Florianópolis

Tá planejando sua viagem pra Ilha da Magia e ficou aquela dúvida: quanto levar de dinheiro para Florianópolis? A gente entende — Floripa virou uma das capitais mais caras do Brasil nos últimos anos, e chegar lá sem orçamento na ponta do lápis é receita certa pra passar aperto.

Pra te ajudar a planejar sem dor de cabeça, a gente montou três perfis de viagem (econômico, conforto e top) com faixas reais de gasto pra hospedagem, alimentação, transporte e passeios. Tudo baseado em quem mora e visita a ilha com frequência — inclusive a gente, que já rodou Floripa de ponta a ponta várias vezes.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos.

Quanto custa viajar para Florianópolis (visão geral)

Antes de entrar nos perfis, é bom alinhar a expectativa: Floripa não é destino barato. O metro quadrado da cidade é um dos mais altos do país, e isso puxa pra cima o preço de hospedagem, restaurante, mercado e serviço em geral.

Pra um viajante brasileiro médio, a faixa realista é mais ou menos essa (sem contar passagem aérea):

  • Viagem econômica: R$ 200 a R$ 300 por dia por pessoa (hostel, ônibus, comida simples).
  • Viagem confortável: R$ 300 a R$ 500 por dia por pessoa (pousada/hotel médio, alguns restaurantes, Uber, passeios).
  • Viagem mais sofisticada: acima de R$ 500 por dia por pessoa (restaurantes top, beach clubs, carro alugado, atrações pagas).

Uma coisa que a gente aprendeu na prática: muita gente chega achando que Floripa é “cidade de praia do Sul, barata”, e leva susto na primeira ida ao supermercado ou no primeiro almoço em Jurerê. Vai com folga.

Florianópolis

Perfil econômico: viagem de mochileiro

Esse é o perfil pra quem quer curtir Floripa gastando o mínimo, sem abrir mão das praias e trilhas (que, ó, na maioria são de graça). A gente considerou 5 dias de viagem.

Passagem aérea

Esse valor varia bastante conforme a cidade de partida. Saindo de São Paulo (Guarulhos ou Congonhas), dá pra achar trecho ida e volta por uns R$ 350 em baixa temporada. De cidades mais ao norte tende a subir; do sul, cai.

Hospedagem

A região com melhor relação “barato + bem localizado” é a Lagoa da Conceição. Tem hostel e pousada simples por ali, e você consegue se virar com algo em torno de R$ 80 a R$ 120 por noite num dormitório compartilhado, ou cerca de R$ 600 nos 5 dias num quarto privativo simples.

Dica que poupa muito: hospedagem com café da manhã incluso economiza uma refeição por dia — faz conta sim, especialmente em viagem longa.

Lagoa da Conceição

Transporte

Aqui vai a real: o transporte público em Floripa não é dos melhores, e as atrações ficam espalhadas pela ilha. Alugar carro faz toda diferença, e dá pra encaixar até no perfil econômico se você dividir com mais gente.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Num perfil econômico, um carro básico sai em torno de R$ 120 a R$ 150 por dia. Dividindo entre duas pessoas no quarto e no carro, dá uns R$ 300 a R$ 400 por pessoa nos 5 dias.

Se decidir ir só de ônibus, conte uns R$ 20 a R$ 30 por dia (cada trecho fica em torno de R$ 5 a R$ 7), mas saiba que vai perder bastante tempo no deslocamento.

Carro no pôr do sol

Alimentação

Pra comer bem sem gastar muito, mire em buffets livres (em torno de R$ 45 a R$ 60 por pessoa) e quilo de bairro (cerca de R$ 40 a R$ 70 o prato). Lanche e pastel ficam entre R$ 15 e R$ 25.

Com café da manhã incluso no hotel, dá pra fechar a alimentação em torno de R$ 60 a R$ 90 por dia — uns R$ 300 a R$ 450 nos 5 dias. Se cozinhar no hostel ou apê, cai pra R$ 40 a R$ 70 por dia.

Passeios

A maior parte das atrações é gratuita: praias, trilhas, mirantes, Lagoa, Ponte Hercílio Luz vista de fora. O gasto sai mais com estacionamento (R$ 10 a R$ 30 por período) e algum pastel/cerveja na praia.

Resumo econômico (5 dias)

R$ 350 (passagem) + R$ 600 (hospedagem) + R$ 300 (aluguel de carro dividido) + R$ 350 (alimentação) + R$ 150 (passeios/extras) = cerca de R$ 1.750 por pessoa.

Perfil conforto: viagem intermediária

Esse é o perfil que a gente mais recomenda pra quem quer curtir bem Floripa sem extravagância. Hotel decente, restaurante de vez em quando, carro próprio na ilha.

Passagem aérea

O voo não muda: continua na faixa de R$ 350 saindo de São Paulo em baixa temporada.

