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Floripa é daqueles destinos em que a gente sempre volta e descobre algo novo. Em 3 dias dá pra montar um roteiro super completo: praias do Leste, Centro Histórico, Lagoa da Conceição, Norte da Ilha e até um esticadinho pro Sul. O segredo é agrupar as atrações por região pra não passar o dia inteiro no carro.

A gente já fez esse trajeto várias vezes e a maior dica que dá é: não tente dar a volta na ilha em 3 dias. A ilha é grande, o relevo concentra o tráfego em poucos eixos e, no verão, é fácil perder duas horas pra ir do Centro até Jurerê. Foque em 1 ou 2 regiões por dia e você aproveita muito mais.

E se você quer planejar a viagem inteira pagando mais barato (hotel, carro, seguro, ingressos), dá uma olhada no nosso guia completo de Florianópolis. Aqui a gente vai focar no roteiro dia a dia.

Dia 1 – Manhã: Praia Mole e dunas da Joaquina

Comece cedo, com café da manhã reforçado, e siga pra Praia Mole. Ela é uma das mais cenográficas da ilha: areia clara e fininha, água azul-esverdeada e o costão fechando a paisagem. O mar é agitado e gelado, então é praia mais de contemplar e curtir o visual do que de ficar horas dentro d’água. Tem alguns quiosques, mas estrutura limitada — por isso o café reforçado faz diferença.

Praia Mole em Florianópolis

Depois siga pra Praia da Joaquina, que fica pertinho da Mole. É o palco clássico do surf brasileiro: ondas fortes, areia branca e, do outro lado da estrada, as famosas dunas da Joaquina. Alugue uma prancha de sandboard (costuma sair em torno de R$ 20 a R$ 40 o aluguel por período) e desça as dunas — é diversão garantida, principalmente se você tá com criança ou adolescente junto.

A Joaquina tem mais estrutura que a Mole: quiosques, restaurantes e estacionamento pago. Almoce por ali mesmo, com calma, pra recuperar a energia.

Dunas da Joaquina

Como se locomover bem entre as praias e o Centro

Antes de seguir o roteiro, uma dica que economiza muito tempo e dinheiro: pra esse tipo de viagem (praias espalhadas, Norte da Ilha, Sul, Centro), alugar carro em Floripa vale muito a pena. Os pontos turísticos estão bem distantes uns dos outros, ônibus é demorado e corrida de aplicativo pra lugares como Jurerê e Ribeirão da Ilha sai cara.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas, Europcar e Sixt, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Dia 1 – Tarde: Piscinas Naturais da Barra da Lagoa

Da Joaquina, siga pra Barra da Lagoa. Tem uma trilha curta (uns 15 minutos, tranquila) que leva às Piscinas Naturais da Barra da Lagoa, entre a Prainha da Barra e a Praia da Galheta. É um cantinho pouco explorado, com poções de água cristalina formados entre as pedras.

Um aviso importante: só faça esse passeio em maré baixa. Na maré alta, fica perigoso por causa das ondas batendo nas pedras. E como não tem areia no local, você entra na água pulando das pedras direto — leve sapatilha de neoprene ou tênis velho pra não escorregar.

Piscinas Naturais da Barra da Lagoa

Dia 1 – Noite: pôr do sol na Lagoa da Conceição

A Lagoa da Conceição é o coração turístico da ilha e fim de tarde ali é uma das experiências mais gostosas de Floripa. O Bar do Boni é clássico pra ver o pôr do sol: deck a céu aberto, música ao vivo, cerveja gelada e petiscos com frutos do mar fresquinhos. A gente sempre passa lá quando vai pra Floripa — o ambiente é informal e o visual rende foto.

Depois, caminhe até o centrinho da Lagoa. É cheio de lojinhas, bares e restaurantes pra todos os bolsos. Boa hora pra comprar lembrancinha e jantar com calma. A vida noturna por ali rola a semana toda na alta temporada.

Bar do Boni na Lagoa da Conceição

Dia 2 – Manhã: Praia dos Ingleses e Jurerê

O segundo dia é o dia do Norte da Ilha. Comece pela Praia dos Ingleses, que tem cerca de 5 km de extensão, mar mais agitado e boa estrutura de hotéis, restaurantes e quiosques. O nome vem de um naufrágio inglês ocorrido entre o fim do século 17 e o início do 18. O nascer do sol ali é lindo, mas pra esse roteiro a manhã já basta.

Praia dos Ingleses

Depois, siga pra Jurerê. Uma curiosidade: o bairro foi projetado com inspiração modernista e tem participação de Oscar Niemeyer em parte do planejamento original. Tem clima de “Miami brasileira”, com mansões, beach clubs e carros de luxo. A praia tem mar calmo, ideal pra família.

Ali ficam algumas das baladas mais famosas do país: Milk, Donna, Posh e P12, beach club que recebe nomes como Anitta e Alok no verão. Pra almoçar ou tomar um café, o Jurerê Open Shopping tem boas lojas e restaurantes. Só prepare o bolso: prato individual em Jurerê costuma sair em torno de R$ 60 a R$ 120, e drinks em beach club passam tranquilamente dos R$ 40.

