
Se você tem uma semana pra explorar a Toscana e quer aproveitar de verdade — não sair correndo de cidade em cidade tirando foto de longe —, esse roteiro é pra você. A gente montou aqui um passo a passo de 7 dias que equilibra as cidades famosas (Florença, Pisa, Siena) com o que a Toscana tem de mais especial: os vilarejos medievais, as estradas cênicas do Chianti e a paisagem do Val d’Orcia, que parece cenário de filme.
Quando a gente foi pela primeira vez, o erro clássico que quase cometemos foi tentar encaixar 4 cidades num dia só. Não faz isso. A graça da Toscana tá em almoçar com calma numa trattoria, provar um Brunello, dirigir por estrada de terra cercada de vinhedos. Menos é mais.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Toscana a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como se locomover na Toscana em 7 dias
Antes de mais nada, uma dica que vai definir toda a sua viagem: a Toscana pede carro. Você até consegue fazer Florença–Pisa–Lucca–Siena de trem tranquilamente, mas o Chianti, o Val d’Orcia, Montalcino, Montepulciano, San Gimignano e Cortona — que são o coração da região — ou você vai de carro, ou depende de tour, e aí perde toda a flexibilidade.
A gente costuma dividir assim: os 2 primeiros dias em Florença (sem carro, walking + trem pra bate-volta em Pisa/Lucca) e a partir do 4º dia pega o carro pra rodar pelos vilarejos. Assim você economiza estacionamento no centro de Florença, que é caro e ainda tem a ZTL (Zona de Tráfego Limitado), que a gente explica já já.
A principal dica pra economizar muito no aluguel é usar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores bem mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma cobertura extra que inclui pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou euro — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Atenção com a ZTL: o erro que mais dá multa em brasileiro
Essa aqui merece um H2 próprio porque é o erro mais comum. ZTL (Zona a Traffico Limitato) é a zona de tráfego restrito que existe no centro histórico de praticamente todas as cidades da Toscana — Florença, Siena, Pisa, Lucca, San Gimignano, Cortona, Arezzo, Montepulciano, todas.
Só carro autorizado (morador, hotel cadastrado, entregas) pode entrar. Se você passar sem autorização — e tem câmera lendo a placa — leva multa em euros que chega meses depois no cartão. Vários amigos nossos pagaram isso.
Como evitar? Sempre estacione fora do centro histórico, nos estacionamentos indicados (procure por “Parcheggio” em azul no GPS), e entre a pé. Se o hotel fica dentro da ZTL, avise ele com antecedência pra cadastrar sua placa. E fique atento às placas redondas com fundo branco escrito “Zona Traffico Limitato”.
1º e 2º dias — Florença
Comece o roteiro em Florença, a capital da Toscana e o berço do Renascimento. Em dois dias dá pra conhecer com calma o centro histórico, os grandes museus e ainda sobra tempo pra sentar num café observando o movimento.

Comece pela Piazza del Duomo, uma das praças mais impressionantes da Itália e uma das melhores coisas para fazer em Florença. Ali fica a Catedral de Santa Maria del Fiore, com a famosa cúpula de Brunelleschi, o Batistério de São João e o Campanário de Giotto.
A entrada na catedral em si costuma ser gratuita, mas pra subir na cúpula, no campanário, entrar no batistério e no museu você precisa do Opera del Duomo Pass, que sai em torno de €25 a €35 por pessoa. Reserve o horário da subida na cúpula com antecedência — ela tem controle rígido de entrada e esgota rápido em alta temporada.

No segundo dia, reserve pelo menos umas 3 horas pra Galeria Uffizi, que abriga uma das coleções mais importantes de arte renascentista do mundo (Botticelli, Leonardo, Michelangelo, Caravaggio). O ingresso costuma ficar em torno de €15 a €30, e a compra antecipada com horário marcado é praticamente obrigatória — na hora, a fila pode passar de 2 horas.
Perto dali, atravesse a icônica Ponte Vecchio, cheia de joalherias antigas, e do outro lado do Arno explore o bairro Oltrarno, que tem uma atmosfera bem mais local, com ateliês de artesãos e trattorias autênticas.

