Neste post, eu vou te dar todas as dicas que você precisa saber para viajar à Argentina e não passar perrengue! Tem muita dica importante. Eu reuni tudo em um único guia para você poder viajar para lá tranquilo e aproveitar ao máximo a sua viagem. Você vai descobrir se precisa ou não de documentos como RG, passaporte e comprovante de vacina; qual é a melhor época para viajar, já que existem algumas épocas que são bem complicadas e mais caras; e quais cidades conhecer além de Buenos Aires, pois já adianto que tem bastante opção e vou explicar tudo aqui.

Também vamos te mostrar onde ficar bem localizado, como reservar os hotéis e como economizar muito na compra dos pesos argentinos com uma dica muito bacana. Enfim, são várias dicas que vão fazer toda a diferença na sua viagem.

Para quem não me conhece, eu sou o Gabriel Lorenzi, criador do Grupo Dicas, e hoje nós vamos falar sobre a Argentina. Este é um destino muito procurado por pessoas do mundo inteiro, principalmente pelo pessoal que vive na América Latina e no Brasil, que viaja muito para lá.

A situação econômica da Argentina, segurança e preços

A primeira dica importante, gente, é sobre o contexto atual: a Argentina se encontra, sim, em uma crise econômica, e todo mundo sempre me pergunta se o país continua barato, se está seguro, se é perigoso ou se está ficando mais caro.

Como está a segurança por lá?

Em termos de segurança, nós sentimos tudo muito seguro! Mesmo quando a gente foi uns anos atrás, em um período que a crise já existia, a segurança foi excelente. Sendo muito sincero, eu me senti mais seguro caminhando por lá do que, por exemplo, quando eu morava em São Paulo, no Brasil. Não tivemos nenhum tipo de problema.

A única recomendação é aquela básica para qualquer lugar do mundo: fique atento com furtos. Deixe seus passaportes, documentos, dinheiro, RG ou o que quer que seja bem guardados dentro da bolsa com zíper ou no bolso da frente da calça e fique atento.

Mas a gente nunca percebeu nenhum problema nas ruas, e se ouve muito das pessoas que estão indo agora recentemente que a situação de segurança continua bem tranquila, mesmo com a crise.

Os preços subiram muito?

Os preços aumentaram um pouco, sim, depois que o Milei assumiu como novo presidente. As tarifas deram uma subida nos custos, mas ficou em torno de 10% de aumento; nada que justifique um impacto ou aumento muito absurdo.

Então, no geral, a situação está bacana e ainda dá para conhecer a Argentina perfeitamente. Está um pouquinho mais caro do que era antes, mas ainda é um dos destinos mais baratos do mundo para se viajar.

Documentos necessários para entrar na Argentina

Você que está planejando viajar para a Argentina, a primeira dúvida que vem na cabeça é o que precisa para entrar lá. É muito simples. Assim como todos os países que fazem parte do Mercosul (Chile, Uruguai, Colômbia), a regra é exatamente a mesma:

  • RG (carteira de identidade): Você vai precisar apenas do seu RG. Mas atenção: o RG tem que estar válido. Não vai usar aquele documento desgastado com a foto de quando você era criança. Se você tem 40 anos e a fotinho lá é de quando tinha 12, não dá. O documento precisa ter sido emitido há mais ou menos uns 10 anos no máximo. Se você não tem um recente, emite rapidinho no Poupatempo e veja a documentação para estar em ordem para não ter problemas.
  • Passaporte: Se você tem o passaporte, pode utilizar ele para entrar lá ao invés do RG. Mas fica tranquilo que, se você não tem o passaporte, não precisa tirar ele. Você usa só o RG.
  • CNH (carteira de motorista): A CNH não vale para entrar no país. Ela só é utilizada lá para você dirigir, caso você queira alugar um carro na Argentina. Mas para ingressar no país, somente o RG ou passaporte.

Seguro Viagem e vacinas

  • Seguro Viagem: Estava sendo obrigatório faz um ano atrás, agora já não é mais. O seguro viagem é uma cobertura geral para o viajante que inclui assistência médica, atendimento odontológico, roubo ou perda de bagagem. Para a Europa ele ainda é obrigatório, mas mesmo não sendo mais exigido na Argentina, a gente indica demais. Não saia do país sem um! A gente sempre faz porque é muito bom e te cobre de qualquer imprevisto e despesa médica, que pode ser gigantesca no exterior. E é muito barato: você consegue um bom seguro por cerca de R$ 14 a diária, cobrindo mais de $30.000 de despesa médica. Para acessar o comparador de preços que analisa todas as seguradoras e acha opções por metade do valor das agências tradicionais, clique aqui.
  • Vacinas: Não precisa de nenhuma vacina. Exigência de vacina da febre amarela é só para o Panamá, lugares mais afastados, Dubai ou Maldivas, que são destinos bem mais distantes e diferentes. Esses países da América do Sul aqui para baixo, próximos do Brasil, não precisam de vacina nenhuma, com exceção de alguns pontos mais acima como o Panamá, onde vale dar uma checada, mas na Argentina está 100% dispensado.

