
Bolonha é uma daquelas cidades italianas que a gente entra e não quer mais sair. Fica no coração da Emilia-Romagna, tem a universidade mais antiga do mundo ocidental (fundada em 1088), quase 40 km de pórticos cobrindo as ruas do centro e uma cena gastronômica que sozinha já justifica a viagem. Não à toa a cidade é chamada de La Dotta, La Grassa e La Rossa — a sabida, a gorda e a vermelha.
Mas o pulo do gato é usar Bolonha como base pra explorar a região inteira. Em 40-50 minutos de trem a gente chega em Modena, Parma, Ferrara, Ravenna e até Florença. Quando fomos, montamos uma base de 4 noites em Bolonha e ainda ficou faltando cidade pra ver — dá pra tirar muito proveito.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Itália a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Bora pros 10 passeios que a gente recomenda pra quem tá com base em Bolonha:
1. Centro histórico de Bolonha
O centro de Bolonha é um dos mais bem preservados da Itália. A gente começaria pela Piazza Maggiore, com a imponente Basílica de San Petronio e o Palazzo d’Accursio, e dali pra Torre degli Asinelli, a torre alta que ainda pode ser escalada (a Garisenda, do lado, é a torta famosa mas tá fechada pra restauro). A subida é por escadas e o ingresso costuma ficar em torno de 10-15 euros.

Não pula o Quadrilatero, o antigo mercado medieval logo atrás da Piazza Maggiore. É um labirinto de vielas com lojinhas de queijos, presuntos pendurados, massas frescas e vinhos — o cenário perfeito pra provar mortadela verdadeira, tortellini e pegar um aperitivo no fim da tarde. Foi ali que a gente teve uma das melhores refeições da viagem, num balcão minúsculo comendo em pé.
Outra parada obrigatória é o Archiginnasio, o edifício histórico da Universidade de Bolonha, com o famoso Teatro Anatômico todo em madeira entalhada. E pra fechar, procura pela La Finestrella na Via Piella — uma janelinha escondida que dá pra ver um dos últimos canais visíveis da cidade (poucos sabem que Bolonha tinha uma rede de canais como Veneza).
Reserva pelo menos 2 dias inteiros só pra Bolonha. O erro clássico é tratar a cidade como passagem entre Florença e Veneza e ficar uma noite só — a gente jura que dá pra ficar uma semana só ali e não enjoar.
2. Santuário de Madonna di San Luca
O Santuário de San Luca fica no alto da Colle della Guardia e tem uma das vistas mais bonitas de Bolonha. O que torna o passeio único é o caminho: dá pra subir pelo Portico di San Luca, o pórtico mais longo do mundo, com quase 4 km e 666 arcos cobrindo todo o trajeto.

Tem três formas de chegar: a pé pelos pórticos (subida moderada mas longa, dá umas 1h-1h30), pelo trenzinho turístico San Luca Express que sai da região da Piazza Maggiore (ida e volta sai em torno de 15-20 euros por pessoa), ou de táxi/carro até próximo do santuário.
A dica que a gente dá: sobe de trenzinho e desce a pé pelos pórticos. Assim você economiza a subida no calor e ainda aproveita o percurso coberto pra tirar fotos com calma. E confere a previsão do tempo — em dia nublado a vista lá de cima fica bem prejudicada e o passeio perde metade da graça.
A entrada na igreja em si é gratuita; algumas áreas específicas como mirante ou museu podem cobrar em torno de 5-10 euros.
3. Bate-volta a Modena
Modena tá a 30-40 minutos de trem de Bolonha (passagem regional em torno de 8-15 euros por trecho) e é um dos bate-voltas mais fáceis e recompensadores. A cidade tem centro histórico Patrimônio da UNESCO, com a Catedral, a torre Ghirlandina e a Piazza Grande formando um conjunto lindo de arquitetura românica.

