Como levar e quanto levar de dinheiro para Santiago

Quer saber como levar dinheiro e quanto levar para Santiago sem pagar IOF à toa, sem carregar mala de dinheiro vivo e sem cair em furada de táxi? Então senta que a gente reuniu tudo o que aprendeu nas várias viagens ao Chile pra você montar o orçamento certinho e ainda economizar bastante.

Já adiantando: o segredo não é escolher uma forma única de levar dinheiro, e sim combinar. A gente sempre vai com um pouco em espécie (em reais pra trocar e uma parte já em pesos), mais um cartão pra pagar a maioria das coisas e ainda um reserva guardado em outro lugar. Assim você tem segurança, controle e a melhor cotação possível.

Pra ficar fácil de seguir, a gente dividiu a matéria em três partes: como levar o dinheiro, quanto você gasta antes de embarcar e quanto levar pra usar lá em Santiago. Vamos nessa.

Parte 1: como levar dinheiro para Santiago?

Existem várias formas de transportar e usar o dinheiro em Santiago, e cada uma tem prós e contras. Olha as principais que os turistas usam — e qual a gente acha imbatível hoje.

1. Cartão de crédito internacional

Levar o cartão de crédito que você já usa no Brasil, desbloqueado para compras no exterior, é uma forma prática e segura de gastar em Santiago. E como muitos acumulam pontos e geram milhas, ainda rola um benefício extra.

O ponto fraco é que o cartão de crédito costuma ser a opção mais cara: tem IOF em cima de cada transação e a cotação considerada é a do dia do fechamento da fatura, o que pode aumentar ainda mais o valor. Por isso a gente indica usar o crédito mais pra despesas grandes (hotel, passeios caros), onde a taxa se dilui melhor.

Se você paga R$ 1.000 num bom hotel, por exemplo, o IOF fica menos perceptível diante do valor total — e a comodidade e o controle de gasto compensam.

Cartões de crédito internacional

2. Pesos chilenos em espécie

Ter uma quantia em espécie é uma das formas mais simples de se virar em Santiago. O peso chileno (CLP) é o que você vai usar nos gastos menores e nos lugares onde cartão nem sempre é aceito: transporte público, lanchinhos, água, gorjeta em dinheiro, mercadinho e alguns passeios fora da cidade.

A vantagem do dinheiro em mãos é que você sabe exatamente quanto tem e quanto está gastando, sem surpresa de cotação. Mas atenção: viajar com muita grana viva é arriscado — tanto por roubo/furto quanto por perda de controle do orçamento.

A gente sempre sai do Brasil com uma quantia pequena (algo como R$ 500 pra emergências) e troca o resto em Santiago, onde costuma rolar cotação melhor. Mais pra frente a gente conta onde trocar e como não cair em cilada.

Pesos chilenos em espécie

3. Conta global em dólar — a opção que mais economiza

Essa é, disparada, a melhor forma de levar dinheiro para Santiago e pra todo o Chile, e que faz você economizar MUITO. Vem crescendo entre os brasileiros nos últimos anos e mudou completamente a lógica: menos espécie, mais saldo digital.

A ideia é abrir uma conta digital global em dólar e usar o cartão dela pra fazer todos os pagamentos e saques no exterior, em qualquer moeda. Assim você compra o dólar na cotação comercial, a mais barata de todas — enquanto bancos e casas de câmbio usam a cotação turismo, bem mais cara. E o IOF nesse tipo de cartão é muito menor que o do crédito tradicional. É uma economia gigantesca, fora a praticidade.

A gente usa essa conta global que a gente sempre usa em todas as viagens. Dá pra criar a conta nos EUA pelo celular em poucos minutos, só com RG ou CNH, e depois transferir reais da sua conta do Brasil pra ela (em dólar), acompanhando a cotação na hora. Quando abrir, usa o código de convidado GRUPODICAS20 pra ganhar um bônus em dólares na sua primeira remessa de câmbio.

Outras vantagens que a gente curte: dá pra ir acumulando dólar aos poucos conforme a cotação melhora e até deixar rendendo até a viagem; é um banco regulamentado nos EUA (com proteção do governo americano sobre o saldo); o atendimento é todo em português; não tem taxa de manutenção nem de abertura; e você usa o mesmo cartão em qualquer país nas próximas viagens.

