Como sair do aeroporto de Mendoza e chegar ao centro?

Chegou em Mendoza e bateu aquela dúvida na esteira de bagagem: como sair do aeroporto e chegar ao centro sem dor de cabeça? Relaxa que a gente resolve isso aqui. O Aeroporto Internacional El Plumerillo (MDZ) fica pertinho da cidade, a uns 10 km do centro, e a viagem costuma levar de 20 a 30 minutos de carro ou táxi (pode chegar a 40-45 min no trânsito mais carregado).

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi justamente como o aeroporto é perto: você nem percebe e já tá no centro. Mas vou te adiantar uma coisa que aprendi na prática: a chegada é simples, só que ela fica MUITO melhor quando você já define o transporte antes de desembarcar, em vez de ficar negociando na saída cansado da viagem.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Mendoza a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale demais dar uma olhadinha.

Neste post a gente vai destrinchar as cinco formas de fazer esse trajeto: táxi oficial, ônibus urbano, transfer, carro por aplicativo e aluguel de carro. Vou contar qual compensa em cada situação, quanto costuma custar e os erros que a gente vê brasileiro cometer logo na chegada.

Resumo das opções: tempo e custo

Pra você bater o olho e já entender o cenário, montei essa tabelinha com as principais formas de ir do aeroporto ao centro de Mendoza. Os valores são médias de relatos e podem variar bastante por causa do câmbio do peso argentino, que oscila muito.

  • Táxi oficial — ~20-30 min — em torno de US$ 10 — rápido e porta a porta.
  • Transfer privado/agendado — ~20-30 min — valor previsível por carro — ótimo pra grupo e família.
  • Transfer compartilhado — ~20-45 min — em torno de US$ 6 — econômico e prático.
  • Ônibus urbano — ~30-45 min — passagem bem barata — a opção mais econômica (exige cartão SUBE).
  • Carro por aplicativo — ~20-30 min — em torno de US$ 10-12 — conveniente, mas varia com a demanda.
  • Aluguel de carro — ~20 min até o centro — depende da locadora — vale a pena pra quem vai pras vinícolas.

Olha, se eu fosse resumir tudo numa frase: pra quem chega com mala grande, em família ou à noite, o transfer reservado ou o táxi oficial ganham fácil no conforto. Já quem viaja leve e sem pressa pode economizar bem no ônibus.

Transfer: a opção mais tranquila pra chegar

Pra quem não quer pensar em nada na hora do desembarque, o transfer é, na nossa opinião, a melhor pedida. Você sai do avião e já tem alguém te esperando com uma plaquinha com o seu nome — sem fila de táxi, sem negociar preço, sem stress.

A grande vantagem é a previsibilidade: você sabe exatamente quanto vai pagar antes da viagem, e isso ajuda muito num país onde o câmbio muda toda hora. Pra família com criança pequena, grupo grande ou chegada noturna, vale cada centavo.

A gente reserva sempre por esse site que a gente usa em todas as viagens. É onde encontramos os transfers mais baratos e dá pra pagar em reais — ou seja, você não paga IOF nem aquelas taxas internacionais que aparecem quando você fecha lá na Argentina ou em site estrangeiro.

Outra mão na roda: nesse mesmo site você acha os ingressos e passeios pelo menor preço, então já adianta a parte das vinícolas e dos tours se quiser. A gente gosta bastante dele justamente por isso, resolve várias coisas de uma vez.

Mulher saindo de carro com uma bolsa. Um motorista abre a porta do transfer para ela.

Táxi oficial em Mendoza

O táxi é a primeira opção que vem à cabeça de quase todo mundo, e ele realmente é prático: rápido, porta a porta e sem precisar reservar nada antes. A corrida pro centro costuma ficar em torno de US$ 10.

A dica de ouro aqui é sempre pegar o táxi oficial do aeroporto. Como em toda cidade turística, infelizmente rola relato de gente que aceitou corrida informal e acabou pagando muito mais ou fazendo um percurso maior do que o necessário. Os táxis oficiais ficam no ponto demarcado na saída — procure por eles e confirme o valor.

O ponto chato do táxi avulso é que, dependendo do horário, você pode ter que esperar um carro estacionar no ponto. Pra uma viagem única, ainda assim costuma compensar o conforto.

