
Bolonha é uma daquelas cidades italianas que a gente indica de olhos fechados: menos turística que Roma, Florença ou Veneza, e ao mesmo tempo com uma personalidade forte que conquista todo mundo que passa por lá. Os italianos até dão três apelidos pra ela: La Dotta (a sábia, pela universidade mais antiga do Ocidente), La Grassa (a gorda, pela gastronomia parruda) e La Rossa (a vermelha, pelo mar de telhados alaranjados e pelos tijolos dos pórticos).
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi conseguir fazer o roteiro inteiro caminhando pelos pórticos cobertos, que somam dezenas de quilômetros e são Patrimônio Mundial da UNESCO. Chove? Passeio segue. Sol forte? Sombra o tempo todo. Isso muda o ritmo da viagem.
Neste roteiro completo de o que fazer em 2 dias em Bolonha, a gente organiza tudo dividido por manhã, tarde e noite, com dicas de horários, faixas de preço e as armadilhas que a maioria dos turistas comete. E não esquece: aqui no nosso guia completo da Itália a gente reuniu tudo pra você montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Por que dedicar 2 dias a Bolonha
Muita gente usa Bolonha só como parada rápida entre Florença e Veneza, e esse é o primeiro erro. Em bate-volta, você vê a Piazza Maggiore e as Duas Torres, mas perde justamente o que faz a cidade ser especial: o aperitivo no bairro universitário, uma osteria antiga, o passeio pelos pórticos até San Luca e uma boa mesa de trattoria com tagliatelle al ragù de verdade (esquece o “espaguete à bolonhesa” — isso não existe por lá).
Com 2 dias, dá pra combinar centro histórico, universidade, gastronomia e um passeio panorâmico com muita tranquilidade, sem correria. Bolonha é super caminhável: o centro é compacto e quase todos os pontos ficam a poucos minutos entre si.
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Como chegar em Bolonha
Bolonha é um dos principais hubs ferroviários da Itália, o que ajuda muito quem está montando um roteiro entre várias cidades. De trem de alta velocidade, dá em torno de 30 a 40 minutos de Florença, e entre 1h e 2h de Milão, Roma ou Veneza, dependendo do serviço escolhido.
Se você chegar pelo Aeroporto Guglielmo Marconi, o jeito mais prático é usar o monorail (People Mover) que liga o aeroporto direto à Bologna Centrale em cerca de 10 a 15 minutos. Um táxi até o centro costuma sair em torno de €20 a €30, dependendo do horário.
Deslocamento dentro da cidade
O centro histórico é tão compacto que a gente recomenda fazer o roteiro quase todo a pé. Ônibus urbano custa em torno de €1,50 a €2 por trecho e serve principalmente pra ir e voltar de San Luca. Táxis dentro da área central ficam em torno de €10 a €15 por trajetos curtos. Leva calçado confortável e, no verão, uma garrafinha de água — os pórticos ajudam com a sombra, mas os degraus das torres cansam bastante.
Melhor época para visitar Bolonha
Primavera (de abril a junho) e outono (de setembro ao começo de novembro) são as épocas mais gostosas: clima ameno, boa luz pra fotos e menos multidão. O verão pode passar dos 32 °C tranquilamente, e em agosto muitos comércios e restaurantes fecham por férias. O inverno é frio (mínimas perto de 0 °C), mas os pórticos cobertos deixam a caminhada bem tolerável, mesmo em dia de chuva.
Dia 1 em Bolonha: centro histórico, torres e o universo medieval
Manhã: Piazza Maggiore e arredores
Comece o primeiro dia pela Piazza Maggiore, o coração de Bolonha, cercada por prédios medievais e renascentistas como o Palazzo dei Banchi e o Palazzo Comunale (Palazzo d’Accursio), que abriga coleções de arte municipais.
Na mesma praça está a Basílica de San Petronio, uma das maiores igrejas da Europa, com aquela fachada inacabada característica que virou marca da cidade. A entrada na nave principal costuma ser gratuita, e o horário típico funciona em torno de 8h30 às 13h30 e das 15h até 18h ou 18h30 — anota isso, porque muita gente chega no meio-dia e pega a igreja fechada pro almoço. Existe uma área paga no interior (como a Capela dos Reis Magos) por cerca de €5.

Encostada na Piazza Maggiore fica a Piazza del Nettuno, com a icônica Fonte de Netuno — parada clássica de foto. E se você quiser fazer um tour guiado pelo centro, tem esse tour de bicicleta que é bem legal pra ter uma visão geral logo no começo da viagem.
