
Saiba quais as cidades mais baratas e mais caras da Europa com as melhores dicas para economizar independente do destino!
1. Budapeste
Para conhecer a Europa gastando menos, sem dúvidas Budapeste é uma das melhores portas de entrada. A capital da Hungria conta com muitos atrativos como bela arquitetura, banhos termais famosos e uma boa programação cultural, mas com preços que ainda são bem mais amigáveis do que em Paris ou Londres.
Em geral, você encontra hospedagem em hotel simples ou apartamento bem localizado por valores bem mais baixos do que nas capitais do oeste europeu. Uma refeição em um restaurante local, com prato do dia, sai por um preço justo, e o transporte público funciona muito bem.
Inclusive, com planejamento, é possível fechar uma média diária entre 45 e 70 euros, dependendo do seu estilo de viagem e das suas escolhas no dia a dia.

2. Cracóvia
Outro destino é a Cracóvia que tem um centro histórico lindo, castelo, igrejas impressionantes e uma vida universitária que deixa tudo mais animado.
Vale dizer que a hospedagem é um tanto mais acessível, principalmente se você reservar com antecedência. Além do mais, comer bem também não pesa tanto no orçamento, já que os restaurantes oferecem pratos típicos por preços atrativos.
Ou seja, somando hospedagem, alimentação, transporte e uma atração paga por dia, a média pode ficar entre 40 e 65 euros por dia.
Outro ponto positivo é que muita coisa pode ser feita a pé. Você anda pelo centro histórico, entra em igrejas, passeia pelas praças e sente o clima da cidade sem precisar abrir a carteira o tempo todo.

Como gastar menos nas passagens aéreas
Depois de entender quais cidades pesam mais ou menos no bolso, vem a parte que pode mudar completamente o valor final da viagem, que é a passagem aérea. Muitas vezes, você economiza escolhendo Budapeste em vez de Zurique, mas perde essa vantagem pagando caro no voo por falta de pesquisa.
Além do mais, entrar no site de cada companhia aérea dá trabalho e nem sempre mostra todas as combinações possíveis. Por isso, usar um comparador de passagens ajuda muito. Ele reúne diversas empresas no mesmo lugar, mostra variação de datas e permite que você encontre o melhor custo-benefício sem precisar perder horas pesquisando manualmente.

3. Bucareste
Apesar de ser conhecida no meio literário e histórico em razão de Vlad Tepes e Drácula, Bucareste ainda passa fora do radar de muita gente, e isso ajuda bastante no preço.
A capital da Romênia possui prédios históricos com construções enormes do período comunista, parques amplos e uma vida noturna animada. Para você que quer economizar sem abrir mão de conhecer uma capital europeia cheia de história, ela pode ser uma escolha muito inteligente.
Além disso, as hospedagens são bem acessíveis, principalmente os hotéis mais simples. Outro fator positivo é que comer fora também não pesa tanto, já que restaurantes locais oferecem pratos por preços que cabem no orçamento.
Considerando hospedagem econômica, refeições simples, transporte público e uma atração paga por dia, a média pode variar entre 35 e 60 euros.
Inclusive, dá para visitar o Palácio do Parlamento por fora, passear pelo centro antigo e aproveitar cafés e parques sem gastar quase nada. É uma cidade que permite a você desacelerar, aproveitar o roteiro com calma e ainda manter os gastos sob controle.

4. Lisboa
Lisboa já não é tão barata quanto era há alguns anos, mas ainda consegue ser mais acessível do que muitas capitais da Europa. A cidade tem mirantes, ruas muito atrativas, bondinhos e ótimos passeios.
Como já mencionamos, ainda que seja mais barata é impossível não mencionar que a hospedagem subiu nos últimos anos, principalmente nas áreas mais centrais, mas ainda é possível encontrar boas opções reservando com antecedência.
Já as refeições em restaurantes simples, principalmente os menus do dia, ajudam bastante a equilibrar o orçamento. No geral, dá para organizar uma média entre 55 e 85 euros por dia, dependendo do seu perfil de viagem.
Um ponto positivo é que várias experiências são gratuitas ou baratas, ou seja, caminhar por bairros históricos, subir até os mirantes e observar o pôr do sol não custa nada.