Quais cidades conhecer na Argentina além de Buenos Aires?

A maioria esmagadora dos turistas vai apenas para Buenos Aires e faz uma viagem de 5 ou 6 dias, o que já dá para aproveitar muito bem a cidade, curtir e retornar. Porém, existem alguns outros lugares muito legais e incríveis no país que as pessoas estão começando a visitar cada vez mais e que eu acho que vale muito a pena você cogitar no seu planejamento.

Nós temos posts e guias completos aqui no blog explicando destino por destino, com detalhes de cada um, caso você queira pesquisar mais a fundo.

Veja abaixo as cinco principais opções:

  • Buenos Aires: É o ponto central e a base de tudo, onde todo mundo vai. O legal é que, mesmo que você decida ir para os outros destinos que vou citar, Buenos Aires acaba fazendo parte do roteiro de qualquer forma, porque os voos internacionais só chegam por lá. Como você vai ter que desembarcar por Buenos Aires, você já aproveita para conhecer a cidade.
  • Mendoza: É uma cidade linda que está super em alta. O foco total de Mendoza são os vinhos e as visitas às vinícolas. Se você não gosta de vinho, eu acho que você já deve partir para outro destino. Mas a cidade é linda e é carinhosamente chamada por muitos de a “Toscana da América do Sul”, de tanto que as pessoas brincam com o visual dos vinhedos. É um passeio muito gostoso que vale a pena conhecer.
  • Bariloche: Uma cidade superfamosa que todo mundo conhece por causa da neve. É o destino perfeito para quem quer esquiar e curtir as atividades de montanha.
  • El Calafate: É uma cidade bem pequena, mas incrivelmente famosa por abrigar os glaciares, que são placas de gelo gigantescas consideradas as maiores do mundo. O visual por fotos e vídeos é surreal, dá para entender a magnitude do lugar, e é uma região muito legal de se conhecer.
  • Ushuaia: Fica localizada bem para baixo no mapa e é mundialmente conhecida como a “Terra do Fim do Mundo”, por ser a cidade urbana mais próxima do Polo Sul do planeta. É um lugar bem frio, onde a pegada principal é o clima de frio, neve e caminhadas ecológicas, mas as paisagens naturais são bem bonitas. É uma cidade bem pequena que muita gente gosta de incluir para conhecer.

Dá para combinar mais de uma cidade na mesma viagem?

Dá para combinar mais de um destino na mesma jornada? Até dá, mas eu acho que o roteiro fica muito puxado, a não ser que você tenha uns 18 ou 20 dias disponíveis de férias. Se você tiver esse tempo todo, até dá para fazer, e tem gente que faz uma rota combinando Buenos Aires, conhece El Calafate e depois desce para o Ushuaia.

Mas para viagens normais, eu acho que o bacana é você escrever e escolher duas cidades: conhecer Buenos Aires e somar com mais uma dessas opções para conseguir focar bem nas atrações.

Clima e as melhores épocas para visitar

A Argentina tem o clima parecido com o do Brasil. As estações funcionam assim: os meses mais frios são junho, julho e agosto (e um pouquinho de setembro), enquanto os meses de verão são dezembro, janeiro e fevereiro.

Os meses entre eles são o outono e a primavera, que são bem parecidos em questão de clima e de temporada. Como a Argentina é muito ampla e extensa, dependendo da cidade pode ser que uma época seja melhor que a outra.

Temporada de inverno e neve

  • Meses de neve: Vai do meio ou fim de junho até o meio de setembro para você conseguir curtir realmente a neve.
  • Alta temporada: Julho e agosto representam a maior temporada de todas, o que deixa destinos como Bariloche, Ushuaia e El Calafate bem mais caros.
  • Buenos Aires no inverno: Se o seu objetivo é ir apenas para Buenos Aires, evite essa época. Vai estar muito frio (um frio que não é bacana para passear e conhecer a cidade) e a capital fica cheia, porque os turistas param ali uns dias antes de pegar o voo para as cidades de neve. Não é uma época legal para focar na capital.