Antes de sair da região, entra na Biblioteca Sala Borsa, do outro lado da praça. É uma biblioteca pública num palácio histórico com piso de vidro mostrando ruínas arqueológicas embaixo dos seus pés. Entrada gratuita e um dos pontos mais legais e pouco divulgados do centro.
Tarde: Duas Torres, Quadrilatero e almoço
Caminhe até a Piazza di Porta Ravegnana, onde ficam as Duas Torres — Asinelli e Garisenda, ambas medievais e ambas inclinadas. A Asinelli é a mais alta, e a subida custa em torno de €10 a €15, com reserva antecipada online (fila na hora costuma estourar). São mais de 400 degraus estreitos e íngremes, então avalie o pique — não é indicada pra quem tem mobilidade reduzida ou claustrofobia. Mas a vista lá de cima, com o mar de telhados vermelhos, é uma das fotos mais icônicas de Bolonha.

Pra almoço, siga pro Quadrilatero, o antigo bairro medieval comercial entre a Piazza Maggiore e as Duas Torres. Ruelas estreitas como Via Pescherie Vecchie e Via Drapperie concentram mercados, delicatessens, queijarias e trattorias. Uma refeição em trattoria costuma sair em torno de €15 a €25 por pessoa no almoço.

Uma dica que ninguém conta: em vez do restaurante tradicional, entra no Mercato di Mezzo, um mercado coberto no meio do Quadrilatero, com bancas de comida quente, embutidos, vinhos e pratos típicos servidos ali mesmo. Sai em torno de €10 a €20 por prato e a experiência é bem mais local. Aproveita pra provar mortadela IGP, tagliatelle al ragù, tortellini in brodo e uma tigella com embutidos.
Depois do almoço, dá pra passar rapidinho na Catedral de San Pietro, na Via dell’Indipendenza. Entrada gratuita, e em dias específicos (normalmente sábados) rola subir na torre sineira por cerca de €5 — vista diferente da cidade e sem a multidão da Asinelli.
Final de tarde e noite: Santo Stefano e aperitivo
Termine a tarde no Complexo de Santo Stefano, também conhecido como “Sete Igrejas”: um conjunto de sete templos interligados com claustros medievais, um dos lugares mais atmosféricos de Bolonha. Entrada geralmente gratuita, com doação recomendada. A praça em frente é ótima pra sentar num banco e observar o pôr do sol.
Pra noite, sobe a Via Zamboni, coração do bairro universitário, onde os bares se enchem de estudantes na hora do aperitivo (em torno de €10 a €15 com bebida e petiscos incluídos). Uma parada obrigatória pra quem curte experiências autênticas é a Osteria del Sole, considerada a osteria mais antiga da cidade — o esquema é peculiar: você compra sua comida nos mercados do Quadrilatero e leva pra comer lá, onde só se serve o vinho da casa. Vale a experiência.
Dia 2 em Bolonha: universidade, arte e San Luca
Manhã: universidade e cultura
Começa o dia visitando o Archiginnasio, sede histórica da Universidade de Bolonha — fundada em 1088, é considerada a mais antiga do mundo ocidental em funcionamento contínuo. Os corredores são cobertos por brasões de estudantes de vários séculos, e o destaque é o Teatro Anatômico, uma sala do século XVII feita inteira em madeira, onde eram feitas as antigas aulas de dissecação. O acesso a alguns ambientes é gratuito; a entrada nos espaços paralelos, como o Teatro Anatômico, fica em torno de €3 a €5.
Se você curte museu, aproveita a manhã pra encaixar um de arte. As duas melhores opções são a Pinacoteca Nazionale di Bologna (arte medieval ao barroco, com obras de Guido Reni e dos irmãos Carracci) e o MAMbo — Museu de Arte Moderna, ótimo pra fechar um contraste antigo x contemporâneo. Cada museu costuma cobrar em torno de €8 a €12. Se preferir história antiga, o Museo Civico Archeologico tem acervo etrusco, romano, grego e uma coleção egípcia bem interessante, na mesma faixa de preço.
Tarde: canais escondidos, Via Indipendenza e San Luca
Depois do almoço, dá uma passada pelo Gueto Hebraico, uma região de vielas estreitas com história judaica e hoje cheia de restaurantes e comércio pequeno. Ali perto está a Finestrella di Via Piella, uma “janelinha secreta” que revela um dos poucos canais ainda visíveis de Bolonha. Curiosidade legal: a cidade já teve uma rede hídrica extensa, quase toda subterrânea hoje. Esse ponto é ótimo pra foto e a maioria dos turistas nem sabe que existe.
