
Dez dias no Havaí é aquele tempo que dá pra respirar o arquipélago com calma sem virar maratona: dá pra encaixar duas ou três ilhas, misturar praia, vulcão, trilha, história e ainda sobrar espaço pra deitar na areia sem pressa. A gente montou aqui um roteiro que combina Oahu, Big Island (Ilha do Havaí) e Maui, que na nossa experiência é o trio mais completo pra quem tá indo pela primeira vez e não sabe se prefere cidade, natureza selvagem ou paisagens de road trip.
A gente foi pra lá esperando “só praia” e voltou impressionado com a variedade: num mesmo dia em Big Island dá pra ver praia de areia preta, campo de lava solidificada e cachoeira no meio da floresta. Vale a pena montar o roteiro com cuidado porque o Havaí não é barato e cada ilha tem uma vibe muito própria.
E não esquece: aqui no nosso guia completo do Havaí a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip, comida e ingressos.
Como organizar 10 dias no Havaí (e por que dividir bem as ilhas)
Um erro clássico que a gente vê brasileiro cometendo é tentar espremer quatro ilhas em dez dias. Não vale a pena: cada troca de ilha é um voo doméstico curtinho (de 30 a 60 minutos) mais o tempo de aeroporto, devolver e pegar carro, check-in e check-out de hotel. Fazendo mais de três ilhas em dez dias, sobra muito pouco pra realmente aproveitar.
A divisão que a gente recomenda pra este roteiro:
- 4 dias em Oahu — Honolulu, Waikiki, Pearl Harbor, North Shore, trilhas e praias.
- 3 dias em Big Island — Parque Nacional dos Vulcões, Hilo, Kailua-Kona e Mauna Kea.
- 3 dias em Maui — vulcão Haleakala, Vale Iao, Lahaina e Road to Hana.
Se preferir focar em duas ilhas, dá pra fazer 5 dias em Oahu + 5 dias em Maui (mais praia e Road to Hana) ou 5 dias em Oahu + 5 dias em Big Island (mais vulcão e natureza selvagem). Não existe combinação errada — depende do que te empolga mais.
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Hotéis: Maior inventário + melhor preço + atencedência = 35%
Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%
Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%
Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%
Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%
Aluguel de carro no Havaí (economize até 34%)
Pra este roteiro, carro é praticamente obrigatório em todas as ilhas. Em Oahu até dá pra fazer alguma coisa de transporte público em Waikiki, mas pra North Shore, Lanikai, Hanauma Bay e trilhas fica inviável sem carro. Em Big Island e Maui então, sem carro não tem roteiro — as atrações estão espalhadas por toda a ilha.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Primeiro dia: chegada e Waikiki
O voo pro Havaí sempre chega em Honolulu, na ilha de Oahu. Depois de horas de viagem, a dica é ir com calma no primeiro dia — não tenta encaixar passeio pesado logo de cara.
O bairro de Waikiki é o destino mais procurado dos turistas no Havaí e é onde a maioria fica hospedada. Waikiki concentra hotéis, bares animados, muitas lojas de grife e uma orla imensa. A praia é a grande estrela: águas calmas, cristalinas, quase uma piscina natural, ideal pra se refrescar, nadar e experimentar uma aula de surf (o Havaí é o berço do esporte).

Aproveita a tarde pra caminhar pelo calçadão da Kalakaua Avenue, entrar nas lojas e ver o pôr do sol na praia — é um dos melhores do Havaí. Pra fechar a noite, uma boa é o Aloha Tower Marketplace, um centro de lazer com restaurantes e lojas no porto de Honolulu, onde rola o famoso Ka Moana Luau, espetáculo de dança hula com jantar típico. É um clichê havaiano, mas vale a pena ver pelo menos um luau na vida.

Uma dica importante que a gente aprendeu na prática: pra pagar mais barato em ingressos, luaus e tours de Oahu, use esse site que a gente usa em todas as viagens. Tem opções de tour do Kualoa Ranch (o cenário de Jurassic Park), ingressos combinados de Pearl Harbor, luaus e passeios em várias ilhas. O pagamento é em reais (sem IOF), dá pra parcelar e o cancelamento na maioria dos tours é gratuito com antecedência.
Segundo dia: Diamond Head, Magic Island e Ala Moana
A gente sempre recomenda começar cedo por aqui, especialmente pela trilha do Diamond Head. É uma cratera vulcânica gigantesca formada há mais de 300 mil anos, com trilha de cerca de 3 km ida e volta até o topo. A vista panorâmica de Waikiki lá em cima é uma das mais fotografadas do Havaí. O caminho passa por escadas, túneis e bunkers militares — mistura história com paisagem espetacular.
Fica atento: o Diamond Head exige reserva online com antecedência (abrem cerca de 30 dias antes) e a entrada custa em torno de US$ 5 por pessoa mais uns US$ 10 por carro. Nos meses de alta, esgota rápido. Vai cedo, tipo 7h da manhã, pra evitar o sol forte e o calor.

