
Málaga é aquele destino que faz a gente ficar dividido: começa o dia subindo numa fortaleza moura com mais de mil anos de história e, no fim da tarde, está de chinelo numa praia urbana comendo espeto de sardinha feito na brasa. Pouca cidade na Europa entrega esse mix com tanta naturalidade — e por um preço bem mais amigável do que Madri ou Barcelona.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como tudo é caminhável no centro histórico e como dá pra montar uma viagem completa sem estourar o orçamento. Por isso esse guia: a gente reuniu aqui o que realmente importa pra planejar sua viagem a Málaga do zero, sem deixar nenhum detalhe pra trás.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Málaga a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Qual a melhor época para viajar a Málaga?
Málaga encanta o ano inteiro — não é à toa que a cidade vive batendo o recorde de mais de 300 dias de sol por ano. Mas cada estação muda bastante a experiência, então vale escolher com cuidado.
Primavera (março a maio): na nossa opinião, o melhor momento pra ir. Clima quente, mas não escaldante, dia longo, cafés e terraços cheios de vida, e muito menos turista do que em agosto. Quem viaja entre o fim da primavera e começo do verão (maio e junho) ainda pega praia e economiza bastante em hotel.
Verão (junho a agosto): época mais badalada. Praias lotadas, chiringuitos animados (aqueles barzinhos de praia que servem espeto de sardinha) e muita vida noturna. Em compensação, calor forte em alguns dias e hospedagem nas faixas mais caras do ano. A Feria de Agosto é uma das maiores festas da cidade — uma semana inteira de música, flamenco e celebrações 24h. Se você gosta de festa, é imperdível; se procura sossego, fuja dessa data.
Outono (setembro a novembro): setembro e início de outubro ainda têm clima de praia e bem menos gente. Ótimo equilíbrio entre clima, preço e movimento.
Inverno (dezembro a fevereiro): inverno ameno comparado ao resto da Europa, dia mais curto e menos vibe de praia, mas excelente pra focar em museus, gastronomia e pegar preços bons.
Uma dica: se você quer ver a Semana Santa de Málaga — uma das mais espetaculares da Espanha, com procissões gigantescas — reserve hospedagem com muita antecedência, porque a cidade enche e os preços sobem.

Quantos dias ficar em Málaga?
A gente recomenda separar entre 3 e 5 dias pra aproveitar bem. Com 3 dias, dá pra ver os principais pontos turísticos (Alcazaba, Castelo de Gibralfaro, Teatro Romano, Catedral, centro histórico e Playa de La Malagueta) e ainda passear por bairros como Soho e La Malagueta.
Em 2 dias dá pra fazer o básico, mas vai ser tudo correndo — e qualquer imprevisto (museu fechado, fila grande, dia de chuva) já tira atração importante do roteiro. Por isso o mínimo recomendado é mesmo 3 dias.
Com 5 dias, a viagem fica completa: dá pra incluir os museus Picasso e Carmen Thyssen, rooftop bars, mais praias e ainda fazer um bate-volta incrível como Nerja, Ronda ou o Caminito del Rey.
- Veja as nossas sugestões no roteiro rápido por Málaga!
Sugestão de roteiro de 3 dias
- Dia 1: centro histórico — Catedral (a tal da “Manquita”, apelido carinhoso pra torre que nunca foi terminada), Calle Larios, Plaza de la Constitución, Mercado Atarazanas, bairro Soho e tapas à noite.
- Dia 2: Teatro Romano, Alcazaba, Castelo de Gibralfaro (sobe cedo pra fugir do calor), Plaza de la Merced e Museu Picasso.
- Dia 3: Muelle Uno, Playa de La Malagueta e chiringuitos no almoço, Museu Carmen Thyssen e pôr do sol num rooftop bar.
Com 2 dias extras, encaixe um bate-volta (Nerja ou Caminito del Rey) e um dia em Pedregalejo ou El Palo, bairros de pescadores com ambiente bem mais local.
Qual a documentação necessária para viajar a Málaga?
Pra entrar na Espanha (e em qualquer país da União Europeia), você precisa de passaporte válido por no mínimo 6 meses a partir da data de entrada no país. Quem ainda não tem, o documento custa R$ 257,25 e dura 10 anos — vale o investimento pra todas as viagens internacionais futuras.
Não é preciso visto pra estadias de até 90 dias. Outro item exigido é o seguro viagem, que a gente fala melhor logo abaixo.

