
Três dias em Las Vegas dá pra fazer muita coisa: percorrer a Strip inteira, ver os shows gratuitos das Fontes do Bellagio, encarar um Cirque du Soleil, descer pra Fremont Street à noite e ainda encaixar um bate-volta ao Grand Canyon. A gente já foi várias vezes e sabe exatamente onde dá pra apertar o ritmo e onde vale ir devagar — porque caminhar na Strip no calor do meio-dia derruba qualquer um.
Neste roteiro, a gente divide os 3 dias em blocos (manhã, tarde e noite) pra você aproveitar tudo sem se perder e sem desperdiçar dinheiro. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Las Vegas a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip, ingressos e onde comer.
Uma dica que vale ouro logo de cara: compre os ingressos de show, Grand Canyon e atrações com antecedência. A gente já errou nessa de deixar pra última hora e acabou pagando mais caro num Cirque com assento ruim. Quanto antes você compra, melhor o preço e o lugar.
O que fazer no 1º dia em Las Vegas?
Manhã: café reforçado + Strip central
Pra abrir bem o roteiro, comece com um café reforçado num dos buffets famosos da cidade. Esses lugares servem omelete na hora, panqueca, waffle, frutas frescas, frios, confeitaria e suco — você come tipo um almoço e segura tranquilo até a tarde, o que é ótimo na Strip.

Os mais conhecidos são o Bacchanal Buffet no Caesars Palace (provavelmente o mais badalado), o buffet do Wynn, o do Bellagio e o Wicked Spoon no Cosmopolitan, que tem uma apresentação em porções menores bem bonita. O café costuma sair em torno de US$ 35 a 60 por pessoa, dependendo do hotel e do dia.
Depois do café, é hora de cair na Las Vegas Strip, a avenida principal da cidade. É lá que ficam os grandes hotéis-cassinos temáticos, e o melhor é ir caminhando entre eles pra sentir o clima. Só fica esperto: a Strip tem cerca de 6 a 7 km de ponta a ponta e o calor engana — vá com tênis confortável e use as passarelas elevadas pra atravessar as avenidas grandes.

No trecho central, foca nos clássicos:
- Bellagio — jardim interno (Conservatory), galeria de arte e o show das Fontes (gratuito, com intervalos curtos durante o dia e mais frequente à noite).
- Caesars Palace — arquitetura romana, o shopping The Forum Shops e o show mecânico The Fall of Atlantis.
- The Cosmopolitan — vale entrar pra ver o bar The Chandelier, que é uma instalação iluminada gigante.
- The Venetian e Palazzo — o famoso passeio de gôndola nos canais (em torno de US$ 35 a 50 por pessoa) e o Grand Canal Shoppes com céu pintado no teto.
Aluguel de carro: a chave pra economizar (e fazer bate-volta)
Antes de seguir o roteiro, uma dica importante: Las Vegas é uma cidade de carro. Pra circular na Strip dá pra fazer a pé e de Uber, mas pro Grand Canyon, Hoover Dam, outlets afastados e Red Rock Canyon, ter um carro alugado economiza muito tempo e dinheiro. E o aeroporto fica colado na Strip — você já pega o carro na chegada.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Tarde: almoço + Strip sul + High Roller
Pra almoçar, uma boa pedida é o Gordon Ramsay Steak, dentro do hotel Paris. É um dos melhores restaurantes da cidade, com o nome do chef britânico, e vale a experiência (reserve com antecedência). Se quiser uma opção mais leve e barata, o Eataly no Park MGM tem pizza, massa e itens italianos numa praça gastronômica bem prática.

Depois do almoço, siga explorando a parte sul da Strip:
- Paris Las Vegas — réplica da Torre Eiffel com mirante (cerca de US$ 25 a 30).
- New York-New York — fachada com mini skyline e a montanha-russa Big Apple Coaster (em torno de US$ 20 a 25).
- MGM Grand e Mandalay Bay — vale dar uma volta nos cassinos; no Mandalay tem o aquário Shark Reef (US$ 30 a 40), legal pra quem vai com criança.