Depois do Diamond Head, siga pra Magic Island Lagoon, perto da praia de Ala Moana. É uma das melhores lagoas pra mergulho e snorkel em Oahu: tem tartarugas marinhas, peixes coloridos, ouriços e recifes de corais rasos, perfeitos pra iniciantes. Se quiser fazer com equipamento e um instrutor local, dá pra reservar esse passeio de snorkel.

Pra fechar o dia, o Ala Moana Center, um dos maiores shoppings a céu aberto do mundo, fica pertinho. Tem de Havaianas a Dior, passando por Apple, Coach, Gucci, Kate Spade e Abercrombie. Mesmo quem não é do estilo shopping consegue jantar bem no food court, que tem opção japonesa, havaiana e americana.

Terceiro dia: Pearl Harbor e centro histórico de Honolulu
Pearl Harbor é aquela visita que fica marcada. É o complexo militar onde aconteceu o ataque japonês em 7 de dezembro de 1941, que arrastou os EUA pra Segunda Guerra. Hoje o local reúne memoriais, museus e o famoso USS Arizona Memorial, construído sobre o navio afundado que virou túmulo de mais de mil marinheiros.
O ingresso básico pro memorial é gratuito, mas é essencial fazer a reserva online de horário (com uma taxa simbólica de cerca de US$ 1) porque o número de visitantes por dia é controlado. Chegue cedo — a experiência inclui um filme curto e um passeio de barco até o memorial no meio da baía. Dá emoção.
Se quiser fazer tudo de forma mais tranquila, com transporte e guia, vale pegar esse tour completo de Pearl Harbor. Ou comprar os ingressos separadamente:
- Ingresso de Pearl Harbor + USS Arizona
- Ingresso do Museu de Aviação Pearl Harbor
- Ingresso do Museu e Parque Submarino USS Bowfin

Na parte da tarde, vá pro centro histórico de Honolulu. Ali estão o Iolani Palace (o único palácio real dos EUA, que foi a residência dos últimos monarcas do Havaí), a estátua do rei Kamehameha I e o Honolulu Museum of Art, com coleção de cerca de 50 mil obras. A região tem forte influência japonesa por causa da imigração histórica, então dá pra jantar num ramen ou izakaya autêntico. É uma noite bem diferente do clima praiano de Waikiki.

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Quarto dia: North Shore e as praias mais icônicas
Reserve seu último dia em Oahu pra North Shore, a costa norte, um dos lugares mais autênticos do Havaí. É lá que rola o circuito mundial de surf no inverno, com ondas que podem passar dos 9 metros na Waimea Bay e na Banzai Pipeline. Mesmo se você não surfa, é impressionante ver de perto — os melhores surfistas do mundo tratam essas ondas com respeito.
De carro, dá cerca de 50 minutos de Waikiki até North Shore. Aproveita pra passar em Haleiwa, uma vilazinha surfista com food trucks lendários de camarão (o famoso “shrimp truck”), lojinhas de arte e sorveterias havaianas. A gente tentou o shrimp na hora do almoço e ficou impressionado — vale a fila.
Se sobrar tempo, dá pra passar na Dole Plantation (uma plantação turística de abacaxi, com sorvete de abacaxi que é lendário) e voltar por Kailua e Lanikai — praias de areia branquinha e mar azul-turquesa incrível, no lado leste.

Como economizar até 42% nos hotéis de Havaí!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Havaí, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Quinto dia: voo pra Big Island e Parque Nacional dos Vulcões
Hora de trocar de ilha. O deslocamento entre as ilhas do Havaí é feito por voos domésticos curtinhos (30 a 60 minutos). Não existe ferry entre as principais ilhas turísticas. Compre a passagem com antecedência porque em cima da hora sobe muito — vale usar um comparador de passagens aéreas pra achar as melhores tarifas.
Chegou em Big Island? Aluga o carro no aeroporto de Kona ou Hilo e siga direto pro Parque Nacional dos Vulcões do Havaí. Ali estão dois dos vulcões mais ativos do planeta: Kilauea e Mauna Loa. É outra dimensão — dá pra caminhar por campos de lava solidificada, ver crateras enormes, praias de areia preta e cachoeiras. Quando o Kilauea tá em erupção, dá até pra ver a lava incandescente à noite (informe-se sobre a situação atual antes da viagem).

