e 9h.
- Meio da manhã: seguir pro Big Buddha, que fica no alto e rende fotos incríveis.
- Tarde: almoçar em Chalong ou voltar pra Kata/Karon/Patong e emendar com praia.
Onde comprar ingressos e passeios pra Phuket
Apesar da entrada no Wat Chalong ser gratuita, boa parte das outras atrações de Phuket (ilhas Phi Phi, James Bond, passeios de speedboat, transfer, shows) é paga — e é aqui que a gente sempre reforça: compre com antecedência. Na hora fica bem mais caro e os melhores passeios esgotam.
A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar tudo: passeios de ilha, transfer do aeroporto, tours combinados de Wat Chalong com Big Buddha, jantares com show, tudo. É o único que a gente conhece com pagamento já em reais, então não paga IOF de compra internacional e ainda dá pra parcelar. Tem cancelamento gratuito em quase todos os passeios (se der chuva no dia, você remarca) e o suporte é em português. É um alívio quando dá algum problema.
Informações práticas da visita ao Wat Chalong
- Endereço: 70 Moo 6, Chao Fah Tawan Tok Road, Chalong.
- Horário: diariamente, aproximadamente das 7h às 17h (em feriados budistas, vale confirmar com o hotel).
- Entrada: gratuita. Existem caixas de doação, mas a contribuição é voluntária.
- Estacionamento: gratuito.
- Banheiros: sim, disponíveis no complexo.

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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Melhor horário e melhor época pra visitar
O Wat Chalong costuma ficar bem cheio entre 9h e 14h, principalmente por causa das excursões que combinam com o Big Buddha nesse intervalo. Se você quer uma experiência mais espiritual (e fotos com menos gente no fundo), tem duas janelas boas:
- Bem cedo: das 7h às 9h, o ambiente é tranquilo, a luz é linda e você pega o templo começando a acordar.
- Fim de tarde: das 15h às 17h, o fluxo cai bastante e a luz dourada rende ótimas fotos do chedi.
Já sobre a época do ano, a melhor janela pra Phuket como um todo é a estação seca, de novembro a fevereiro: temperaturas mais amenas, menos chuva e céu limpo. Entre março e maio, o calor aperta muito — e no meio do dia, andar pelo complexo pode ser sofrido. De junho a outubro é estação de monções: chove com mais frequência, mas o templo fica mais vazio, o que tem seu charme.
Etiqueta no templo: o que fazer (e o que não fazer)
O Wat Chalong não é tão rígido quanto alguns templos de Bangkok, mas segue o padrão de respeito dos templos budistas. Como a maioria dos brasileiros vai passando pra Phuket vindo direto da praia, aqui vão as regras que evitam constrangimento:
Vestimenta
- Ombros cobertos: nada de regata, top ou frente única.
- Roupas até o joelho: shorts curtos e saias curtas não são permitidos em vários espaços.
- Calçados fáceis de tirar: em muitos prédios você precisa se descalçar antes de entrar. Chinelo simples ou tênis sem cadarço é o mais prático.
Comportamento
- Fale baixo dentro dos edifícios religiosos.
- Ao sentar, não aponte os pés diretamente pras imagens de Buda — na cultura tailandesa, isso é falta de respeito grave.
- Evite demonstrações de afeto (abraços, beijos) dentro do templo.
- Peça permissão antes de fotografar pessoas rezando ou monges.
- Doação é sempre voluntária, apesar das caixinhas espalhadas.
Erros comuns que a gente vê brasileiros cometendo
Depois de umas idas ao Wat Chalong, dá pra listar os deslizes mais frequentes — todos evitáveis com um pouquinho de planejamento:
- Ir de roupa de praia: chegar de regata e saída de praia e ser barrado de entrar em partes internas do templo. Leve uma canga ou pareô na mochila pra cobrir os ombros e as pernas em cima do biquíni, se for emendar com praia depois.
- Chegar no horário de pico: cair no templo entre 10h e 13h achando que vai ter contemplação silenciosa. Vai encontrar ônibus de excursão e muita gente.
- Não se hidratar: o complexo é grande, sombra é limitada e no meio do dia esquenta muito. Leve água, chapéu e passe protetor solar antes.
- Esquecer de tirar os sapatos: em vários prédios internos é obrigatório se descalçar. Prestar atenção na entrada evita constrangimento.
- Fotografar de forma invasiva: colocar câmera na cara de quem está rezando ou de monges sem pedir. Muitos tailandeses acham desrespeitoso.
- Confundir doação com taxa: as caixinhas de doação são voluntárias, não são cobrança. Se quiser contribuir, ótimo — mas ninguém vai te cobrar nada.
Dicas de quem já foi ao Wat Chalong
- Vá antes das 9h. A diferença de energia entre o templo às 7h30 e o templo às 11h é gigante.
- Suba até o topo do chedi. Muita gente fica só no térreo — os murais dos andares superiores contam a história de Buda inteira, e a vista lá de cima vale muito.
- Leve algumas notas pequenas de baht. Se quiser fazer uma doação, acender incenso ou colocar folha de ouro numa imagem, é mais fácil com dinheiro trocado.