Apesar de não ser obrigatório apresentar, o bilhete de retorno ao Brasil pode ser solicitado pela polícia de fronteira, junto com comprovação de renda e reserva de hospedagem. Tenha tudo em mãos (ou no celular) pra evitar perrengue na imigração.
Seguro viagem para Málaga: é obrigatório?
Sim, é obrigatório. Pra entrar na Espanha (e em qualquer país do espaço Schengen), é exigido seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros em assistência médica por acidente ou doença. Não é exigido só na chegada — pode ser pedido na imigração e, na prática, é o que vai te proteger de qualquer dor de cabeça caso aconteça algo durante a viagem.
O seguro cobre assistência médica, seguro de vida, cancelamento de voo, extravio de bagagem, auxílio jurídico e mais. E o melhor: um bom seguro pra Europa custa em torno de R$ 13 por pessoa por dia, fácil de encaixar no orçamento.
Pra achar esse preço, a gente compara as principais seguradoras do mundo nesse comparador de seguros. É só colocar o destino e a quantidade de dias e, em poucos segundos, ele mostra o orçamento das maiores empresas mundiais. O link já vem com 18% de desconto exclusivo pra quem entra pelo nosso blog.

Como conseguir voo barato para Málaga
A passagem aérea costuma ser o maior gasto da viagem — e o que mais espanta gente que poderia ir. Mas tem alguns truques que ajudam muito.
O primeiro é fugir da alta temporada. Voos pra baixa temporada (e principalmente fora das férias escolares brasileiras) saem bem mais em conta. E vale comprar com antecedência: quanto mais cedo, melhor o preço.
Outra dica é flexibilizar dias e horários. Voos noturnos costumam ser mais caros porque muita gente prefere chegar cedo. Já voos no meio da semana (segunda a quinta) saem mais baratos do que nos fins de semana.
Pra encontrar o melhor preço, a gente usa esse comparador de passagens, que mostra todas as opções das principais companhias num só lugar. Ele já economizou muito dinheiro nas nossas viagens.

O que visitar em Málaga: principais atrações
Málaga é o tipo de cidade que mistura arquitetura andaluza, ruínas romanas, fortalezas mouras e praias urbanas — tudo numa caminhada. O primeiro passo é mergulhar no centro histórico, coração turístico da cidade.
Comece pela Alcazaba, uma fortaleza moura imponente erguida no Monte Gibralfaro. Ao longo dos séculos, ela passou por várias dinastias e chegou a ser sede do governo de Málaga durante o domínio islâmico. Hoje, restaurada, está aberta à visitação e entrega algumas das melhores vistas da Costa del Sol. O ingresso combinado Alcazaba + Gibralfaro costuma sair em torno de €5 a €10.
O Castelo de Gibralfaro fica no alto da colina e tem vista panorâmica do porto, da praça de touros e da cidade inteira. Dá pra subir a pé (a ladeira é íngreme, mas o caminho tem mirantes lindos) ou pegar táxi/ônibus.
O Teatro Romano, aos pés da Alcazaba, é a ruína mais antiga da cidade — datada do século I d.C. Boa parte dá pra ver até de fora, separado só por uma mureta, e o centro de interpretação costuma ser gratuito.
Uma curiosidade que enche os malagueños de orgulho: a cidade é terra natal de Pablo Picasso. O Museu Picasso Málaga reúne mais de 200 obras do artista, e a Casa Natal, na Plaza de la Merced, fica no prédio onde ele nasceu. Pra quem gosta de arte, vale também o Museu Carmen Thyssen, focado em pintura espanhola do século XIX, instalado no Palácio de Villalón.
Não deixe de caminhar pela Calle Larios (a principal rua de pedestres, cheia de lojas), pela Plaza de la Constitución e pelo Mercado Central de Atarazanas — esse último, vá cedo, quando está mais animado e com produto fresco. E reserve um fim de tarde pra explorar o Soho, bairro criativo cheio de murais gigantes e cafés descolados, ótimo pra fotos e fugir do circuito clássico.
A gente preparou uma lista completa do o que fazer em Málaga com todos os lugares obrigatórios.