Hospedagem

Pra esse perfil, a gente costuma indicar a Praia dos Ingleses, que tem ótima infraestrutura, hotéis beira-mar e preço mais em conta que o norte de Jurerê. Hotel de categoria média sai por R$ 300 a R$ 450 por noite pro casal, com café da manhã. Pros 5 dias, conte uns R$ 1.500 a R$ 2.000 no quarto, ou R$ 750 a R$ 1.000 por pessoa.

Hotel Costa Norte na Praia dos Ingleses

Transporte

Aqui carro é praticamente obrigatório. Sobe uma categoria — um sedan ou SUV compacto fica em torno de R$ 150 a R$ 200 por dia. Em 5 dias, uns R$ 800 a R$ 1.000, ou R$ 400 a R$ 500 por pessoa dividindo. Conte ainda uns R$ 50 a R$ 80 por dia em gasolina se for circular bastante pela ilha.

Alimentação

Com café da manhã no hotel e duas refeições por dia (almoço e jantar), mire em R$ 100 a R$ 180 por dia por pessoa. Almoço à la carte em restaurante médio sai uns R$ 50 a R$ 90; jantar com uma cerveja, na mesma faixa. Em 5 dias, fica em torno de R$ 500 a R$ 900.

Passeios

Aqui já dá pra encaixar passeios pagos, tipo barco até a Ilha do Campeche (cerca de R$ 150 a R$ 300 por pessoa) ou tour pelas praias do sul. Reserve uns R$ 100 a R$ 200 por dia nos dias de atividade.

Resumo conforto (5 dias)

R$ 350 + R$ 850 (hospedagem por pessoa) + R$ 450 (carro dividido) + R$ 700 (alimentação) + R$ 400 (passeios) = cerca de R$ 2.750 por pessoa.

Praia dos Ingleses

Perfil top: viagem premium

Pra quem quer a experiência completa de luxo da ilha — Jurerê Internacional, beach clubs, restaurantes badalados.

Passagem aérea

De novo, R$ 350 de São Paulo (ou mais, dependendo da classe e antecedência).

Hospedagem

O bairro é Jurerê Internacional ou Jurerê Tradicional. Aqui as diárias começam em R$ 800 e passam fácil de R$ 1.500 por noite. Pros 5 dias, conte algo entre R$ 4.000 e R$ 7.500 no quarto — uns R$ 2.000 a R$ 3.750 por pessoa.

Praia de Jurerê

Transporte

Carro de categoria mais alta (SUV maior, automático ou premium) sai em torno de R$ 250 a R$ 350 por dia. Em 5 dias, uns R$ 1.500 dividido a dois — uns R$ 750 por pessoa.

Alimentação

Restaurantes mais elaborados, com vista, em Jurerê ou na Lagoa, facilmente chegam a R$ 100 a R$ 200 por pessoa com entrada, prato e bebida. Beach clubs costumam ter consumo mínimo (algo entre R$ 150 e R$ 300 por pessoa em datas movimentadas).

Conte uns R$ 800 a R$ 1.200 nos 5 dias só de alimentação se quiser jantar bem todos os dias.

Restaurante Ferro em Florianópolis

Resumo top (5 dias)

R$ 350 + R$ 2.500 (hospedagem por pessoa) + R$ 750 (carro) + R$ 1.000 (alimentação) + R$ 700 (passeios/beach club) = cerca de R$ 5.300 por pessoa.

Alta x baixa temporada: o impacto no orçamento

Esse é o ponto que mais pega gente desavisada. Em Natal, Réveillon, janeiro e Carnaval, a hospedagem em Floripa pode subir 50% ou mais em relação à baixa temporada. Beach clubs cobram consumo mínimo. Restaurantes ficam lotados.

Se você tem flexibilidade, viajar entre março e maio ou setembro e novembro reduz o custo total em pelo menos 30% — e a ilha está muito mais tranquila, com clima ainda agradável pra praia.

A gente já foi em janeiro e em outubro: a diferença não é só de dinheiro, é de experiência. Em outubro você consegue almoçar onde quiser, estacionar perto da praia e curtir trilhas sem fila. Em janeiro, é correria e fila pra tudo.

Erros que fazem você gastar mais em Floripa

Erros clássicos que a gente já viu (e cometeu) na ilha:

  • Subestimar o custo geral: levar dinheiro contado achando que é “praia do Sul barata” e passar aperto. Vai com uma reserva de 20% a 30% acima do orçamento planejado.
  • Hospedar-se longe demais das praias que quer visitar: aquele hotel super barato no continente vira economia furada quando você gasta R$ 80 de Uber por dia pra ir e voltar do norte da ilha.
  • Ignorar o trânsito: em dia de sol e alta temporada, deslocamento simples vira fila de 1h30. Se for de aplicativo, a corrida fica mais cara parada no congestionamento.
  • Chegar sem reserva em alta temporada: tentar achar hotel na hora em Réveillon ou Carnaval é receita certa pra pagar o triplo ou ficar num lugar ruim.
  • Confiar só em “promoção” de rede social: sempre confere avaliação recente em mais de uma plataforma antes de fechar.

