O que fazer em Bonito: 10 melhores passeios

Bonito é aquele tipo de destino que a gente volta contando história por semanas: rio com água tão transparente que parece aquário, cachoeira escondida no meio da mata, gruta com um lago azul que quase não parece real. A cidade virou referência de ecoturismo no Brasil justamente porque o turismo lá é super organizado — cada atrativo tem limite de visitantes por dia, quase tudo é vendido com voucher e horário marcado, e sem agendar antes você fica de fora dos passeios mais concorridos.

Nessa matéria, a gente reuniu os 10 melhores passeios em Bonito, com dica de como escolher, faixa de preço, tempo de duração e o que a gente aprendeu na prática pra você não errar. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Bonito a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi a organização: parece um destino europeu de tão certinho. Só que tem um detalhe que ninguém conta direito: se você deixar pra reservar os passeios em cima da hora, os principais (Rio da Prata, Rio Sucuri, Gruta do Lago Azul, Abismo Anhumas) simplesmente esgotam. Reserva com antecedência que sua viagem rende muito mais.

1. Gruta do Lago Azul

Sem dúvidas é um dos cartões-postais mais concorridos de Bonito. A Gruta do Lago Azul é área protegida pelo IPHAN desde 1978 e ficou famosa mundialmente por conta do azul intenso do lago no interior da caverna, que se forma quando o sol entra na hora certa do dia.

Em mergulhos científicos feitos no local, já foram encontrados fósseis de animais extintos como tigre-dente-de-sabre, preguiça-gigante e mastodonte — o que dá uma dimensão do valor histórico da gruta. Hoje não é permitido entrar no lago; o passeio é totalmente de contemplação, com escadaria de pedra descendo até o interior.

Durante a visita guiada, dá pra ver de perto as formações geológicas no teto e no chão da gruta, como os espeleotermas. A visita costuma durar entre 1h30 e 2h, sem contar o deslocamento até a entrada.

Faixa de preço: em torno de R$ 120 a R$ 200 por pessoa. Melhor horário: pela manhã, entre 9h e 11h, quando a luz do sol entra na gruta e deixa o azul mais intenso — no meio da tarde perde a graça.

Dica insider: a descida e subida são por escadas de pedra íngremes; quem tem problema de joelho, coluna ou dificuldade de locomoção sofre um pouco. Vai de tênis fechado e leva água. Reserva o ingresso via agência local com bons dias de antecedência — esse site que a gente usa em todas as viagens tem visita guiada com valor em reais, parcelamento e cancelamento gratuito. É bem mais prático do que negociar direto no balcão de Bonito.

Gruta do Lago Azul

2. Flutuação no Rio Sucuri

Se existe imagem-símbolo de Bonito, é essa: gente boiando na superfície de um rio tão transparente que parece flutuar no ar. O Sucuri é considerado um dos rios mais cristalinos do mundo e vive em listas internacionais de mergulho de superfície. Não à toa é o passeio mais fotografado da região.

A dinâmica funciona assim: você chega na fazenda, faz uma trilha leve, coloca o neoprene, máscara e snorkel, e desce boiando um trecho do rio com um guia. A correnteza é suave, então dá pra observar cardumes de dourados, piraputangas e curimbás bem de pertinho, além das plantas aquáticas balançando lá embaixo. Não precisa saber nadar — o colete e o neoprene deixam você flutuando naturalmente.

O passeio costuma durar meio dia (4 a 5 horas contando deslocamento). É um passeio ótimo pra colocar no início da viagem: apresenta bem a experiência de flutuação e não é cansativo. Já falamos com gente que fez esse passeio como “aquecimento” e depois emendou o Rio da Prata no dia seguinte com muito mais confiança.

Faixa de preço: em torno de R$ 350 a R$ 500. Reserva com antecedência por esse site que a gente sempre usa, com pagamento em reais e voucher digital.

Mergulho no Rio Sucuri

Atenção com as regras ambientais: nada de protetor solar comum antes da flutuação (só biodegradável ou nenhum), não pode tocar o fundo do rio, nem alimentar os peixes. Bonito leva isso muito a sério — quem descumpre é advertido e pode até ser retirado do passeio.