Mas o grande atrativo de Modena pra quem gosta de comida é o vinagre balsâmico tradicional — que é uma coisa completamente diferente do balsâmico de supermercado. Vale muito reservar uma visita a uma acetaia (produtor artesanal) pra entender o processo, provar diferentes envelhecimentos e ver como funciona uma família que faz aquilo há gerações. O tour com degustação costuma custar em torno de 20-40 euros.
Reserva com antecedência — o erro clássico é chegar em Modena de última hora e ficar sem visita porque as acetaias funcionam com hora marcada. E não foca só na Ferrari (falamos disso já já): o centro histórico e o balsâmico valem o dia inteiro.
4. Motor Valley: Ferrari, Lamborghini e Pagani
Pra quem gosta de carro (e mesmo pra quem não gosta muito, é bem legal), o Motor Valley da Emilia-Romagna é um passeio de dia inteiro perfeito saindo de Bolonha. As três paradas clássicas são:
- Museu Ferrari em Maranello, a cerca de 1 hora de Bolonha
- Museu e fábrica da Lamborghini em Sant’Agata Bolognese
- Fábrica e museu da Pagani em San Cesario sul Panaro
Cada museu tem ingresso individual em torno de 20-30 euros. Se você quer fazer tudo num dia com transporte e guia incluídos, os tours organizados saem entre 300 e 350 euros por pessoa, com ~8 horas de duração.
Tem tour que combina Motor Valley com Food Valley no mesmo dia — passa em Modena, faz um museu de carro, visita acetaia e come num restaurante típico. Dia cheio, mas rende muito.
Dica prática: se for por conta, aluga um carro. As distâncias entre os museus são curtas mas mal servidas por transporte público. E confere os horários das visitas guiadas às fábricas — algumas exigem reserva antecipada e não dá pra entrar de última hora.
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Se a ideia é fazer Motor Valley, Food Valley ou bater volta por cidades menores da região (Faenza, Brisighella, Santarcangelo), alugar carro em Bolonha faz muita diferença. A gente sempre usa esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente que compara o preço em todas as principais locadoras e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site delas.
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Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em euros — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
5. Bate-volta a Parma
Parma fica a 1h-1h30 de trem de Bolonha (passagens entre 15-25 euros por trecho, dependendo se é regional ou de alta velocidade) e é a capital de dois dos produtos mais famosos da Itália: o Prosciutto di Parma e o Parmigiano Reggiano.

No centro, começa pela Catedral de Parma — um exemplo notável de arte românica com afresco no teto do Correggio — e o batistério em mármore rosa ali do lado. Depois passa pelo Teatro Regio e se perde pelas ruelas do centro, cheias de cafés, gelaterias e enotecas.
Mas o programão de Parma é mesmo a visita a produtores: dá pra combinar num mesmo dia uma fábrica familiar de Prosciutto di Parma com uma queijaria de Parmigiano Reggiano. Muitas excursões saindo de Bolonha juntam Modena e Parma num pacote gastronômico de dia inteiro, saindo entre 100 e 150 euros por pessoa com transporte, guia e degustações.
O erro que a gente vê sempre: brasileiro ir só pra comer, não visitar o centro histórico e voltar. Parma merece o dia todo — e uma refeição em trattoria com presunto de entrada é uma experiência que fica na memória.
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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
6. Bate-volta a Ferrara
Ferrara tá a 40-60 minutos de trem de Bolonha (passagens em torno de 8-15 euros por trecho) e é uma das cidades renascentistas mais bem preservadas da Itália. O centro histórico é Patrimônio Mundial da UNESCO e tem uma vibe bem diferente das outras cidades da região — mais palacianas, mais aristocrática.

O Castello Estense, no centro, é a atração principal — um castelo do século XIV cercado por fosso, ainda em ótimo estado, que dá pra visitar por dentro (ingresso em torno de 10-15 euros). Ali você aprende sobre a família Este, que governou a cidade e transformou Ferrara num dos grandes centros culturais do Renascimento.
Anda pelas muralhas antigas (uma das poucas cidades italianas com o cinturão de muralhas praticamente inteiro) e prova pratos locais como os cappellacci di zucca (massa recheada com abóbora) e o salame di Felino. Refeição em restaurante típico sai por 20-35 euros por pessoa.
Dedica pelo menos um dia inteiro — o erro é achar que resolve em 3 horas. Não resolve.
7. Bate-volta a Ravenna (mosaicos bizantinos)
Ravenna fica a 1h-1h15 de trem de Bolonha (passagens 8-15 euros por trecho) e é parada obrigatória pra quem curte história e arte. A cidade tem 8 monumentos Patrimônio Mundial da UNESCO, todos ligados aos mosaicos bizantinos — os mais impressionantes fora de Istambul.