Como conseguir ingressos e excursões em Málaga
Depois de viajar muito, a gente encontrou o melhor jeito de comprar ingressos e tours. Tem esse site que a gente usa em todas as viagens que sempre acha descontos bons em passeios pelo mundo todo. Comprando online, você evita fila no posto de venda e o risco de chegar lá e o ingresso estar esgotado — algo que acontece muito na alta temporada e em feriados.
A vantagem é que o pagamento é em reais (sem IOF), com avaliação real dos viajantes que fizeram o passeio, e os tours são em português. A gente já errou uma vez tentando comprar ingresso na bilheteria do Caminito del Rey e quase ficou de fora — desde então, sempre garantimos online com antecedência.
- Tour completo por Málaga com ingressos
- Visita guiada pelo Castelo de Gibralfaro
- Ingresso do Museu Picasso Málaga
- Ônibus turístico de Málaga

Praias e a orla de Málaga
A maior cara de Málaga, depois do centro histórico, é a orla. O Paseo del Parque é um passeio arborizado lindo que leva até o mar, conectando com o Muelle Uno — um calçadão moderno com restaurantes, lojas e vista pro porto, perfeito pro fim de tarde.
A Playa de La Malagueta é a praia urbana mais famosa e prática pra quem está no centro (uns 15-20 minutos a pé). Tem chiringuitos por todo lado, e é onde você experimenta os famosos espetos de sardinha assados na brasa, muitas vezes em barquinhos enterrados na areia. Tem uma coisa que ninguém conta: o espeto é melhor logo no fim da manhã, quando a brasa está nova.
Se quiser fugir do óbvio, pegue um ônibus pra Pedregalejo ou El Palo — bairros de pescadores com clima bem mais local, praias menos lotadas e chiringuitos tradicionais que servem peixe fresquinho.
Comida em Málaga: o que comer e quanto custa
A gastronomia é um capítulo à parte. Os clássicos:
- Espetos de sardinha: a estrela. Sardinhas espetadas e assadas na brasa em barquinhos na areia — emblema absoluto da cidade.
- Pescaito frito: peixes fritos variados servidos pra compartilhar, tradicionais em bares e chiringuitos.
- Tapas andaluzas: no centro histórico você acha bares típicos com tapas variadas e ambiente local.
- Vinhos doces de Málaga: bodegas históricas servem vinhos doces típicos, ótimos como aperitivo ou digestivo.
Faixas de preço aproximadas pra ajudar no orçamento:
- Café da manhã em cafeteria: €4 a €8 (café + tostada ou pastel).
- Menu del día (entrada + prato + bebida) no almoço: €12 a €18.
- Tapas individuais: €3 a €6 cada; jantar para 2 num bar de tapas ou chiringuito sai entre €30 e €50.
- Restaurantes mais sofisticados ou rooftop bars: jantar para 2 entre €60 e €100.
Uma dica importante: o espanhol almoça a partir das 14h e janta depois das 21h. Brasileiro que tenta jantar às 18h e 19h muitas vezes encontra a cozinha fechada. Se não quiser esperar, procure áreas mais turísticas, onde alguns restaurantes abrem antes. Mas o ideal é se adaptar — e fugir dos lugares com cardápio em dez idiomas, que costumam ser turísticos e medianos.
Onde ficar em Málaga: melhores bairros
Pra primeira viagem, a melhor escolha é o Centro Histórico (Casco Antiguo). Você fica perto da Catedral, Alcazaba, Museu Picasso, Calle Larios — tudo a pé. Dispensa carro praticamente o tempo inteiro e tem restaurante, café e vida noturna na esquina.
Quem quer acordar de frente pro mar pode escolher La Malagueta, a uns 15-20 minutos a pé do centro. Já o Soho é a opção pra quem curte ambiente alternativo, arte urbana e cafés descolados, também coladinho no centro.
Faixa de preços médios por noite pra você se orientar:
- Hostel/dormitório: €25-40 por pessoa.
- Hotéis 2-3 estrelas / pensões: €70-120 em quarto duplo.
- Hotéis 4 estrelas / boutiques no centro ou La Malagueta: €140-220.
- Apartamentos de temporada pra 2 pessoas: €90-180.
A recomendação universal é reservar com antecedência pra Semana Santa, Feria de Agosto e meses de verão (julho-agosto). Nessas datas, a ocupação dispara e os preços também.
Onde ficamos em Málaga (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Sem dúvida, a melhor região para se hospedar em Málaga é o centro histórico, um bairro composto por edifícios que refletem a bela arquitetura da Andaluzia. É por lá que estão as atrações mais icônicas da cidade, como a Catedral de Málaga, o Museu Picasso, a Alcazaba e o Teatro Romano.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Como ter internet no celular em Málaga
Se você já viajou pra fora, sabe a dor de cabeça: celular sem sinal, taxas de roaming absurdas e aquela sensação de tá ilhado num país estranho. A solução é simples: chip de viagem.
São chips pré-pagos que funcionam com redes locais. Você paga um valor único e tem internet rápida e estável pela viagem inteira, sem susto na fatura. A gente sempre usa esse chip de viagem, que entrega internet de alta velocidade e funciona até em cidades pequenas pela Europa toda. O atendimento é em português, a empresa tem nota excelente no Reclame Aqui e dá pra resolver tudo antes de embarcar.
Ter internet boa muda a viagem: você usa Google Maps sem medo, traduz cardápio na hora, pede Uber/Cabify, manda foto pra família e ainda usa redes sociais sem se preocupar com o consumo.

