Neste post, vou dar todas as dicas que você precisa saber para viajar ao Japão. Este é um destino bem diferente e que exige muita atenção; de todos os roteiros que já fiz, este é o guia mais completo.

Será uma enxurrada de informações importantíssimas que você precisa saber antes de começar a planejar toda a sua jornada. Planeje e pesquise bem, porque o Japão é diferente, sensacional e incrível, mas precisa de muito planejamento.

A importância crítica do planejamento no Japão

A primeira dica importantíssima para o Japão é: planeje bem sua viagem. Você pode pensar que essa é uma dica básica, mas a realidade é que o país é muito diferente dos outros destinos tradicionais. Se você vai para Paris, França, Itália ou aqui para os Estados Unidos, o esquema é totalmente diferente: você pesquisa um pouco, chega na cidade, vai andando e consegue se virar bem por conta própria.

No Japão é diferente porque, além de ser tudo mais complicado de se conhecer por causa da língua e do idioma, o tamanho de uma cidade como Tóquio é um negócio surreal. Somado a isso, há uma quantidade imensa de coisas legais para fazer. Se você pesquisar apenas o básico e decidir ir andando por lá para se virar na hora, você vai deixar de ver muita coisa legal.

Por isso, pesquise bastante, assista a vídeos de pessoas diferentes e vá somando os lugares legais para conhecer. Tem muita coisa boa e você tem que aproveitar o máximo, afinal, já é tão difícil chegar até lá. Aproveite para fazer uma viagem bem completa e planejada.

Quando viajar ao Japão: Clima, cerejeiras e alta temporada

Esta é uma das dicas mais importantes para todo mundo que pesquisa sobre o destino. O Japão tem um verão muito quente e um inverno muito frio (mas é muito frio e muito quente mesmo, com temperaturas bem extremas).

Nessas duas épocas, as cidades ficam um pouco mais vazias e mais baratas. Se você quer aproveitar para tentar conseguir um preço melhor e pegar os locais não tão lotados, são épocas que podem valer a pena, mas vá preparado porque o calor é intenso e o inverno também.

As estações do ano lá seguem o calendário do Hemisfério Norte (são parecidas com as dos Estados Unidos e invertidas em relação ao Brasil). O calendário funciona assim:

  • Verão (junho até agosto/setembro): Clima de calor muito intenso.
  • Outono (setembro, outubro e novembro): É uma época muito bacana, onde a paisagem fica linda, com as folhas bem amarelas perto dos templos. É uma combinação muito bonita, o clima é agradável e as cidades já estão um pouco mais vazias e mais baratas do que na primavera.
  • Inverno (dezembro, janeiro e fevereiro): É um inverno bem pesado, com frio muito intenso e que chega até a nevar.
  • Primavera (fim de março, abril e maio): É a época mais linda de todas, que conta com as incríveis Cerejeiras, plantas super tradicionais do Japão que deixam a paisagem maravilhosa. Geralmente, o ápice da floração ocorre em abril, apresentando um clima perfeito. No entanto, por esse exato motivo, é a época mais lotada de todas, muito mais cheia e, por consequência, muito mais cara.

Para te ajudar a economizar e estruturar o seu roteiro de forma segura, eu mantenho uma página exclusiva com todos os sites e ferramentas de confiança que nós usamos para planejar as nossas viagens.

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  • A plataforma com os melhores preços para reservar hotéis (reunindo as opções boas, baratas e bem localizadas em que já nos hospedamos).
  • O site oficial que vende os ingressos de atrações, excursões e o JR Pass (o passe de trem-bala ilimitado com entrega garantida na sua casa).
  • O chip de celular internacional (item indispensável no Japão para usar tradutor, mapas e pesquisar trajetos de trem).
  • O comparador de seguro viagem que localiza planos pela metade do preço das agências tradicionais.
  • A indicação da conta digital global para levar o seu dinheiro de forma muito mais barata.

Como chegar ao Japão: Rotas, conexões e visto

O Japão é um dos lugares mais distantes do mundo dependendo de onde você mora. Para quem sai do Brasil, a viagem é um trajeto longo que exige planejamento. Não existem voos diretos do Brasil para o Japão, o que torna obrigatório pegar pelo menos dois voos e encarar cerca de 24 horas de tempo de voo, variando conforme a rota e as conexões.