Passe pelo Centro de Visitantes — tem exposições sobre a geologia, banheiros, restaurantes e artesanato local. Se você prefere não dirigir e quer conhecer o parque com guia especializado, dá pra fazer esse tour pelo Parque dos Vulcões saindo já de Big Island. Também existe uma excursão bate-volta saindo de Honolulu (ingresso + passagem aérea + transporte), pra quem não vai se hospedar em Big Island.
À noite, observação de estrelas no Mauna Kea. Já pensou em ver as estrelas do topo de um dos maiores vulcões inativos do mundo? O céu do Havaí é um dos menos poluídos do planeta, e o observatório do Mauna Kea é referência mundial em astronomia. Dá pra fazer esse tour de observação de estrelas — inclui casaco térmico (faz muito frio lá em cima), lanterna e telescópio.

Sexto dia: Hilo, Akaka Falls e Cavernas de Kaumana
Hilo é a maior cidade da costa leste de Big Island — mais úmida, verde e tranquila que Kona. Tem restaurantes, parques arborizados, ótimas cafeterias e a icônica Rainbow Falls, cachoeira que forma arco-íris nos dias ensolarados. É estacionamento gratuito e vale a parada de pelo menos 30 minutos.

Perto dali estão as Cavernas de Lava de Kaumana, formadas por erupções antigas do Mauna Loa. A entrada é gratuita, tem banheiros e mesas de piquenique — leva lanterna (a caverna é escura de verdade) e sapato fechado, porque o chão é irregular.
Depois, siga pra Akaka Falls, uma das cachoeiras mais fotogênicas do Havaí, ao norte de Hilo. A trilha é curta e circular, dá pra ver a queda d’água de mais de 100 metros no meio da vegetação tropical. Não residentes pagam cerca de US$ 5 por pessoa mais US$ 10 de estacionamento.

Sétimo dia: Hapuna Beach e Kailua-Kona
Na parte da manhã, curta a Hapuna Beach, uma das praias de areia branca mais extensas de Big Island, na costa de Kohala. Águas cristalinas, calmas na maior parte do ano, perfeitas pra nadar, praticar bodyboard e snorkel. O parque estadual em volta (Hapuna Beach State Recreation Area) tem chuveiro, banheiros e área de piquenique. A entrada custa cerca de US$ 5 por pessoa e US$ 10 de estacionamento.

À tarde, siga pra Kailua-Kona, cidade costeira histórica que já foi residência da realeza havaiana e é famosa por produzir alguns dos melhores grãos de café do mundo (o “Kona Coffee” é premiado). Visite o Hulihe’e Palace (casa de verão da realeza), passe na feira Kona Farmers Market pra provar frutas tropicais e produtos locais, e finalize o dia com um pôr do sol no Kailua Pier — um dos melhores da ilha.

Oitavo dia: voo pra Maui e vulcão Haleakala
Voo curtinho pra Maui, a segunda maior ilha do arquipélago. A ilha tem uma vibe diferente das outras: mais road trip, mais paisagens dramáticas, cachoeiras escondidas e a estrada mais bonita do Havaí (que a gente vai fazer no décimo dia).
Comece pelo vulcão Haleakala, um vulcão inativo formado há cerca de um milhão de anos e um dos pontos mais altos da ilha (mais de 3 mil metros). A vista do topo é surreal — nascer do sol acima das nuvens é o clássico, mas mesmo durante o dia impressiona. Faz frio lá em cima, leva casaco.
Se quiser fazer o passeio clássico do nascer do sol, dá pra reservar essa excursão ao Haleakala. Sai bem cedo (madrugada) e inclui transporte, guia e café da manhã. Os preços variam bastante conforme o tipo de experiência.

