Como levar dinheiro para Las Vegas: guia completo

Se você tá planejando a viagem e ficou na dúvida sobre como levar seu dinheiro para Las Vegas, a gente preparou esse guia pra te mostrar todas as opções, com as vantagens e desvantagens de cada uma. A ideia aqui é simples: você sair daqui sabendo exatamente quanto levar em espécie, qual cartão usar e como gastar menos com IOF e câmbio.

A gente já foi pra Vegas várias vezes e errou bonito nas primeiras viagens — levando dinheiro demais em espécie numa, confiando só no cartão de crédito noutra e tomando uma rasteira gigante quando o dólar subiu antes do fechamento da fatura. Então a recomendação aqui vem de quem aprendeu na prática.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Las Vegas a gente reuniu tudo pra você montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Qual moeda usar em Las Vegas?

A moeda oficial é o dólar americano (USD), sem exceção. Real não é aceito em lugar nenhum — nem em casa de câmbio na rua, nem em hotel da Strip. Então a primeira regra é: você precisa chegar lá com dólar (em espécie ou no cartão) ou com uma forma de pagamento internacional pronta pra usar.

As cédulas mais comuns são as de US$ 1, 5, 10, 20, 50 e 100. Dica de quem já passou perrengue: peça uma boa parte em notas pequenas (US$ 1, 5 e 10) na hora de comprar dólar no Brasil. Vegas é a cidade das gorjetas, e ficar pedindo troco de nota de 100 pra dar US$ 2 pro bellman é um problema.

Levando seu dinheiro em espécie para Las Vegas

Essa continua sendo uma das opções mais econômicas — e a gente sempre recomenda levar uma parte assim. A grande vantagem é que você não paga IOF nem fica refém do câmbio do dia do fechamento da fatura: paga só a cotação do dia em que comprou o dólar no Brasil, e acabou.

Carteira com dólares

Outra vantagem é prática: em Vegas, dinheiro em espécie resolve em vários momentos que cartão não cobre bem — gorjetas (que são praticamente obrigatórias), barraquinhas de comida, lojinhas menores, fichas em máquinas de cassino mais antigas e divisão rápida de conta em grupo. Anda lá sem dinheiro vivo que você se complica.

Las Vegas

As desvantagens são duas: segurança (andar com muita nota no bolso é arriscado) e limite prático (você não vai querer carregar milhares de dólares na carteira). A solução é deixar a maior parte no cofre do hotel e sair com o que precisa pro dia.

Quanto levar em espécie?

Pra dar uma referência: a gente costuma sugerir algo em torno de R$ 500 a R$ 1.000 por pessoa, já convertidos em dólar, pra cobrir gorjetas, pequenos gastos e os lugares onde cartão não é prático. O restante do orçamento vai num cartão — e é aí que entra a próxima parte.

Conta global em dólar: a melhor opção pra Las Vegas

Essa virou a opção preferida da gente, disparada. Funciona assim: você abre uma conta em dólar nos Estados Unidos direto pelo celular, em uns 5 minutos, só com RG ou CNH. Depois vai mandando reais pra essa conta quando o câmbio tá bom, eles convertem em dólar e o saldo fica lá te esperando — pode até ir rendendo em fundos de investimento até a viagem.

Na hora de gastar, você usa o cartão de débito dessa conta (virtual no celular ou físico) em qualquer estabelecimento do mundo, e o valor sai direto em dólar da sua conta. O câmbio é muito mais próximo do comercial, e o IOF é bem menor do que no cartão de crédito tradicional. Pra uma viagem a Vegas, isso significa uma economia real de centenas de reais.

Se quiser dar uma olhada, essa conta global que a gente usa é o nosso queridinho. É um banco regulamentado nos EUA, com proteção de até US$ 250 mil do governo americano, suporte todo em português e sem taxa pra abrir ou manter a conta. Usando o cupom GRUPODICAS20 na abertura, você ganha até 20 dólares na primeira remessa de câmbio feita em até 15 dias.

Por que a gente gosta tanto dessa opção

  • Câmbio bem melhor que cartão de crédito comum;
  • Dá pra ir comprando dólar aos poucos, conforme a cotação tá boa;
  • O cartão de débito funciona em qualquer país do mundo (serve pras próximas viagens também);
  • Dá pra sacar em caixa eletrônico no exterior — os dois primeiros saques do mês são isentos de taxa da conta;
  • Suporte 100% em português;
  • Tem uma sala VIP no aeroporto de Guarulhos pros clientes.