Ainda no Oltrarno, vale a caminhada pelos Jardins de Boboli, com terraços, esculturas e uma vista bacana da cidade. Se sobrar fôlego, encaixe também a Galleria dell’Accademia, onde fica o David de Michelangelo (ingresso em torno de €15 a €25).

Feche o dia com o pôr do sol na Piazzale Michelangelo. É uma subida boa, mas a vista panorâmica de Florença com o Duomo se destacando no meio da cidade compensa cada degrau. Chega uns 40 minutos antes do sol se pôr pra pegar lugar bom.

Dica de economia: em Florença, escolha 1 grande museu (Uffizi ou Accademia) + o passe do Duomo, em vez de tentar abraçar tudo. Fica mais barato e você aproveita mais cada visita.
Onde comprar os ingressos e passeios da Toscana
Antes de seguir viagem pros próximos dias, uma dica que vai economizar muito: comprar ingresso e tour sempre com antecedência, pela internet, em vez de na bilheteria. Além de ser mais barato, você garante horário nos passeios mais concorridos — e muita coisa esgota em alta temporada.
Um site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo em passeios e ingressos, tem todo o catálogo da Toscana (Uffizi sem fila, tour de vinícolas no Chianti, Val d’Orcia bate-volta, cooking class em Florença) e as principais vantagens:
- Pagamento em reais: você não paga IOF e ainda pode parcelar no cartão.
- Cancelamento gratuito na maioria dos passeios, até 24h ou 48h antes.
- Free tours: tours a pé gratuitos nas principais cidades — você só dá uma gorjeta pro guia no final.
- Atendimento em português, suporte 24h caso precise.
- Transfer do aeroporto: prático pra chegada, com motorista te esperando com placa no seu nome.
3º dia — Pisa e Lucca (bate-volta de Florença)
Pisa e Lucca ficam pertinho de Florença e uma da outra, então dá pra fazer as duas num dia só, tranquilo, indo de trem (é bem mais prático do que dirigir e enfrentar ZTL nas duas cidades).
Comece por Pisa pela manhã. A cidade fica a cerca de 88 km de Florença e o trem regional leva cerca de 1h, custando na faixa de €10 a €15 por trecho.

Da estação, uma caminhada de 20-25 minutos (ou um ônibus rápido) te leva à Piazza dei Miracoli, onde fica todo o conjunto: a famosa Torre Inclinada, o Duomo, o Batistério e o Camposanto Monumentale. É aqui que todo mundo faz a foto clássica “segurando” a torre.
Se quiser subir na torre, o ingresso fica em torno de €20 a €30, com horário marcado — reserve com antecedência porque a entrada é controlada. Duomo e batistério também são pagos separadamente ou em combo, na faixa de €10 a €20.
Pra além da praça, vale passar rapidinho pela Igreja Santa Maria della Spina, uma joia gótica minúscula à beira do Rio Arno, e almoçar num restaurante local — Pisa tem uma cena de comida bem melhor do que o turista médio imagina.

À tarde, pegue o trem pra Lucca, a pouco mais de 20 km. Custa uns €4 e leva 25 minutos. Lucca é uma das cidades mais charmosas da Toscana e um dos lugares que mais nos surpreendeu: um centro histórico completamente cercado por muralhas renascentistas onde dá pra fazer uma volta inteira caminhando ou de bicicleta (aluguel na entrada custa uns €5/hora).

No centro, caminhe pela Piazza Napoleone, entre na Basílica de San Frediano, suba na Torre Guinigi (com árvores plantadas no topo, uma raridade) pra ter uma vista 360° da cidade e conheça a Duomo di Lucca, com fachada renascentista impressionante.

À noite, retorne pra Florença de trem (uns 90 minutos direto). Se ainda tiver energia, aproveita a vida noturna de Florença, que é bem animada, principalmente na região do Oltrarno e Santo Spirito.

Como economizar até 42% nos hotéis de Toscana!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Toscana, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
4º dia — Siena e San Gimignano
A partir daqui a viagem muda de cara: você pega o carro em Florença e começa o roadtrip pelas cidades medievais e pela zona rural. É a parte mais gostosa da Toscana.
Comece indo pra Siena, a 78 km de Florença (cerca de 1h15 de carro). Estacione num dos parkings fora das muralhas (o do estádio ou o San Francesco são práticos) e entre a pé — lembre da ZTL.