3. Flutuação no Rio da Prata

Considerado por muitos o melhor passeio de Bonito. O Rio da Prata é uma trilha um pouco mais longa que a do Sucuri, com estrutura de fazenda impecável (Recanto Ecológico Rio da Prata) e uma flutuação em rio com vegetação submersa que parece cenário de filme. Costuma aparecer nos rankings de melhores flutuações do mundo.

O passeio começa com trilha leve na mata, depois você faz um trecho de barco e daí entra na água pra flutuar por cerca de 1h30 com máscara e snorkel. A quantidade e variedade de peixes aqui é maior — dá pra ver dourados enormes passando embaixo de você.

Duração: meio dia, cerca de 4 a 5 horas. Faixa de preço: em torno de R$ 400 a R$ 550, dependendo da temporada e se inclui almoço na fazenda.

Dica pra não errar: faz em dia de céu aberto se conseguir. A visibilidade da água muda muito quando tem sol batendo. E não deixa pra reservar em cima da hora — junto com o Anhumas, é o primeiro a esgotar na alta temporada (janeiro, julho e feriados). A gente errou nessa numa viagem: chegou em Bonito querendo montar o roteiro na hora e o Rio da Prata só tinha vaga uma semana depois.

4. Nascente Azul

Combinação perfeita de flutuação + “clube de rio” pra família passar o dia. A Nascente Azul tem uma flutuação curtinha na própria nascente (com uns 7 metros de profundidade num azul absurdo) e um balneário estruturado do lado, com tirolesa aquática, stand-up paddle, restaurante e área de descanso.

É perfeito pra famílias com crianças e adolescentes, porque quem não quer flutuar tem o que fazer o dia todo sem se deslocar. A flutuação em si é curta (uns 20-30 minutos), então é bem tranquila até pra quem tem medo de água.

Duração: meio dia ou dia inteiro, você escolhe. Faixa de preço: em torno de R$ 250 a R$ 400, dependendo do pacote e do uso da estrutura. Reserva via esse comparador de passeios pra garantir com antecedência (esgota rápido em férias).

Tirolesa na Nascente Azul

5. Boca da Onça (a maior cachoeira do MS)

Passeio de dia inteiro pra quem curte trilha e aventura. A Boca da Onça é a maior cachoeira do Mato Grosso do Sul, com cerca de 156 metros de altura, e o passeio inclui trilha guiada de mais de 4 km passando por várias quedas menores, mirantes, paradas pra banho e ainda tem o Buraco do Macaco — uma cascata secreta que dá pra chegar nadando.

O pacote inclui café da manhã, trilha, almoço e uso da estrutura. Pra quem quiser mais adrenalina, dá pra pagar à parte o rapel de 90 metros ao lado da queda principal — coisa pra corajoso mesmo.

Duração: dia inteiro. Faixa de preço: em torno de R$ 300 a R$ 450, com refeições incluídas. Distância: fica em Bodoquena, cerca de 60 km do centro de Bonito, então prepare-se pra um deslocamento longo.

Recomendação sincera: exige preparo físico moderado — não é passeio pra quem não gosta de caminhar. Vai de tênis apropriado pra trilha (não papete), leva água extra e protetor biodegradável. Costuma valer cada passo. Compra o ingresso por esse mesmo site que a gente sempre usa.

Buraco do Macaco

6. Abismo Anhumas (rapel + flutuação em caverna)

Esse aqui é o passeio mais radical e exclusivo de Bonito — e também um dos mais caros. Você desce 72 metros de rapel por um pequeno vão até chegar dentro de uma caverna gigantesca com um lago cristalino, onde faz flutuação ou mergulho com cilindro. Depois, sobe de volta com equipamento de ascensão. É experiência de outro mundo.

O número de visitantes por dia é bem limitado e muitas operadoras exigem uma avaliação prévia (às vezes um treinamento no dia anterior). Não é o tipo de passeio que você compra na semana da viagem.

Duração: praticamente o dia inteiro, contando briefing e deslocamento. Faixa de preço: costuma ficar em torno de R$ 450 a R$ 560 ou mais, dependendo se inclui mergulho com cilindro.

