Paisagem do porto de Livorno

Se você tem 8 dias pra explorar a Toscana, prepara o coração: dá pra ver muita coisa boa sem virar aquela corrida maluca de carro. A gente montou esse roteiro depois de rodar a região várias vezes e testar o que funciona (e o que não funciona) pra brasileiro.

A ideia aqui é misturar Florença (a joia renascentista), Siena e as cidades medievais, os vilarejos do Val d’Orcia com vinho e paisagem cinematográfica, e ainda encaixar Pisa, Lucca ou Arezzo. Tudo bem distribuído pra você aproveitar sem se cansar demais.

E não esquece: aqui no nosso guia completo da Toscana a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Roteiro de 8 dias na Toscana: como dividir os dias

Antes de entrar em cada dia, olha a lógica geral que a gente recomenda:

  • Dias 1 e 2: Florença (arte, museus e centro histórico)
  • Dia 3: Pisa e Lucca (bate-volta clássico)
  • Dia 4: Livorno (dia mais tranquilo, com clima portuário)
  • Dia 5: Siena (troca de base — vale muito dormir aqui)
  • Dia 6: San Gimignano e Monteriggioni
  • Dia 7: Val d’Orcia — Montalcino, Pienza e Montepulciano
  • Dia 8: Arezzo e Cortona

Uma dica que faz TODA diferença: use duas bases de hospedagem. Fica os primeiros dias em Florença e depois muda pra Siena (ou pra alguma agriturismo do Val d’Orcia). Ficar com uma base só e voltar toda noite pra Florença desperdiça horas de estrada.

1º e 2º dias: Florença

Comece por Florença, a capital da Toscana. Dois dias inteiros são o mínimo pra dar conta dos principais pontos sem sair frustrado.

Ponte Vecchio em Florença

A gente sempre começa pela Piazza del Duomo, uma das praças mais famosas da Itália e coração de várias das melhores coisas para fazer em Florença. Ali fica a Catedral de Santa Maria del Fiore, com aquela cúpula gigante do Brunelleschi. A entrada na igreja em si costuma ser gratuita, mas subir na cúpula, no Campanário e visitar o Batistério e o Museo dell’Opera del Duomo exigem ingressos separados — e esgotam rápido.

Reserva também com bastante antecedência a Galleria degli Uffizi e a Galleria dell’Accademia (onde fica o David, de Michelangelo). Vai errar feio quem aparece na porta esperando entrar: as filas viram a esquina e os horários se esgotam com semanas de antecedência.

Piazza del Duomo em Florença

Uma dica insider: vai pro Uffizi bem cedo, tipo abertura às 8h30. A gente tentou visitar depois do almoço uma vez e o museu estava lotado — perde a graça de apreciar as obras. Reserva umas 2 horas ou mais só pra ele, dependendo do quanto você curte arte.

Nos dois dias, encaixa ainda:

  • Jardins de Boboli: ótimo pra respirar, com terraços, esculturas e uma vista bonita
  • Ponte Vecchio: a ponte mais famosa da cidade, cheia de joalherias
  • Piazza della Signoria e o Palazzo Vecchio
  • Museo Galileo: pouco lotado e surpreendentemente interessante
  • Passeio à beira do rio Arno, especialmente no fim da tarde
Vista de fonte e lago no Jardim de Bóboli em Florença

Pra fechar o dia com chave de ouro, sobe até a Piazzale Michelangelo pra ver o pôr do sol. A vista panorâmica de Florença com o rio Arno e o Duomo lá no meio é uma das coisas mais bonitas da viagem. Vai um pouquinho antes do pôr do sol pra pegar lugar bom.

Vista da Piazzale Michelangelo em Florença ao pôr do sol

Como comprar os ingressos das atrações da Toscana

Vamos te dar dicas de como economizar muito na compra dos ingressos e passeios — porque comprar do jeito errado sai bem mais caro.

Dica da antecedência: comprar antes, pela internet, é sempre mais barato. Na bilheteria além de ser mais caro, o ingresso já pode ter esgotado pro dia que você quer. E você perde um tempão na fila.

