Melhores restaurantes em Bonito (MS): guia completo

Bonito não é só cachoeira, flutuação e gruta — a gastronomia da cidade cresceu muito nos últimos anos e hoje disputa espaço com os passeios como parte da experiência. Peixes de água doce, carne de jacaré, pratos pantaneiros e até restaurantes autorais reconhecidos internacionalmente convivem numa cidadezinha pequena, onde dá pra ir a pé de um lugar pro outro no centro.

A gente montou esse guia dos melhores restaurantes de Bonito depois de várias viagens à cidade, testando quase todos e ouvindo indicação de morador. A ideia aqui é te ajudar a escolher onde comer em cada noite da viagem — do restaurante top pra jantar especial até o buffet camarada pra almoçar entre passeios.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Bonito a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, passeios e comida.

Juanita Restaurante

O Juanita é hoje uma das referências absolutas de Bonito e figura entre os mais bem avaliados da cidade no Tripadvisor. Sob comando da chef Juanita Battilani, o cardápio mistura influências da gastronomia paraguaia e brasileira em receitas com ingredientes locais.

Fica no centro, na Rua Nossa Senhora da Penha, e o grande destaque da casa é o pacu temperado com alcaparras e assado na brasa, sem espinha — pedido praticamente obrigatório pra quem vai pela primeira vez. Outros pratos famosos são o costelão de angus, a picanha na pedra e as tiras de jacaré. Uma sobremesa que aparece bastante nas fotos dos turistas é o “chico balançado”, feito com banana.

Durante o dia funciona em sistema de buffet + à la carte; à noite, apenas à la carte, com cozinha aberta até por volta das 22h30. Os pratos principais individuais costumam ficar entre R$ 60 e R$ 100, e pratos mais elaborados chegam a passar disso.

Uma dica prática: em alta temporada é um dos primeiros restaurantes a lotar. Reserve com antecedência, principalmente em férias escolares e feriados prolongados. A gente sugere deixar o Juanita pro primeiro jantar na cidade — é uma boa introdução à cozinha regional com toque contemporâneo.

Juanita Restaurante

Casa do João

A Casa do João é, provavelmente, o restaurante mais famoso de Bonito. Foi pioneiro em trabalhar a cozinha pantaneira de forma turística e virou parada quase obrigatória, aparecendo até em matérias de mídia nacional sobre a gastronomia da cidade.

O ambiente é a marca da casa: jardim agradável, decoração regional, clima de casa de fazenda no meio do centro. Fica na Rua Nelson Felício dos Santos, pertinho da parte mais movimentada. O cardápio é forte em peixes de rio (pintado, pacu, traíra) e pratos com carne de jacaré. Um dos mais elogiados é o peixe ao molho de urucum, bem representativo da região.

Os pratos com peixe ou jacaré ficam em torno de R$ 70 a R$ 110; opções mais simples, como PFs e massas, saem por menos. Funciona pra almoço e jantar, com movimento maior à noite.

Vale um aviso importante que a gente aprendeu na prática: Bonito fecha cedo. Muitos restaurantes começam a diminuir o ritmo por volta das 22h, então a recomendação é chegar até umas 20h pra não pegar fila e não correr o risco de a cozinha estar encerrando. Boa opção pra guardar pro segundo ou terceiro dia, quando você já viu um pouco da cidade e quer um jantar mais especial.

Casa do João

Bacuri Cozinha Regional

O Bacuri é o “queridinho novo” da cena gastronômica de Bonito. É o restaurante mais autoral da cidade, com uma proposta de releitura contemporânea da cozinha pantaneira: usa ingredientes locais (peixes de rio, mandioca, carnes típicas, urucum) em pratos que a gente não vê em nenhum outro lugar da cidade.

O reconhecimento vem crescendo rápido. A casa foi listada entre os 10% melhores restaurantes do mundo em premiações recentes do Tripadvisor, e aparece nos primeiros colocados dos rankings de Bonito. O ambiente é acolhedor, com pegada mais gourmet, ideal pra quem gosta de experiências gastronômicas com calma.

