Se você tá pensando em encarar o Circuito W em Torres del Paine saindo de Puerto Natales, esse guia vai te ajudar a montar a viagem inteira sem cair em armadilha. A gente reuniu aqui roteiro dia a dia, transporte, refúgios, custos e o que a gente aprendeu na prática nas idas à Patagônia.

O W é uma trilha de dificuldade média a alta, mas totalmente possível pra quem tem um bom preparo físico e planeja com antecedência. E ela recompensa cada passo: as três Torres, o Vale do Francês e o Glaciar Grey estão entre as paisagens mais impressionantes que a gente já viu na América do Sul.

E não esquece: aqui no nosso guia completo do Chile a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e passeios pela Patagônia.

O que é o Circuito W?

O Circuito W é a trilha mais famosa do Parque Nacional Torres del Paine, na Patagônia chilena, a cerca de 112 km de Puerto Natales. São aproximadamente 70 a 76 km de trilha, feitos em 4 ou 5 dias, com 3 ou 4 noites dormindo em refúgios ou campings dentro do parque.

O nome vem do formato do trajeto, que desenha visualmente a letra W ligando os três braços principais do parque: a Base das Torres, o Vale do Francês / Mirador Britânico e o setor do Glaciar Grey.

A base logística ideal é Puerto Natales: é lá que ficam os hotéis, os supermercados pra comprar comida, as lojas de aluguel de equipamento e o terminal de ônibus que leva ao parque. Todo mundo que vai fazer o W passa por ali antes.

Percurso completo do Circuito W no Parque Nacional Torres del Paine

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Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%

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Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%

Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%

Melhor época pra fazer o Circuito W

A melhor janela vai de outubro a abril, coincidindo com a primavera e o verão patagônico. É quando tem mais horas de luz, temperaturas menos extremas, ônibus e catamarã funcionando com frequência normal e os refúgios abertos.

De dezembro a fevereiro é o pico da temporada — parque cheio, refúgios lotados e necessidade de reservar com meses de antecedência. Se der pra fugir dessa janela e ir em novembro ou março, você acha mais vaga e paisagens tão bonitas quanto.

Uma coisa que ninguém conta direito: mesmo no verão, o clima na Patagônia é traiçoeiro. A temperatura média anual em Torres del Paine gira em torno de 11 ºC, e o vento faz a sensação térmica despencar. A gente já pegou dia de sol lindo dando lugar a chuva forte em menos de uma hora. Vai preparado pra chuva, vento e frio, sempre.

Como chegar em Puerto Natales e no parque

De Punta Arenas até Puerto Natales

A maioria dos brasileiros chega de avião em Punta Arenas e segue de ônibus até Puerto Natales. A viagem dura cerca de 3 horas e o trecho de ônibus/shuttle costuma custar em torno de US$ 10 por pessoa. Empresas como a Bus-Sur operam esse trajeto e vendem passagem online.

De Puerto Natales até Torres del Paine

Os ônibus saem do Terminal Rodoviário de Puerto Natales e levam pouco mais de 2 horas até as portarias do parque (Laguna Amarga ou Pudeto). Costumam ter duas saídas diárias, uma bem cedo (em torno das 7h) e outra na metade do dia (em torno das 12h).

Os retornos partem de Pudeto por volta de 14h e 18h, e de Laguna Amarga por volta de 14h30 e 19h30. O trecho ida costuma sair em torno de US$ 15 por pessoa. Confere sempre os horários no site da empresa perto da data da sua viagem — eles mudam por temporada.

Catamarã no Lago Pehoé

O catamarã que liga Pudeto a Paine Grande é peça-chave do Circuito W — é ele que fecha (ou abre) a ponta do Glaciar Grey. A travessia dura cerca de 30 minutos, com saídas de Pudeto normalmente às 11h e 18h, e retornos de Paine Grande às 11h35 e 18h35. O trecho por pessoa costuma custar em torno de US$ 30 a US$ 32.

Como fazer o Circuito W: por conta ou com agência?

Tem dois jeitos de encarar o W. O primeiro é de forma autônoma: você carrega sua mochila, reserva refúgios e campings pela internet, compra comida em Puerto Natales e vira gestor da própria trilha. Sai mais barato, mas exige planejamento cuidadoso.

O outro é com uma agência especializada, que cuida da logística — reservas, alimentação, ônibus, catamarã e guia. Custa mais caro, mas tira toda a dor de cabeça de casar datas em dois sistemas diferentes de reserva (Vertice e Fantástico Sur operam refúgios diferentes) e evita o risco de ficar sem vaga em algum trecho.