Como economizar na hospedagem
Você já viu que cidades como Paris e Londres têm médias diárias mais altas. Só que a hospedagem é, quase sempre, o maior vilão do orçamento. Assim, um bom comparador de hotéis faz toda a diferença!
Em vez de pesquisar hotel por hotel, um buscador concentra opções do mundo inteiro, desde acomodações mais simples até hotéis mais confortáveis. Isso facilita visualizar rapidamente onde está o melhor preço, quais têm cancelamento gratuito e quais oferecem café da manhã incluso, algo que já reduz o gasto com alimentação.
Outra estratégia inteligente é ajustar o bairro, pois ficar a poucos minutos de metrô do centro pode reduzir bastante o valor da diária. Em cidades intermediárias como Barcelona ou Roma, essa escolha muda totalmente a conta final.

5. Nápoles
Depois de passar pelas capitais, vale olhar para o sul da Itália com atenção. Nápoles entra nessa lista porque, mesmo sendo italiana e cheia de história, ainda tem preços mais baixos do que Roma, Florença e Milão.
Sendo assim, a cidade tem hospedagens mais acessíveis, principalmente fora da área mais turística do centro histórico. Você verá que uma pizza tradicional pode custar bem menos do que pagaria em outras cidades italianas.
Já considerando hotel simples, refeições econômicas, transporte público e uma atração paga por dia, a média costuma ficar entre 50 e 75 euros.
Outro detalhe importante é que muita coisa em Nápoles é vivência de rua, a exemplo de caminhar pelo centro histórico, observar o movimento, visitar igrejas e apreciar a vista do Vesúvio já faz parte do roteiro. Você gasta menos porque a cidade em si já entrega muitos passeios sem exigir ingresso o tempo todo.

Cidades europeias com valores intermediários
1. Barcelona
Se a ideia é unir praia, arquitetura e vida urbana agitada, Barcelona aparece como um meio-termo interessante. Não é uma cidade tão barata em comparação a nossa lista anterior mas ainda permite certo controle de gastos, principalmente se você reservar hospedagem com antecedência.
Você notará que hotéis e apartamentos na região central tendem a ter valores mais altos, então escolher bairros um pouco afastados pode ajudar bastante. Já a alimentação é variável, mas dá para equilibrar com menus do dia e mercados locais.
Se compararmos uma hospedagem econômica, refeições mais simples, transporte público e uma atração paga por dia, a média pode girar entre 75 e 110 euros.
Um ponto que ajuda é que caminhar pela cidade já faz parte do passeio. Ver a Sagrada Família por fora, andar pelas ruas do bairro Gótico e passar o fim de tarde na praia não exige ingresso, por exemplo.

2. Madri
Ao seguirmos pela Espanha, Madri tende a ser um pouco mais organizada em termos de preços. Não tem praia, mas compensa com museus importantes, praças bem legais e uma programação cultural muito boa.
Em termos de hospedagem, os valores podem variar bastante de acordo com a localização. A alimentação é relativamente acessível se você fugir das áreas muito turísticas e optar pelos pratos do dia e padarias que são frequentadas pelos locais.
No geral, a diária média fica entre 70 e 105 euros, mantendo o padrão de hotel simples, refeições equilibradas e uma atração paga por dia.
Além disso, vários museus têm horários gratuitos em dias específicos, e os parques, como o Retiro, são ótimos programas sem custo. Isso ajuda a distribuir melhor os gastos ao longo da viagem.

Onde comprar passagens de trem na Europa pagando menos
Se a sua ideia é combinar países caros e baratos na mesma viagem, o trem vira um grande aliado. Ele une cidades de forma rápida e muitas vezes sai mais econômico do que avião, principalmente quando comprado com antecedência.
Portanto, usar um pesquisador de trens da Europa ajuda porque ele reúne várias companhias no mesmo lugar. Assim, você consegue comparar horários, classes e preços sem precisar entrar no site de cada empresa separadamente. Isso facilita encontrar tarifas promocionais e trajetos alternativos que podem sair mais em conta.
Por exemplo, você pode pousar em Amsterdã, passar alguns dias e depois seguir para uma cidade mais acessível, equilibrando os gastos gerais da viagem.

3. Roma
Como ressaltamos na sugestão de Nápoles, Roma exige um pouco mais de planejamento. É um dos destinos mais desejados da Europa, então os preços acompanham essa procura. Mesmo assim, ainda não chega ao patamar das cidades mais caras da Europa.
Geralmente as hospedagens no centro histórico costumam ser mais altas, mas existem boas opções próximas a estações de metrô. Os valores de alimentação podem ser controlados escolhendo restaurantes frequentados por moradores locais. Sendo assim, a média diária tende a ficar entre 80 e 120 euros.
A vantagem é que Roma praticamente funciona como um museu a céu aberto. Você anda pela cidade e encontra fontes, praças e monumentos históricos sem precisar pagar ingresso.