No fim de tarde, suba na High Roller, uma das maiores rodas-gigantes do mundo, na LINQ Promenade. A gente recomenda muito ir no entardecer — você pega a Strip iluminando aos poucos e o efeito é incrível. O ingresso fica em torno de US$ 30 a 40. Quem curte adrenalina pode encarar a Fly LINQ Zipline ali do lado.
Pra fazer um passeio guiado pela Strip e ver tudo de cima sem cansar as pernas, dá pra encaixar o ônibus turístico de dois andares com parada livre, que cobre Strip e Downtown.
Noite: show do Cirque du Soleil
Não dá pra falar de Las Vegas sem incluir pelo menos um show grande no roteiro — é o tipo de coisa que só acontece lá. Cada hotel grande tem 1 ou 2 espetáculos fixos, com produções de mágica, comédia, dança, ilusionismo e até shows adultos. Os mais famosos são os do Cirque du Soleil:

- ‘O’, no Bellagio — espetáculo aquático com piscina gigante, mergulhos e acrobacias. É o mais icônico.
- Mystère, no Treasure Island — o clássico do Cirque, com comédia e acrobacia.
- KÀ, no MGM Grand — produção épica e palco rotatório.
- Michael Jackson ONE, no Mandalay Bay — homenagem ao rei do pop.
Os ingressos costumam ficar entre US$ 80 e US$ 250, dependendo do assento e da data. Pra finais de semana e datas concorridas, esgotam cedo — compra com antecedência. Nesse site aqui, que é ótimo, dá pra achar ingresso de Cirque, tours pro Grand Canyon, museus e até combos que economizam bastante. A gente acabou comprando vários passeios e atrações por lá em todas as viagens, porque o atendimento é em português e o pagamento em reais — sem IOF.
O que fazer no 2º dia em Las Vegas?
Manhã: café + compras nos shoppings e outlets
O 2º dia começa com o que muita gente vai a Vegas: compras. A cidade tem shoppings excelentes e outlets com descontos que chegam a 80% nas marcas certas. A vantagem é que praticamente todos têm cafeterias e restaurantes, então dá pra tomar o café da manhã ali mesmo e já emendar nas lojas.

Os principais locais pra compras em Las Vegas:
- The Forum Shops (dentro do Caesars Palace) — mais de 160 lojas de marcas famosas, das mais sofisticadas.
- Miracle Mile Shops (no Planet Hollywood) — mais de 170 lojas, ambiente descontraído e bom pra marcas médias.
- Fashion Show Mall — fica colado na Strip, tem Macy’s, Forever 21, Adidas, Guess e várias outras.
- Las Vegas North Premium Outlets e South Premium Outlets — os dois grandes outlets, com descontos pesados em Nike, Coach, Michael Kors, Tommy, Polo, etc.

Dica de quem já passou por isso: nos outlets, é onde o carro alugado faz mais diferença. Sair de Uber pra ir e voltar dos dois outlets pode custar mais que a diária da locadora.
Tarde: almoço no Arts District + museus + Sphere
Pra fugir um pouco do clima dos cassinos, almoce no Arts District, um bairro com cara de gente local, cheio de cafeterias, cervejarias artesanais, lojas de antiguidades e restaurantes independentes. É uma Vegas que poucos turistas brasileiros conhecem e dá um respiro do excesso da Strip.

Depois do almoço, dá pra encaixar o Madame Tussauds, o museu de cera famoso, dentro do The Venetian — tem estátua de Lady Gaga, Obama, Michael Jackson, Madonna e várias outras. Quem prefere algo mais novo e fora do óbvio pode trocar pela Sphere, a arena esférica gigante ao lado do Venetian, inaugurada em 2023, com fachada de LED imersiva e experiências audiovisuais (Postcard from Earth, por exemplo). Os ingressos giram entre US$ 80 e US$ 200 dependendo do evento.
Outra opção bem diferente é o AREA15, um complexo de entretenimento imersivo a poucos minutos da Strip, com instalações de arte digital interativa (Omega Mart, do Meow Wolf), simuladores, bares temáticos e tirolesa interna. O Omega Mart sai em torno de US$ 50 a 70.
Noite: cassino e Strip iluminada
A noite do segundo dia é pra viver o clichê de Las Vegas no melhor sentido: entrar nos cassinos, jogar uma fichinha, tomar um drink, conhecer os ambientes. Mesmo quem não joga, vale entrar — a arquitetura, os bares, as áreas gourmet e os shows internos são parte da experiência.