Dica importante: se você não tem nenhuma experiência com aventura ou tem medo de altura, esse talvez não seja o melhor primeiro passeio radical da sua vida. E o frio da água na caverna surpreende — a roupa de neoprene não é frescura, é necessidade. Reserva com semanas (ou meses) de antecedência na alta temporada.

7. Estância Mimosa

Fazenda a cerca de 24 km do centro de Bonito, com uma trilha de aproximadamente 2,8 km (ida e volta) que passa por dez cachoeiras, sendo nove com banho liberado. É passeio muito querido por quem gosta de variedade — cada cachoeira tem um formato e altura diferentes, e algumas rendem foto linda demais.

Além do banho, o vale onde passa o Rio Mimoso tem um visual maravilhoso, com morros da Serra da Bodoquena ao fundo. O passeio inclui café da manhã, trilha guiada e almoço na fazenda com comida caseira.

Duração: dia inteiro (bem tranquilo). Faixa de preço: em torno de R$ 250 a R$ 400. Reserva por esse site que a gente já indicou.

Estância Mimosa

Onde ficamos em Bonito (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Via de regra, a região central é sempre a melhor escolha para hospedar-se. Na capital nacional do ecoturismo, o cenário não é diferente, sobretudo para quem está sem carro.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

8. Rio do Peixe

Passeio de fazenda a uns 35 km do centro, com combinação bem divertida: cachoeiras, piscinas naturais, grutas inundadas, trampolim de salto, plataforma e uma tirolesa que termina dentro da água. Bom pra família e pra galera de amigos.

Uma coisa que impressiona é a fauna: dá pra ver macacos, araras, tucanos, antas e outros bichos do cerrado com relativa facilidade. É um dos passeios que a gente mais ouve gente falando “foi o mais divertido da viagem inteira” — porque une natureza, estrutura, adrenalina leve e comida boa (o almoço da fazenda também está incluso).

Duração: dia inteiro. Faixa de preço: em torno de R$ 250 a R$ 400, com almoço incluído.

9. Parque Ecológico Rio Formoso (boia cross e bote)

Se você quer intercalar as flutuações contemplativas com algo mais movimentado, o Rio Formoso é a resposta. Fica a apenas 7 km do centro (deslocamento curtíssimo, vantagem enorme) e concentra várias atividades numa mesma área preservada de 200 hectares.

Os passeios mais populares são o boia cross (você desce corredeiras pequenas em boias individuais) e o bote inflável, ideal pra família. Ambos terminam em área de balneário com estrutura de restaurante e descanso. Tem também trilha, passeio a cavalo e lagoa pra relaxar.

Duração: meio dia. Faixa de preço: boia cross e bote costumam ficar em torno de R$ 150 a R$ 250 por pessoa; o passeio a cavalo com balneário sai em torno de R$ 170 a R$ 200 pra adultos. Reserva no mesmo site que a gente sempre usa.

Boia cross em Bonito

Dica de ouro: encaixa no fim de tarde depois de um passeio de manhã. Como é pertinho do centro, dá pra voltar cedo pro hotel, tomar banho e sair pra jantar tranquilo.

10. Fazenda Ceita Corê

Pra fechar a lista, um passeio completo pra quem quer viver o clima de fazenda de verdade. A Ceita Corê fica a cerca de 38 km do centro e tem trilha de aproximadamente 4 km passando por pontes suspensas, cachoeiras, piscinas naturais e a incrível nascente do Rio Chapeninha — uma caverna submersa que já foi explorada até cerca de 155 metros de profundidade.

O passeio inclui várias paradas pra banho, um deck com pôr do sol maravilhoso e refeição caseira feita na fazenda. É menos famoso que Boca da Onça ou Mimosa, mas justamente por isso rende mais tranquilidade — tem menos gente.

Duração: dia inteiro. Faixa de preço: em torno de R$ 250 a R$ 400. Ingresso por esse comparador.