Siena é uma cidade medieval quase intacta, gira em torno da Piazza del Campo — uma das praças mais bonitas do mundo, em forma de concha, onde acontece o famoso Palio (corrida de cavalos) duas vezes por ano. Ali estão a Torre del Mangia (dá pra subir por uns €10) e o Palazzo Pubblico.
Não deixe de visitar a Catedral de Siena, com um interior em mármore preto e branco impressionante — talvez uma das mais bonitas da Itália. Existe um passe combinado (OPA Si Pass) que inclui catedral, biblioteca Piccolomini, batistério e museu, na faixa de €10 a €20 dependendo da época.
À tarde, siga pra San Gimignano, a cerca de 42 km ao norte de Siena. Ela é famosa como a “Manhattan medieval” pelas 14 torres que sobraram das mais de 70 originais.

Caminhe pela Piazza della Cisterna, entre na Igreja Colegiada e, se topar encarar quase mil degraus, suba na Torre Grossa pra uma vista incrível da Toscana rural. Aproveite pra provar o vinho branco local, Vernaccia di San Gimignano, que só é produzido ali, e o sorvete da Gelateria Dondoli, que já ganhou concurso mundial.

À noite, hospede-se em Siena ou já numa fazenda (agriturismo) na região do Chianti pra pegar o próximo dia sem deslocamento.
5º dia — Chianti (rota dos vinhos)
Esse aqui é dia de dirigir devagar, com música tocando, parando em cada mirante que aparece. A região do Chianti Classico fica entre Florença e Siena, e é a rota dos vinhos mais famosa da Itália.

Um roteiro clássico passa por Greve in Chianti, Panzano (aqui fica o famoso açougue Antica Macelleria Cecchini, do Dario, uma experiência à parte pra quem come carne) e Castellina in Chianti. Todas com centros históricos pequenos, ruazinhas de pedra e enotecas.
O bacana é reservar 1 ou 2 vinícolas com antecedência pra uma degustação guiada. Castelos-vinícolas como o Castello di Brolio costumam oferecer degustações que ficam na faixa de €15 a €30 por pessoa; experiências completas com almoço podem chegar a €40 a €60. Reserve com antecedência, principalmente em fins de semana e época de vindima.
Dica insider (e importante): quem for dirigir não bebe. A lei italiana é rígida e a fiscalização real. O ideal é combinar antes quem vai ser o motorista sóbrio, ou reservar um tour com transporte incluído — sai mais caro, mas você aproveita muito mais.
6º dia — Val d’Orcia (Montalcino, Pienza e Montepulciano)
Se você já viu foto de “Toscana clássica” com estrada sinuosa cercada de ciprestes e colinas douradas, provavelmente foi no Val d’Orcia. É Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e serviu de cenário pra filmes tipo “Gladiador” e “Sob o Sol da Toscana”. Nada substitui ver ao vivo.

Comece por Montalcino, terra do Brunello di Montalcino, um dos vinhos tintos mais prestigiados do mundo. A cidade fica no topo de uma colina com uma fortaleza medieval de 1361 que dá pra visitar. Não deixe de provar também o Rosso di Montalcino, um pouco mais leve e bem mais barato — perfeito pra levar de lembrança.

Depois siga pra Pienza, uma cidadezinha renascentista minúscula, famosa pelo queijo pecorino di Pienza. Pare nas queijarias, prove os pecorinos em várias curas (fresco, semi-curado, curado com nozes ou trufa) e caminhe pelas ruas com nomes românticos como Via del Bacio (do Beijo) e Via dell’Amore. A vista dali pro vale é uma das mais famosas da Toscana.
Feche o dia em Montepulciano, também no topo de uma colina, terra do Vino Nobile di Montepulciano. Visite a Piazza Grande, a Cattedrale di Santa Maria Assunta e caminhe pela Via del Corso, cheia de enotecas e lojas de artesanato. Muitas enotecas oferecem degustação de graça só pra você comprar depois.