Os preços são mais altos: os pratos autorais ficam entre R$ 80 e R$ 130 por pessoa. O foco é o jantar (em algumas épocas também abre pra almoço — vale confirmar antes). A gente sugere o Bacuri como aquele jantar especial da viagem: aniversário de casamento, comemoração ou simplesmente uma noite pra experimentar o que Bonito tem de mais autoral. Pergunta ao garçom sobre pratos com ingredientes locais e sobre harmonização com vinhos e cervejas artesanais — vale a experiência.

Como as mesas são limitadas, a reserva é praticamente obrigatória em alta temporada.

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Bonito é uma cidade pequena, mas os passeios são espalhados: fazendas, cachoeiras, grutas e rios de flutuação ficam de 20 minutos a 1h30 do centro, e o transporte público local é praticamente inexistente. A maioria dos turistas fecha transfer com as agências, mas quem tem carro alugado economiza bastante e ganha liberdade total pra montar o roteiro.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Localiza, Movida, Unidas, Alamo, Avis, Europcar e Hertz, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

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Pantanal Grill

Há mais de 20 anos em Bonito, o Pantanal Grill é referência quando o assunto é carne de jacaré e carnes na brasa em geral. Fica na Rua Coronel Pilad Rébua, uma das principais do centro, e é o tipo de lugar que morador costuma indicar sem pensar duas vezes.

É informal, ambiente descontraído, ótimo pra grupos de amigos e famílias que querem comer bem sem formalidade. Além da jacaré em várias preparações, tem pacu assado, pintado grelhado e outros peixes de água doce. As porções pra compartilhar são generosas — dá pra dividir bem tranquilo entre duas pessoas.

Os pratos com peixe ou jacaré ficam entre R$ 70 e R$ 110, e porções maiores pra dividir chegam a R$ 140. Funciona à noite e, em muitos períodos, também pra almoço; em alta temporada, o movimento fica forte entre 19h e 21h.

A gente costuma indicar o Pantanal Grill pra depois de um dia puxado de passeios aquáticos, quando bate aquela fome de refeição mais robusta — carne na brasa cai muito bem depois de horas de flutuação.

Pantanal Grill

Restaurante Marco Velho

O Marco Velho não é gourmet, mas entra na lista porque atende quem quer comer bem gastando pouco em Bonito — e essa é uma pergunta que aparece bastante. Fica na lateral da Praça da Liberdade, bem central, fácil de achar entre um passeio e outro.

Trabalha com buffet variado e self-service por quilo, comida caseira de verdade: boas saladas, carnes, arroz, feijão, acompanhamentos e sobremesas simples. O ambiente é simples, movimentado, e o foco é almoço.

O buffet livre costuma ficar entre R$ 30 e R$ 40 por pessoa — uma diferença enorme em relação aos pratos de R$ 80 a R$ 130 dos restaurantes autorais. Pra família grande, grupo de amigos ou pra quem tá viajando por vários dias e quer economizar em algumas refeições, é uma mão na roda.

A gente costuma encaixar o Marco Velho no dia em que os passeios são mais próximos do centro, ou naquele dia “de descanso” no meio da viagem, quando dá pra almoçar tranquilo antes de sair pra alguma atividade da tarde.

Toca do Sucuri

Um dos principais passeios de Bonito é a flutuação no Rio Sucuri, com água cristalina e cardume passando bem perto do rosto. O restaurante Toca do Sucuri fica na propriedade onde acontece o passeio, e é a melhor pedida pra repor as energias depois de flutuar por umas 2 horas.

Os pratos mais pedidos são à base de peixe: pintado grelhado, pintado ao urucum e iscas de tilápia. E, pra sobremesa, tem uma cocada assada com sorvete de doce de leite que a gente recomenda muito. O ticket médio fica em torno de R$ 100 por pessoa.

É o tipo de restaurante em que você vai por causa do passeio (fica dentro da fazenda), então não faz muito sentido ir só pra comer. Mas se você fechou a flutuação no Sucuri, já engate o almoço lá — funciona todos os dias das 10h30 às 16h.