Fazenda Ceita Corê

Menções honrosas: outros passeios ótimos em Bonito

A lista dos 10 é implacável, mas Bonito tem tanta coisa que a gente precisa citar alguns extras que valem se sobrar tempo:

  • Aquário de Bonito: 32 tanques com cerca de 150 mil litros de água e mais de 60 espécies de peixes do Pantanal. Dá até pra alimentar arraias com supervisão de guia. Ótimo pra dia de chuva. Veja valores nesse link.
  • Balneário do Sol e Praia da Figueira: “clubes de rio” no Formoso, com estrutura de restaurante, tirolesa, trampolim e área pra criança. Ingressos pelo Balneário do Sol aqui e pela Praia da Figueira neste link.
  • Cachoeiras Serra da Bodoquena: circuito com cinco cachoeiras e balneário no final, com trilha de 2,5 km. Fica a uns 72 km do centro, então é um deslocamento longo, mas o dia rende muito.
  • Gruta Catedral + rotas de bike: quem curte pedalar tem opções bacanas de rotas guiadas por trilhas suaves.

Como se locomover pra fazer os passeios em Bonito

Essa é uma das dores de cabeça mais reais da viagem. A cidade em si é super pequena, mas quase todos os atrativos ficam entre 15 e 70 km do centro, espalhados por estradas de terra e asfalto. E o transporte público em Bonito é praticamente inexistente — não é uma cidade que você resolve de ônibus.

A gente sempre recomenda alugar um carro pra ter total flexibilidade: chegar no horário do voucher (ninguém espera atrasado), voltar quando quiser, encaixar dois passeios num dia sem depender de van compartilhada. Fora que o custo do aluguel dividido entre 2-4 pessoas costuma sair mais em conta do que transfer pra cada atrativo.

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A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

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Dicas insider pra aproveitar melhor os passeios

  • Não empilhe passeios de dia inteiro em sequência: os day-use com trilha longa (Boca da Onça, Serra da Bodoquena, Mimosa, Ceita Corê, Rio do Peixe) cansam bastante. Intercala com meio dia e balneário.
  • Considere o deslocamento: algumas fazendas ficam a mais de 60-70 km do centro. Somar dois passeios longos e distantes no mesmo dia costuma dar errado.
  • Melhor época pra flutuação: período de seca (maio a setembro) tem água mais cristalina. No verão (dezembro a março) chove mais à tarde e alguns passeios são suspensos por segurança.
  • Só use produtos biodegradáveis: muitas fazendas exigem banho antes da flutuação pra remover resíduos. Protetor comum e repelente são proibidos em contato com a água.
  • Leva dinheiro em espécie: caixas eletrônicos são limitados em Bonito e o sinal de celular em algumas fazendas afastadas é fraco (dificulta pagamento por Pix).
  • Reserva os passeios antes de reservar hotel: parece invertido, mas faz sentido — se um passeio-chave estiver esgotado na sua data, talvez você prefira remarcar a viagem.

Sugestão de roteiro pra 4-5 dias em Bonito

Só pra você visualizar como encaixar tudo sem cansar:

  • Dia 1: manhã Gruta do Lago Azul (chegada tranquila) + tarde boia cross ou bote no Rio Formoso.
  • Dia 2: dia inteiro Flutuação no Rio da Prata.
  • Dia 3: dia inteiro Serra da Bodoquena ou Rio do Peixe.
  • Dia 4: manhã Flutuação no Rio Sucuri + tarde centro de Bonito, compras e jantar típico.
  • Dia 5: dia inteiro Boca da Onça ou Ceita Corê.

Quem tem só 3 dias pode reduzir: Gruta do Lago Azul + Rio da Prata + Boca da Onça (ou substituir uma pelo Rio Sucuri, se preferir flutuação a trilha longa).

Seguro viagem pra Bonito (não vale a pena arriscar)

Bonito é um destino cheio de trilhas, cachoeiras, rapel, mergulho e atividades aquáticas. É o tipo de viagem em que qualquer torção de tornozelo, corte na pedra, alergia num peixe ou dor de coluna depois de trilha longa vira uma dor de cabeça enorme sem seguro.

