
Vai pra Mendoza e bateu aquela dúvida de onde ficar hospedado? Relaxa que a gente vai te ajudar a escolher o bairro certo e os melhores hotéis pra cada tipo de viagem e bolso.
Quando a gente foi pela primeira vez, errou bonito tentando ficar perto demais das vinícolas logo de cara, e acabou longe de tudo: restaurante, câmbio, agência. Por isso esse guia vai direto ao ponto pra você não cair na mesma armadilha.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Mendoza a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato, com passo a passo de hotel, transporte, comida, chip e passeios.
Os bairros e regiões de Mendoza
Antes de escolher o hotel, vale entender que em Mendoza você se hospeda basicamente em dois tipos de área, cada uma com uma proposta bem diferente: o centro ou as regiões dos vinhedos.
O centro, especialmente em torno da Plaza Independencia, é a região mais prática e procurada. Concentra a maior parte dos hotéis, restaurantes, casas de câmbio, lojas e agências de passeio. É onde você consegue fazer muita coisa a pé e de onde saem os passeios de um dia pras bodegas, Alta Montanha e Aconcágua.
Uma curiosidade que ajuda a entender por que ficar nessa área é tão prático: a cidade é organizada em “xadrez”, com a Plaza Independencia no meio e as praças Italia, Chile, España e San Martín ao redor. Tudo pertinho, fácil de andar.
Já as regiões de vinhedos onde dá pra se hospedar são Luján de Cuyo, Maipú e Valle de Uco, que variam de uns 15 a mais de 70 quilômetros de distância do centro. São o cenário ideal pra quem quer acordar no meio dos vinhedos, com aquele clima romântico e focado em vinho.
Olha, a nossa dica de ouro depois de algumas viagens: se der, divide a hospedagem. Tipo 3 ou 4 noites no centro pra curtir a cidade e os restaurantes, e mais 1 ou 2 noites numa vinícola pra relaxar de verdade. Ficar só numa bodega isolada deixa você longe de tudo, e ficar só no centro tira aquela experiência de dormir entre as parreiras.
Onde ficar pela primeira vez: o centro de Mendoza
O centro é perfeito pra quem vai passar pouco tempo na cidade ou está indo pela primeira vez, já que a maior parte dos pontos turísticos fica mais perto de você. Sem contar que o trajeto até cafés, bancos, lojas, restaurantes e os lugares de curtir a noite fica bem mais simples.
Quem prioriza vida noturna costuma gostar de ficar perto da Rua Aristides Villanueva, famosa pelos bares, pubs e restaurantes. É colada no centro, então você não perde a praticidade, mas pode ser um pouco mais barulhento, fica o aviso.
Se você já quiser conferir onde fica a região central e dar uma olhada nos hotéis de lá, dá uma espiada nesse mapa que a gente montou: ele mostra todos os estabelecimentos dessa área, que é muito boa.

A gente ainda deixou um filtro que mostra só os hotéis com nota igual ou acima de 8, o que praticamente garante uma boa hospedagem. Daí é só colocar a data da viagem pra conferir os preços e escolher.
- Não sabe quanto custa viajar pra Mendoza? Confira nessa matéria os valores dos itens importantes pro seu planejamento!
Hotéis no centro de Mendoza que a gente recomenda
Hotel Argentino
Fica bem de frente pra Plaza Independencia e tem um ambiente super gostoso pra relaxar. Oferece café da manhã diário e pratos variados nas outras refeições. Dá ainda pra aproveitar a piscina, o jardim, o terraço ou uma sessão de massagem. Pra ver mais detalhes e preços, clique aqui.

Park Hyatt Mendoza Hotel, Casino & Spa
Essa opção tem uma ambientação luxuosa e fica de frente pra Plaza Independencia, pertinho do Parque San Martín. O preço é mais salgado, mas a localização é excelente e o atendimento, ótimo. Tem cassino, spa, piscina, academia e vários restaurantes onde rola um café da manhã completo todo dia. Dá até pra agendar um translado na recepção pra facilitar o caminho até o aeroporto. Pra ver mais sobre preços e detalhes, clique neste link aqui.