A gente recomenda pra quem vai pela primeira vez, não tem muita experiência em trilha de vários dias ou simplesmente prefere aproveitar a paisagem sem se preocupar com a logística. Uma opção que vale considerar é a Ciatrip, empresa brasileira com atendimento em português, veículos bons e guias atenciosos, que opera o W entre fevereiro e abril, saindo de Puerto Natales.

Aluguel de carro pra chegar em Puerto Natales

Muita gente pergunta se vale alugar carro pra ir de Punta Arenas a Puerto Natales. Se você quer flexibilidade e vai explorar outros pontos da região (como o Fiorde Última Esperanza ou pontos no lado argentino, tipo El Calafate), pode valer bastante a pena.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem grande é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, e a empresa tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma cobertura extra pra pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Roteiro dia a dia do Circuito W

O trajeto padrão saindo de Puerto Natales começa na Portaria Laguna Amarga (setor Las Torres) e termina em Paine Grande / Pudeto. Existe também a versão invertida, que começa por Pudeto — as duas são válidas, mas a que a gente descreve abaixo é a mais comum.

Dia 1: Puerto Natales até o Mirante Base das Torres

Saída bem cedo de Puerto Natales, no ônibus das 7h. Desembarque na Portaria Laguna Amarga, cadastro, e daí um transporte interno leva até o Centro de Boas-Vindas / Refúgio Central.

Depois de deixar os pertences no refúgio, começa a subida até o Mirante Base das Torres, uma das paisagens mais icônicas do Chile: três torres de granito sobre uma laguna esverdeada. A trilha ida e volta dá cerca de 20 km e leva umas 8 horas somando tudo. A última parte é uma subida bem íngreme, cansativa, mas totalmente valente. Pernoite no Refúgio Central.

Entrada do Parque Nacional Torres del Paine saindo de Puerto Natales

Dia 2: Refúgio Central até Cuernos

Saída do Refúgio Central rumo ao setor Cuernos, contornando a base do Cerro Almirante Nieto. A paisagem muda o tempo todo: flora patagônica, o azul intenso do Lago Nordenskjöld e geleiras suspensas ao fundo.

Depois de 4 a 5 horas de caminhada, aparece a vista dos Cuernos del Paine, outro cartão-postal do parque. Se o dia estiver aberto, é o momento pra tirar fotos incríveis. Pernoite no Refúgio Cuernos ou no Francés, dependendo da reserva.

Dia 3: Vale do Francês e Mirador Britânico

Dia mais puxado do circuito, com cerca de 25 km. Começa com um trecho tranquilo de umas 2 horas margeando o Lago Nordenskjöld, até o Acampamento Italiano. Ali você deixa a mochila principal e sobe com uma mochila de ataque (água, lanche e capa de chuva).

A subida pelo Vale do Rio Francés leva cerca de 1h30 até o Mirante da Geleira Francés. Quem tiver fôlego segue até o Mirador Britânico, que na nossa opinião é um dos pontos mais impressionantes do W: paredões abrindo em anfiteatro, com Paine Grande, Catedral, Aleta de Tiburón e Cuerno Norte de frente pra você.

Retorno pela mesma trilha até o Italiano, pega a mochila e segue até Paine Grande pra pernoite.

Lago Nordenskjöld saindo de Puerto Natales

Dia 4: Glaciar Grey e retorno a Puerto Natales

O último dia é o do Glaciar Grey. A caminhada até o 1º mirante dura cerca de 1h30 desde Paine Grande, e a geleira vai se revelando aos poucos. Quem quiser chegar ao Mirante Principal segue por mais umas 2 horas até o Refúgio Grey e caminha mais 15 minutos até o ponto de observação.

De frente pro Glaciar Grey, com icebergs flutuando no lago e o Cordón Olguín ao fundo, dá pra entender por que essa parte do Campo de Gelo Sul está entre as mais impressionantes da Patagônia. Vale a pena caminhar até as pontes suspensas se sobrar tempo e disposição.

Retorno pela mesma trilha até Paine Grande, embarque no catamarã até Pudeto e ônibus de volta a Puerto Natales. Chegada no fim da tarde/noite.

Geleira Grey saindo de Puerto Natales

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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.

Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.

Refúgios, campings e reservas

A infraestrutura dentro do parque é operada por duas empresas: Vertice e Fantástico Sur. Elas mandam em setores diferentes, o que significa que você precisa fazer reserva em dois sistemas separados, casando datas com cuidado. É a parte mais chata do planejamento.