Toca do Sucuri

Onde ficamos em Bonito (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Via de regra, a região central é sempre a melhor escolha para hospedar-se. Na capital nacional do ecoturismo, o cenário não é diferente, sobretudo para quem está sem carro.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Zapi Zen (pizzaria)

Depois de dois ou três dias comendo peixe de rio, quase todo mundo bate aquela vontade de comer outra coisa. O Zapi Zen é a pizzaria mais conhecida de Bonito, com forno a lenha e sabores autorais que fogem do óbvio.

Os dois mais pedidos são a Patagônia (azeitonas verdes, queijo branco, abobrinha e castanhas) e a Anhumas (berinjela, pimentão e alho). Tem também opções pra vegetarianos e veganos, o que é raro na cidade. O ticket médio com bebida fica em torno de R$ 100 por pessoa.

Funciona só à noite, das 18h às 22h30, com folga em uma noite da semana (geralmente quarta) — vale conferir antes. Boa opção pra encaixar num dia mais cansativo, quando o pessoal quer comer bem sem se arrumar muito.

Zapi Zen

Outras casas que valem menção

Além dos principais, Bonito tem uma cena gastronômica boa e vale citar alguns que também são muito elogiados:

  • Tapera — tradicional, comida regional bem executada e preços acessíveis.
  • O Casarão — culinária regional na Rua Coronel Pilad Rébua, bom pra quem tá circulando no centro.
  • Varandas — ambiente acolhedor, ótimo pra refeições tranquilas.
  • Taboa Bar — mais bar que restaurante, famoso pelas cachaças artesanais e petiscos. Se você quer curtir uma noite em Bonito, esse é o endereço.

Mini-roteiro gastronômico de 4 dias em Bonito

Pra te ajudar a montar a agenda gastronômica da viagem, uma sugestão de como distribuir os restaurantes ao longo dos dias:

  • Dia 1 (jantar): Juanita — pacu na brasa sem espinha e sobremesa regional. Boa introdução à cozinha da região.
  • Dia 2: almoço em fazenda (Rio da Prata, Boca da Onça) e jantar na Casa do João — peixe ao molho de urucum ou prato com jacaré.
  • Dia 3: almoço no Marco Velho (buffet econômico) e jantar no Pantanal Grill — carnes e peixes na brasa.
  • Dia 4: jantar no Bacuri — experiência gastronômica autoral pra fechar a viagem em grande estilo.

Erros comuns dos turistas na hora de comer em Bonito

A gente já viu (e viveu) vários desses. Passa aí pra não repetir:

  • Chegar muito tarde pra jantar. Bonito não é cidade grande — muitos restaurantes já estão fechando cozinha depois das 22h. Sair pra jantar às 21h30 pode significar poucas opções abertas. A gente errou nessa: tentou jantar na Casa do João num sábado às 22h e a cozinha tinha acabado de fechar. O ideal é chegar até 20h30.
  • Não reservar em alta temporada. Juanita, Casa do João, Bacuri e Pantanal Grill lotam rápido em férias e feriados. Sem reserva, você pega fila ou fica sem mesa.
  • Ignorar a comida dos passeios. Fazendas como Boca da Onça, Serra da Bodoquena e Rio da Prata oferecem almoços excelentes, muitas vezes já inclusos no valor do passeio ou com ótimo custo-benefício. Não é só “comida de turista”.
  • Não experimentar pratos típicos. É comum ver turista comendo hambúrguer e pizza a viagem toda em Bonito. Sem provar pacu na brasa, carne de jacaré e peixe ao molho de urucum, você perde uma parte importante da experiência.
  • Subestimar o orçamento dos restaurantes de experiência. Bacuri e alguns pratos especiais em Juanita e Casa do João têm preço acima da média. Vale planejar 1 ou 2 noites “especiais” e equilibrar com opções mais econômicas nas outras.
  • Não conferir o dia de folga. Muitos restaurantes fecham numa noite fixa da semana (geralmente segunda ou terça). Antes de sair, dá uma checada rápida no Instagram ou Google.