Se for pedir o cartão físico, peça o quanto antes — ele é enviado dos EUA e demora um pouco. Mas o cartão virtual já fica disponível no app na hora da abertura, e dá pra usar tranquilo.

Cartão pré-pago internacional

O pré-pago é outra alternativa boa, principalmente pra quem quer um controle mais rígido do orçamento. Funciona como um débito recarregável: você compra dólar no Brasil, o valor entra no cartão e você usa lá fora. Bandeira VISA ou Mastercard, aceito na maior parte dos estabelecimentos.

Cartão e maquininha

As vantagens são parecidas com as da conta global: você paga a cotação do dia em que carregou o cartão (sem surpresa depois) e dá pra sacar em ATM se precisar. Dá pra consultar saldo e recarregar pelo app a qualquer hora.

A diferença pra conta global é que o pré-pago tende a ter IOF um pouco maior e o câmbio não costuma ser tão competitivo. Se você já vai abrir uma conta global, ela substitui bem o pré-pago. Mas se prefere uma solução mais "fechada", em que você carrega o que vai gastar e pronto, o pré-pago resolve.

Cartão de crédito internacional: use como plano B

Cartão de crédito é a forma mais prática, mas também a mais cara. Você só precisa avisar o banco que vai viajar pra liberar compras internacionais e sair usando — aceito em praticamente todo lugar (hotéis, restaurantes, Uber, Lyft, ingressos, lojas).

Cartões de crédito

O problema são dois pontos juntos: o IOF mais alto nas compras internacionais (em torno de 6,38%) e o fato de que a cotação que vai valer é a do dia do fechamento da sua fatura, não a do dia da compra. Se o dólar disparar no meio da viagem, você só descobre quando o boleto chega. A gente já tomou esse tranco.

Por isso a recomendação: leve o cartão de crédito, deixe ele desbloqueado pra uso internacional, mas use como plano B. Em emergência (perdeu o cartão da conta global, ATM não funcionou, precisou de um valor maior numa loja específica) ele é ouro. No dia a dia, prefira a conta global.

Afinal, qual a melhor combinação?

Depois de testar todas, a receita que a gente usa hoje pra Vegas é essa:

  • Uma parte em espécie (algo em torno de US$ 200 a US$ 400 por pessoa) — pra gorjetas, gastos pequenos e emergência;
  • O grosso do orçamento numa conta global em dólar — pra hotel, restaurantes, ingressos, compras, Uber;
  • Cartão de crédito como plano B — desbloqueado pra uso internacional, mas guardado.
Turistas em Las Vegas

Com essa combinação, você economiza muito em IOF, fica protegido contra variação cambial e ainda tem o conforto de uma rede de segurança caso algo dê errado.

Quanto dinheiro levar por dia em Las Vegas?

Isso varia muito conforme o estilo de viagem, mas uma referência ajuda. Pra um turista médio que vai comer bem (sem ser em restaurante de chef toda noite), pegar Uber pela Strip, ver um show e fazer compras razoáveis, planeje algo em torno de US$ 80 a US$ 150 por dia por pessoa, sem contar hotel e jogos.

Faixas mais detalhadas, pra dar uma ideia:

  • Econômico: em torno de US$ 130 a US$ 150 por dia (incluindo hospedagem simples, refeições rápidas, atrações básicas);
  • Médio: em torno de US$ 350 a US$ 400 por dia (hotel 3-4 estrelas, restaurantes intermediários, alguns shows);
  • Luxo: a partir de US$ 1.000 por dia (hotel 5 estrelas na Strip, restaurantes renomados, shows premium e jogos).

Pra ter referência de preços

  • Café simples: em torno de US$ 5;
  • Cerveja: em torno de US$ 6;
  • Almoço rápido: em torno de US$ 15;
  • Refeição num restaurante decente: em torno de US$ 50;
  • Buffet de hotel: em torno de US$ 30 a US$ 70 por pessoa;
  • Show grande tipo Cirque du Soleil: a partir de US$ 80;
  • Excursão ao Grand Canyon: em torno de US$ 80 a US$ 200, dependendo do tipo (ônibus ou helicóptero).

E não esquece: tem uma resort fee obrigatória nos hotéis da Strip (muitas vezes acima de US$ 30-40 por noite) que normalmente não tá na diária e só aparece no check-in. Inclui isso no orçamento antes de viajar pra não levar susto.