As principais opções de companhias aéreas e trajetos incluem:

Conexão pelos Estados Unidos (Ex: Nova York ou Atlanta)

Costuma apresentar preços muito bons. Há opções saindo de São Paulo (Guarulhos) que fazem conexão em Nova York e depois seguem para Tóquio. O primeiro trecho leva cerca de 10 horas até Nova York e o segundo trecho demanda mais 14 horas até Tóquio. É muito tempo voando (todos os trajetos longos vão registrar mais ou menos de 10 a 12 horas em um trecho e de 10 a 14 horas no outro).

  • Exigência de visto: Lembre-se de que, para fazer conexão nos Estados Unidos, você precisa obrigatoriamente ter o visto americano válido, pois você precisará passar pelo controle de imigração para entrar no país antes de fazer a conexão.
  • Dica de conexão: Se você puder, escolha uma conexão grande para conseguir dar uma andada pelo aeroporto, respirar e tomar um banho na sala VIP (caso você tenha acesso, faz muita diferença). Outra excelente alternativa é fazer uma parada (stopover) de um ou dois dias em Nova York para sair do avião, esticar as pernas e dormir em um hotel antes de seguir viagem.

Conexão pela África (Ethiopian Airlines)

É uma companhia da Etiópia que faz escala na África e também apresenta ótimas opções de tarifas no mercado, registrando tempos de viagem semelhantes aos das outras rotas.

Conexão pelo Oriente Médio (Emirates)

Uma rota excelente que faz conexão em Dubai antes de seguir para Tóquio. O tempo total de voo é quase o mesmo, mas voar pela Emirates oferece um nível de conforto e serviço de bordo muito superior dentro do avião. O custo costuma ser um pouco mais elevado, mas se você quiser aproveitar para fazer uma parada e conhecer Dubai, é uma combinação fantástica.

Regra de visto de turismo para o Japão

Você não precisa mais de visto para fazer turismo no Japão. Essa exigência caiu devido a um acordo estabelecido entre o Brasil e o Japão. Sendo assim, se a sua estadia for de até 90 dias a turismo, você precisa apresentar apenas o seu passaporte válido no momento do desembarque. O visto só permanece obrigatório para quem planeja estadias longas ou viagens de residência e trabalho.

Como se locomover pelo Japão: O guia prático de trens

Para circular pelas principais cidades do país, a palavra-chave é trem. Quase ninguém utiliza voos internos para fazer o roteiro de turismo, porque a malha ferroviária funciona perfeitamente e é operada por trens de alta velocidade (trens-bala). Um trajeto de Tóquio para Kyoto, que de carro demoraria cerca de 6 horas, é realizado pelo trem-bala em apenas 3h20 ou 3h30.

Os trens são confortáveis e super organizados. O transporte ferroviário é uma das poucas coisas caras no Japão (a alimentação e as compras, por exemplo, são baratas em comparação com outros países), mas é a escolha de 99% dos turistas pela eficiência.

Existem duas ferramentas principais que você precisa compreender para gerenciar o transporte:

1. JR Pass (Japan Rail Pass)

É um passe ilimitado voltado exclusivamente para turistas estrangeiros, comercializado para períodos de 7, 14 ou 21 dias. Ele permite utilizar quase toda a rede de trens-bala da companhia JR, além de diversas linhas de ônibus e transportes públicos urbanos que conectam destinos principais como Tóquio, Kyoto, Osaka e Hiroshima.

  • Reajuste de preço: O valor do JR Pass subiu consideravelmente. Por esse motivo, dependendo do seu roteiro, comprar o passe ilimitado pode não ser vantajoso financeiramente se comparado ao custo de comprar os bilhetes de cada trecho de forma separada. Na nossa página de links úteis, disponibilizamos o acesso a uma calculadora de trajetos: você insere as cidades que pretende visitar e o sistema estima se compensa comprar o passe ou as passagens individuais.
  • A conveniência do passe: Mesmo se o cálculo registrar valores parecidos, o JR Pass se destaca pela facilidade e por ser um item facilitador, pois elimina qualquer dor de cabeça. Você compra o passe com antecedência antes de sair do seu país, recebe o voucher físico no seu endereço residencial e, ao passar pela imigração no aeroporto ou em qualquer terminal ferroviário principal no Japão, basta ir ao guichê da JR para ativá-lo. A partir daí, você usa o transporte de forma ilimitada sem precisar se preocupar se tem saldo ou quanto custou o trecho. No sistema avulso por créditos, você precisa ter um controle rigoroso, pois se faltar saldo na catraca, precisará recarregar correndo junto aos guardas, o que exige uma logística maior.