Abril Hotel Boutique
Fica a um quarteirão da Plaza Independencia e da famosa Rua Sarmiento. A decoração é elegante e os quartos são modernos. O café da manhã diário inclui pães e sucos. Acessando esse link aqui, você vê mais informações sobre a hospedagem.

Hotel Nutibara
Fica a 100 metros da Plaza Independencia e a 200 metros da Avenida Espanha, rodeado de cafés e lugares de entretenimento. Aqui você aproveita um buffet de café da manhã completo, com geleias regionais, iogurte e sucos naturais. Saiba mais sobre preços e detalhes clicando nesse site aqui.

Albergue Windmill
Esse albergue fica bem no centro de Mendoza, pertinho de atrações como o Museo del Pasado Cuyano e o Parque O’Higgins. Tem café da manhã todo dia e oferece tênis de mesa, dardos e uma área de convivência ótima pra conhecer outros viajantes do mundo todo. Se quiser saber mais, acesse este site aqui.

Hotel Milena
Fica bem no coração de Mendoza, perto do Museo del Pasado Cuyano e da Plaza Independencia. A recepção funciona 24 horas e o hotel tem bar, lounge compartilhado e estacionamento privativo. Pra conferir mais informações, é só clicar nesse site aqui.

Pousada Winehouse
Também fica no centro de Mendoza, a uns 900 metros do Paseo Alameda e a 1 km da Plaza Independencia. Uma coisa bem legal é que, ao fechar a hospedagem, os hóspedes podem usar de graça as bicicletas disponíveis pra passear pela cidade. Pra saber mais, clique nesse link aqui.

Onde ficar nas regiões de vinícolas
Se a viagem é mais focada em vinho, aqui vão as três regiões clássicas pra se hospedar entre as parreiras. Só lembrando: como tudo fica espalhado, esse é o tipo de programa em que alugar um carro faz toda a diferença (mas voltamos nisso já já, com cautela por causa da lei seca rígida da Argentina).
Chacras de Coria (Luján de Cuyo)
É um bairro residencial e arborizado de Luján de Cuyo, com clima de cidade pequena, mas ainda com restaurantes e pousadas charmosas. Fica relativamente perto de vinícolas importantes. Bom pra casais e famílias que querem sossego sem se isolar de tudo, e pra quem prefere algo mais “local” do que o miolo do centro.
Luján de Cuyo
Região clássica de vinhos, com hospedagens dentro de vinícolas e pousadas de campo. Fica em torno de 15 a 25 km do centro, dependendo da bodega, e tem desde pousadas familiares até hotéis boutique com vista pros Andes. Perfeito pra lua de mel, pra quem quer acordar dentro dos vinhedos e topa alugar carro ou contratar transfers.
Maipú
Outra zona tradicional de bodegas, mais perto da cidade que o Valle de Uco. Tem estrutura de pousadas e hotéis em vinícolas, embora em menor número. É uma boa pra quem quer juntar um custo um pouco menor com a experiência das vinícolas, e até pra quem planeja pedalar entre as bodegas sem grandes deslocamentos.
Valle de Uco
A região mais cênica de Mendoza, com forte destaque pros hotéis de luxo em vinícolas e vistas impressionantes da Cordilheira. Fica a uns 70 km ou mais do centro, dependendo da bodega, e muitas vezes funciona em meia pensão ou pensão completa, já que as opções fora dos hotéis são bem dispersas. É a escolha pra viagens especiais, lua de mel e pra quem quer se desconectar focando em vinho e natureza, com orçamento mais alto.
Quanto custa se hospedar em Mendoza
Os valores mudam bastante conforme câmbio, temporada e demanda, mas dá pra trabalhar com algumas faixas médias. No centro, as opções econômicas (hostels, hotéis simples e B&Bs) costumam ficar em torno de R$ 250 a R$ 400 a diária na baixa temporada. Os intermediários (3 a 4 estrelas) costumam variar entre R$ 400 e R$ 800, e os superiores e de luxo partem de R$ 800 a R$ 1.200, podendo passar de R$ 1.500 nos ícones como o Park Hyatt.
Já nas vinícolas, as pousadas de campo e B&Bs em vinhedos costumam ficar em torno de R$ 600 a R$ 1.000 a noite, enquanto os hotéis boutique e resorts de luxo partem de R$ 1.200 a R$ 2.000, chegando a valores bem mais altos nos mais estrelados do Valle de Uco. Vale lembrar que muitas vinícolas trabalham com pacotes que já incluem café da manhã reforçado, degustações, jantares harmonizados e atividades, o que ajuda a justificar a diária mais cheia.
Alugar carro pra explorar as vinícolas
Pra circular entre as bodegas de Luján de Cuyo, Maipú e Valle de Uco com liberdade, o carro é a forma mais prática, e a principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá, é só usar o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino, então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Importante: a Argentina tem lei seca rígida, então combine bem quem vai dirigir nos dias de degustação. E uma armadilha clássica é pegar o carro de última hora no balcão do aeroporto, onde o preço pode sair até o dobro do que reservando com antecedência pela internet, além do risco de não ter disponibilidade.
Dicas pra encontrar hotéis ótimos e bem baratos em Mendoza
Nossa dica pra achar ótimos lugares pra ficar em Mendoza com preços incríveis é usar esse pesquisador de hotéis. A gente gosta muito dele e usa sempre, porque é o maior site de reservas de hotéis do mundo e perfeito pra reservar com segurança.
Por esse pesquisador você encontra hotéis em Buenos Aires, Ushuaia, Bariloche, Córdoba e qualquer lugar do mundo. A gente sempre faz as reservas por lá e economiza demais.
Outro ponto positivo é que ele traz a opinião dos brasileiros que já se hospedaram nesses hotéis, o que ajuda bastante na hora de avaliar cada um.