- Combine com o Big Buddha na sequência. Os dois juntos rendem uma manhã completa e você vê o essencial da parte cultural de Phuket em meio dia.
- Em festivais budistas importantes, o templo pode ter cerimônias especiais e maior fluxo de fiéis. Nessas datas, vale confirmar horário com o hotel.
Aluguel de carro em Phuket
Phuket é uma ilha grande, com atrações espalhadas — Wat Chalong no sul, Big Buddha subindo o morro, praias de Kata, Karon, Patong ao oeste, mirantes ao redor. Táxi ali sai caro e nem sempre tem Grab disponível fora dos centros, então alugar carro é uma das formas mais práticas e econômicas de circular, principalmente se você fica hospedado numa praia mais afastada.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Pra visitar Phuket, ficar bem localizado faz toda a diferença — perto de praia, com fácil acesso aos templos e restaurantes. A gente montou um comparativo por região com os hotéis que testou pessoalmente:
Seguro viagem pra Tailândia
Pra Tailândia, seguro viagem é item obrigatório na mochila. Atendimento médico particular em Phuket, especialmente em hospitais que atendem turistas, é caríssimo — uma consulta simples com exame pode passar de mil reais fácil. E não precisa nem se machucar: uma virose de comida diferente, uma queda de scooter, um problema com o sol, e você já tá num pronto-socorro pagando em dólar.
A gente sempre fecha por esse comparador de seguros. Ele mostra as principais seguradoras do mercado lado a lado, com coberturas e preços, e você escolhe o que couber no bolso. O link já vem com 18% de desconto exclusivo aplicado, e o pagamento é em reais, com opção de parcelar.
Chip de celular pra Tailândia
Ficar sem internet na Tailândia complica tudo: chamar Grab, achar o templo no mapa, traduzir cardápio em tailandês, avisar o hotel de atraso. Wi-fi de hotel não resolve — você precisa de dados na rua o tempo todo.
A gente usa esse chip de viagem que a gente usa em toda viagem. Você compra no Brasil, recebe em casa, ativa quando desembarcar e já sai do aeroporto com internet funcionando. Sem fila em quiosque de operadora, sem passaporte pra cadastrar chip local, sem risco de ficar offline. O pagamento é em reais e dá pra parcelar.
Perguntas frequentes sobre o Wat Chalong em Phuket
Precisa pagar entrada no Wat Chalong?
Não. A entrada é gratuita pra todos os visitantes. Existem caixas de doação espalhadas pelo complexo, mas a contribuição é voluntária. Se algum site oferece “ingresso” ou “pacote VIP”, isso se refere a tour turístico externo, não a uma cobrança do templo em si.
Qual o horário de funcionamento?
O Wat Chalong funciona todos os dias, aproximadamente das 7h às 17h. Em grandes festivais budistas os horários podem ter ajustes, então vale confirmar com o hotel ou agência na véspera.
Qual a melhor hora do dia pra visitar?
Bem cedo (entre 7h e 9h) ou no fim da tarde (depois das 15h). Entre 9h e 14h, o templo fica bem cheio com excursões que fazem o combo Wat Chalong + Big Buddha.
Como se vestir pra visitar o templo?
Ombros cobertos e roupas até o joelho — nada de regata, top ou shorts muito curtos. Prefira calçados fáceis de tirar, porque em vários prédios internos você precisa se descalçar. Se estiver emendando com praia, leve uma canga ou camiseta na mochila.
Vale a pena visitar o Wat Chalong ou pular direto pro Big Buddha?
Vale muito, e o ideal é fazer os dois no mesmo passeio. O Wat Chalong é mais rico em detalhes arquitetônicos e vida religiosa autêntica; o Big Buddha impressiona pela vista e escala. Um complementa o outro — visite o templo cedo e suba pro Buddha na sequência.
Como chegar de Patong ao Wat Chalong?
São cerca de 20 km. As opções são táxi/carro com motorista (em torno de ฿700–฿900 por trecho), Grab (quando disponível, costuma sair um pouco mais barato), scooter alugada ou tour organizado que já inclui transporte. O caminho é bem sinalizado.
Dá pra ir por conta ou é melhor tour guiado?
Dá pra ir tranquilamente por conta, principalmente se você tem transporte próprio (scooter ou carro alugado). Como a entrada é gratuita e o complexo é bem sinalizado, não precisa de guia. Mas se quiser entender a história em profundidade e visitar também o Big Buddha sem se preocupar com logística, o tour combinado vale a pena.
Quanto tempo dedicar à visita?
Entre 1h e 1h30 pra ver com calma o chedi, o salão dos monges venerados, os jardins e ainda subir todos os andares do pagode principal. Se estiver com pressa, dá pra fazer em 45 minutos, mas você perde a parte contemplativa.
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Visitar o Wat Chalong é uma daquelas experiências que ficam na memória — a gente sempre volta com a sensação de ter visto uma Phuket diferente da postagem de praia com drink. Vá cedo, respeite as regras do templo, suba até o topo do chedi e combine com o Big Buddha. Você vai sair de lá com aquela sensação boa de ter feito uma viagem completa, não só uma escapada de praia.