Você também consegue sacar pesos chilenos nos caixas eletrônicos de Santiago com essa conta, então dá pra ter uma parte em espécie sem precisar trocar tudo antecipadamente. Já vem um cartão virtual no app pra usar na hora, mas dá pra pedir o físico também — se for pedir, faz logo, porque ele vem dos EUA.

Sala VIP no aeroporto de Guarulhos com a conta global

4. Cartão pré-pago

Pra quem quer evitar o crédito mas não curte a ideia da conta global, o cartão pré-pago ainda é uma alternativa. Você coloca o valor previamente, o que ajuda a fugir das variações de câmbio. Por outro lado, costumam incidir taxas de recarga e IOF parecido com o do crédito, e algumas bandeiras têm aceitação limitada por lá. Vale comparar bem antes de fechar — na maioria dos casos a conta global sai mais vantajosa.

Afinal, como levar os pesos chilenos para Santiago?

Na nossa opinião, a melhor maneira, mais fácil e econômica, é a conta global em dólar, usando o cartão dela pra pagar quase tudo e sacar pesos pontualmente. Se você não quiser essa opção, a recomendação é dividir: parte em espécie (reais pra trocar + uma parcela já em pesos) e parte no cartão. Assim você fica seguro e ainda acompanha os gastos de perto.

Uma dica de ouro: leve sempre dois cartões (um principal e um reserva), guardados em lugares diferentes. Já passamos aperto quando um cartão não passou numa maquininha — ter o segundo salvou a viagem.

Parte 2: quanto você gasta antes da viagem?

Antes mesmo de pisar em Santiago, existem alguns custos essenciais pra garantir que a viagem role tranquila. Olha os principais.

1. Passagem aérea

A passagem aérea é indispensável e, infelizmente, não é das mais baratas. Pra achar bom preço, comece a pesquisar com a maior antecedência possível e use um bom comparador, que busca em várias companhias ao mesmo tempo. A gente usa esse comparador de passagens, que costuma trazer os melhores preços e é um dos mais confiáveis do Brasil.

Pra você ter uma ideia, no trajeto São Paulo–Santiago, o mais comum saindo do Brasil, as passagens costumam variar entre cerca de R$ 1.884 e R$ 4.640, dependendo da época. Dica de economia: prefira voos no meio da semana, que tendem a sair mais baratos, e fique de olho nos horários, já que voos noturnos às vezes custam mais.

Aeroporto de Santiago

2. Seguro viagem

O seguro viagem é importantíssimo pra garantir uma viagem tranquila. Ele cobre imprevistos que podem virar uma fortuna, como emergências médicas, acidentes e extravio de bagagem — e, no exterior, atendimento médico sai caro.

A gente sempre usa esse comparador de seguros, que pesquisa os planos das principais empresas e já vem com desconto exclusivo pros nossos leitores. Em menos de um minuto você vê todos os orçamentos lado a lado e ainda pode parcelar em até 12x no cartão. Pra uma semana em Santiago, os planos costumam variar entre R$ 78 e R$ 500, conforme a cobertura.

Seguro viagem

3. Chip de celular

Ter internet boa em Santiago é essencial: você consulta mapas, usa apps de transporte, tradutor (super útil pra quem não fala espanhol) e ainda fica acessível em qualquer emergência. Isso traz uma camada extra de segurança.

A gente usa esse chip de viagem que a gente usa nas últimas viagens ao Chile e não teve um problema sequer de sinal — funcionou com ótima velocidade em todas as cidades que visitamos. Os planos costumam custar a partir de cerca de R$ 240 para uma viagem de 5 dias.

Pessoa utilizando o celular

Por fim, quanto você gasta antes da viagem?

Somando esses itens essenciais (passagem, seguro e chip), você pode esperar gastar, em média, entre R$ 2.000 e R$ 4.500 antes de embarcar, dependendo das suas escolhas.

Parte 3: quanto levar de dinheiro para Santiago?