As opções vão de refúgios (estilo hostel de montanha, com beliche, aquecimento e área comum), a campings com estrutura (banheiro, cozinha compartilhada e opção de alugar barraca já montada). Alguns pacotes oferecem barraca pre-montada com pensão completa, tirando ainda mais peso da mochila.

Na alta temporada, é praticamente obrigatório reservar com meses de antecedência. Muita gente descobre isso tarde demais e acaba tendo que remontar o roteiro na correria — ou desistir.

Quanto custa fazer o Circuito W

Os valores mudam por temporada e câmbio, mas dá pra trabalhar com essas faixas gerais:

  • Ônibus Punta Arenas → Puerto Natales: em torno de US$ 10 por pessoa
  • Ônibus Puerto Natales → Torres del Paine (ida): em torno de US$ 15 por pessoa
  • Transporte interno Las Torres → Laguna Amarga: em torno de US$ 5 por pessoa
  • Catamarã Lago Pehoé (trecho): em torno de US$ 30 a US$ 32 por pessoa
  • Ingresso do parque: confere direto no site oficial da Conaf perto da viagem, porque muda por temporada
  • Pacote completo com agência (refúgios + alimentação + transporte + catamarã): costuma ficar entre US$ 1.500 e US$ 2.500 por pessoa, variando conforme categoria

A trilha completa do W com a Ciatrip, por exemplo, sai por cerca de US$ 1.359 por pessoa, incluindo alimentação (café, almoço, jantar), traslados de ida e volta a Puerto Natales, catamarã, hospedagem em refúgio/domo nas três noites e banheiros com chuveiro de água quente.

Quem vai por conta e mescla camping com compra em supermercado economiza, sim, mas ainda gasta bastante com diárias de camping/refúgio dentro do parque e alimentação avulsa nos refúgios (que é cara).

Dicas práticas pra encarar o W

  • Amaciar a bota antes: não estreie bota de trekking na trilha. É pedir pra ter bolha no dia 1 e sofrer o resto do circuito.
  • Roupas em camadas: segunda pele térmica, fleece, jaqueta corta-vento e capa de chuva são obrigatórios, mesmo no verão. Gorro, luva e buff também.
  • Bastões de caminhada: ajudam demais nas subidas do Mirante Base e do Britânico, e salvam os joelhos nas descidas.
  • Aluguel de equipamento em Puerto Natales: tem várias lojas alugando barraca, isolante, saco de dormir e até mochila. Reduz muito o peso na bagagem internacional.
  • Água na trilha: ao longo do W a água dos riachos vindos das geleiras costuma ser potável. Muita gente enche a garrafa direto e economiza peso.
  • Comida em Puerto Natales: compre lanches, barrinha, chocolate e itens básicos no supermercado antes de subir. Comida nos refúgios é cara.
  • Trilhas demarcadas: é proibido sair delas. Vale por segurança e por respeito ao parque, que tem histórico de incêndios graves.
  • App Maps.me com mapa offline: ajuda a visualizar altimetria e pontos de interesse ao longo do W, mesmo sem sinal.

Erros comuns que a gente vê no W

Alguns tropeços que a gente já viu (e alguns a gente cometeu) por aí:

  • Subestimar o clima patagônico: ir com pouca roupa achando que verão é sempre quente. Dias de vento e chuva com roupa errada viram pesadelo.
  • Superestimar o próprio preparo: pensar que 4-5 dias é caminhada leve. Tem dias com 20-25 km, subidas íngremes e terreno irregular. Treine caminhando com mochila carregada antes de viajar.
  • Deixar reserva pra cima da hora: na alta temporada, refúgios esgotam com meses de antecedência. Sem reserva, sem trilha.
  • Ignorar horários de ônibus e catamarã: perder o catamarã de Paine Grande te deixa preso lá, e o ônibus tem horários limitados. Anote tudo e monte o roteiro em torno das saídas.
  • Mochila pesada demais: cada quilo extra vira sofrimento em subida. Foque em camadas de roupa e itens versáteis, sem excesso.

E se você não quiser fazer o W completo?

Vale saber que dá pra conhecer Torres del Paine sem encarar os 4-5 dias de trilha. Muita gente fica hospedada em Puerto Natales e faz day hikes: bate-volta pra Base das Torres num dia, navegação até o Glaciar Grey em outro, tour em van pelos principais mirantes.

Se você tem menos tempo, condicionamento limitado ou simplesmente quer curtir o parque com mais conforto, essa é uma alternativa ótima e muito válida. A vista do Mirante Base das Torres feita como bate-volta é a mesma do dia 1 do W.