Os cassinos mais bacanas pra dar uma volta:
- MGM Grand — um dos maiores do mundo, com caça-níqueis, blackjack, pôquer, roleta e apostas esportivas.
- Aria — moderno, com uma sala de pôquer respeitadíssima.
- The Cosmopolitan — atmosfera jovem e bares irados.
- Bellagio — clássico, sofisticado, é o pôquer dos filmes.
Uma armadilha que pega muito brasileiro: cassinos servem bebida ‘grátis’ enquanto você joga, mas a gorjeta do garçom (US$ 1 a 2 por drink) é esperada. E como cassino não tem relógio nem janela de propósito, a noção do tempo some — define um orçamento de jogo antes de sentar na mesa.
O que fazer no 3º dia em Las Vegas?
Manhã e tarde: bate-volta ao Grand Canyon
No 3º dia, a dica é sair da cidade e fazer o passeio que praticamente todo mundo lembra pelo resto da vida: o Grand Canyon. Café da manhã rápido (no hotel mesmo ou num Starbucks) e cai na estrada cedo, porque a viagem é longa.

Pra quem tem só 3 dias, o ideal é a West Rim, que é a parte mais próxima de Vegas (cerca de 2h30 a 3h de carro) e onde fica o famoso Skywalk, aquela passarela de vidro suspensa sobre o cânion. A South Rim, do parque nacional clássico, é mais bonita, mas fica a cerca de 4 a 5 horas de viagem só pra ir — fica apertado num bate-volta.

Como ir de Las Vegas ao Grand Canyon?
- Carro alugado: a forma mais flexível. Você sai cedo, faz seu próprio ritmo e ainda pode parar na Hoover Dam no caminho (a represa fica entre Nevada e Arizona e o desvio é curto). É a melhor relação custo-benefício pra quem é em 2 ou mais pessoas.
- Excursão guiada de ônibus/van: sai em torno de US$ 120 a 180 por pessoa, dia inteiro, e geralmente inclui Hoover Dam. Boa opção pra quem não quer dirigir. Dá pra reservar clicando aqui.
- Helicóptero: caríssimo (US$ 300 a 600+), mas a vista é absurda. Alguns pacotes incluem pouso no cânion e até sobrevoo da Strip na volta.

Noite: Downtown, Fremont Street e jantar especial
De volta a Vegas no fim da tarde, se ainda sobrar energia, vale fechar a noite no Downtown, que é a Vegas antiga — diferente da Strip. A Fremont Street Experience é um calçadão coberto com um telão de LED gigantesco no teto, com shows de luz e som a cada hora, artistas de rua, cassinos históricos (como o Golden Nugget) e a SlotZilla Zipline, uma tirolesa que cruza o calçadão por cima de todo mundo.
Quem curte algo cultural pode encaixar o Mob Museum (history da máfia americana, ingresso em torno de US$ 30) ou o Neon Museum, museu a céu aberto com os letreiros antigos dos cassinos — a visita à noite, com tudo aceso, é a melhor.
Pra fechar a viagem com chave de ouro, jante no Mon Ami Gabi, dentro do hotel Paris. Culinária francesa, ambiente charmoso e a vantagem maior: peça mesa no pátio externo. Você janta com vista direta pras Fontes do Bellagio, que dão show a cada poucos minutos. É um daqueles momentos que entram na memória.