Agora que você já sabe como levar o dinheiro e quanto gasta antes de viajar, vamos pra parte que todo mundo quer: quanto levar pra usar lá em Santiago. Não dá pra cravar um valor exato (depende muito do estilo de viagem), mas a gente calculou médias pra te orientar.

Pra começar, pensa no seu orçamento diário por pessoa (sem contar hospedagem e passagem):

  • Estilo econômico: comendo simples (mercado, lanches, menu do dia) e usando transporte público, dá pra fechar o dia em torno de CLP 25.000 a 40.000.
  • Estilo intermediário: misturando uma refeição em restaurante turístico com algo mais simples, transporte e algumas entradas pagas, fica em torno de CLP 35.000 a 70.000 por dia.
  • Estilo mais confortável: bons restaurantes, vinhos e cafés especiais podem levar o gasto pra algo entre CLP 70.000 e 120.000 por dia.

Sobre quanto levar em espécie: a gente costuma carregar o equivalente a 2 a 4 dias de gastos básicos por pessoa (algo como CLP 100.000 a 200.000 pra um viajante intermediário, parte em pesos e parte em reais pra trocar). O resto fica no cartão e em saques pontuais no caixa eletrônico. Se você vai fazer muitos passeios fora da cidade (Valle Nevado, Cajón del Maipo, Portillo), reserve uma margem extra em dinheiro, porque em áreas mais isoladas às vezes falha o sinal e a maquininha não passa.

Agora vamos detalhar os principais gastos.

1. Hospedagem

As opções mais econômicas em Santiago costumam variar entre cerca de CLP 30.000 (R$ 180) e CLP 70.000 (R$ 420) por diária. Mas como a cidade tem de tudo, de hostel a hotel chiquérrimo, dá pra achar valores bem mais baixos e bem mais altos também.

Os melhores bairros onde ficar em Santiago costumam ser Providencia e Bellavista, pela proximidade com as atrações e a boa oferta de transporte público. Ficar bem localizado faz muita diferença: você gasta menos tempo (e dinheiro) no transporte e aproveita mais a cidade. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Santiago e os hotéis que a gente testou:

Onde ficamos em Santiago do Chile (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas em Santiago. Uma é Providencia, ideal para quem quer ficar perto de áreas movimentadas, com muitos bares, restaurantes e lojas. A outra é o Centro Histórico, que é o coração cultural e histórico da cidade. Essa região é cheia de hotéis, museus, e restaurantes, além de oferecer preços geralmente mais baixos que os de Providencia.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

2. Alimentação

Comer fora em Santiago não é exatamente barato. O custo médio fica entre CLP 6.650 (R$ 40) e CLP 25.000 (R$ 150) por refeição em lugares simples. Já nos restaurantes mais sofisticados, é fácil passar de CLP 66.500 (R$ 400) por pessoa.

Pra economizar, uma das melhores dicas é apostar nos mercados e supermercados: pão, queijo, frutas e bebidas saem bem mais em conta que em restaurante. Dá pra montar uma boa compra com frutas, proteína e carboidrato gastando cerca de CLP 8.500 (R$ 50). A gente sempre compra água, snacks e o café da manhã no mercado — economiza um bom tanto ao longo da viagem.

Uma observação sobre gorjeta: os restaurantes costumam sugerir cerca de 10% da conta, que aparece como “propina” no recibo. É opcional, então confira o recibo e pergunte se já está incluída pra pagar consciente. E, importante: por lá é o garçom quem leva a maquininha até a mesa — nunca perca o cartão de vista na hora de pagar.

3. Transporte

O transporte público sai barato: o metrô e os ônibus usam o mesmo cartão recarregável, e cada trecho gira em torno de CLP 700 a 1.000, variando conforme o horário. O metrô é eficiente e cobre boa parte dos pontos turísticos, mas evite os horários de pico (começo da manhã e fim da tarde) pra fugir da superlotação e do risco de furto.

Pra deslocamentos pela cidade, os aplicativos de transporte (Uber, Didi, Cabify) são muito usados e práticos. Sempre confira placa e modelo do carro antes de embarcar e nunca aceite carro que “se oferece” fora do app. E olha um aviso que vale ouro: evite táxi de rua em Santiago, principalmente no aeroporto, na saída de shoppings e em áreas turísticas movimentadas. Tem muito relato de golpe de taxímetro adulterado e troco errado. A gente já viu gente se dar mal — prefira app ou transfer contratado com antecedência.