E você ainda tem a opção de cancelamento grátis na maioria dos hotéis, é só ficar de olho nos que vêm com “Cancelamento gratuito”, igual à imagem acima. Dá pra reservar na hora pra garantir o preço e, se achar um hotel melhor depois ou mudar de ideia, é só cancelar.
A gente já ficou sem o hotel que queria e acabou pagando mais caro em outro por questão de horas, por isso recomenda muito reservar com antecedência, principalmente na época da vindima (de fevereiro a abril) e nos feriados prolongados argentinos e brasileiros.
Hotéis em que a gente já se hospedou e recomenda
Hotel 4 estrelas: hotel quatro estrelas muito bom, ótimo preço e muito bem localizado em Mendoza, a apenas 600 metros da Plaza Independencia e 750 metros da Plaza San Martín. A diária em baixa temporada começa em torno de R$ 770 o quarto duplo, e ele tem nota 8,6 no site de reservas, muito elogiado pela localização, conforto e atendimento. Oferece piscina, academia, galeria de arte, estacionamento privativo e quartos com ar-condicionado e mesa de trabalho. Se não abrir a página do hotel direto, vai abrir uma lista e ele é o primeiro que aparece.

Hotel 3 estrelas: hotel três estrelas super bem localizado no centro de Mendoza, a apenas 100 metros do Parque da Independência. As diárias na baixa temporada começam em torno de R$ 500 o quarto duplo, e ele tem nota 8,6 no site de reservas, com destaque pra localização excelente. Oferece café da manhã, Wi-Fi grátis, recepção 24h, piscina e quartos confortáveis com banheiro privativo, ar-condicionado e TV a cabo. Ótima opção pra ficar bem no centro gastando pouco. Se não abrir a página do hotel direto, ele é o primeiro da lista.

Hotel 2 estrelas: hotel duas estrelas um pouco mais simples, mas com o menor preço que a gente já encontrou por lá, pra quem quer realmente economizar. Fica bem localizado no centro, a 1 quarteirão da rua de pedestres Sarmiento. As diárias na baixa temporada começam por volta de R$ 230 o quarto duplo, com nota média 8,3 no site de reservas, destaque pra localização e o café da manhã. Tem Wi-Fi grátis, recepção 24h e área de estar compartilhada. Os quartos são simples, com TV a cabo, ar-condicionado e aquecedor. Se não abrir a página do hotel direto, ele é o primeiro da lista.