Praia de Jurerê

Dia 2 – Tarde: Centro Histórico

Depois do almoço, vá pro Centro Histórico (uns 30 minutos de carro em dia sem trânsito). O centro de Floripa é pequeno e dá pra fazer tudo a pé, o que é uma mão na roda. Comece pela Praça XV de Novembro, o marco zero da cidade.

Na praça você vê:

  • Figueira centenária – cartão-postal da cidade, e curiosidade: foi sob essa árvore que rolaram as primeiras reuniões dos fundadores do Figueirense.
  • Catedral Metropolitana – fundada em 1678, é um dos símbolos do centro.
  • Palácio Cruz e Souza – fica em frente à praça e abriga o Museu Histórico de Santa Catarina. Rende ótimas fotos por fora e a entrada do museu costuma sair em torno de R$ 10 por pessoa.
Figueira na Praça XV de Novembro

A poucos minutos a pé está o Mercado Público de Florianópolis, em funcionamento desde 1851. É o ponto gastronômico mais tradicional do Centro: pastel de camarão, caldo de cana, sequência de camarão, ostras frescas e bares com música ao vivo. Prato com frutos do mar pra uma pessoa costuma sair em torno de R$ 50 a R$ 90 nos restaurantes mais clássicos.

Palácio Cruz e Souza

Dia 2 – Noite: vida noturna no Centro

O Centro de Floripa tem uma noite muito animada, principalmente de quinta a domingo. Não deixe de passar pela rua Victor Meirelles, um dos pontos mais boêmios da cidade, cheia de bares de rua. Algumas indicações: Madalena, Atelier 389, Janelinha Bar e No Class.

Na paralela, a rua Tiradentes, tem o boteco Canto do Noel (com samba em algumas noites), o bar Fala Marquinho e a Don’t Tell Mama, uma balada bem descolada.

Rua Victor Meirelles

Dia 3 – Manhã: Praia do Santinho

O terceiro dia começa cedo na Praia do Santinho, no Norte da Ilha. Tem boa estrutura de restaurantes e barraquinhas, um costão bonito de admirar e duas atrações imperdíveis: as Dunas do Santinho, ao norte, e um museu arqueológico a céu aberto, ao sul, com pinturas e artefatos rupestres que se estima terem mais de 5 mil anos.

O mirante da praia também tem uma das melhores vistas do nascer do sol da cidade. E se você curte trilha, dali sai um caminho de cerca de 1,5 km até a Praia de Moçambique, linda e quase sempre vazia.

Praia do Santinho

Dia 3 – Tarde: Ribeirão da Ilha

Pra fechar com chave de ouro, vá pro Ribeirão da Ilha, no Sul. Foi ali que os açorianos, primeiros imigrantes da região, se estabeleceram, e o bairro mantém essa pegada histórica: arquitetura colonial, casinhas coloridas e a charmosa Igreja Nossa Senhora da Lapa.

Santa Catarina é o maior produtor de ostras do Brasil e o Ribeirão da Ilha é a vitrine dessa produção. Reserve um restaurante pé na areia pra provar ostras frescas — fica uma das melhores experiências gastronômicas da viagem. Prato individual costuma sair em torno de R$ 70 a R$ 130.

Ribeirão da Ilha

Dia 3 – Noite: Ponte Hercílio Luz iluminada

Pra encerrar a viagem, vá ver a Ponte Hercílio Luz iluminada. É a maior ponte pênsil do Brasil, com mais de 800 metros, inaugurada em 1926. Depois de anos fechada, passou por uma grande restauração e foi reaberta pra pedestres e ciclistas, virando um dos pontos mais bonitos pra fotos noturnas.

Os melhores ângulos pra ver e fotografar a ponte são o Parque da Luz e a Beira-Mar Continental. Vale muito atravessar a pé — em fins de semana, só passam pedestres e ciclistas, o que deixa o passeio ainda mais gostoso.

Ponte Hercílio Luz

Se sobrar energia, aproveite pra conhecer mais um bar ou balada. A gente reuniu as melhores opções aqui:

Ingressos e passeios pra reservar com antecedência

Floripa tem passeios incríveis e a nossa dica é reservar com antecedência pela internet — sai mais barato, evita filas e garante a vaga, principalmente na alta temporada (Ilha do Campeche, por exemplo, tem limite diário de visitantes e esgota rápido em dia de sol).