Agora, se a sua ideia é conhecer vários lugares e outras cidades (Valparaíso, Cajón del Maipo, vinícolas, estações de esqui), aí vale muito a pena alugar um carro. Pesquisando bem, dá pra conseguir um veículo bom por cerca de CLP 33.000 (R$ 200) por dia, e você ganha liberdade total de horário e rota.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site delas. O pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x; o atendimento é 24h e em português, com sede no Brasil. A gente aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma cobertura extra pra pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais — itens que costumam ficar de fora do seguro básico das locadoras. Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que também é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Restaurante Ocean Pacific em Santiago

4. Compras

Andando pelo centro e por bairros famosos como Lastarria e Providencia, você acha boas lojas de lembrancinhas e souvenirs — mas, por serem áreas turísticas, não são tão baratas. Pra fazer compras melhores, vale ir aos shoppings, como o Costanera Center, o Parque Arauco e o Mall Sport.

Os outlets, como o Easton e o Buenaventura, também entram na lista, já que os preços costumam ser mais baixos e há promoções ótimas nas liquidações de fim de temporada (janeiro/fevereiro e julho/agosto).

Vale saber: no Chile não há isenção de impostos pra turista (nada de tax-free como em alguns países europeus), então muitos preços ficam parecidos com os do Brasil. Por isso, mire nos períodos de promoção pra realmente valer a pena. Pra organizar o orçamento, uma média razoável pra compras gerais (souvenirs, roupas, acessórios) fica entre CLP 100.000 (R$ 600) e CLP 300.000 (R$ 1.800) — mas, se o foco for peças de inverno ou compras maiores, considere bem mais.

Shopping Costanera Center em Santiago

5. Passeios

Muitos passeios em Santiago são gratuitos: dá pra explorar praças, ver monumentos de perto e andar pelos bairros históricos sem gastar nada. Mas a cidade também tem pontos pagos que valem muito a pena.

Se quiser conhecer as famosas vinícolas, como a Concha y Toro e a Undurraga, os passeios com degustação ficam entre CLP 37.000 (R$ 220) e CLP 50.000 (R$ 295) por pessoa.

Já os tours pela Cordilheira dos Andes, visitando lugares como Cajón del Maipo ou as estações de esqui, têm valores médios de CLP 26.500 (R$ 160) a CLP 79.500 (R$ 470), variando conforme a estação — o inverno é o auge da movimentação.

E vale demais bater perna em Valparaíso e Viña del Mar num bate-volta, que costuma custar entre CLP 27.500 (R$ 163) e CLP 43.900 (R$ 260), dependendo do que está incluso. Uma dica importante: nas épocas mais disputadas (principalmente no inverno, pros destinos de neve), reserve os passeios com bastante antecedência — muitos esgotam semanas antes e você acaba pagando mais caro ou ficando sem.

Vinícola Concha y Toro perto de Santiago

Onde trocar dinheiro em Santiago (sem cair em cilada)

Como a gente falou, costuma compensar levar reais e trocar por pesos em Santiago, onde há mais concorrência entre as casas de câmbio. Evite trocar tudo no aeroporto, porque a cotação ali costuma ser bem pior — troque só o mínimo pra pegar o transporte e resolva o resto na cidade.

O centro de Santiago, na região da Plaza de Armas e da Alameda, concentra várias casas de câmbio. Compare pelo menos 2 ou 3 antes de fechar, confira as notas com calma ainda no guichê e não fique exibindo grandes quantias na rua. Alguns shoppings grandes também têm câmbio, mais convenientes e em ambiente controlado, mas geralmente com cotação um pouco pior que a do centro.

Dica que a gente sempre segue: divida o dinheiro em mais de um lugar (bolso da frente, doleira, mochila) e use o cofre do hotel quando tiver. E se estiver inseguro com a cotação, troque uma parte e observe o mercado ao longo dos dias, sem trocar tudo de uma vez.