Erros comuns dos brasileiros ao escolher hotel em Mendoza
Tem alguns deslizes que a gente vê acontecer direto e que dá pra evitar fácil. O primeiro é achar que dá pra ver tudo ficando só numa vinícola isolada: muita gente se hospeda só em Valle de Uco ou Luján e percebe tarde que está longe da cidade, dos serviços e até de outras bodegas.
Outro é subestimar as distâncias entre as regiões vinícolas. Luján, Maipú e Valle de Uco não são tão pertinho assim umas das outras, então se hospedar muito longe complica a logística se a ideia é visitar bodegas de todas as zonas num roteiro curto.
Também vale conferir se o hotel tem estacionamento (importante se você vai alugar carro) e checar o horário do café da manhã, porque muitos passeios saem cedo e um café antecipado ajuda bastante. Se for com crianças, confirme a política do hotel: alguns mais voltados pra casais têm restrições.
E fica a dica de quem já passou por isso: na hora de reservar, fique de olho na moeda da cobrança e nas taxas. Reservando por sites internacionais, pode haver cobrança em moeda estrangeira e IOF, então vale checar se o pagamento é em pesos ou outra moeda antes de fechar.
Pra fechar a hospedagem com tranquilidade, ficar bem localizado no centro faz toda a diferença, principalmente se for a primeira vez: você economiza em transporte e fica pertinho de restaurantes, agências e das praças. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Mendoza:
Onde ficamos em Mendoza (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Mendoza é o mais indicado para se hospedar. Esta região é perfeita para quem vai passar pouco tempo na cidade, já que a maior parte dos pontos turísticos fica por lá. Sem contar que o trajeto para cafés, bancos, lojas, restaurantes e outros lugares para curtir a noite será bem mais simples.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre onde ficar em Mendoza
Qual é o melhor bairro pra ficar em Mendoza?
Pra maioria dos viajantes, o melhor é o centro, especialmente em torno da Plaza Independencia. Você faz muita coisa a pé, tem boa oferta de restaurantes, câmbio, agências e hotéis em todas as faixas de preço, e ainda fica perto de onde saem os passeios pras vinícolas.
Vale a pena se hospedar nas vinícolas?
Vale, se a viagem é focada em vinho e romance, especialmente em Luján de Cuyo e Valle de Uco. Mas o ideal é combinar: alguns dias no centro pra curtir a cidade e 1 ou 2 noites numa vinícola pra relaxar entre os vinhedos, sem ficar isolado de tudo.
Quanto custa uma diária de hotel em Mendoza?
No centro, opções econômicas costumam ficar em torno de R$ 250 a R$ 400, intermediárias entre R$ 400 e R$ 800, e as de luxo a partir de R$ 800. Nas vinícolas, as diárias partem de uns R$ 600 e passam fácil de R$ 1.200 nos hotéis boutique e resorts. Os valores variam conforme câmbio e temporada.
Preciso alugar carro pra ficar em Mendoza?
No centro, não: dá pra fazer quase tudo a pé e usar táxi ou app, e os passeios pras bodegas saem em vans com guia. Mas pra explorar as vinícolas com liberdade, o carro ajuda muito. Só lembre da lei seca rígida da Argentina e combine quem vai dirigir nos dias de degustação.
Qual a melhor época pra ir a Mendoza?
A época da vindima, de fevereiro a abril, é a mais procurada pra vinhos, com clima agradável e vinhedos lindos (e hotéis lotando antes). A primavera, de setembro a novembro, é ótima pra pedalar entre as bodegas com menos gente. No inverno tem neve nas montanhas, e o verão é quente, mas atrai muitos brasileiros nas férias.
Com quanta antecedência devo reservar o hotel?
Quanto antes, melhor, principalmente na vindima e em feriados prolongados argentinos e brasileiros, quando os hotéis (sobretudo os de vinícolas) esgotam rápido. A gente já perdeu o hotel que queria por questão de horas, então reserve cedo, de preferência com cancelamento grátis pra ter flexibilidade.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina
- Economizando: quer planejar a viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar!
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- Carro: esse é um item que facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se você está pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro na Argentina. São dicas de como alugar pelo menor preço possível.
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- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro viagem pra estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!
É isso, galera! Com essas dicas você já consegue escolher onde ficar em Mendoza de um jeito que combine com o seu estilo de viagem e o seu bolso. Se for a primeira vez, vai de centro perto da Plaza Independencia sem medo, e se sobrar um tempinho, reserve uma noite numa vinícola pra fechar a viagem com chave de ouro. Boa viagem!