Dicas extras pra aproveitar melhor seus 3 dias em Las Vegas
Algumas coisas que a gente aprendeu na prática e que fazem diferença:
- Resort fee: os hotéis cobram uma taxa diária obrigatória (em torno de US$ 30 a 50 + impostos) que não aparece no preço do buscador. Fica esperto no check-out.
- Imposto não vem no preço: em cardápio e lojas, o preço é antes do sales tax (cerca de 8 a 9% em Vegas). Some na hora de pagar.
- Gorjeta: 15 a 20% em restaurante; US$ 1 a 2 por drink no bar/cassino; US$ 2 a 5 por mala pro bellboy. Não é opcional.
- Dress code: alguns clubs, rooftops e restaurantes de chef não aceitam chinelo, regata ou bermuda. Leve uma roupa mais arrumada na mala.
- Primeiro dia mais leve: brasileiro chega cansado do voo longo. Não tenta emendar direto numa balada na primeira noite — você perde a graça por puro esgotamento.
- Seguro viagem: nos EUA, atendimento médico custa uma fortuna. Uma consulta simples passa de US$ 500 fácil. Não é luxo, é proteção financeira. Faz a cotação nesse comparador de seguros que a gente sempre usa — sai com 18% de desconto exclusivo Grupo Dicas.
- Celular funcionando lá: usa Uber, Maps, Google Translate e busca os horários dos shows a cada hora. Garanta um chip de viagem antes de sair do Brasil — é mais barato e bem mais prático que ativar roaming.
Onde ficamos em Las Vegas (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas. Uma é a The Strip, a área mais famosa de Las Vegas. Por isso, ela é conhecida por seus cassinos, hotéis e as mais diversas opções de entretenimento. A outra é Downtown Las Vegas, a área mais antiga da cidade, conhecida por ser um espaço de bastante entretenimento, incluindo a famosa rua Fremont Street Experience.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o roteiro de 3 dias em Las Vegas
3 dias em Las Vegas é tempo suficiente?
É tempo suficiente pra ver o essencial: a Strip de ponta a ponta, um show grande (Cirque du Soleil), o Downtown com a Fremont Street e um bate-volta ao Grand Canyon. Se quiser incluir Sphere, AREA15, mais um show ou explorar Red Rock Canyon, 4 ou 5 dias ficam mais confortáveis.
Qual é a melhor época pra ir a Las Vegas?
Março a maio e setembro a novembro têm o clima mais agradável, sem o extremo do verão (que passa fácil dos 40°C) nem o frio noturno do inverno. O verão é alta de pool party e beach club, mas caminhar na Strip à tarde fica pesado. O inverno tem preços de hotel mais baixos fora de feriados.
Quanto custa, em média, 3 dias em Las Vegas?
Varia muito, mas pra ter uma ideia: hotel na Strip parte de US$ 100 a 250 a diária (+ resort fee), comida fica entre US$ 60 e 150 por dia por pessoa, um show grande sai por US$ 80 a 250, o Grand Canyon de excursão fica em US$ 120 a 180 e atrações tipo High Roller, Eiffel e Madame Tussauds saem entre US$ 25 e 40 cada. Compras e cassino são à parte.
Vale a pena alugar carro em Las Vegas?
Se você vai ficar só na Strip, dá pra resolver tudo a pé, monorail e Uber. Mas se a ideia é fazer Grand Canyon, Hoover Dam, Red Rock Canyon, outlets afastados ou seguir viagem por Califórnia/Arizona, alugar carro é a melhor opção — mais barato e flexível que excursão. O aeroporto fica colado na Strip, então você já pega o carro na chegada.
É seguro andar pela Strip à noite?
A Strip é cheia de gente até de madrugada e tem policiamento ostensivo, então é tranquila pra caminhar à noite. Já o Downtown também é bem movimentado na região da Fremont Street, mas evite se afastar pra ruas escuras nos arredores. O bom senso vale como em qualquer cidade grande dos EUA.
Precisa de seguro viagem pra Las Vegas?
Não é obrigatório por lei, mas atendimento médico nos EUA é absurdamente caro — uma consulta em pronto-socorro passa fácil de US$ 1.000. Sem seguro, qualquer imprevisto vira um problema financeiro sério. Vale muito mais a pena gastar uns dólares por dia no seguro do que arriscar.
Vale a pena ir ao Grand Canyon de bate-volta de Las Vegas?
Vale demais, principalmente pela West Rim, que é mais perto (2h30 a 3h de carro) e inclui o Skywalk. Dá pra ir e voltar no mesmo dia tranquilo, com ainda tempo pra jantar em Vegas à noite. A South Rim é mais bonita, mas fica longe demais pra fazer só num dia.
Economize ao máximo na sua viagem a Las Vegas:
- Economizando: quer planejar a viagem aproveitando melhor o orçamento? Veja nossa matéria de como viajar barato pra Las Vegas, com dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Carro: em Vegas, ter carro facilita pra ir aos outlets, Grand Canyon e Hoover Dam. Confere as dicas no nosso post de aluguel de carro em Las Vegas pra pegar pelo menor preço.
- Dólares: descubra como levar seu dinheiro pra Las Vegas, com os prós e contras de cada maneira (tem opção bem mais barata que dólar em espécie).
- Celular: garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. É mais fácil e barato que roaming.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Las Vegas, com a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: atendimento médico nos EUA é caríssimo, vale muito a pena ter seguro. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato).
- Transfer: precisa de transporte do aeroporto pro hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
No fim das contas, 3 dias em Las Vegas é tempo suficiente pra entender por que essa cidade vira a cabeça de quem nunca foi. A combinação de Strip, shows, Grand Canyon e Fremont entrega uma viagem completa — desde que você se organize bem, compre ingressos com antecedência e durma o suficiente pra aguentar o ritmo. Boa viagem!