Cuidados com segurança e regras locais

Santiago é uma cidade gostosa de explorar, mas em locais movimentados (metrô, shoppings, pontos turísticos) os furtos rápidos são comuns. Pra não estragar a viagem, vale redobrar a atenção:

  • Bolsa pequena cruzada no corpo e mochila sempre à frente em transporte e lojas cheias.
  • Celular e carteira em bolsos da frente, nunca no bolso de trás.
  • Não pendure a bolsa na cadeira do restaurante nem deixe sacola no carrinho do mercado.
  • Divida dinheiro e cartões em lugares diferentes e guarde reserva no cofre do hotel.

E uma regra que pega muito brasileiro de surpresa: no Chile é proibido por lei consumir álcool em vias públicas (rua, praça, parque, praia). Aquele costume de tomar um vinho na pracinha pode dar problema sério com a polícia. Beba em bar, restaurante ou na hospedagem.

Conclusão: quanto levar de dinheiro para Santiago?

Pra fechar: pra uma viagem confortável de cerca de uma semana, a gente acha que o ideal é levar entre R$ 3.000 e R$ 8.000 (já considerando alimentação, transporte, passeios e umas comprinhas). Combinando a conta global pra pagar a maior parte, uma reserva em espécie e dois cartões guardados em lugares diferentes, você curte Santiago com segurança e ainda economiza bastante. A gente fez exatamente assim nas nossas viagens e funcionou que é uma beleza.

Perguntas frequentes sobre como levar dinheiro para Santiago

É melhor levar reais ou pesos chilenos para Santiago?

O mais comum é levar uma parte em reais pra trocar por pesos em Santiago, onde a cotação costuma ser melhor que a do Brasil. Saia daqui com uma quantia pequena já em pesos pra emergências e o transporte inicial, e troque o resto na cidade comparando 2 ou 3 casas de câmbio.

Aceitam cartão em Santiago?

Sim, cartão é aceito amplamente em shoppings, restaurantes, supermercados e atrações. Ainda assim, sempre tenha algum dinheiro em espécie pra transporte público, gorjetas, pequenas compras e passeios em áreas isoladas, onde a maquininha pode falhar.

Quanto dinheiro levar por dia para Santiago?

Depende do estilo: no econômico, em torno de CLP 25.000 a 40.000 por pessoa/dia; no intermediário, CLP 35.000 a 70.000; e no mais confortável, de CLP 70.000 a 120.000. Esses valores não incluem hospedagem nem passagem.

Vale a pena usar conta global em dólar no Chile?

Vale muito. Você compra dólar na cotação comercial (mais barata), paga IOF bem menor que o do crédito tradicional e ainda saca pesos nos caixas eletrônicos de Santiago. É a forma que mais economiza e a que a gente mais usa.

Posso sacar pesos em caixas eletrônicos em Santiago?

Sim. Com um cartão internacional ou conta global dá pra sacar pesos nos ATMs da cidade. Costuma haver uma tarifa por saque, então prefira saques maiores e pontuais em vez de vários pequenos, e use caixas em locais movimentados e seguros, como shoppings.

É seguro usar táxi de rua em Santiago?

É justamente onde mais rola problema. Há muitos relatos de golpe de taxímetro e troco errado, principalmente no aeroporto, na saída de shoppings e em áreas turísticas. Prefira aplicativos de transporte ou transfer contratado com antecedência.

Preciso pagar gorjeta em restaurantes no Chile?

A gorjeta (“propina”) de cerca de 10% costuma vir sugerida no recibo, mas é opcional. Confira a conta, pergunte se já está incluída e pague consciente. Dá pra deixar no cartão junto com a conta ou em dinheiro, como preferir.

Economize ao máximo na sua viagem a Santiago e ao Chile:

Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar e pelo menor preço!

Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como planejar uma viagem a Santiago, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar!

Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações do Chile da forma mais barata e segura.

Carro: esse é um item que facilita muito a viagem pelo Chile, de norte a sul. Se pensa em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro no Chile pelo menor preço possível.

Pesos: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para o Chile, com os prós e contras de cada opção.

Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupações? Garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.

Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Santiago pra saber a melhor localização e economizar no hotel.

Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, então é importante estar coberto. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.