Siga então pela Via dell’Indipendenza, a principal rua comercial da cidade, toda porticada, ligando o centro histórico à estação Bologna Centrale. Boa pra combinar caminhada com uma parada em cafés e lojas.
À tarde, reserve tempo pro Santuário da Madonna di San Luca, num dos morros que cercam Bolonha. É um dos passeios mais bonitos e menos comerciais da cidade. Você tem duas opções pra chegar:
- Caminhada pelo pórtico coberto: são cerca de 4 km subindo por um dos pórticos mais longos do mundo, com 666 arcos. Cansa, mas é uma experiência única — leva 1h a 1h30 subindo.
- Ônibus urbano ou trenzinho turístico saindo do centro (ticket em torno de €5 a €10, dependendo da modalidade).

A entrada na igreja é gratuita. Se quiser a vista panorâmica lá do topo, tem a San Luca Sky Experience, que dá acesso à cúpula por cerca de €5. Vale checar o horário atualizado antes, porque costuma ter pausa no meio do dia.
Noite: bairro universitário e experiência gastronômica
Feche o segundo dia com uma experiência gastronômica de verdade. Duas opções que a gente recomenda:
- Aula de culinária pra aprender a fazer tagliatelle al ragù, tortellini ou lasanha à bolonhesa do jeito certo. Costuma custar em torno de €70 a €120 por pessoa, com refeição incluída.
- Degustação de vinhos locais guiada, em torno de €25 a €50 por pessoa, dependendo da duração e da quantidade de rótulos.
Se preferir algo mais informal, volta pra Via Zamboni e faz o aperitivo no meio da galera universitária. É a cara real de Bolonha.
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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Curiosidades e dicas de quem já foi
- Os pórticos de Bolonha somam dezenas de quilômetros e são Patrimônio Mundial da UNESCO — em dia de chuva, você não abre o guarda-chuva.
- La Dotta, La Grassa, La Rossa: os três apelidos resumem a cidade — a sábia (universidade), a gorda (gastronomia) e a vermelha (telhados e tradição política).
- Fãs de motor podem esticar a viagem pro Museu Ferrari em Maranello/Modena e pro Museu Ducati, ambos a curta distância de Bolonha. Se sobrar meio dia, vale muito.
Erros comuns de brasileiros em Bolonha (e como evitar)
- Fazer só bate-volta: quem passa em 4 horas perde o aperitivo, o bairro universitário e a osteria à noite — que é o melhor da cidade.
- Pedir “espaguete à bolonhesa”: o prato tradicional é tagliatelle al ragù. Massa de espaguete com ragù não existe na tradição local — os italianos vão te olhar torto.
- Chegar em igreja na hora do almoço: quase todas fecham entre 13h e 15h. Programe visitas de manhã cedo ou no final da tarde.
- Subir a Torre Asinelli sem preparo: são mais de 400 degraus estreitos. Vá cedo, com calçado confortável, e evite os horários de calor extremo no verão.
- Pular San Luca: muita gente deixa de fora achando “longe”, mas é um dos passeios mais bonitos e diferentes que Bolonha oferece.
- Ignorar a universidade: o Archiginnasio e o Teatro Anatômico são um diferencial histórico enorme e pouca gente encaixa no roteiro.
Onde comprar os ingressos e passeios em Bolonha
Antes de partir pras compras, duas dicas de ouro que economizam muito:
Compre com antecedência: pela internet sempre sai mais barato do que na bilheteria, e você evita o risco de o ingresso já ter esgotado pro dia que você quer visitar. Sem falar no tempo precioso perdido em fila.
Cuidado com o IOF: se comprar no site oficial de cada atração, você paga a compra em euros, com 3,5% de IOF e sem parcelamento. Prefira sites que já cobram em reais.
Um site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo em passeios e ingressos e costuma ter preços iguais ou menores do que os sites oficiais. As grandes vantagens:
- Pagamento em reais e opção de parcelar em algumas atividades — sem IOF.
- Cancelamento gratuito na maioria das reservas, dando toda a flexibilidade que o roteiro pode precisar.
- Free tours em várias cidades — você só paga uma gorjeta pro guia no final.
- Transfer aeroporto–hotel: já sai pago em reais, com motorista te esperando com placa no desembarque. Muito mais seguro que pegar táxi na fila.
- Atendimento 24h em português.