Temporada de verão

  • Calor intenso: O verão na Argentina é muito quente e intenso.
  • Buenos Aires no verão: Tente evitar dezembro e janeiro. São meses muito quentes para andar por Buenos Aires e pelas outras cidades; fica até meio difícil porque você vai transpirar e suar muito, sendo um calor bem desgastante. Além disso, a cidade fica bem vazia e não é muito festeira no final de ano.
  • Outras cidades no verão: Destinos como Bariloche e Ushuaia entram na baixa temporada no verão. Eles possuem passeios lindos nessa época, não é só neve, com opções de montanha, rio, barco e várias coisas legais. Quem busca preços melhores nesses destinos de natureza pode ir no verão explorar essas paisagens.

Primavera e outono (a melhor época para Buenos Aires)

  • Meses do outono: Fim de março, abril e maio.
  • Meses da primavera: Final de setembro, outubro e novembro.
  • Por que ir: São os meses intermediários e representam, de longe, a melhor época para Buenos Aires. A cidade não fica lotada, os preços são bons e o clima está delicioso para andar e caminhar. São as nossas épocas preferidas.

Escolha do Aeroporto: Aeroparque vs. Ezeiza

Buenos Aires conta com dois aeroportos principais que recebem a maioria dos voos. Para pesquisar passagens aéreas e conferir os links das ferramentas oficiais com descontos inclusos, clique aqui.

Ezeiza (EZE): Fica bem mais longe do centro. O trajeto até o hotel demora cerca de 1 hora ou mais, dependendo do trânsito. Às vezes a passagem aérea para Ezeiza está bem mais barata; se a diferença for grande, vale a pena descer nele. Porém, saiba que o transporte de lá até o centro vai dar quase o dobro do preço (calculamos mais ou menos uns $30 o trecho de táxi ou transfer). Se a passagem aérea estiver quase o mesmo preço ou só um pouquinho mais cara, priorize o Aeroparque.

Aeroparque (AEP): É o mais indicado de todos! Ele fica colado no centro turístico e dá mais ou menos uns 25 minutos de deslocamento até o seu hotel. De táxi ou aplicativo, a corrida fica em torno de $10 a $15. É o aeroporto mais próximo possível, então, se puder priorizar o Aeroparque na hora de comprar a passagem, faça isso para ter uma experiência mais rápida.

Patagônia Argentina

Onde ficar hospedado em Buenos Aires

A questão da hospedagem é bem simples de entender. Existem três bairros principais onde os turistas mais se hospedam: o Centro, a Recoleta e Palermo. Eles ficam bem próximos no mapa e qualquer um deles é uma região legal e boa para ficar.

  • O Centro: É uma região onde você encontra hotéis muito bons e mais baratos. Pode ir sem problemas, mas saiba que o Centro de noite fica meio deserto e não passa aquela sensação de total segurança. Não significa que não seja seguro, mas às vezes traz um sentimento de insegurança ao caminhar à noite.
  • A Recoleta (nossa região favorita): A gente já ficou três vezes em Buenos Aires e duas foram na Recoleta porque ficamos totalmente encantados. É um bairro que fica perto dos outros dois, tem muita coisa turística por perto (você faz tudo pertinho) e é o bairro mais bonito da cidade! Achamos o lugar mais charmoso, seguro, arborizado e cheio de parques. É uma área um pouco mais legal, por isso preferimos ir para lá.

Para ver o nosso mapa personalizado com a melhor região delimitada e a lista dos hotéis que já testamos, clique aqui. No site parceiro da nossa página, você garante o menor preço e tem a vantagem do cancelamento gratuito.

Os hotéis que já ficamos e recomendamos na Recoleta

  • Hotel 3 Estrelas (Bom e Barato): É um hotel três estrelas excelente, limpinho, muito bem localizado e onde a gente se sentiu super seguro. Não tem luxo, mas é um hotel super bacana. Fiz uma simulação de diária para outubro (daqui a dois meses, uma época ótima de clima) e estava saindo por R$ 260 a diária. Vamos ser sinceros: R$ 260 a diária é muito barato! Não dá para negar que é uma hospedagem bem barata comparada aos outros hotéis.
  • Hotel 4 Estrelas (Mais Conforto): É uma opção para quem quer um quarto maior, mais conforto e uma estrutura bem bonita e limpinha. Nessa mesma data da simulação, ele estava saindo por R$ 450 a diária. Dica do Gabriel: Pesquise sempre! Hotel é meio doido e, dependendo da data que você joga, o quatro estrelas fica quase o mesmo preço do hotel de três estrelas. Por isso use o link indicado para ir pesquisando.

O truque do cancelamento gratuito

Uma dica que está fazendo a gente economizar muito dinheiro com hospedagem, tanto na Argentina quanto em qualquer outro lugar do mundo, é a antecedência nas reservas. Nós usamos sempre um site buscador que é o maior do mercado de hotéis do mundo (que está linkado na nossa página de ferramentas parceiras junto com o mapa interativo de Buenos Aires para você conferir a localização dos quartos).