Como levar dinheiro para Málaga
Existem várias formas de levar dinheiro pra Espanha, mas a gente sempre indica a mesma pros leitores: abrir uma conta digital global em dólar e usar o cartão dela pra fazer todos os pagamentos e saques no exterior. Mesmo sendo em dólar, ela funciona em centenas de moedas — inclusive em euros, na Espanha.

A vantagem é grande: na conta global que a gente usa, a compra de dólares acontece na cotação comercial (a mais barata), e o IOF nas compras fica em 1,1% em vez dos 5,38% do cartão de crédito tradicional. A economia é gigantesca — não só de dinheiro, mas de tempo, já que faz tudo pelo celular.
Como abrir essa conta global do Brasil
Você cria a conta em menos de 5 minutos pelo app, só com RG ou CNH. Aí coloca dólares pela cotação que estiver boa e usa o cartão em qualquer país do mundo — então abriu pra Málaga, aproveita em todas as próximas viagens.

Como muita gente abre conta vindo dos nossos blogs, a gente conseguiu um cupom exclusivo: quem usa o código GRUPODICAS20 na hora de abrir ganha até 20 dólares ao fazer a primeira remessa, em até 15 dias.
Outras vantagens que a gente curte:
- Dá pra acumular dólares aos poucos quando a cotação tá boa e até deixar investido em fundos pra render até a viagem.
- Atendimento e suporte 100% em português.
- Sem taxa de abertura nem de manutenção.
- Os dois primeiros saques em caixas eletrônicos no exterior são gratuitos.
- Cartão virtual de débito ativo no celular assim que a conta é criada — dá pra pedir o físico também.
- Acesso a uma sala VIP no aeroporto de Guarulhos, que dá pra usar em todas as viagens.
Como se locomover em Málaga
A boa notícia: no centro histórico você anda com as próprias pernas a maior parte do tempo. Hospedando-se ali, dá pra ir a pé até Alcazaba, Museu Picasso, Catedral, Calle Larios, Teatro Romano — tudo coladinho.
Quando o cansaço bater ou quiser ir mais longe, táxi e apps como Cabify e Bolt funcionam bem. Do aeroporto ao centro costuma sair em torno de €20-30, dependendo do horário. Pra quem prefere economizar, tem ônibus urbano (EMT) cobrindo toda a cidade, com tarifa de €1-2 por trajeto, e trem ligando o aeroporto ao centro.
O metrô existe, mas ainda é limitado pra turista. Já bicicletas e patinetes elétricos estão por toda a orla e no centro — uma forma gostosa e barata de explorar.

Importante: o centro tem ruas estreitas, restrições de trânsito e estacionamento difícil. Pra quem vai ficar só em Málaga, alugar carro não compensa. Já se a ideia é explorar outras cidades da Costa del Sol, Serranía de Ronda, fazer o Caminito del Rey ou um road trip por Andaluzia, aí o carro vira essencial.
Aluguel de carro em Málaga (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Transfer em Málaga
Se for sua primeira vez em Málaga, o transfer privativo é uma mão na roda. Você desembarca, o motorista está te esperando com uma plaquinha com seu nome, e você vai direto pro hotel sem precisar pegar fila de táxi ou se virar no idioma com mala atrás.
A gente reserva pelo mesmo site que usa pros passeios. É rápido e seguro: escolhe a cidade, o tipo de trajeto (do aeroporto pro hotel ou outro destino) e pronto.