Aluguel de carro (economize até 34%)
Se você vai combinar Bolonha com um roteiro pela Emilia-Romagna (Modena, Parma, Ravenna, Ferrara) ou seguir explorando o interior da Itália, alugar carro faz toda a diferença — as regiões rurais são mal servidas por transporte público e as vinícolas e pequenas cidades só compensam de carro.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
⚠️ Importante: dentro de Bolonha o centro é ZTL (zona de tráfego restrito) e não vale a pena andar de carro. Só alugue se for sair da cidade.
Bolonha é uma cidade compacta e caminhável, mas escolher o bairro certo faz uma baita diferença na experiência — principalmente pra ficar perto dos pórticos, das trattorias e do aperitivo à noite.
Seguro viagem para Bolonha
Bolonha faz parte do espaço Schengen, então o seguro viagem é obrigatório pra entrar na Itália, com cobertura mínima de €30 mil. Além da obrigação legal, ele é a sua proteção financeira em caso de imprevisto — um atendimento médico ou hospitalar na Europa pode facilmente passar de milhares de euros.
A gente sempre usa esse comparador de seguros. Ele mostra os planos de várias seguradoras lado a lado, ordenados por preço e cobertura, e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Paga em reais, parcelado, sem IOF.
Chip de celular pra Itália
Ficar sem internet na Itália é um problema — mapas, tradutor, reserva de restaurante, chamar Uber, tudo depende do celular. A gente usa esse chip de viagem, que oferece internet ilimitada, ligações e SMS. Você compra antes de viajar, chega em casa, e ao pousar em Bolonha é só ativar. Sem correria de procurar loja de operadora no aeroporto.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em 2 dias em Bolonha
2 dias em Bolonha são suficientes?
Sim, dá pra conhecer muito bem os principais pontos da cidade em 2 dias, incluindo Piazza Maggiore, Duas Torres, San Luca, Quadrilatero e universidade. Se sobrar tempo e você curte carros, dá pra encaixar meio dia extra pra Modena/Maranello (Ferrari) ou pro Museu Ducati.
Vale a pena subir na Torre Asinelli?
Se você tem preparo físico, sim — são mais de 400 degraus estreitos e a vista lá de cima é uma das mais bonitas da Itália. Reserve o ingresso com antecedência online (custa em torno de €10 a €15), porque cotas por horário costumam esgotar. Quem tem mobilidade reduzida ou claustrofobia, prefira a torre sineira da Catedral de San Pietro, mais tranquila e mais barata.
Como chegar ao Santuário de San Luca?
Você pode caminhar pelo pórtico coberto de 4 km (com 666 arcos, uma experiência única e pesada nas pernas), pegar ônibus urbano do centro ou usar o trenzinho turístico San Luca Express. A entrada na igreja é gratuita; pra subir à cúpula (San Luca Sky Experience) o ingresso é em torno de €5.
Onde comer bem em Bolonha sem gastar muito?
O Mercato di Mezzo, no coração do Quadrilatero, é a melhor opção pra provar pratos típicos gastando em torno de €10 a €20 por prato. Trattorias no bairro universitário também têm bom custo-benefício. Uma refeição em trattoria fica em torno de €15 a €25 no almoço e €25 a €40 no jantar (com vinho).
Qual é a melhor época para visitar Bolonha?
Primavera (abril a junho) e outono (setembro ao começo de novembro) são as melhores épocas: clima ameno, menos turistas e boa luz pra fotos. Evite agosto, porque muitos restaurantes e comércios fecham por férias, e o calor pode ser bem intenso.
Preciso alugar carro em Bolonha?
Dentro da cidade, não — o centro é ZTL (zona de tráfego restrito, com multa alta pra carro sem autorização) e tudo é caminhável. Só vale alugar se você vai sair da cidade pra conhecer a Emilia-Romagna, Modena, Parma, Ravenna ou seguir viagem pela Toscana.
Preciso de seguro viagem pra Bolonha?
Sim. Como a Itália faz parte do espaço Schengen, o seguro é obrigatório pra entrar no país, com cobertura mínima de €30 mil. Além da obrigação, é a sua proteção contra atendimento médico caro em euros.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
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- Carro: se você pretende alugar um carro, leia como alugar um carro na Itália com as dicas pra pagar o menor preço possível.
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Bolonha é a cara da Itália mais autêntica: menos turística que as grandes capitais, mas com uma alma que fica na memória. A gente sempre volta com uma sensação de que a cidade merece mais dias — e é bem provável que você saia de lá pensando a mesma coisa. Boa viagem!