2. Cartão Suica (transporte urbano)

O Suica é um cartão de transporte recarregável indispensável para o fluxo diário dentro das cidades (linhas de metrô municipais, ônibus e bondes).

  • Versão virtual (iOS): Se você utiliza iPhone, pode baixar o aplicativo do Suica diretamente no sistema iOS, instalar o cartão virtual na carteira do telefone e efetuar as recargas online de forma automática utilizando os seus cartões cadastrados, sem precisar pegar o cartão físico.
  • Versão física: Se você não utiliza o sistema iOS, pode adquirir o cartão Suica físico em qualquer guichê de atendimento ou nas máquinas automáticas instaladas nos terminais de trem de forma muito simples.

O uso do cartão é fundamental porque os operadores não aceitam dinheiro em espécie na hora de entrar no vagão. Toda a navegação urbana deve ser consultada pelo Google Maps, que funciona perfeitamente bem no Japão, detalhando o trajeto, os horários e o valor exato de cada trecho. No próprio aplicativo do Suica, você também consegue simular as rotas desejadas. O custo do metrô é econômico se comparado ao táxi: uma viagem curta custará em média entre $1 e $1,50.

Tóquio no Japão

Regras de etiqueta e costumes nos trens

  • Silêncio absoluto: Os vagões de trem e metrô são ambientes silenciosos. É proibido falar ao telefone celular e as conversas altas devem ser evitadas para respeitar o espaço alheio. Os japoneses aproveitam o tempo de viagem para ler livros ou descansar em silêncio. Se houver barulho ou conversas em tom alto, geralmente são turistas ou brasileiros esquecendo dessa regra.
  • Reserva de assentos: Os trens passam com alta frequência (há viagens de Tóquio para Kyoto a cada 20 ou 30 minutos). Você pode efetuar a reserva dos assentos com antecedência utilizando o seu cartão ou JR Pass, mas também é tranquilo embarcar nos vagões de assentos não reservados na hora.
  • Dica extra para a janela do trem: Caso realize a rota tradicional de Tóquio para Kyoto, solicite os assentos localizados na fileira E. Essa fileira fica posicionada na janela que permite avistar o Monte Fuji ao longo de boa parte do percurso, proporcionando uma experiência belíssima.
  • Bagagem reduzida: Dê preferência absoluta a malas de tamanho médio e mochilas. O Japão é um destino para viajar com bagagens compactas. Os quartos de hotel são pequenos e viajar com malas de grandes proporções deixará o ambiente apertado, além de dificultar o trânsito e o armazenamento das malas dentro dos trens.
  • Atenção ao reclinar a poltrona: Nunca recline o seu banco para trás sem avisar ou fazer um sinal para a pessoa sentada logo atrás de você. É um costume japonês rígido sinalizar ou falar (mesmo que em japonês e você não entenda as palavras) para evitar sustos e demonstrar respeito.

Conectividade: Como usar o celular no Japão

Estar com a internet funcionando no smartphone é de extrema importância no Japão. O celular é indispensável para traduzir letreiros, placas e menus de restaurantes em tempo real por imagem utilizando a câmera no aplicativo do Google Tradutor, além de consultar as rotas de transporte e os andares corretos de lojas dentro de grandes shoppings no Google Maps.

Embora alguns pontos turísticos ofereçam redes de Wi-Fi, não dá para depender deles. Algumas pessoas optam por comprar chips locais ao desembarcar, o que pode exigir deslocamentos até lojas físicas e processos de ativação complexos operados em centrais telefônicas em japonês.

Para evitar perrengues e garantir o funcionamento da internet logo no aeroporto (o que é essencial para solicitar transportes ou consultar mapas), recomendamos adquirir um chip internacional de dados com antecedência. Na nossa página de links, disponibilizamos as opções de e-SIMs virtuais ativados por QR-code via e-mail que funcionam com excelente sinal em todo o Japão.