O site que a gente sempre usa pra isso é esse aqui: um dos maiores do mundo nesse tipo de serviço, com pagamento em reais, suporte em português e cancelamento gratuito na maioria dos passeios. Os que a gente recomenda em Floripa:

  • Tour panorâmico por Florianópolis
  • Passeio de barco à Ilha do Campeche
  • Excursão a Blumenau e Pomerode
  • Tour pelas praias do Norte e Santo Antônio de Lisboa
  • Tour pelas praias do Leste + Projeto Tamar
  • Tour pelas praias do Sul + Ribeirão da Ilha
Tour pela Ponte Hercílio Luz

Erros clássicos que turista comete em Floripa

Depois de ir várias vezes, dá pra listar os tropeços mais comuns — e como evitar:

  • Subestimar o trânsito. Tentar emendar Norte + Leste + Sul no mesmo dia no verão é receita pra passar a viagem dentro do carro. Agrupe por região.
  • Querer dar a volta na ilha em 3 dias. Foque em 1 ou 2 regiões por dia. Mais do que isso, o cansaço come o passeio.
  • Deixar a Ilha do Campeche pra decidir na hora. Em dia de sol, as vagas nos barcos esgotam cedo. Programe pra o dia com melhor previsão.
  • Ignorar o vento e a ressaca. Quando o vento sul tá forte, o Norte da Ilha (Jurerê, Canasvieiras, Ingleses) costuma estar mais abrigado. Vale olhar a previsão e ajustar o dia.
  • Não reservar jantar em alta temporada. Restaurantes pé na areia em Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha lotam em finais de semana.
  • Esquecer um casaco leve. Mesmo no verão, o vento à noite na orla costuma ser frio.

Melhor época pra fazer esse roteiro

Floripa muda muito de cara conforme a estação:

  • Alta temporada (dezembro a Carnaval): verão clássico, vida noturna no pico e todas as operações de passeio rodando. Em contrapartida, preços altos, trânsito pesado e praias cheias.
  • Meia estação (abril/maio e setembro/outubro): em geral a melhor relação clima x custo x lotação pra brasileiros. Água um pouco mais fria, mas muita coisa aberta e cidade mais respirável.
  • Inverno (junho a agosto): mais frio, mas com dias ensolarados ótimos pra Centro Histórico, trilhas, gastronomia e passeios de barco sem banho prolongado.

Se a ideia é ainda pegar praia evitando o caos, novembro, início de dezembro, março e abril são os meses mais espertos.

Seguro viagem: vale a pena pra Floripa?

Mesmo em viagem nacional, vale ter um seguro viagem básico. Atendimento médico particular, remoção, perda de bagagem e cancelamento de passagem podem custar caro se algo der errado, e o SUS local pode ser longe ou demorado dependendo da praia onde você tá hospedado.

A gente sempre cota antes de viajar nesse comparador de seguros. Ele compara dezenas de seguradoras de uma vez, mostra coberturas lado a lado e o link já vem com 18% de desconto exclusivo. Pagamento em reais, parcelável e sem dor de cabeça.

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o roteiro de 3 dias em Florianópolis

3 dias em Florianópolis são suficientes?

Pra ter um gostinho dos principais cenários da ilha — uma praia do Leste, Centro Histórico, Lagoa da Conceição e Norte da Ilha — sim, 3 dias dão conta. Pra incluir Ilha do Campeche, Lagoinha do Leste e passeios mais demorados, o ideal seria de 5 a 7 dias.

Vale a pena alugar carro em Floripa por 3 dias?

Vale muito. As atrações estão espalhadas pela ilha inteira, ônibus é demorado e corrida de aplicativo pra Jurerê ou Ribeirão da Ilha sai cara. Com carro, você otimiza o tempo e ainda consegue conhecer cidades vizinhas se sobrar fôlego.

Qual a melhor região pra ficar hospedado em Floripa em 3 dias?

Pra roteiro curto, as melhores bases são o Centro (prático pra rodar de carro pra todos os lados), a Lagoa da Conceição (clima de vilinha, vida noturna e perto das praias do Leste) e o Norte da Ilha (Jurerê e Canasvieiras, com praia na porta). Cada um tem um perfil — escolha pelo que você mais quer aproveitar.

Quanto custa em média uma viagem de 3 dias pra Florianópolis?

Varia muito conforme a época. Casal em hotel 3-4 estrelas paga em torno de R$ 350 a R$ 700 a diária na baixa e R$ 700 a R$ 1.200 na alta. Alimentação em regiões turísticas fica entre R$ 50 e R$ 120 por refeição por pessoa. Some carro alugado, gasolina e ingressos de passeios.

Dá pra incluir a Ilha do Campeche num roteiro de 3 dias?

Dá, mas exige planejamento. O passeio depende totalmente do tempo e do mar, vagas nos barcos esgotam cedo no verão e o limite é de cerca de 800 pessoas por dia. A dica é deixar a Ilha do Campeche pro dia com melhor previsão e chegar no embarque (geralmente na Praia do Campeche) antes das 9h.

Qual a melhor época pra fazer esse roteiro?

Pra praia cheia + vida noturna no pico: dezembro a Carnaval. Pra melhor custo-benefício: abril, maio, setembro e outubro. Pra fugir do trânsito mantendo praia: novembro, começo de dezembro, março e início de abril.

Precisa de seguro viagem pra Florianópolis?

Não é obrigatório, mas é recomendado. Atendimento particular, remoção médica e cancelamento de passagem podem custar bem mais que o seguro em si. Pra viagem curta, um plano básico já cobre bem.

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é daquelas cidades que recompensa quem planeja. Em 3 dias bem organizados, você sai com a sensação de ter aproveitado tudo: praia, Centro Histórico, vida noturna, gastronomia açoriana e pôr do sol icônico. Bora montar a sua e cair na Ilha da Magia!