Bate-voltas imperdíveis a partir de Málaga
Se você tem 4 ou 5 dias, vale muito reservar pelo menos um dia pra um bate-volta. Málaga é uma base estratégica linda da Costa del Sol e da Andaluzia:
- Nerja: cidade litorânea charmosa, com falésias, praias bonitas e o famoso “Balcón de Europa”. Vai de ônibus ou carro e volta no mesmo dia tranquilamente.
- Caminito del Rey: passarela espetacular num desfiladeiro, um dos passeios mais impressionantes da Espanha. Ingresso só online e costuma sair em torno de €10-20. Compre com bastante antecedência — em alta temporada esgota fácil.
- Ronda: cidade serrana com a famosa Puente Nuevo. Bate-volta de 1 dia funciona, mas se tiver tempo, dormir 1 noite é melhor ainda.
- Costa del Sol: Torremolinos, Benalmádena (com o teleférico), Marbella e Puerto Banús são fáceis e bons pra um dia de passeio.
Erros comuns de turistas brasileiros em Málaga
- Ir só no auge do verão: primavera e outono têm clima ótimo, menos gente e preços bem mais amigáveis.
- Subestimar o sol: sol forte a maior parte do ano. A gente errou nessa: subiu o Gibralfaro às 14h em maio sem água nem boné e quase desistiu no meio. Vai cedo ou no fim da tarde.
- Tentar dirigir no centro: ruas estreitas, restrição de trânsito e estacionamento caro. Caminhada, ônibus, táxi e Uber resolvem 99% das situações.
- Não reservar Caminito del Rey e museus com antecedência: em alta temporada e fins de semana esgota rápido.
- Tentar jantar às 18h: cozinha local abre depois das 20h. Adapta-se ao horário espanhol — ou vai pros lugares mais turísticos.
- Ficar só no centrão: bairros como Pedregalejo, El Palo e o próprio Soho mostram outra Málaga.
- Achar que é só praia: a cidade tem patrimônio romano, mouro e museus de nível europeu. Reserve um bom tempo pra cultura.
Perguntas frequentes sobre viagem a Málaga
Quantos dias são suficientes para conhecer Málaga?
O mínimo recomendado é 3 dias inteiros pra ver os principais pontos (Alcazaba, Gibralfaro, Teatro Romano, centro histórico e La Malagueta). Com 5 dias, a viagem fica completa, incluindo museus, mais praias e um bate-volta pra Nerja, Ronda ou Caminito del Rey.
Qual é a melhor época para visitar Málaga?
A primavera (março a maio) costuma ser a melhor: clima quente, dia longo e bem menos gente. O verão tem mais vibe de praia, mas com lotação e preços nas alturas. Outono (setembro/outubro) é outra ótima janela, e o inverno é ameno, ideal pra museus e gastronomia.
Vale a pena alugar carro em Málaga?
Se você vai ficar só na cidade, não vale: o centro é caminhável, tem restrição de trânsito e estacionamento caro. Mas se a ideia é explorar a Costa del Sol, fazer Caminito del Rey ou rodar pela Andaluzia, aí o carro é praticamente obrigatório.
Málaga é uma cidade segura para turistas?
Sim, Málaga é considerada uma cidade tranquila pra turistas. Os cuidados são os mesmos de qualquer destino europeu: atenção a furtos em locais lotados (Mercado Atarazanas, Calle Larios, estações de transporte) e cuidado com pertences na praia.
O que comer em Málaga?
Os clássicos são os espetos de sardinha (assados na brasa em barquinhos na praia), pescaito frito (peixinhos fritos pra compartilhar), tapas andaluzas variadas e os vinhos doces típicos de Málaga. Aproveite os chiringuitos da orla.
Precisa de visto para visitar Málaga?
Brasileiros não precisam de visto pra estadias de até 90 dias. Basta passaporte válido por no mínimo 6 meses, seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros e, se solicitado, comprovação de hospedagem e bilhete de retorno.
Como é o transporte público em Málaga?
O centro é todo caminhável. Pra distâncias maiores tem ônibus (EMT), trem (que liga aeroporto e centro) e duas linhas de metrô. Táxi e Uber/Cabify funcionam bem e custam pouco se comparado ao Brasil. Do aeroporto ao centro, conta entre €20 e €30 de táxi.
Quanto custa, em média, uma viagem para Málaga?
Pra 5 dias por pessoa, contando hotel 3 estrelas, refeições, transporte local e algumas atrações, vai dar em torno de €500 a €900 em terra. Voo do Brasil costuma variar muito — comprando com antecedência e na baixa temporada, dá pra achar a partir de R$ 4.000 ida e volta.
Economize ao máximo na sua viagem a Espanha
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar e pelo menor preço!
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Madri e Espanha, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da forma mais barata e segura.
- Carro: esse é um item que facilita muito a viagem por Espanha, Portugal ou França. Leia como alugar um carro na Espanha pelo menor preço.
- Euros: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para Espanha, com prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Garanta um chip europeu ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Madri pra saber qual é a melhor localização e economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo. Veja aqui as dicas pra conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem pra Espanha.
Málaga é daqueles destinos que entregam mais do que prometem. A gente saiu de lá querendo voltar — não pela quantidade de pontos turísticos, mas pelo jeito como tudo se conecta: a fortaleza, a praia, o espeto na brasa, o vinho doce, o pôr do sol no rooftop. Planejando direitinho, dá pra fazer uma viagem completa, gostosa e pagando bem mais barato do que parece. Boa viagem!