Os imperdíveis são a Basílica di San Vitale, com mosaicos do século VI que a gente jura que parecem impressos de tão detalhados, e o Mausoléu de Galla Placidia ali do lado — pequenininho por fora, deslumbrante por dentro, com um céu de estrelas em mosaico azul. Também vale o Batistério Neoniano e a Basílica de Sant’Apollinare Nuovo.
Tem um ingresso combinado que dá acesso aos principais monumentos por cerca de 15-20 euros — vale muito a pena. E na alta temporada, compra antes online pra não pegar fila.
Como os mosaicos são atrações internas, Ravenna é ótima opção pra dia de chuva. E se você quiser tudo organizado, tem tour de dia inteiro saindo de Bolonha por volta de 150 euros por pessoa, incluindo transporte e entradas. O erro clássico é tentar fazer Ravenna “correndo” em meio dia — não dá tempo.
8. Bate-volta a Florença
Tecnicamente já é outra região (Toscana), mas Florença tá a apenas 40-50 minutos de trem de alta velocidade de Bolonha, o que torna o bate-volta super viável. Passagens variam bastante conforme antecedência, mas costumam ficar entre 20-40 euros por trecho.
Num dia dá pra ver o Duomo (Santa Maria del Fiore) e seu complexo, atravessar a Ponte Vecchio, curtir a Piazza della Signoria e escolher entre a Galleria degli Uffizi ou a Galleria dell’Accademia (a do Davi de Michelangelo). Fazer os dois no mesmo dia é ambicioso — a gente recomenda focar em um.
⚠️ Reserva os ingressos dos museus com antecedência. Uffizi e Accademia lotam completamente na alta temporada, e chegar sem reserva significa ou não entrar, ou perder 2-3 horas na fila. Os ingressos saem em torno de 15-25 euros cada.
O bacana é que com Bolonha como base, você aproveita Florença sem pagar hospedagem cara na Toscana e ainda tem “um gostinho” da região sem trocar de mala.
9. Região vinícola de Imola
Imola fica a 30 minutos de carro de Bolonha e é conhecida por dois motivos bem diferentes: vinho e Fórmula 1. É onde fica o famoso Autódromo Enzo e Dino Ferrari, palco de corridas históricas.

No lado gastronômico, vale muito visitar a Enoteca Regionale di Emilia Romagna, onde dá pra provar vinhos locais como Sangiovese e Pignoletto sem precisar visitar vinícola por vinícola. É uma forma prática de conhecer a produção regional num só lugar.
O centro histórico é pequeno mas charmoso, com uma Rocca (fortaleza) e ruas medievais. Como é bem perto de Bolonha e Faenza, dá pra combinar as duas cidades num mesmo dia se você tiver carro.
10. Faenza, Santarcangelo, Brisighella e outras cidades pequenas
Se você tiver 4-5 dias em Bolonha, vale muito encaixar uma ou duas cidades menores no roteiro. Elas são menos turísticas, mais autênticas, e dão aquela sensação de “descobrir” a Itália real.

Faenza (a 1h de Bolonha) é famosa pela cerâmica — inclusive a palavra francesa “faïence” vem daí. Tem o Museo Internazionale delle Ceramiche, com coleção que vai da antiguidade ao contemporâneo, e um centro histórico bem preservado.

Santarcangelo di Romagna (1h30 de Bolonha) é uma cidade pequena e tranquila com centro histórico charmoso, cafés locais e a Rocca Malatestiana, fortaleza do século XV com vista panorâmica.