Placa indicando Táxi em cima de um carro

Carro por aplicativo

O carro por aplicativo também funciona em Mendoza e pode ser uma boa pra quem já está acostumado a usar. O valor pro centro costuma rondar os US$ 10 a 12 em relatos recentes, mas vale ficar de olho: a disponibilidade e o preço oscilam bastante conforme o horário, a demanda e o câmbio.

Se você for por esse caminho, deixe o app aberto e o pin certinho ainda dentro do terminal, porque às vezes o ponto de embarque do app fica um pouco afastado da porta principal.

Ônibus: a opção mais econômica

Quer economizar de verdade? O ônibus urbano faz o trajeto entre o aeroporto e a área central, e a passagem é bem mais barata que táxi ou transfer. Em guias recentes aparecem linhas como a 608, 675 e 680 ligando o aeroporto ao centro, passando por regiões próximas às Plazas Italia e Independencia.

Tem um detalhe que faz toda a diferença e que muita gente não sabe: o pagamento exige o cartão SUBE, o cartão de transporte usado em várias cidades argentinas. Não dá pra pagar em dinheiro no ônibus. A boa notícia é que dá pra comprar o SUBE no próprio aeroporto, num quiosque perto da retirada de bagagem — isso salva quem chega sem o cartão.

Ônibus andando por uma rua em Mendoza

Quando o ônibus vale a pena

O ônibus é uma boa escolha se você está sozinho ou em dupla, com pouca bagagem e quer cortar custos. Também compensa se o seu hotel fica em área central e você não tem pressa nenhuma. E claro: fica mais fácil se você já manja do transporte público argentino e tem o SUBE carregado.

Quando é melhor evitar

Já o ônibus não é uma boa ideia se você chega à noite, cansado ou com criança pequena, nem se estiver com muitas malas. E se você ainda não tem SUBE e não quer perder tempo comprando e recarregando o cartão logo no desembarque, parta direto pro táxi ou transfer.

Aluguel de carro: quando faz sentido

Mendoza é uma base clássica pra turismo de vinhos e montanha, então muita gente já pensa no carro pra além do trajeto até o hotel. E aqui mora a sacada: alugar carro vale MUITO a pena se o seu roteiro inclui vinícolas por conta própria, deslocamentos pra Maipú ou Luján de Cuyo ou passeios mais amplos pela região.

Pra só ir ao centro e ficar por lá, alugar logo na chegada costuma ser menos vantajoso — o trânsito urbano e o estacionamento podem complicar. Mas se você vai rodar pelas vinícolas, o carro libera totalmente o seu roteiro. O caminho até o centro, aliás, é simples: pega a Autopista San Juan-Mendoza (a RN 40) em direção ao sul e em uns 20 minutos você chega.

Uma ressalva importante de quem já errou: se o seu primeiro dia já inclui degustação de vinho, melhor sair do aeroporto com transporte organizado, porque dirigir depois de beber não rola. Deixe o carro pros dias em que você vai ficar de boa.

Aluguel de carro (economize até 34%)

A principal dica pra economizar muito no carro é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Carro branco estacionado em uma rua movimentada

Dicas práticas pra acertar na chegada

Algumas coisas que a gente aprendeu na prática e que ajudam a não perder tempo nem dinheiro logo de cara:

  • Horário de chegada importa: se você desembarcar no fim da tarde ou à noite, táxi ou transfer compensam mais que ônibus — você chega menos cansado e sem se preocupar com bagagem.
  • Alta temporada pede reserva: no verão e em períodos de férias, a demanda por táxis e transfers sobe. Reservar antes evita espera e preço pior.
  • Fique de olho na moeda: o peso argentino oscila bastante, por isso muitos serviços divulgam valores em dólar ou em faixas. Tenha pelo menos uma forma de pagamento pronta pra primeira corrida.
  • SUBE é palavra-chave: se a ideia é usar ônibus, aprenda sobre o SUBE antes de viajar. Isso evita muita dor de cabeça no desembarque.

E aproveita pra já garantir o seguro viagem antes de embarcar. O atendimento médico fora do Brasil pode sair caríssimo, e estar coberto contra imprevistos vale demais. A gente cota sempre por esse comparador de seguros, que compara as melhores seguradoras e já vem com desconto exclusivo pra galera do Grupo Dicas.