Dica extra: seguro viagem (faz mais diferença do que parece)

Mesmo sendo viagem dentro do Brasil, a gente recomenda fortemente fazer um seguro viagem — porque uma torcida de tornozelo na trilha ou uma virose na praia podem te custar caro num pronto-socorro particular. Plano básico no Brasil é barato e cobre justamente esse tipo de imprevisto.

A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara em segundos os planos das principais seguradoras e mostra qual tem o melhor custo-benefício pra cada destino. Pelo link já vai com 18% de desconto exclusivo do Grupo Dicas aplicado — e o pagamento é em reais, parcelado.

Ingressos e passeios em Florianópolis

Pros passeios pagos (barco, tours, esportes aquáticos), a gente recomenda comprar online com antecedência — sai mais barato e você garante a vaga, que esgota em alta temporada.

A gente sempre usa esse site, que tem o catálogo completo dos passeios em Floripa em português, com cancelamento gratuito na maioria das atividades. Os mais procurados são:

  • Passeio de barco até a Ilha do Campeche
  • Tour pelas praias do norte e Santo Antônio de Lisboa
  • Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
  • Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha
Tour pela Ponte Hercílio Luz

Ficar bem hospedado em Floripa faz uma diferença enorme: pertinho da praia que você quer curtir, com café da manhã pra economizar uma refeição e numa região segura. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Florianópolis e os hotéis que a gente testou:

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre quanto levar de dinheiro para Florianópolis

Quanto levar de dinheiro para Florianópolis por 5 dias?

Depende muito do perfil. Pra uma viagem econômica de 5 dias, conte cerca de R$ 1.750 por pessoa (com passagem). No perfil conforto, em torno de R$ 2.750. E pra uma viagem premium em Jurerê, fácil passar de R$ 5.000 por pessoa.

É caro viajar para Florianópolis?

Sim, Floripa hoje é uma das capitais com custo mais alto do Brasil. Hospedagem, restaurante e mercado acompanham essa valorização. Pra quem viaja em alta temporada (Natal a Carnaval), os preços sobem ainda mais — pode somar 50% ou mais na diária.

Quanto custa comer em Florianópolis por dia?

Pra uma alimentação básica, conte uns R$ 60 a R$ 90 por dia (buffet livre + lanche). Pra um padrão intermediário com restaurante à la carte, vá de R$ 100 a R$ 180. Se quiser aproveitar a gastronomia da ilha sem limite, R$ 150 a R$ 250 por dia.

Vale a pena alugar carro em Florianópolis?

Na grande maioria dos casos, sim. O transporte público da ilha não é dos melhores e as praias ficam espalhadas — sem carro, você perde muito tempo no deslocamento. Carro econômico sai em torno de R$ 120 a R$ 200 por dia, e usando comparador dá pra economizar bastante.

Qual a melhor época pra viajar barato pra Floripa?

Entre março e maio e setembro e novembro. O clima ainda é agradável (com mais chance de dia nublado), e os preços de hospedagem caem 30% ou mais em relação a Réveillon e Carnaval. A ilha fica vazia, sem fila e bem mais relax.

Quanto custa um Uber em Florianópolis?

Corrida curta dentro do mesmo bairro fica em torno de R$ 15 a R$ 30. Trechos mais longos, tipo Centro até Canasvieiras ou Ingleses, podem chegar a R$ 50 a R$ 100, dependendo do horário e do trânsito. Em dia de sol e alta temporada, sobe ainda mais.

Dá pra viajar pra Florianópolis sem alugar carro?

Dá, mas com limitações. Se vai ficar concentrado num único bairro (tipo Lagoa, Ingleses ou Canasvieiras), o ônibus e Uber resolvem. Se quer rodar várias praias e bater perna pela ilha inteira, carro economiza tempo, dinheiro e dor de cabeça.

Quanto custa uma diária de hotel em Florianópolis?

Varia muito por região e época. Pousada simples sai por R$ 200 a R$ 350. Hotel médio (Ingleses, Canasvieiras, Centro), R$ 300 a R$ 600. Hotel mais sofisticado em Jurerê, R$ 800 a R$ 1.500 ou mais.

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

No fim das contas, quanto levar de dinheiro pra Florianópolis depende muito mais do seu estilo de viagem do que da cidade em si. Dá pra fazer uma viagem incrível com R$ 1.800 por pessoa — usando hostel, ônibus, cozinhando algumas refeições e focando nas praias e trilhas gratuitas. E dá pra gastar R$ 6.000 por pessoa em Jurerê sem nem perceber.

A nossa dica de ouro: vá com pelo menos 20% de folga no orçamento. Floripa tem uma forma especial de aparecer com gasto extra — aquele beach club, aquele jantar com vista pra Lagoa, aquela proteção a mais no carro. Vale cada centavo, mas tem que estar previsto.