Forlì (1h-1h15 de Bolonha) tem a Piazza Saffi como centro nervoso, com edifícios como o Palazzo del Podestà e a Igreja de San Mercuriale. A Pinacoteca di Forlì guarda pinturas renascentistas e barrocas.
Brisighella é uma das mais pitorescas — vila medieval encravada na rocha, com a famosa Via degli Asini (rua dos burros) coberta e casinhas coloridas grudadas umas nas outras.
Dica de ouro: não tenta encaixar todas num dia só. É melhor escolher uma ou duas e curtir com calma do que ver tudo “de passagem”.
Dicas gerais pra aproveitar melhor
Transporte: Bolonha é um dos maiores hubs ferroviários da Itália. A gente recomenda usar principalmente trem regional pra bate-voltas (Modena, Ferrara, Parma) e alta velocidade só pra Florença. O trem regional é bem mais barato e a diferença de tempo raramente compensa nas distâncias curtas.
Sempre valida o bilhete nas máquinas amarelas na estação antes de embarcar em trens regionais — se não validar, você toma multa mesmo com o bilhete comprado. Erro clássico de brasileiro.
Melhor época: primavera (abril-junho) e outono (setembro-outubro) são as épocas de ouro. Verão é bem quente, mas os pórticos de Bolonha ajudam a escapar do sol. Inverno é frio mas menos lotado — e como a região é cheia de museus e atrações internas (mosaicos, catedrais, acetaias, museus de carro), rende muito.
Reservas: pra visitar acetaias em Modena, produtores de presunto em Parma ou fábricas do Motor Valley, reserva sempre com antecedência. Não é atração de “passar na hora” — funciona por agendamento.
Faixa de orçamento por dia (sem hospedagem):
- Passeio urbano simples: 60-100 euros por pessoa (trem + refeições + entradas)
- Tour organizado gastronômico ou Motor Valley: 100-350 euros por pessoa, dependendo da exclusividade
Pra ficar bem localizado em Bolonha, a região da Via dell’Indipendenza e do centro histórico é imbatível — pertinho da Piazza Maggiore, da estação central e de tudo que interessa.
Seguro viagem pra Itália (obrigatório)
A Itália é país do espaço Schengen, então o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura médica mínima de 30 mil euros. Sem seguro válido, você pode ter problema até na imigração.
A gente usa esse comparador de seguros em todas as viagens. Ele compara as principais seguradoras do mercado num só lugar, mostra o que cada apólice cobre (bagagem, cancelamento, telemedicina, esportes) e o link já vem com 18% de desconto exclusivo. Vale muito, principalmente se você for viajar com família ou por muitos dias.
Chip de celular pra Itália
Ficar sem internet na Itália é meio inviável — GPS pra dirigir, tradutor de menu, Google Maps pra achar restaurante, chamar Uber, mostrar boarding pass na estação de trem. A gente sempre pega esse chip de viagem que a gente usa antes de sair do Brasil.
Chega em casa por Sedex, ativa quando pisar na Itália e pronto — internet ilimitada, ligações e mensagens funcionando desde o primeiro segundo, sem precisar procurar loja de operadora no aeroporto.
Perguntas frequentes sobre passeios em Bolonha e cidades próximas
Quantos dias ficar em Bolonha pra fazer os bate-voltas?
O ideal são 4 a 5 dias. Assim dá pra dedicar 2 dias inteiros pra Bolonha e usar os outros 2-3 pra bate-voltas em Modena, Parma, Ferrara, Ravenna ou Florença. Com 3 dias corridos dá pra ver bem a cidade e fazer um bate-volta só.
Bolonha vale a pena mesmo entre Roma, Florença e Veneza?
Vale muito. Bolonha é uma das cidades mais autênticas da Itália, com clima universitário, gastronomia sensacional e sem a lotação turística absurda de Florença ou Veneza. E é a base perfeita pra explorar a Emilia-Romagna. O erro mais comum é tratar Bolonha só como “cidade de passagem” — quem faz isso se arrepende.
Precisa alugar carro pra fazer os bate-voltas de Bolonha?
Depende. Pra Modena, Parma, Ferrara, Ravenna e Florença, o trem resolve muito bem — as estações ficam no centro dessas cidades e a viagem é rápida. Já pra Motor Valley (fábricas de Ferrari, Lamborghini, Pagani), acetaias fora do centro de Modena, cidadezinhas menores como Brisighella e Santarcangelo — aí sim, carro faz muita diferença.
Qual a melhor época pra visitar Bolonha e região?
Primavera (abril a junho) e outono (setembro a outubro) são imbatíveis: clima ameno, dias longos e menos gente. Verão é bem quente mas os pórticos ajudam. Inverno é frio e chuvoso, mas ótimo pra atrações internas como mosaicos de Ravenna e museus.
É seguro viajar de trem entre as cidades da Emilia-Romagna?
Sim, muito seguro. Os trens italianos são pontuais, confortáveis e conectam bem toda a região. Só toma cuidado com pertences em estações grandes como Bologna Centrale e sempre valida o bilhete regional nas máquinas amarelas antes de embarcar — se não validar, tem multa mesmo com bilhete pago.
Onde comer o verdadeiro tortellini e ragù à bolonhesa?
No Quadrilatero (o antigo mercado medieval atrás da Piazza Maggiore) tem várias trattorias tradicionais e balcões pra provar em pé. Fugir dos restaurantes com cardápio em 5 idiomas nas praças principais ajuda muito. E lembra: em Bolonha o clássico não é “spaghetti à bolonhesa” (isso é invenção estrangeira) e sim tagliatelle al ragù.
Vale visitar o Motor Valley mesmo sem ser fã de carros?
Vale sim, principalmente o Museu Ferrari em Maranello — é bem interativo, tem carros históricos incríveis e simuladores. Se você não é fã, escolhe um museu só em vez de fazer os três. Combinado com uma visita a acetaia de balsâmico, vira um dia bem variado.
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- Carro: facilita muito pra transitar na região. Se estiver pensando em alugar, não deixa de ler como alugar um carro na Itália, com dicas pra alugar pelo menor preço.
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Bolonha é uma das cidades que a gente mais indica pra quem quer conhecer uma Itália diferente da rota clássica Roma-Florença-Veneza. É gostosa de morar, tem base perfeita pra bate-volta e a comida é impressionante. Se der pra encaixar 4-5 dias no roteiro, faz — você vai voltar querendo repetir.