À noite, quem tá hospedado em Wailea ou Kihei pode fechar o dia no The Shops at Wailea, centro comercial ao ar livre com marcas locais e internacionais, restaurantes bacanas e vista pro oceano.
Nono dia: Vale Iao e Lahaina
Comece pelo Vale Iao, um dos lugares mais sagrados de Maui. Historicamente, era onde se enterravam os membros da realeza e onde aconteceu uma das batalhas do Rei Kamehameha I pela unificação do Havaí. O parque tem 16 km de extensão, com trilhas fáceis, vegetação nativa densa e o cartão-postal: a Agulha de Iao, formação rochosa com mais de 350 metros de altura.

À tarde, vá pra Lahaina, cidade portuária que já foi capital do Reino do Havaí. Preserva construções históricas, tem galerias de arte, cafeterias, museus e uma orla animada. É um lugar com muita história — vale caminhar sem pressa pela Front Street.

- Veja como é o tour ao redor da ilha de Maui no Havaí!
Décimo dia: Road to Hana, o adeus com chave de ouro
Se tem uma coisa que a gente considera obrigatória em Maui é a Road to Hana. Uma das estradas mais bonitas do mundo, com mais de 600 curvas e 56 pontes, cortando florestas tropicais, praias de areia preta, cachoeiras e mirantes de tirar o queixo.
Saindo de Kahului rumo à cidadezinha de Hana, os destaques ao longo do caminho são: Hookipa Beach (onde é comum ver tartarugas descansando na areia e surfistas nas ondas), a cachoeira Puaa Kaa Falls, o Wailua Valley, a baía de Honomanu e o mirante do Kaumahina.