Finanças: Moeda local, câmbio e Contas Globais

A moeda oficial do país é o Yen. Atualmente, a desvalorização cambial do Yen torna o Japão um destino com excelente poder de compra e valores muito vantajosos para os turistas se comparado aos custos tradicionais de viagens para os Estados Unidos ou Europa. A alimentação diária e os produtos internos não são caros.

O uso de Contas Globais e cartões de débito

A melhor estratégia financeira para gerenciar seus gastos é utilizar as contas digitais globais. Você realiza a abertura da conta de forma rápida por aplicativo no celular utilizando o seu documento de identidade, abrindo uma conta com saldo em dólares no exterior.

Você transfere seus recursos em reais, e o sistema realiza a conversão utilizando o câmbio comercial, que é muito mais barato do que o câmbio turismo cobrado pelas casas de câmbio físicas. Além disso, as taxas de IOF das contas globais são de apenas 1,1%, gerando uma economia massiva em relação ao uso de cartões de crédito tradicionais.

O cartão de débito internacional da conta global possui bandeira Visa ou Mastercard e realiza a conversão automática de dólares para Yens no momento de efetuar os pagamentos nas maquininhas dos estabelecimentos por todo o mundo.

A necessidade de dinheiro em espécie (Yen vivo)

Apesar do alto nível tecnológico, o Japão apresenta uma particularidade cultural: muitos estabelecimentos tradicionais aceitam exclusivamente dinheiro em espécie. Há diversos restaurantes familiares, pequenas lojas de rua, bilheterias de templos históricos e caixas de recarga de cartões de transporte que não operam com cartões. Ficar totalmente sem dinheiro vivo causará perrengues sérios ao longo do roteiro.

  • Como sacar dinheiro físico no Japão: Como encontrar notas de Yen em espécie em casas de câmbio residenciais pode ser difícil, a melhor alternativa é efetuar saques diretamente nos caixas eletrônicos (ATMs) ao desembarcar no país utilizando o cartão de sua conta global. O sistema converterá o saldo de dólares para Yens físicos com ótimas taxas.
  • Onde efetuar os saques: Para garantir o funcionamento correto de cartões internacionais e evitar taxas abusivas, realize os seus saques exclusivamente nos caixas eletrônicos localizados dentro das lojas de conveniência da rede 7-Eleven (que estão espalhadas por todas as cidades e aceitam cartões globais sem falhas) ou nas agências dos Correios Japoneses.
  • Dica de câmbio em espécie: Se você preferir levar dinheiro vivo para trocar em casas de câmbio físicas no Japão, leve exclusivamente notas de dólar americano, pois muitas agências de câmbio locais não realizam operações com moedas da América do Sul (como o real ou o peso argentino).

Costumes japoneses e regras culturais de etiqueta

O Japão possui normas sociais e costumes bem específicos que devem ser seguidos e respeitados com bom senso:

  • Retirada de calçados: Em uma grande quantidade de locais, incluindo hotéis, restaurantes típicos, templos e ambientes sofisticados, é obrigatório retirar os sapatos na entrada por questões higiênicas e espirituais. O estabelecimento deixará chinelos prontos para o seu uso interno. Diante disso, a dica essencial é levar meias novas e em perfeito estado de conservação, evitando o uso de meias velhas, furadas ou encardidas, pois seus pés ficarão expostos frequentemente em locais públicos.
  • Cumprimentos e distanciamento: Os japoneses valorizam o distanciamento físico e não possuem o costume de realizar contatos invasivos como abraços ou apertos de mão. O cumprimento padrão é baseado em uma reverência curta com a cabeça. São pessoas mais quietas, super educadas e prestativas; se você solicitar ajuda na rua, todos farão o possível para te auxiliar. Mantenha um comportamento silencioso em locais públicos e respeite as regras locais.
  • Proibição absoluta de gorjetas: Não dê gorjetas em hipótese alguma. Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, onde a gorjeta faz parte do salário e é esperada por todos, no Japão essa prática não existe. Oferecer dinheiro extra pode ser interpretado como uma ofensa ou humilhação, pois eles acreditam que o trabalho deve ser executado com excelência pelo valor exato estipulado na cobrança e ponto final.
  • Forma de entregar o dinheiro: Nunca entregue notas de dinheiro ou cartões diretamente nas mãos dos atendentes ou motoristas de táxi. Os estabelecimentos dispõem de uma pequena bandeja ou caixinha plástica sobre o balcão; deposite os valores ali e aguarde o atendente recolher e devolver o troco no mesmo local.