O ideal é dormir em Montepulciano ou Pienza pra não ter que voltar dirigindo depois de um dia inteiro degustando. Um agriturismo (fazenda-hotel) na região é uma experiência à parte — costuma sair a partir de €90 a €160 a diária.
7º dia — Arezzo e Cortona
Fecha o roteiro com chave de ouro em duas cidades menos turísticas, mas que são apaixonantes: Arezzo e Cortona.

Arezzo fica a cerca de 75 km de Siena, também num topo de colina. É uma cidade com forte legado artístico — os afrescos de Piero della Francesca na Basílica de San Francesco são considerados uma das obras-primas do Renascimento italiano. A Piazza Grande, no centro, é impressionante com seus edifícios inclinados e foi cenário do filme “A Vida é Bela”, do Roberto Benigni.
À tarde, siga pra Cortona, a menos de 30 km. Foi cenário do filme “Sob o Sol da Toscana” e mantém aquela atmosfera de vilarejo do interior italiano que a gente vê nos filmes. Do topo, a vista pro Vale do Chiana é um espetáculo.

Caminhe pela Via Nazionale, visite o Museo Diocesano (que tem uma “Anunciação” do Fra Angelico linda), o Palazzo Comunale e, se tiver tempo, o Eremitério Le Celle, fundado por São Francisco de Assis a poucos minutos da cidade — um lugar de uma paz absurda cravado numa colina arborizada.
Encerre a viagem com um jantar tranquilo numa trattoria local, pedindo pici (macarrão típico da região) com molho de javali e um vinho da casa. É o tipo de experiência que fica na memória mais do que qualquer museu.
Quanto custa uma viagem de 7 dias na Toscana
Pra ajudar no planejamento, uma estimativa por pessoa (sem contar voos):
- Hospedagem: hotel simples ou B&B nas cidades costumam ficar em torno de €70 a €130 por noite (quarto duplo); agriturismos na zona rural, a partir de €90 a €160.
- Alimentação: almoço simples fica em torno de €15 a €25; jantar com vinho, na faixa de €35 a €60 por pessoa. Reserve uns €35 a €60 por dia em média.
- Carro alugado + combustível + estacionamentos: em torno de €250 a €450 na semana, dependendo do tipo de carro.
- Ingressos e museus: reservando Uffizi, Accademia, Duomo de Florença, Duomo de Siena e torre de Pisa, o total costuma ficar entre €120 e €220 na semana.
Erros comuns que a gente vê os brasileiros cometendo na Toscana
- Entrar de carro em ZTL e levar multa (o mais comum de todos — sempre estacione fora do centro).
- Tentar encaixar 3 ou 4 vilarejos por dia — vira maratona de foto, você não aproveita nada. Menos é mais.
- Focar só em Florença e Pisa e ignorar a zona rural — que é justamente o melhor da Toscana.
- Não reservar Uffizi, Accademia e cúpula do Duomo com antecedência — em alta temporada, você pode literalmente perder a visita.
- Dirigir depois de degustar vinho — a fiscalização é séria, a multa é altíssima. Combine motorista sóbrio ou vá em tour com transporte.
- Subestimar distâncias — as estradas secundárias da Toscana são lindas, mas lentas. Some tempo de deslocamento e não tente esticar demais.
Aluguel de carro (economize até 34%)
Como a gente falou lá em cima, carro é a chave pra aproveitar a Toscana de verdade — sem ele, você fica limitado a Florença, Pisa, Lucca e Siena e perde toda a magia dos vilarejos.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Como a Toscana pede que você durma em cidades diferentes (Florença, Siena, Val d’Orcia), ficar bem localizado em cada trecho faz toda a diferença — evita perder tempo com deslocamento e te deixa mais próximo dos vinhedos e centros históricos. Olha aqui as melhores regiões pra se hospedar na Toscana:
Seguro viagem pra Toscana (obrigatório)
Uma coisa que muita gente esquece: a Itália faz parte do espaço Schengen, então o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de €30 mil pra atendimento médico. Sem ele, você pode até ter problema na imigração — e mesmo que passe, um imprevisto médico na Europa pode custar milhares de euros do seu bolso.
A gente usa esse comparador de seguros pra fechar. Ele compara todas as seguradoras do mercado num só lugar, o pagamento é em reais e parcelado, e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros nossos leitores. Fica muito mais barato do que fechar direto com a seguradora.