A gente usa e recomenda esse comparador de seguros, que mostra as principais seguradoras lado a lado com preço e coberturas, dá pra filtrar por atividades de aventura e o link já vem com 18% de desconto exclusivo. Pagamento em reais, parcelado, sem IOF. Vale muito mais a pena garantir do que economizar uns reais e depois pagar hospital caro.

Chip de celular pra usar em Bonito

O sinal de operadora brasileira nas fazendas mais afastadas de Bonito é fraco (ou nulo). Isso surpreende bastante gente. Se você quer manter conexão pra Waze, ligar pra hotel, avisar família, o ideal é ter um chip com boa cobertura ou um eSIM de reforço.

A gente usa esse chip de viagem que funciona em várias regiões do país e no exterior — internet em 4G/5G, ativação por eSIM (sem trocar chip físico) e atendimento em português.

Perguntas frequentes sobre os passeios em Bonito

Quantos dias são necessários pra conhecer Bonito?

O ideal é ficar de 4 a 5 dias pra fazer os principais passeios com tranquilidade. Em 3 dias dá pra ver o essencial (uma flutuação, uma gruta, uma trilha com cachoeira), mas você sai com gostinho de quero mais. Menos que isso não compensa o deslocamento até lá.

Qual é a melhor época pra ir a Bonito?

De maio a setembro (período de seca) é a época com água mais cristalina, chuvas raras e menos chance de passeios cancelados. O verão (dezembro a março) é bonito e verde, mas chove muito à tarde e a visibilidade das flutuações pode piorar. Julho é ótimo em clima, mas é super lotado por causa das férias escolares.

Preciso agendar os passeios com antecedência?

Sim, praticamente todos os atrativos de Bonito trabalham com limite diário de visitantes e voucher com horário marcado. Na alta temporada (janeiro, julho, Réveillon, feriados prolongados), os principais passeios (Rio da Prata, Rio Sucuri, Gruta do Lago Azul, Abismo Anhumas) esgotam com semanas de antecedência. Comprar tudo antes por uma agência online garante sua vaga e ainda dá pra parcelar em reais.

Quanto custa em média uma viagem de 5 dias pra Bonito?

Só de passeios, considerando os principais, dá pra estimar entre R$ 1.500 e R$ 2.500 por pessoa (variando por escolhas e temporada). Isso sem contar hotel, alimentação, aluguel de carro ou avião. É um destino que vale muito o investimento, mas não é barato.

É seguro fazer flutuação em Bonito? Preciso saber nadar?

Não precisa saber nadar. Todas as flutuações são feitas com colete salva-vidas, neoprene (que já dá flutuabilidade natural) e guia acompanhando o grupo. As correntezas são leves e os trechos são controlados. É um dos destinos mais seguros do país nesse sentido.

Vale mais a pena Rio Sucuri ou Rio da Prata?

Os dois são incríveis, mas se tiver que escolher um, o Rio da Prata costuma ganhar em experiência completa (fauna mais rica, estrutura da fazenda impecável, trecho de flutuação maior). O Sucuri é mais curto e tem correnteza mais suave — ótimo pra quem nunca flutuou. Se der pra fazer os dois, melhor ainda.

Dá pra fazer os passeios de Bonito sem alugar carro?

Dá, mas você fica dependente de transfer ou van compartilhada, o que custa caro por trecho e limita horários. Como quase todos os atrativos ficam a 15-70 km do centro, alugar carro é a opção mais prática e costuma sair mais em conta pra 2-4 pessoas.

Precisa de seguro viagem pra ir pra Bonito?

Não é obrigatório (é viagem nacional), mas é altamente recomendável. Bonito envolve trilhas, rapel, mergulho e cachoeiras — qualquer acidente pode gerar custo alto com atendimento médico, remoção ou até resgate. O seguro sai barato e cobre tudo isso.

Economize ao máximo na sua viagem a Bonito

Bonito é daqueles destinos que a gente indica de olhos fechados pra qualquer perfil de viajante — família, casal, amigos, aventureiro ou quem só quer relaxar no meio da natureza. Reservando os passeios certos com antecedência, alugando carro e comprando com pagamento em reais, você aproveita muito e ainda economiza. Boa viagem!