Roteiro Buenos Aires e Mendoza: 10 dias completos

Combinar Buenos Aires e Mendoza numa viagem só é uma das melhores ideias que dá pra ter na Argentina: você junta a vibe cultural, gastronômica e noturna da capital com as vinícolas, a Cordilheira dos Andes e as paisagens de tirar o sono de Mendoza. São dois mundos diferentes no mesmo país, e dá pra emendar tranquilamente.

Pra este roteiro a gente montou um esquema de 10 dias — cinco em Buenos Aires e cinco em Mendoza —, mas você pode adaptar essas dicas pro tempo que tiver. Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como a capital é caminhável e europeia, e como Mendoza muda completamente o clima da viagem assim que você pisa lá.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Buenos Aires a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Antes de começar, três coisas que valem deixar resolvidas desde já:

Dia 1 em Buenos Aires: centro histórico, Recoleta e tango

Manhã: acorde cedinho, capriche no café da manhã e vá direto pra Plaza de Mayo, o coração político do país. Ali você conhece a Casa Rosada (a tal casa rosa que todo mundo fotografa, sede do governo), a Catedral Metropolitana, o Museu do Bicentenário e o antigo Cabildo. Dica nossa: vá de manhã mesmo, a luz favorece as fotos da Casa Rosada e o movimento ainda é tranquilo. Aproveite e almoce por ali.

Catedral Metropolitana de Buenos Aires

Tarde: reserve umas 3 ou 4 horas pro bairro Recoleta, um dos mais charmosos da cidade. É lá que fica o Cemitério da Recoleta, com lápides impressionantes e o túmulo de Eva Perón. Por perto você tem o Museu Nacional de Belas Artes (a entrada costuma ser gratuita na maior parte dos dias) e a Floralis Genérica, aquela flor gigante de aço que abre durante o dia e fecha ao entardecer. Feche a tarde num dos cafés charmosos do bairro.

Cemitério de Recoleta em Buenos Aires

Noite: pra fechar o primeiro dia, nada mais portenho que um show de tango. As casas mais famosas são o Café Esquina Homero Manzi, o Café Tortoni, o El Viejo Almacén, o Señor Tango e o Madero Tango. A maioria oferece jantar + espetáculo, e a gente recomenda muito reservar antes — em alta temporada lota fácil e você corre o risco de ficar sem lugar.

Café Tortoni em Buenos Aires

Onde comprar os ingressos e passeios da Argentina

Esse é o ponto onde mais dá pra economizar de verdade, e vale prestar atenção em duas dicas que a gente sempre repete.

Dica da antecedência: comprar antes, pela internet, sai mais barato. Na bilheteria, além de mais caro, o ingresso pode já ter esgotado pro dia que você quer — e você ainda perde um tempão na fila.

Dica do IOF: se comprar no site oficial das atrações, a compra sai na moeda local e você paga IOF, além de não conseguir parcelar. Procure sempre sites que cobram em reais.

O site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui que a gente sempre usa. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os ingressos e passeios da cidade. Já costuma ter um dos preços mais baratos, mas a grande vantagem é poder pagar em reais (sem IOF) e parcelar. Outros pontos a favor:

  • Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas — você só dá uma gorjeta pro guia no fim.
  • Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo nenhum.
  • Transfer: tem também o transfer do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você paga adiantado (escapa dos golpes de taxista com turista) e o motorista te espera com uma plaquinha com seu nome no desembarque. Muito mais tranquilo de chegar ao hotel.
  • Atendimento em português: suporte 24h, em português, se precisar.

Dia 2 em Buenos Aires: Obelisco, 9 de Julio e Palermo

Manhã: comece no Obelisco, cartão-postal da cidade, plantado na Avenida 9 de Julio, uma das mais largas do mundo. Prepare a câmera, porque a área rende ótimas fotos e fica pertinho da Corrientes, cheia de teatros e livrarias. Pra almoçar, um clássico ali perto é o restaurante Oviedo, conhecido pelos pratos à base de frutos do mar.

Obelisco em Buenos Aires

Tarde: rume pra Palermo, o bairro mais boêmio e moderno de Buenos Aires. Por lá você tem o Hipódromo de Palermo, o Museu de Arte Latino-americano (MALBA) e o lindo Jardim Japonês, perfeito pra relaxar no fim do dia. É também ótimo pra fazer compras no Palermo Soho, cheio de grafites, lojas de design e brechós.