Se preferir ir sem preocupação com direção (a estrada é linda mas cansativa de dirigir sozinho, principalmente na volta), tem esse tour completo pela Road to Hana que dura cerca de 10h, para nos principais pontos e leva de volta pro hotel.
Dica insider: se possível, quebre a Road to Hana em dois dias (dormindo em Hana) — dá pra fazer tudo com muito mais calma, chegar cedo nas cachoeiras vazias e conhecer trechos que os tours de um dia não pegam. Se for tudo em um dia só, saia às 6h da manhã pra evitar o congestionamento e a fila de carros.
Melhor época pra fazer esse roteiro
O Havaí tem clima tropical, com temperaturas amenas o ano inteiro. Não existe “época ruim”, mas tem detalhes que fazem diferença:
- Abril a junho e setembro a início de novembro: melhor equilíbrio entre clima, preço e menos multidão. É a nossa recomendação.
- Verão americano (jun-ago) e fim de ano: alta temporada, tudo mais caro (hotel, carro, voo) e mais cheio.
- Inverno (dez-fev): mais chuva e mar agitado, mas é a melhor temporada pra ver o surf profissional em North Shore e também pra avistar baleias jubarte que passam por Maui.
Evita feriados americanos como 4 de julho, Thanksgiving e Natal/Ano Novo se puder — os preços disparam.
Erros que brasileiros costumam cometer no Havaí
- Tentar visitar 4 ou 5 ilhas em 10 dias. Não vale a pena. Foca em 2 ou 3 no máximo. Cada troca de ilha come meio dia entre voo, carro e check-in/out.
- Achar que dá pra fazer sem carro. Só em Waikiki dá pra viver de transporte público — pra qualquer outra coisa (praias, trilhas, vulcões, cidades pequenas), carro é praticamente obrigatório.
- Não reservar Diamond Head, Pearl Harbor, Haleakala e luaus com antecedência. Todos esses lotam. Diamond Head abre reservas com 30 dias de antecedência e esgota rápido na alta.
- Gastar tudo em passeios pagos e esquecer o Havaí gratuito. Muita coisa espetacular ali é de graça ou pouco dinheiro: praias, mirantes, trilhas, o Jardim Botânico Hoomaluhia, as Cavernas de Kaumana e por aí vai.
- Ignorar as condições do mar. No inverno, algumas praias como Waimea Bay ficam com ondas gigantes — não é lugar pra banho de quem não tem experiência.
- Subestimar o tempo de deslocamento em Oahu. Parece pequenininha, mas ir de Waikiki até North Shore ou Ko Olina pode levar mais de 1h30 com trânsito.
Chip de celular pro Havaí
Ter internet no celular ao chegar já resolve metade dos perrengues de viagem: Google Maps funciona pra achar praia, restaurante e trilha; Uber roda direitinho em Honolulu; e dá pra reservar passeio de última hora. A gente sempre usa esse chip de viagem que a gente usa: você compra ainda no Brasil, ativa quando pousar e não fica dependendo de Wi-Fi de hotel.
Seguro viagem pro Havaí
O Havaí é território dos Estados Unidos, e atendimento médico nos EUA é caríssimo — uma consulta básica passa dos US$ 300 e um dia de internação em UTI pode chegar a US$ 10 mil. Fazer seguro viagem é essencial pra proteger o bolso, cobrir bagagem extraviada e evitar dor de cabeça em caso de imprevisto.
Pra encontrar o seguro mais barato do mercado, a gente usa esse comparador de seguros. Ele compara todas as principais seguradoras em um só lugar e o link já vem com 18% de desconto exclusivo Grupo Dicas.
Perguntas frequentes sobre 10 dias no Havaí
Quantas ilhas dá pra visitar em 10 dias no Havaí?
O ideal são 2 ou 3 ilhas. Duas ilhas (5 dias em cada) permitem aproveitar com calma; três ilhas já exigem roteiro mais apertado. Mais de três em 10 dias vira maratona e você acaba passando mais tempo em aeroporto do que curtindo.
Precisa de visto pra viajar pro Havaí?
Sim, o Havaí é território dos EUA, então valem as mesmas regras: brasileiros precisam de visto americano (B1/B2) ou ESTA se tiverem passaporte europeu válido. O controle de entrada é rigoroso e você não pode levar produtos agrícolas (frutas, sementes, plantas) na bagagem.
Precisa alugar carro no Havaí?
Sim, na prática precisa. Só em Waikiki dá pra viver de transporte público. Pra North Shore em Oahu, pro Parque dos Vulcões em Big Island, pra Road to Hana em Maui e pra qualquer praia mais afastada, o carro é indispensável. Reserve com antecedência porque na alta temporada os preços disparam e os carros esgotam.
Qual a melhor ilha do Havaí pra começar?
Oahu é a mais recomendada pra começar porque é onde chegam os voos internacionais, tem a maior infraestrutura turística e é uma boa introdução ao arquipélago (mistura cidade, praia, história e trilha). Depois vale ir pra Big Island ou Maui pra sentir a natureza mais selvagem.
Quanto custa uma viagem de 10 dias no Havaí?
Não é destino barato. Só de hospedagem em Waikiki, considere diárias a partir de uns US$ 200 na baixa temporada. Aluguel de carro varia de US$ 40 a 100 por dia dependendo da época, e atrações pagas (luaus, tours guiados, passeios de barco) ficam entre US$ 80 e 300 por pessoa. Vale programar bem o orçamento antes de fechar a viagem.
Dá pra fazer o Havaí sem gastar muito com atividades pagas?
Dá sim, e a gente recomenda mesclar. A maior parte das praias, mirantes, trilhas, jardins botânicos e até cachoeiras é gratuita ou custa muito pouco (US$ 5 de entrada). Você pode economizar bastante focando no “Havaí gratuito” e reservando o orçamento pra experiências realmente marcantes como Pearl Harbor, Road to Hana e observação de estrelas no Mauna Kea.
Como se desloca entre as ilhas do Havaí?
Só por voos domésticos, que duram entre 30 e 60 minutos. Não existe ferry regular entre as principais ilhas turísticas. Compre as passagens com antecedência (idealmente 2-3 meses antes) porque em cima da hora os preços podem triplicar.
Qual a melhor época pra ir ao Havaí?
Abril a junho e setembro a início de novembro são os melhores meses pra este roteiro: clima estável, menos gente, preços mais amigáveis. Evite feriados americanos (4 de julho, Thanksgiving, Natal/Ano Novo) — sobem muito os preços e enchem tudo.
Economize ao máximo na sua viagem ao Havaí
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria sobre como viajar barato ao Havaí, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos do Havaí da forma mais barata e segura — pra passeios, museus e combos de ingresso.
- Carro: se você estiver pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro barato no Havaí. Dicas de como alugar o carro pelo menor preço possível.
- Dólares: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro pro Havaí, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip do Havaí, ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar no Havaí, pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo e é super importante fazer um seguro viagem pra qualquer viagem ao exterior. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor e mais barato seguro viagem.
- Transfer: precisa de um, do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar e pelo menor preço!
O Havaí é um daqueles destinos que muda a régua do que a gente considera paraíso. A gente voltou de lá com a sensação de que dez dias foi pouco — mas se planejar direitinho, dá pra viver uma viagem que vai ficar guardada pra vida toda. Aproveita cada ilha, come poke bowl na beira da praia, se joga no mar, respira ar de vulcão. É outro planeta.