Vista dos Cuernos del Paine saindo de Puerto Natales

Puerto Natales: base ideal antes e depois do W

Puerto Natales fica à beira do Fiorde Última Esperanza, com orla fotogênica, montanhas ao fundo e uma atmosfera de “hub de trilheiros”. Tem café com wi-fi, bar com cerveja artesanal, restaurantes com cordeiro patagônico assado, casas de ceviche e frutos do mar. Vale reservar 1 ou 2 dias na cidade antes ou depois do W pra descansar, comer bem e organizar a bagagem.

Mirante do Glaciar Grey

Seguro viagem pro Chile: essencial

Atendimento médico no exterior sai caro em qualquer lugar, e na Patagônia, longe dos grandes centros, um imprevisto vira problema sério. Fora que o Chile tem geografia complicada — resgate de trilha, torção grave, tudo pode acontecer.

A gente sempre contrata seguro em esse comparador de seguros. Ele mostra várias seguradoras lado a lado e já vem com 18% de desconto exclusivo do Grupo Dicas aplicado direto no valor final. Vale muito pra viagem de trilha, onde o risco de imprevisto é maior.

Chip de celular pra viagem ao Chile

Ficar sem sinal na Patagônia até tem seu charme, mas em Puerto Natales, Punta Arenas ou em qualquer traslado longo, ter internet no celular ajuda demais — mapa, tradutor, WhatsApp com a família, reserva de última hora.

A gente usa esse chip de viagem em todas as viagens internacionais. Chega em casa antes de embarcar, é só encaixar no celular quando pousar e já tá funcionando. Cobre o Chile e vários outros países da América do Sul.

Perguntas frequentes sobre o Circuito W

Quantos dias precisa pra fazer o Circuito W?

O padrão é de 4 a 5 dias, com 3 ou 4 noites dentro do parque. Dá pra fazer em ritmo mais apertado, mas 5 dias permite aproveitar melhor o Vale do Francês e o Mirador Britânico sem correria.

Qual o nível de dificuldade do Circuito W?

Nível médio a alto. Não exige técnica de escalada, mas tem trechos com 20 a 25 km em um único dia, subidas íngremes (principalmente na Base das Torres e no Britânico) e terreno irregular. Preparo físico prévio faz muita diferença.

Precisa de guia pra fazer o W?

Não é obrigatório. Muita gente faz de forma autônoma, reservando refúgios pela internet e navegando pelas trilhas demarcadas. Mas ir com agência facilita muito a logística, principalmente pra quem nunca fez trilha de vários dias.

Qual a melhor época pra fazer o Circuito W?

Entre outubro e abril. Dezembro a fevereiro é alta temporada (mais lotado e mais caro). Novembro e março tendem a ser ótimos: clima ainda favorável, menos gente e mais fácil de conseguir reserva.

É melhor fazer o W no sentido tradicional ou invertido?

Os dois funcionam. O tradicional começa na Base das Torres e termina no Grey, com o catamarã fechando a viagem. O invertido começa por Pudeto/Paine Grande, encara o Grey primeiro e termina na Base. A escolha depende da disponibilidade de reserva nos refúgios.

Precisa reservar refúgios com muita antecedência?

Precisa reservar refúgios com muita antecedência?

Sim, principalmente na alta temporada (dezembro a fevereiro). Muitos refúgios esgotam com 3 a 6 meses de antecedência. Como Vertice e Fantástico Sur operam setores diferentes, dá pra ir reservando conforme abre calendário em cada um.

Dá pra alugar equipamento em Puerto Natales?

Sim, e é o que a maioria dos brasileiros faz. Tem várias lojas alugando barraca, saco de dormir, isolante, bastões e até roupas de frio. Sai bem mais barato do que trazer tudo do Brasil e economiza espaço na mala.

Como funciona o catamarã do Lago Pehoé?

Ele liga Pudeto a Paine Grande e é usado pra abrir ou fechar o W. A travessia dura cerca de 30 minutos e o trecho custa em torno de US$ 30 por pessoa. Costumam ter saídas às 11h e 18h de Pudeto, e retornos às 11h35 e 18h35 de Paine Grande, mas confirme os horários antes de ir.

Economize ao máximo na sua viagem a Puerto Natales e ao Chile

O Circuito W foi, sem exagero, uma das experiências mais marcantes que a gente viveu na América do Sul. É cansativo, sim, mas cada mirante compensa o esforço. Planeja bem, reserva com antecedência e vai preparado pro clima — o resto o parque entrega.