Jardim Japonês em Buenos Aires

Noite: Palermo é um dos principais polos da vida noturna portenha. Veja qual é a disposição e escolha entre um restaurante mais tranquilo, um bar pra petiscar e beber algo ou as baladas animadas da região. Só um aviso de quem já passou por isso: o jantar argentino começa tarde, muitos restaurantes só enchem depois das 21h, então não chegue cedo demais achando que vai estar tudo movimentado.

Dia 3 em Buenos Aires: La Bombonera e San Telmo

Manhã: que tal conhecer a casa do Boca Juniors? O estádio La Bombonera tem um tour guiado bem bacana, com museu e aquela atmosfera de futebol que é cara da Argentina. Vale pra fã de futebol e pra quem só quer entender um pouco da paixão local. Como La Boca é uma área mais turística, o ideal é ir de táxi ou app e voltar ainda de dia.

La Bombonera em Buenos Aires

Tarde: siga pro San Telmo, o bairro mais antigo da cidade, com arquitetura histórica, antiquários, casas coloniais lindas pra foto e um monte de café e restaurante. Se você estiver por lá num domingo, a Feira de San Telmo é imperdível: artesanato, tango de rua e um clima boêmio que é a cara da cidade.

Feira de San Telmo em Buenos Aires

Noite: como San Telmo é boêmio até o talo, vale ficar por ali desde a tarde e curtir os bares e restaurantes na vida noturna. É um daqueles bairros que ganham um charme especial depois que escurece.

Dia 4 em Buenos Aires: Tigre, Galerías Pacífico e Teatro Colón

Manhã: aproveite pra fazer o passeio de barco no Delta do Tigre. O percurso passa pelos canais do delta, com casas sobre palafitas e ilhas, e rende fotos incríveis. Dá pra fazer como bate-volta de meio dia tranquilamente.

Tarde: de volta ao centro, vale conhecer o Galerías Pacífico. Esse prédio, que já foi uma galeria de arte, é hoje um shopping enorme — ótimo pra fazer compras e ainda apreciar os afrescos no teto, que valem a visita por si só.

Galerías Pacífico em Buenos Aires

Noite: feche o dia com chave de ouro no Teatro Colón, considerado um dos teatros com melhor acústica do mundo. As visitas guiadas acontecem a cada poucos minutos e a programação tem óperas, balés e concertos. Mesmo quem não é fã de ópera sai impressionado com a estrutura e a história do lugar.

Teatro Colón em Buenos Aires

Dia 5 em Buenos Aires: Temaikèn, outlets e Puerto Madero

Manhã: relaxe no Bioparque Temaikèn, um parque com mais de 5 mil animais (de aves a tigres brancos), jardim botânico, aquário, cinema em 360°, museu de história natural e mais. É um passeio gostoso e que agrada vários perfis, principalmente quem viaja com crianças.

Tarde: aproveite pra fazer compras nos outlets do bairro Villa Crespo. Na Calle Aguirre você encontra lojas das principais marcas com bons preços, e na Rua Murillo tem várias opções de roupas de couro, que costumam valer muito a pena.

Bairro Villa Crespo em Buenos Aires

Noite: feche sua estadia na capital no Puerto Madero, o bairro mais moderno, com skyline de prédios altos e diques iluminados. É ótimo pra caminhar à noite e jantar num dos muitos restaurantes de parrilla e frutos do mar. Só um lembrete: é a região mais cara pra comer da cidade. Uma dica que aprendemos errando: deixe Puerto Madero pra uma noite especial e faça as refeições do dia a dia em Palermo, no Centro ou na Recoleta, que pesa bem menos no bolso.

Bairro Puerto Madero em Buenos Aires

Como ir de Buenos Aires para Mendoza

O sexto dia é dedicado ao deslocamento da capital pra Mendoza, e aqui vale um aviso importante: muita gente imagina que Mendoza seja um bate-volta de Buenos Aires, mas são cerca de 1.000 km de distância. Por isso é preciso reservar pelo menos uns 3 dias dedicados a Mendoza, como a gente fez neste roteiro.

Mapa de Buenos Aires para Mendoza

Tem duas formas de fazer esse trajeto. De ônibus, o percurso costuma levar em torno de 12 horas — mais lento, mas aparece como alternativa econômica. De avião, são cerca de 1h45 a 2h de voo, e é de longe a opção mais prática. Se for de avião, compre a passagem com antecedência pra pegar preços melhores; dá pra pesquisar neste comparador de voos.