Seguro Viagem e adaptação ao fuso horário

  • Seguro Viagem: A contratação de uma apólice de seguro de saúde internacional não é uma exigência legal obrigatória para ingressar no Japão (diferente do espaço europeu). No entanto, viajar sem cobertura de saúde é um grande risco. Os custos de atendimentos hospitalares e consultas de emergência no Japão são extremamente elevados para estrangeiros. Em nossa página de links, listamos a plataforma de comparação que analisa todas as seguradoras do mercado e localiza coberturas médicas robustas e assistência para extravio de bagagens por valores diários muito reduzidos.
  • Adaptação ao fuso horário (Jet Lag): O Japão está localizado exatamente do outro lado do mundo, o que estabelece uma inversão completa de horários (quando são duas horas da tarde no seu país de origem, serão duas horas da manhã no destino). É comum registrar um desgaste físico e cansaço acentuado, especialmente no segundo ou terceiro dia da viagem, quando o corpo sente o estresse do fuso. Não se desespere, pois isso acontece com todo mundo. A dica prática para regular o relógio biológico é realizar um esforço no primeiro dia: se o seu voo pousar em Tóquio às 14h, faça um esforço para se manter acordado, caminhe por locais movimentados e iluminados e vá dormir apenas no horário habitual da noite (por volta das 22h ou 23h), evitando dormir imediatamente ao chegar no hotel para coordenar o sono com o horário local.

Quantos dias ficar e quais cidades conhecer no Japão?

Dada a longa distância geográfica e a complexidade do deslocamento, viajar para o Japão para permanecer por um período inferior a 10 dias não é recomendado. O planejamento ideal deve contemplar entre 15 e 25 dias de viagem (sendo 20 dias o tempo perfeito) para conseguir explorar as províncias e absorver a diversidade cultural do país de forma completa.

Obviamente, se você dispõe de apenas sete dias e o seu sonho é conhecer o Japão, realize a viagem e seja feliz, mas se puder mobilizar mais tempo, organize pelo menos 15 dias de estadia.

As principais cidades e atrações que devem constar no seu roteiro de viagem são:

  • Tóquio (Mínimo de 5 dias): A maior metrópole do mundo, gigantesca em proporções e repleta de bairros comerciais imensos, lojas conceituais e templos históricos antigos de acesso gratuito.
  • Kyoto (3 a 5 dias): O polo cultural e tradicional do país, famoso pela concentração de templos budistas antigos de madeira e santuários históricos integrados à natureza. É uma viagem de contemplação e ritmo mais tranquilo.
  • Osaka (Mínimo de 3 dias): Cidade moderna e vibrante, reconhecida mundialmente pela excelente culinária de rua, canais iluminados e vida noturna animada.
  • Hiroshima (1 a 2 dias): Cidade histórica totalmente reconstruída que abriga os memoriais e museus da época da guerra. É um local muito bonito, alegre e reformado, exibindo um belo contraste cultural entre a parte histórica e as áreas novas.
  • Bate-volta para Nara: Cidade arborizada localizada próxima a Osaka e Kyoto, famosa pela preservação de templos tradicionais e pela presença de cervos sagrados que circulam totalmente livres entre os turistas nos parques urbanos, permitindo interação.
  • Excursão ao Monte Fuji: Passeio de dia inteiro destinado a visitar as pequenas vilas turísticas e lagos localizados na base da montanha mais famosa do país para contemplar as paisagens naturais de perto.
  • Complexo da Disney Japão: Localizado nos arredores de Tóquio, abriga dois parques temáticos considerados dos mais impressionantes do mundo. Recomendado para entusiastas de parques e famílias, demandando um ou dois dias inteiros de visita caso você queira conhecer ambos por completo.

Este post funciona como um guia geral de planejamento cheio de informações para direcionar a sua preparação de viagem.

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Osaka no Japão

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