Chip de celular pra Itália
Pra ter internet no celular o tempo todo durante a viagem — pra usar mapa, tradutor, WhatsApp, chamar Uber, checar horário de trem —, o ideal é sair do Brasil já com um chip de viagem funcionando.
A gente usa esse chip de viagem, que tem opção com internet ilimitada, chega na sua casa antes da viagem, tem suporte em português e é bem mais barato do que comprar chip local no aeroporto. Sai do avião e já tá conectado — sem estresse.
Perguntas frequentes sobre 7 dias na Toscana
Vale a pena alugar carro pra Toscana?
Sim, muito. Se seu roteiro passa pelos vilarejos (Chianti, Val d’Orcia, San Gimignano, Cortona, Montepulciano), o carro é praticamente essencial — transporte público não atende bem essas áreas rurais. Só evite dirigir dentro dos centros históricos das cidades por causa da ZTL.
Qual é a melhor época pra visitar a Toscana?
Final da primavera (maio e junho) e início do outono (setembro e começo de outubro) são as melhores épocas. Clima ameno, paisagens verdes ou douradas, e menos turistas do que em julho e agosto, quando faz muito calor (acima de 30°C) e tudo fica mais cheio e caro.
7 dias na Toscana são suficientes?
São suficientes pra ter uma ótima experiência combinando cidades e zona rural, como no roteiro deste post. Mas se puder esticar pra 10 dias, você consegue dedicar mais tempo às vinícolas do Chianti e do Val d’Orcia, que são o coração da região.
Preciso reservar os museus de Florença com antecedência?
Sim, principalmente Uffizi, Galleria dell’Accademia (David de Michelangelo) e a subida à cúpula do Duomo. Em alta temporada, a fila pra comprar na hora pode passar de 2 horas — e em alguns casos o ingresso do dia esgota. Reserve online com pelo menos algumas semanas de antecedência.
O que é a ZTL e como evitar multa?
ZTL (Zona a Traffico Limitato) é a zona de tráfego restrito no centro histórico das cidades toscanas. Só carro autorizado pode entrar, e câmeras leem a placa automaticamente. Pra evitar multa, sempre estacione nos parkings fora das muralhas (marcados como “Parcheggio”) e entre a pé. Se o hotel fica dentro da ZTL, avise a placa do carro pra recepção pra eles cadastrarem.
Onde é melhor se hospedar na Toscana?
Divida a hospedagem em 2 ou 3 bases: 2 noites em Florença (pra fazer a cidade + bate-volta em Pisa/Lucca), 1 ou 2 noites em Siena ou num agriturismo no Chianti, e 1 ou 2 noites em Montepulciano ou Pienza pra explorar o Val d’Orcia. Assim você evita voltar dirigindo longe todo dia.
Quanto custa uma viagem de 7 dias na Toscana?
Sem contar voos, uma viagem confortável (hotel de padrão médio, almoços e jantares em trattorias, carro alugado, ingressos dos principais museus e algumas degustações) costuma ficar entre €1.500 e €2.500 por pessoa. Dá pra fazer mais barato ficando em agriturismo simples e reduzindo jantares mais elaborados.
Precisa saber italiano pra viajar pela Toscana?
Não precisa, mas ajuda muito saber algumas palavras básicas (buongiorno, grazie, per favore, il conto). Nas cidades turísticas, em restaurantes e hotéis muita gente fala inglês; nos vilarejos menores, quem fala espanhol se vira razoavelmente bem. Um app de tradução no celular resolve o resto.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos pras atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Carro: essencial pra rodar a Toscana. Veja como alugar um carro na Itália pelo menor preço.
- Euros: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro pra Itália, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Garanta um chip internacional ainda no Brasil, clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma pra planejar o resto do roteiro na Itália.
- Seguro viagem: obrigatório na Europa. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato).
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Esse é o tipo de viagem que a gente sempre quer repetir. A Toscana tem essa mágica de misturar arte, comida, vinho e paisagem numa dose só, e 7 dias dá pra ter uma experiência realmente completa sem correria. Vai com calma, prova de tudo, entra na primeira igrejinha que aparecer no caminho e deixa espaço na mala pro vinho e pro azeite. Boa viagem!