Como você chega no meio ou no fim do dia em Mendoza, aproveite a noite pra descansar um pouco e dar uma saidinha mais tarde. A Avenida Sarmiento é ponto de encontro de turistas, com restaurantes muito bons como El Asadito, Pizzaiolo, Estancia La Pasión e Azafrán.

Avenida Sarmiento em Mendoza

Aluguel de carro (economize até 34%)

Mendoza é uma região espalhada: vinícolas, Cordilheira, pistas de esqui e parques ficam afastados uns dos outros, e ter um carro deixa tudo muito mais fácil. A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois. Se quiser se aprofundar, dá uma olhada no nosso texto sobre aluguel de carro barato na Argentina.

Dia 7 em Mendoza: Parque Aconcágua

Manhã e tarde: logo cedo, vá pro Parque Aconcágua, que abriga a maior montanha das Américas, o famoso “Teto das Américas”, com uma vista surpreendente pra Cordilheira dos Andes. São mais de 70 mil hectares, então dedique o dia inteiro: dá pra fazer trilhas, trekking, tirar fotos espetaculares e até acampar na área da Confluência.

Parque Aconcagua em Mendoza

Noite: à noite vale considerar uma ida ao Cassino Provincial, com mais de 76 anos de história e vários jogos, como roleta, black jack, caça-níqueis e pôquer. Tem ainda um bar que serve café, lanches e bebidas.

Dia 8 em Mendoza: pistas de esqui

Manhã e tarde: não dá pra falar de Mendoza sem citar as pistas de esqui da Cordilheira. As mais famosas são a Los Penitentes e a Las Leñas, ambas bem estruturadas, com hospedagens ao redor, áreas de compras, restaurantes e pistas pra diferentes níveis. E não é só esqui: tem snowboard, tubing e outras atividades de neve.

Dica importante: a temporada de neve e esqui na Argentina vai do fim de junho até outubro. É nesses meses que você consegue aproveitar de verdade as atividades de neve em Mendoza — fora desse período, as pistas ficam sem cobertura.

Las Leñas em Mendoza

Noite: pra curtir a noite, vá pra Avenida Arístides Villanueva, cheia de barzinhos agradáveis. Alguns que a gente acha incríveis: Chachingo Arístides, Ground Arístides e William Brown.

Avenida Arístides Villanueva

Dia 9 em Mendoza: parques e centro

Manhã e tarde: comece pelo Parque General San Martín, um dos maiores parques da Argentina, com monumentos, teatro, igreja e o Cerro de La Gloria. Depois, reserve um tempinho pra Plaza Independencia, a maior praça da cidade, cheia de opções de lazer.

Parque General San Martín em Mendoza

Noite: à noite, o Peatonal Sarmiento é o lugar certo. É um calçadão enorme com bares, restaurantes e lojinhas de souvenirs. É ali que a vida noturna de Mendoza realmente acontece.

Dia 10 em Mendoza: vinícolas e compras

Manhã e tarde: pro último dia, a gente guardou a atividade quase obrigatória em Mendoza: visitar uma das vinícolas da cidade e arredores. Tem opções pra todos os gostos, em regiões como Maipú, Luján de Cuyo e o Vale do Uco, e vai ser difícil escolher. Algumas bodegas que a gente já foi e gostou bastante: Catena Zapata, La Azul, Chandon e Luigi Bosca. Além do tour, dá pra almoçar e degustar vinhos e aperitivos — uma experiência que fecha a viagem com classe.

Bodega La Azul em Mendoza

Noite: pra fechar o roteiro, faça umas compras num dos centros comerciais de Mendoza. O Mendoza Plaza Shopping é excelente, e quem busca preços melhores pode conferir os outlets da Avenida San Martín.

Melhor época para fazer o roteiro Buenos Aires e Mendoza

Pra emendar as duas cidades sem extremos de temperatura, as melhores épocas são o outono (abril e maio) e a primavera (de setembro a novembro). No outono, o clima fica mais seco e ameno, e bairros como Palermo e Recoleta ficam dourados pelas folhas caindo — rende fotos lindas. Na primavera, os jacarandás floridos (geralmente em novembro) deixam a cidade roxa.