Dica do IOF: se comprar no site oficial das atrações, é uma compra na moeda do outro país. Vai pagar IOF alto e não dá pra parcelar. Procure sites que já cobram em reais.

Um site que a gente tem usado muito em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo, tem todos os ingressos e passeios da Toscana e da Itália, e já é um dos mais baratos. A grande vantagem é que você paga em reais (evitando o IOF), pode parcelar e ainda tem:

  • Free tours: ele oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só paga uma gorjeta pro guia no final
  • Cancelamento gratuito: dá pra cancelar sem custo, o que ajuda muito quando o roteiro muda
  • Transfer aeroporto-hotel: às vezes sai mais barato que táxi, paga adiantado (evita golpe de taxista), o motorista já sabe seu destino e te espera com uma placa no desembarque
  • Atendimento 24h em português

3º dia: Pisa e Lucca (bate-volta)

No terceiro dia, um bate-volta clássico: Pisa e Lucca no mesmo dia. Dá tempo tranquilo e vai render duas cidades muito diferentes uma da outra.

Pisa fica a cerca de 88 km de Florença. A cidade em si é pequena e a estrela é a Piazza dei Miracoli, onde ficam a famosa Torre Inclinada, a Catedral de Pisa, o Batistério e o Camposanto Monumentale (um cemitério com arquitetura impressionante, três capelas e vários jardins).

Piazza dei Miracoli em Pisa

Uma dica: pra subir na torre, tem que reservar com antecedência e o horário é marcado. Se quiser só a foto clássica “segurando” a torre, aparece cedo — depois das 10h a praça vira um festival de gente fazendo pose.

Fora a praça, dá pra dar uma passada na charmosa Igreja Santa Maria della Spina, na beira do Arno, e no Museu Nazionale di San Matteo. Pisa tem restaurantes e cafés bem convidativos pra parar pro almoço.

Igreja Santa Maria della Spina em Pisa

Na sequência, siga pra Lucca, a pouco mais de 20 km. Charmosa, tranquila, cercada por muros renascentistas ainda em pé — dá até pra andar de bike em cima da muralha, é um passeio que a gente adora.

Vista da cidade de Lucca

Em Lucca, aproveite pra:

  • Caminhar pelo Orto Botânico
  • Passar pela Piazza Napoleone e pela curiosa Piazza dell’Anfiteatro (era um anfiteatro romano)
  • Visitar a Basílica de São Frediano e a Duomo di Lucca
  • Subir na Guinigi Tower, com vista 360° da cidade (e árvores no topo, coisa mais linda)
Fachada da Duomo di Lucca

Reserve umas 4 horas pra cada cidade. À noite, retorne a Florença pra descansar — ou pra aproveitar a vida noturna, que é bem animada.

Vista da cidade de Florença à noite

Aluguel de carro na Toscana (economize até 34%)

Aqui vai um recado direto: a Toscana pede carro. Os vilarejos do interior — Val d’Orcia, San Gimignano, Montalcino, Pienza, Montepulciano — não têm trem chegando neles. Dá pra fazer parte do roteiro só de trem (Florença, Pisa, Livorno e Siena são bem servidos), mas o restante vira dor de cabeça sem carro próprio.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Atenção com as ZTLs: quase todas as cidades históricas italianas têm zonas de tráfego restrito no centro. Entrar de carro em Siena, San Gimignano, Lucca ou no centro de Florença sem autorização gera multa que chega em casa meses depois. Sempre estacione fora dos muros da cidade e entre a pé — é o padrão por lá.

Como economizar até 42% nos hotéis de Toscana!

Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Toscana, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:

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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.

Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.

4º dia: Livorno

Livorno é a cara “praiana” da Toscana e faz um contraste legal com o interior. Fica a uns 95 km de Florença e vale um dia inteiro.

É uma cidade portuária importante, conhecida pela culinária a base de peixes e frutos do mar. Alguns chamam de “Veneza da Toscana” pelos canais que cortam parte do centro.