Cuidado com as gorjetas — elas pesam no bolso

A cultura americana de gorjeta é forte, e Vegas é o ápice disso. Quase nenhum estabelecimento inclui gorjeta na conta (gratuity), então é por sua conta:

  • Restaurante com serviço de mesa: 15% a 20% da conta;
  • Bar: US$ 1 a US$ 2 por drink;
  • Táxi / Uber / Lyft: arredonda pra cima ou 10-15%;
  • Camareira: US$ 2 a US$ 5 por dia, deixados no quarto;
  • Bellman (carregador de mala): US$ 1 a US$ 2 por mala;
  • Garçom de cassino: os drinks são "grátis" enquanto você joga, mas dá US$ 1-2 por drink na gorjeta.

É por isso que a gente insiste em levar bastante nota pequena. Soma todo mundo isso num dia e você gasta facilmente US$ 30-50 só de gorjeta. Inclui isso no orçamento — quem esquece, sempre estoura.

ATMs em Las Vegas: usar ou não?

ATMs estão em cada esquina — cassinos, hotéis, lojas de conveniência, bancos. A maior parte funciona 24 horas. O problema é a taxa: saque internacional costuma ter em torno de 4% de comissão mais uma taxa fixa do ATM (que em Vegas é alta, principalmente nos caixas dentro de cassino).

A regra que a gente segue: só saca em ATM em emergência. Se planejou bem antes da viagem, leva o que precisa em espécie e o resto na conta global. Se for sacar mesmo assim, prefira ATMs de bancos grandes (Bank of America, Chase, Wells Fargo) em vez dos caixinhas isolados — as taxas são menores.

Onde comprar dólar e cartão pré-pago no Brasil?

A gente sempre compra dólar com uma das maiores empresas de câmbio do país. Dá pra fazer tudo online: comprar dinheiro em espécie e cartão pré-pago numa única operação, e ainda receber em casa por portador, sem precisar sair com aquele dinheirão da loja.

Se quiser dar uma olhada, é só clicar aqui que você é redirecionado pro site, vê a cotação do dia e faz o pedido. Compara a cotação com a casa de câmbio que você costuma usar e fecha onde estiver melhor — diferença de 1-2 centavos por dólar, numa compra de US$ 1.000, já dá uma boa economia.

Erros comuns que brasileiros cometem com dinheiro em Vegas

Pra fechar, os tropeços mais comuns que a gente já viu (e cometeu):

  1. Confiar só no cartão de crédito e esquecer que Vegas precisa de notas pra gorjeta e pequenas compras;
  2. Não considerar o IOF e o câmbio do fechamento da fatura — você vê o preço do prato em dólar e acha barato, mas no fim sai bem mais caro;
  3. Sacar várias vezes em ATM, pagando taxa fixa toda vez;
  4. Esquecer do peso das gorjetas — 15-20% em cima de tudo é dinheiro de verdade;
  5. Misturar dinheiro de jogo com o do dia a dia — separa um valor fixo pra cassino e aceita perder ele, sem mexer no orçamento de comida e hotel;
  6. Ignorar a resort fee na hora de fechar o hotel;
  7. Andar com todo o dinheiro junto — divide, deixa parte no cofre do quarto e leva só o do dia.

Não esqueça do seguro viagem (importante!)

Antes de fechar a parte de dinheiro, um aviso que vale ouro: atendimento médico nos EUA é caríssimo. Uma consulta simples num pronto-socorro em Vegas pode passar tranquilamente de US$ 1.500. Um problema mais sério vira facilmente uns US$ 10 mil.

Por isso, a gente nunca viaja sem seguro. Esse comparador de seguros mostra o preço de várias seguradoras de uma vez e, pelo nosso link, você ganha 18% de desconto exclusivo. Vale muito a pena — uma diária de seguro completo sai por menos do que um café no hotel.

E o chip de celular?

Outra coisa que entra no orçamento mas muita gente esquece: conectividade. Você vai precisar de internet o tempo todo em Vegas — Uber, Google Maps, traduzir cardápio, consultar saldo da conta global. Pagar roaming da operadora brasileira é jogar dinheiro fora.

A gente usa esse chip de viagem que tem internet ilimitada nos EUA e custa bem menos que o roaming. Você compra no Brasil, recebe em casa e ativa quando pousar — sem dor de cabeça.