Cidades mais caras da Europa
1. Paris
Paris é sonho de muita gente, e isso se reflete nos preços. A capital francesa tem museus importantes, monumentos conhecidos no mundo inteiro e bairros que atraem visitantes o ano todo.
Sem dúvidas um dos maiores planejamentos deve ser a hospedagem, que está entre as mais altas da Europa, principalmente nas áreas centrais.
Já a alimentação também pode pesar, especialmente em regiões muito turísticas. Mas se você considerar hotéis simples, refeições básicas, transporte público e uma atração paga por dia, a média costuma variar entre 110 e 160 euros.
Ainda assim, é possível fazer um roteiro mais econômico. Você pode optar por caminhar às margens do Sena, visitar igrejas e aproveitar parques, que não custam nada. Além do mais, muitos museus têm dias ou horários com entrada gratuita.

2. Amsterdã
Amsterdã é relativamente pequena, charmosa e muito organizada, mas não é barata. A cidade tem alta procura durante praticamente o ano inteiro, e isso influencia bastante nos valores de hospedagem.
Ou seja, os hotéis e apartamentos costumam ter preços elevados, especialmente na área central. Além do mais, os restaurantes também não são dos mais econômicos. Portanto, a média diária pode ficar entre 115 e 170 euros, seguindo o mesmo padrão de gastos que estamos usando como base.
Por outro lado, muita coisa pode ser feita a pé ou de bicicleta. Você pode conhecer os canais, observar as casas históricas e circular pelos bairros. Isso ajuda a reduzir custos com transporte e a equilibrar o orçamento.

3. Londres
Mesmo depois do Brexit, Londres continua sendo parte da Europa como continente. O que mudou foi a relação política do Reino Unido com a União Europeia. Ou seja, o país saiu do bloco econômico, mas geograficamente segue no continente europeu.
Para quem está montando roteiro, isso significa apenas atenção a regras de imigração e moeda, já que a libra é usada no lugar do euro.
Dito isso, Londres entra facilmente na lista das cidades mais caras da Europa para visitar. A cidade tem atrações famosas no mundo inteiro, bairros muito diferentes entre si e uma oferta cultural enorme.
Assim como em outros destinos mais caros, a hospedagem é um dos maiores gastos, principalmente em áreas bem conectadas ao metrô. Além do mais, a alimentação também pesa mais do que em boa parte da Europa. Por isso, a média diária pode variar entre 120 e 180 euros.
A parte positiva é que Londres compensa com muitas atrações gratuitas. Entre elas, os museus de relevância internacional têm entrada permanente grátis, como o British Museum, a National Gallery e o Tate Modern, além do Natural History Museum e do Science Museum.
Além do mais, você pode visitar as áreas como o Hyde Park, o Regent’s Park e o Greenwich Park oferecem ótimos espaços para caminhar e descansar, sem gastar nada. Alternar essas programações com atrações pagas, como a London Eye ou a Torre de Londres, faz diferença real no valor final da viagem.

4. Zurique
Quando se fala em cidade cara na Europa, Zurique quase sempre aparece e aqui não seria diferente. A Suíça tem um dos custos de vida mais altos da Europa, e isso se reflete diretamente na viagem.
Você verá que hospedagem, alimentação e até um café simples têm valores acima da média europeia. A estimativa diária pode facilmente ficar entre 150 e 220 euros, dependendo do seu estilo.
Por lá, cada escolha influencia no orçamento e por isso é muito importante fazer um planejamento prévio.Mesmo assim, vale a pena conhecer essa cidade que é organizada, limpa e cercada por paisagens bonitas.

5. Copenhague
Copenhague fecha essa lista entre as mais caras, pois a capital dinamarquesa tem qualidade de vida alta, estrutura eficiente e muita procura de visitantes, o que naturalmente impacta os preços.
Sendo assim, é comum ver hospedagem e alimentação com valores mais elevados, por isso, a média diária costuma variar entre 130 e 190 euros.
Por outro lado, a cidade é menor e muito fácil de percorrer de bicicleta ou a pé. Além disso, há parques, canais e áreas abertas que ajudam a montar um roteiro mais econômico. Se você já sabe que vai gastar mais, dá para compensar alternando os passeios.

Mais dicas importantes para sua viagem:
- Se hospede onde quiser pelo melhor preço depois de ler nossa matéria sobre como se hospedar mais barato em sua viagem.
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