Vista do porto e cidade de Livorno

Encaixe no roteiro:

  • Piazza della Repubblica e a Catedral de Livorno
  • Museo Cívico Giovanni Fattori
  • Fortezza Nuova, fortaleza costeira com vista pro mar
  • Passeio de barco pelos canais (super gostoso no fim da tarde)
  • Acquario di Livorno, bom pra quem viaja com criança
Fortezza Nuova em Livorno

Se estiver calor, dá pra dar uma esticada nas praias de pedra ao sul da cidade. E aproveita pra comer cacciucco, uma sopa de peixe típica de lá — é uma delícia e uma das coisas que a gente sempre repete quando volta.

5º dia: Siena (e hora de trocar de base)

Aqui vem uma virada importante do roteiro: troque de base. A partir do 5º dia, hospede-se em Siena (ou num agriturismo no Val d’Orcia). Fica muito mais prático pra emendar os próximos dias sem gastar 2 horas por dia só de estrada.

Siena fica a cerca de 78 km de Florença. Chegando lá, o coração da cidade é a icônica Piazza del Campo, aquela praça em formato de concha onde acontece o Palio, a famosa corrida de cavalos. Ali ficam a Torre del Mangia (subida vale super a pena pela vista) e o Palazzo Pubblico.

Piazza del Campo em Siena

A Catedral de Siena (Duomo) é uma das mais impressionantes da Itália — as listras pretas e brancas do mármore por dentro te deixam de queixo caído. Vale muito o ingresso do complexo do Duomo (catedral + cripta + batistério + museu).

Outros lugares legais em Siena:

  • Orto de Pecci, um oásis verde perto da praça
  • Rocca di Montestaffoli (fortaleza)
  • Museus como o Museo Cívico e o Museo Archeologico
Museo d

Siena é totalmente caminhável, então esquece o carro dentro dos muros. Estaciona nos parques públicos (Santa Caterina, Il Campo, San Francesco) e usa as escadas rolantes que já sobem pro centro histórico.

6º dia: San Gimignano e Monteriggioni

Ao norte de Siena, a uns 42 km, fica San Gimignano — uma das cidades mais fotogênicas da Toscana inteira. Ela ficou famosa pelas torres medievais: eram mais de 70 no auge, sobraram 14 e a silhueta contra o céu é inesquecível.

Vista da cidade de San Gimignano

Entre as atrações principais:

  • Piazza della Cisterna, a praça central
  • Igreja Colegiada e o Palazzo Pubblico
  • Torre Grossa, ao lado do Palazzo — sobe umas centenas de degraus, mas a vista de cima compensa
  • Rocca di Montestaffoli, a antiga fortaleza
Piazza della Sisterna em San Gimignano

Dica insider: prove o gelato da Gelateria Dondoli, na praça central. Já foi eleito melhor sorvete do mundo várias vezes e a fila anda rápido.

No caminho de volta pra Siena, faz uma parada rápida em Monteriggioni. É uma cidade-fortaleza minúscula com muralhas medievais praticamente intactas — dá pra ver tudo em 1 hora e é uma parada linda pra fotos e um café.

7º dia: Val d’Orcia — Montalcino, Pienza e Montepulciano

Esse é o dia “cartão-postal” do roteiro. O Val d’Orcia é aquela Toscana das colinas verdes com cipreste, das paisagens que parecem pintura. E as três cidades juntas rendem um dia inesquecível.

Paisagem de Montalcino

Montalcino fica a uns 42 km de Siena e é obrigatória pra quem gosta de vinho. É a terra do Brunello di Montalcino, um dos vinhos mais respeitados do mundo, e do irmão mais em conta, o Rosso di Montalcino. Se puder, agende uma degustação em vinícola (as clássicas são Banfi, Argiano, Il Poggione).

No centro histórico, visite a fortaleza de 1361, a Piazza del Popolo, o Palazzo dei Priori e a Igreja da Madonna del Soccorso.

Piazza del Popolo e Palazzo dei Priori em Montalcino

Entre Montalcino e Montepulciano, encaixa Pienza. É uma cidadezinha planejada no Renascimento (curioso, porque a maioria dos vilarejos toscanos cresceu organicamente na Idade Média). É uma delícia pra caminhar e o famoso Pecorino di Pienza, o queijo local, é um dos símbolos gastronômicos da região. Prove nas queijarias do centro — costumam deixar degustar antes de comprar.