Seguro viagem para Bonito

Muita gente esquece do seguro viagem quando a viagem é dentro do Brasil, mas em Bonito ele faz muito sentido: a maior parte dos passeios envolve atividades aquáticas (flutuação, rapel, boia-cross, mergulho em gruta), e um imprevisto com saúde longe de casa pode virar dor de cabeça grande — hospital particular na região é limitado e a estrutura pública nem sempre dá conta rápido.

Pra comparar planos, a gente usa esse comparador de seguros. Ele mostra as principais seguradoras lado a lado, com coberturas e preços, e o link já vem com 18% de desconto exclusivo. Pra viagem dentro do Brasil, os planos costumam ser bem baratos — vale a tranquilidade.

Perguntas frequentes sobre restaurantes em Bonito

Qual é o melhor restaurante de Bonito?

O Juanita Restaurante e a Casa do João disputam o topo dos rankings da cidade. O Juanita costuma aparecer na 1ª posição no Tripadvisor, com o pacu na brasa sem espinha como carro-chefe. A Casa do João é o pioneiro e tem o ambiente mais bonito. Pra experiência autoral, o Bacuri Cozinha Regional é o mais premiado.

Precisa fazer reserva em restaurante em Bonito?

Em alta temporada (dezembro, janeiro, julho e feriados prolongados), sim — principalmente no Juanita, Casa do João, Bacuri e Pantanal Grill. Nos meses de menor movimento dá pra ir sem reserva, mas chegando cedo (até 20h). Vale sempre mandar mensagem no Instagram ou WhatsApp do restaurante antes.

Quanto custa comer em Bonito?

Nos restaurantes mais famosos da cidade, os pratos principais ficam entre R$ 60 e R$ 130 por pessoa. Restaurantes autorais como o Bacuri podem ultrapassar isso. Pra economizar, o Marco Velho oferece buffet livre por cerca de R$ 30 a R$ 40 por pessoa. É importante planejar 1 ou 2 jantares especiais e equilibrar com opções mais em conta nas outras refeições.

Qual prato típico devo experimentar em Bonito?

O pacu na brasa sem espinha (especialidade do Juanita), o peixe ao molho de urucum (Casa do João) e a carne de jacaré (Pantanal Grill) são os três pratos mais representativos da culinária pantaneira. O pintado grelhado também é uma boa pedida em vários restaurantes.

Bonito tem opções vegetarianas e veganas?

Sim, mas são poucas. O Zapi Zen, pizzaria conhecida da cidade, tem opções vegetarianas e veganas no cardápio. Alguns restaurantes tradicionais servem massas e saladas, mas a cozinha da região é bem centrada em peixes e carnes. Vegetarianos e veganos devem verificar o cardápio antes.

Até que horas os restaurantes de Bonito ficam abertos?

A maioria dos restaurantes de Bonito começa a fechar cozinha por volta das 22h ou 22h30. É diferente de cidade grande — depois das 22h, as opções ficam bem limitadas. O ideal é chegar pra jantar até 20h30. Muitos restaurantes também folgam em uma noite fixa da semana (geralmente segunda ou terça).

Vale a pena almoçar nos passeios ou voltar pro centro?

Vale muito a pena almoçar nos passeios. Fazendas como Rio da Prata, Boca da Onça e Serra da Bodoquena oferecem almoços de alta qualidade, muitas vezes já inclusos no valor da atividade ou com ótimo custo-benefício. Voltar pro centro só pra almoçar geralmente não compensa pelo tempo perdido.

Economize ao máximo na sua viagem a Bonito

Bonito surpreende quem chega esperando só uma cidade de ecoturismo e descobre uma cena gastronômica com peso próprio. Se der pra encaixar todos esses restaurantes na viagem, ótimo. Se não der, escolhe pelo menos um dos autorais (Juanita, Casa do João ou Bacuri) pra sentir por que a cidade tem virado destino também de comida boa — e não só de flutuação em rio cristalino.