Onde ficamos em Las Vegas (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas. Uma é a The Strip, a área mais famosa de Las Vegas. Por isso, ela é conhecida por seus cassinos, hotéis e as mais diversas opções de entretenimento. A outra é Downtown Las Vegas, a área mais antiga da cidade, conhecida por ser um espaço de bastante entretenimento, incluindo a famosa rua Fremont Street Experience.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Las Vegas

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre dinheiro em Las Vegas

Qual a melhor forma de levar dinheiro para Las Vegas?

A combinação que a gente recomenda é: uma parte em espécie (em torno de R$ 500 a R$ 1.000 por pessoa, convertidos em dólar) pra gorjetas e pequenos gastos; o grosso do orçamento numa conta global em dólar, que tem IOF menor e câmbio mais próximo do comercial; e o cartão de crédito desbloqueado como plano B pra emergências.

Quantos dólares levar por dia em Las Vegas?

Pra um padrão médio (comendo bem, vendo shows, pegando Uber), planeje em torno de US$ 80 a US$ 150 por dia por pessoa em gastos variáveis, sem contar hotel. Quem quer um padrão mais alto facilmente passa de US$ 350 por dia, e quem vai pra luxo total pode estourar US$ 1.000.

Reais são aceitos em Las Vegas?

Não. A única moeda aceita é o dólar americano (USD). Você precisa chegar com dólar em espécie, conta global em dólar, cartão pré-pago carregado ou cartão de crédito internacional. Casas de câmbio no aeroporto e hotel até trocam reais, mas com taxas péssimas — sempre vale a pena converter no Brasil.

Cartão de crédito vale a pena em Las Vegas?

Vale como plano B, mas não como principal. O IOF de cerca de 6,38% e a cotação do dia do fechamento da fatura tornam ele bem mais caro que a conta global em dólar. Use pra emergências ou casos em que precisar de muito limite numa compra grande, e prefira pagar o dia a dia com débito da conta global.

Posso usar Pix ou pagar em real em Vegas?

Não. Pix e real não funcionam em nenhum estabelecimento nos EUA. Só dólar (em espécie ou via cartões internacionais com bandeira VISA, Mastercard, Amex). Algumas plataformas brasileiras de pagamento podem funcionar pra compras online de ingressos antes da viagem, mas no chão de Vegas é dólar.

Preciso dar gorjeta em Las Vegas?

Sim, e isso pesa no orçamento. Em restaurante com serviço de mesa, 15-20% da conta; em bar, US$ 1-2 por drink; em táxi/Uber, 10-15%; pra camareira, US$ 2-5 por dia; pro bellman, US$ 1-2 por mala. Quase nada vem incluído na conta (gratuity), então tem que ter dinheiro pequeno separado pra isso.

Vale a pena sacar dinheiro em ATM em Las Vegas?

Só em emergência. Saques internacionais costumam ter em torno de 4% de comissão mais taxa fixa do ATM (que em Vegas costuma ser salgada, principalmente em cassinos). Sai mais barato levar o que precisa em espécie ou usar débito da conta global pra pagamentos diretos.

Tem como pedir reembolso de imposto em Las Vegas?

Não. Diferente da Europa, os EUA (incluindo Las Vegas) não têm sistema de tax free pra turistas. O sales tax aparece só no caixa (o preço na prateleira é sem imposto) e não é reembolsado. Considera isso quando for calcular se vale a pena comprar nos outlets.

Economize ao máximo na sua viagem a Las Vegas:

  • Economizando: quer planejar a sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixa de ler a matéria de como viajar barato para Las Vegas. Tem todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
  • Ingressos: saiba onde comprar ingressos das atrações de Las Vegas mais baratos e da forma mais segura.
  • Carro: esse é um item que facilita muito pra circular pela cidade e pegar destinos próximos (Grand Canyon, Hoover Dam, Death Valley). Dá uma olhada nas dicas sobre aluguel de carro em Las Vegas.
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupações? Já garante um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. É mais fácil e mais barato.
  • Hospedagem: veja a matéria de onde ficar hospedado em Las Vegas pra saber qual a melhor região e como economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico nos EUA é caríssimo e é super importante ter um seguro pra estar coberto contra imprevistos. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro.
  • Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.

Pra fechar: planejamento de dinheiro é a parte chata, mas é o que faz a viagem inteira render mais. Com a combinação de espécie + conta global + crédito de backup, a gente economiza centenas de reais por viagem e ainda viaja muito mais tranquilo. Boa viagem e aproveita Vegas — e lembra de jogar só o que tá no orçamento separado pra isso!