Fecha o dia em Montepulciano, a 36 km. A estrada até lá é uma das mais bonitas da Toscana, dá vontade de parar em cada curva pra fotografar. A cidade fica no topo de uma colina, com vinhedos ao redor produzindo o Vino Nobile di Montepulciano.

Vista do entardecer na cidade de Montepulciano

Encaixa na visita:

  • Piazza Grande, no ponto mais alto
  • Cattedrale di Santa Maria Assunta
  • Museo Civico Pinacoteca Crociani
  • Passeio pela Via del Corso, com lojas de vinho, queijo e artesanato
  • Uma cantina histórica nas caves antigas (várias oferecem degustação — Contucci e De’ Ricci são clássicas)
Piazza Grande em Montepulciano

Um erro clássico é achar que dá pra encaixar tudo isso sem carro. Não dá. Trem não vai a Montalcino nem a Pienza. Ou aluga carro, ou faz um tour organizado saindo de Siena.

8º dia: Arezzo e Cortona

No último dia, visite Arezzo, a uns 75 km de Siena. É uma cidade menos óbvia, que muita gente pula no primeiro roteiro pela Toscana — e é justamente por isso que a gente adora. Menos turista, mais autenticidade e uma arte espetacular.

Passeie pela Piazza Grande (que aparece no filme A Vida é Bela), aprecie os edifícios renascentistas e visite:

  • Basílica de San Francesco, com os afrescos de Piero della Francesca
  • Museo Diocesano di Arte Sacra
  • Casa Vasari, casa do arquiteto Giorgio Vasari
  • Igrejas e museus espalhados pelo centro histórico
Vista da cidade de Arezzo

Depois, siga pra Cortona, a menos de 30 km. Outra cidade no topo de uma colina, com vista fantástica do Vale do Chiana. Ficou famosa pelo livro (e filme) “Sob o Sol da Toscana”.

Aí você visita o Museo Diocesano, o Palazzo Comunale, as lojas de artesanato local e o Eremitério Le Celle, fundado por São Francisco de Assis nas montanhas ao redor da cidade — parada lindíssima.

Vista da cidade de Cortona

Dicas insider pra Toscana render mais

Depois de várias viagens pra região, alguns aprendizados que valem ouro:

  • Use tênis confortável: as cidades são todas de paralelepípedo, com ladeiras e escadarias. Sandália ou salto viram tortura em San Gimignano, Cortona e Siena
  • Estacione fora dos muros das cidades: praticamente todas têm ZTL (zona de tráfego restrito) e multa italiana chega no Brasil
  • Reserva museus e igrejas em Florença com antecedência, principalmente Uffizi, Accademia, Duomo e Palazzo Vecchio
  • Coma nas trattorias fora das praças principais: qualidade sobe e preço cai. Nas praças, o menu turístico costuma ser caro e mais ou menos
  • Aprenda a diferença de vinhos: Chianti Classico, Brunello, Nobile de Montepulciano e Rosso de Montalcino são todos toscanos — mas cada um é de um lugar, uma uva e um preço diferente

Melhor época pra visitar a Toscana

A Toscana rende melhor na primavera (abril-junho) e no início do outono (setembro-outubro). Clima ameno, paisagem verde ou dourada, dias longos e menos gente que no auge do verão.

O verão (julho-agosto) tem dias longuíssimos, ótimos pra aproveitar vilarejos ao ar livre, mas calor forte, museus lotados em Florença e Siena, e estacionamento disputado. Se for nessa época, reserva tudo com muita antecedência.

O inverno é mais calmo, com preço bom, mas dias curtos, muito frio no interior e algumas vinícolas fechadas. Só compensa pra quem quer atmosfera de Natal ou fugir da multidão.

Seguro viagem pra Itália (obrigatório)

Uma coisa que MUITA gente esquece: pra entrar no espaço Schengen (que inclui a Itália), o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Pode ser cobrado na imigração e sem ele você pode até ser barrado.

Além disso, atendimento médico na Europa fora do sistema público sai caro pra turista — uma ida ao pronto-socorro pode custar mais que a diária do hotel.