O verão (de dezembro a fevereiro) pode ser bem quente e abafado, o que cansa quem vai caminhar muito pelo centro. Já o inverno (de junho a agosto) é frio, mas costuma ser suportável pra quem vem do sul e do sudeste do Brasil — e é justamente a época da neve em Mendoza, então pode ser interessante combinar com as pistas de esqui.

Dicas pra não errar em Buenos Aires e Mendoza

  • Não subestime a distância até Mendoza: são 1.000 km, com voo de quase 2h ou ônibus de 12h. Não dá pra fazer bate-volta.
  • Cuidado ao planejar os dias: não tente emendar Tigre, San Telmo e tango no mesmo dia, ou ir a La Boca em horário de pico e ainda enfiar Palermo à noite. O trânsito pesa.
  • Atenção com o celular em áreas turísticas: no Microcentro, La Boca e arredores da Retiro tem furto por descuido. Evite andar com o celular na mão e a mochila aberta.
  • Os argentinos jantam tarde: muitos restaurantes só enchem depois das 21h, e domingo e segunda à noite a vida noturna esfria.
  • Reserve com antecedência: shows de tango, visitas especiais e restaurantes badalados lotam na alta temporada.
  • Planeje o câmbio: a economia argentina muda bastante, então vale comparar as formas de pagamento (cartão, dinheiro, conta internacional) perto da viagem.

Seguro viagem para a Argentina

O atendimento médico no exterior pode sair caro, e por isso vale demais ter um seguro viagem cobrindo imprevistos de saúde, dentista e até furto de bagagem. A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara várias seguradoras de uma vez e já vem com 18% de desconto exclusivo pra quem é do Grupo Dicas. Vale conferir também nosso texto sobre o melhor seguro viagem para a Argentina.

Com criança ou viajando em grupo, ficar bem localizado em Buenos Aires faz toda a diferença pra economizar tempo de deslocamento. Olha aqui a melhor região pra se hospedar:

Onde ficamos em Buenos Aires (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O bairro Recoleta é o ponto perfeito para se hospedar! Elegante e urbano, ele se assemelha a outros bairros de cidades europeias, como Paris. As ruas são largas e bem arborizadas, além de terem os principais hotéis de Buenos Aires.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o roteiro Buenos Aires e Mendoza

Quantos dias são ideais para combinar Buenos Aires e Mendoza?

O recomendado é reservar pelo menos 4 a 5 dias inteiros em Buenos Aires e 3 a 4 em Mendoza. Neste roteiro a gente montou 10 dias no total, mas dá pra adaptar conforme o tempo que você tiver.

Como ir de Buenos Aires até Mendoza?

As duas cidades ficam a cerca de 1.000 km. A forma mais prática é de avião, com voo de 1h45 a 2h. De ônibus, o trajeto leva em torno de 12 horas e é a opção mais econômica.

Qual é a melhor época para visitar Buenos Aires e Mendoza?

O outono (abril e maio) e a primavera (setembro a novembro) são os melhores períodos, com clima ameno nas duas cidades. Se a ideia é esquiar em Mendoza, vá entre o fim de junho e outubro, quando tem neve.

Vale a pena alugar carro nesse roteiro?

Em Buenos Aires não é necessário, porque a cidade é caminhável e tem ótimo metrô e apps de transporte. Já em Mendoza o carro ajuda muito, porque vinícolas, parques e pistas de esqui ficam espalhados e afastados.

Preciso de seguro viagem para a Argentina?

Não é obrigatório por lei, mas é muito recomendado. O atendimento médico no exterior costuma ser caro, e um seguro cobre imprevistos de saúde, dentista e até furto de bagagem.

É seguro andar por Buenos Aires?

No geral sim, mas em áreas muito turísticas como Microcentro, La Boca e arredores da Retiro é bom evitar andar com o celular na mão e a mochila aberta, porque há furto por descuido. À noite, prefira apps de transporte.

Dá pra fazer Mendoza como bate-volta de Buenos Aires?

Não. São cerca de 1.000 km de distância, então é preciso dedicar pelo menos 3 dias a Mendoza pra aproveitar as vinícolas, a Cordilheira e os parques com calma.

Economize ao máximo na sua viagem à Argentina

Buenos Aires e Mendoza juntas formam uma das viagens mais completas que dá pra fazer na América do Sul — você sai da cidade europeia, cheia de tango e parrilla, e mergulha nas vinícolas e na Cordilheira. A gente faria tudo de novo sem pensar duas vezes. Boa viagem!