Erros comuns que brasileiros cometem na chegada

Pra você não cair em nenhuma dessas, separamos os tropeços mais clássicos:

  • Achar que dá pra pagar o ônibus em dinheiro: não dá, precisa do SUBE.
  • Não ter pesos nem cartão compatível pra primeira corrida e perder tempo logo na chegada.
  • Ignorar o táxi oficial e aceitar corrida informal sem confirmar valor ou procedência.
  • Subestimar a logística: o aeroporto é perto, mas mala grande e horário cheio podem complicar.
  • Querer ir de ônibus com muita bagagem: funciona, mas é desconfortável e pouco prático.
  • Não reservar transfer em feriado ou alta temporada, quando a demanda dispara.
  • Confundir o transporte da cidade com o das vinícolas: são estratégias diferentes, planeje separado.

Pra escolher bem o transporte, ficar bem localizado faz toda a diferença em Mendoza: hotel no centro significa menos deslocamento, mais tempo de passeio e saída fácil pras vinícolas. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Mendoza:

Onde ficamos em Mendoza (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Mendoza é o mais indicado para se hospedar. Esta região é perfeita para quem vai passar pouco tempo na cidade, já que a maior parte dos pontos turísticos fica por lá. Sem contar que o trajeto para cafés, bancos, lojas, restaurantes e outros lugares para curtir a noite será bem mais simples.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Mendoza

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o aeroporto de Mendoza

Quanto tempo leva do aeroporto de Mendoza até o centro?

Em geral, a viagem leva de 20 a 30 minutos de carro ou táxi. Em horários de trânsito mais carregado, pode chegar a 40-45 minutos. O aeroporto fica a cerca de 10 km do centro.

Qual a forma mais barata de ir do aeroporto ao centro?

O ônibus urbano é a opção mais econômica, com passagem bem baixa. Mas exige o cartão SUBE pra pagar, que pode ser comprado num quiosque dentro do próprio aeroporto.

Quanto custa o táxi do aeroporto de Mendoza ao centro?

A corrida costuma ficar em torno de US$ 10, mas o valor varia conforme o câmbio do peso argentino. Prefira sempre os táxis oficiais do aeroporto e confirme o preço antes de embarcar.

Vale a pena pegar transfer em Mendoza?

Vale muito pra quem chega com mala grande, em família, em grupo ou à noite. O transfer dá previsibilidade de preço, te espera no desembarque e, reservando antes em reais, você não paga IOF nem taxas internacionais.

Preciso de cartão SUBE pra andar de ônibus em Mendoza?

Sim. O ônibus urbano só aceita pagamento com o cartão SUBE. Não dá pra pagar em dinheiro. Você consegue comprar e recarregar o cartão num quiosque perto da retirada de bagagem no aeroporto.

Compensa alugar carro logo na chegada ao aeroporto?

Depende do roteiro. Se você vai visitar vinícolas em Maipú e Luján de Cuyo ou rodar pela região, o carro libera tudo. Pra quem fica só no centro, o aluguel costuma ser menos vantajoso por causa do trânsito e do estacionamento.

Tem Uber no aeroporto de Mendoza?

O carro por aplicativo funciona na cidade, com valores em torno de US$ 10 a 12 pro centro. Mas a disponibilidade e o preço oscilam bastante conforme horário, demanda e câmbio, então nem sempre é a opção mais previsível.

Economize ao máximo na sua viagem à Argentina:

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar!
  • Quanto custa: quer saber quanto custa viajar pra Mendoza? Confira nessa matéria as nossas dicas pra economizar bastante!
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina da forma mais barata e segura.
  • Carro: esse item facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se pensa em alugar um, leia como alugar um carro na Argentina pelo menor preço possível.
  • Pesos: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para a viagem, com os prós e contras de cada opção. Existe uma forma muito mais barata!
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. É mais fácil e barato!
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Mendoza pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante ter seguro pra estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
  • Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!

No fim das contas, sair do aeroporto de Mendoza é tranquilo — o segredo é só escolher a opção certa pro seu perfil. A gente já fez de ônibus viajando leve e já chegou de transfer com a família, e em cada situação valeu a pena por um motivo diferente. Defina o seu transporte antes de embarcar, deixe a primeira corrida resolvida e aproveite cada gota de vinho dessa cidade maravilhosa. Boa viagem!