A gente sempre usa esse comparador de seguros pra achar o mais barato. Ele compara todas as principais seguradoras (Assist Card, Coris, Universal, GTA…) e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Pagamento em reais, dá pra parcelar e o atendimento é 24h em português — se acontecer algo, você fala com brasileiro.

Chip de celular pra Itália

Pra viagem de 8 dias rodando cidades diferentes, ter internet no celular é praticamente essencial — GPS pra dirigir, Google Maps a pé, tradutor, reservas, chamar Uber em Florença. Sem 4G, a viagem trava.

A gente usa esse chip de viagem em todas as viagens pra Europa. Você recebe em casa antes de embarcar, chega na Itália, coloca no celular e já sai usando — sem passar aperto no aeroporto tentando comprar chip local sem entender nada de italiano. Tem versão física e eSIM, atendimento em português e cobertura em toda a Europa.

Perguntas frequentes sobre 8 dias na Toscana

8 dias na Toscana são suficientes?

Sim, 8 dias rendem muito bem se você combinar Florença + cidades medievais + Val d’Orcia + um dia pra Pisa/Lucca ou Arezzo. Dá pra conhecer o essencial sem virar uma corrida de carro. Só não tenta ver a Toscana “inteira” — é grande demais pra isso em 8 dias.

Precisa alugar carro pra fazer esse roteiro?

Pra fazer o roteiro completo com Val d’Orcia, Montalcino, Pienza, Montepulciano, San Gimignano e Cortona, sim — trem não chega nos vilarejos. Uma solução é usar trem entre Florença, Pisa, Lucca, Livorno e Siena, e alugar o carro só a partir do 5º ou 6º dia pra fazer o interior.

Qual a melhor base pra dormir na Toscana?

O ideal são duas bases: Florença nos primeiros 3-4 dias (arte e museus) e depois Siena ou um agriturismo no Val d’Orcia nos últimos dias (pra ficar perto dos vilarejos). Dormir só em Florença o tempo todo faz você desperdiçar horas na estrada.

Quanto custa comer na Toscana?

Uma refeição em trattoria costuma ficar em torno de 20 a 40 euros por pessoa sem exageros. Com meia garrafa de vinho e sobremesa, pode subir pra uns 55 euros. Já pizza e almoços rápidos ficam bem mais em conta. Nas praças principais, sempre é mais caro — vale caminhar 2-3 ruas pra fora.

Precisa comprar ingressos do Uffizi e Accademia com antecedência?

Sim, com bastante antecedência. Os ingressos com horário marcado esgotam com semanas ou até meses de antecedência, especialmente na alta temporada. Sem reserva, você enfrenta filas de horas ou fica sem entrar. Nunca vá contando com a sorte de encontrar na bilheteria.

Qual a melhor época pra visitar a Toscana?

Primavera (abril-junho) e início do outono (setembro-outubro) são as melhores épocas: clima ameno, paisagem linda e menos multidão. Verão tem dias longos mas calor forte e lotação. Inverno tem preço bom mas dias curtos, frio e algumas vinícolas fechadas.

O seguro viagem é mesmo obrigatório pra Itália?

Sim, o seguro viagem é obrigatório por lei pra entrar em qualquer país do espaço Schengen (que inclui a Itália), com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Pode ser exigido na imigração e sem ele você pode ser barrado na entrada.

Dá pra visitar vinícolas em Montalcino e Montepulciano sem reserva?

Algumas cantinas menores no centro histórico das cidades permitem degustação sem reserva. Mas pras vinícolas maiores fora da cidade (Banfi, Argiano, Contucci, etc.), o ideal é agendar antes — muitas só recebem visita com reserva, especialmente em alta temporada.

Economize ao máximo na sua viagem à Itália

A Toscana é daqueles destinos que a gente sempre quer voltar. Cada vez que a gente vai, descobre um vilarejo novo, uma cantina escondida, uma trattoria de comida caseira que ninguém indicou. Segue esse roteiro como base, mas se der tempo, deixa espaço pra uma parada não planejada — costuma ser o melhor momento da viagem.