A grande sacada de reservar por esse site é que eles oferecem a opção de cancelamento gratuito na quase totalidade dos hotéis. Então, a estratégia perfeita é: entrou no site, gostou de um hotel bem localizado e já sabe o período da viagem? Faça a reserva imediatamente para garantir aquela tarifa! Se mais para a frente você precisar alterar as datas, mudar de hotel ou cancelar os planos, basta dar um clique no aplicativo e a reserva é cancelada sem burocracia nenhuma e você não paga nada de taxa.

Fazer isso é fundamental porque nós estamos vendo os preços das diárias subirem muito rápido em questão de meses ou semanas. Garantir o quarto com antecedência é a melhor forma de ter uma hospedagem boa e barata. Para conferir a lista com os hotéis exatos em que nos hospedamos na Recoleta e no centro, ver o mapa de bairros e acessar o buscador de reservas com descontos exclusivos de seguidor, clique aqui.

Alimentação na Argentina: Preços e restaurantes

Tem muita gente comentando na internet que comer na Argentina ficou muito caro. O que aconteceu na realidade, gente, é que no passado era tudo extremamente barato devido à desvalorização da moeda, e agora que as coisas começaram a se estabilizar um pouco, os turistas se assustaram e começaram a falar que está caro.

Nós pesquisamos muito e olhamos todos os preços de cardápios atualizados para te passar a real: mesmo estando um pouco mais caro do que antes, comer em Buenos Aires continua barato! Fazendo a conversão para o real e comparando os custos com o que se paga para comer em restaurantes bons de capitais brasileiras como São Paulo (onde eu morei e paguei contas por anos), o preço na Argentina é excelente e vale super a pena.

  • Fast-food: Um combo completo de Big Mac com batata e refrigerante no McDonald’s sai na faixa de R$ 25 a R$ 30 após fazer a conversão dos pesos.
  • Restaurantes de qualidade: Um jantar para um casal em um restaurante bacana, legal, tomando uma garrafa de vinho e pedindo pratos de carnes nobres, fica na média de R$ 100 a R$ 110 no total da conta. Não está caro e continua compensando muito.

O que vale a pena comprar por lá?

Se você está pensando em fazer compras na Argentina, saiba que pouca coisa está valendo a pena. O comércio de roupas de marca, eletrônicos, perfumes importados e bolsas de grife não compensa, pois os preços estão saindo praticamente a mesma coisa ou até mais caros do que nas lojas do Brasil.

O que realmente vale a pena comprar são os produtos gastronômicos e culturais locais: vinhos finos, alfajores, doce de leite e especiarias tradicionais. Esses itens possuem uma qualidade espetacular e preços excelentes.

Câmbio: Como comprar pesos argentinos com economia

Para viajar para a Argentina com inteligência financeira, você precisa entender como funciona a dinâmica das moedas por lá, pois ela é completamente diferente do resto do mundo.

O fim da diferença do Câmbio Blue Parallel

Durante muitos anos, existiram duas cotações paralelas no país: o câmbio oficial do governo e o chamado Câmbio Blue (ou paralelo). O câmbio Blue era operado em pequenas agências e correspondentes físicos, sendo super famoso e fácil de achar na Calle Florida, no centro de Buenos Aires.

Essa cotação Blue pagava o dobro de pesos por cada real ou dólar em dinheiro vivo. Era uma discrepância absurda: se você trocasse R$ 1 no câmbio oficial do banco no Brasil, recebia 20 pesos argentinos; se levasse esse mesmo R$ 1 em espécie para trocar no mercado paralelo em Buenos Aires, recebia 40 pesos. O seu dinheiro rendia o dobro e existiam várias táticas para comprar mais barato.

No entanto, o mercado de câmbio foi regulamentado e a taxa oficial foi unificada com as cotações de mercado. O Câmbio Blue perdeu o sentido e essa diferença duplicada não existe mais nas ruas. Os valores se unificaram. Apesar disso, a ferramenta que você escolhe para fazer o seu câmbio ainda dita uma diferença imensa em taxas de conversão e impostos no bolso.

As grandes sacadas da Conta Global

  • Economia extrema no IOF: Utilizando o cartão da conta global, você vai pagar um IOF de apenas 1,1%. Se você decidir usar o seu cartãozinho de crédito tradicional de banco na viagem, você vai pagar em média aí uns 5% de IOF. Então é muito mais barato tanto o câmbio e a cotação quanto o IOF, as taxas e as isenções que são muito boas, tá?
  • Custo zero: Você não paga taxa de abertura e nem taxa de manutenção. Custo nenhum!
  • Envio por Pix: Você só vai convertendo e jogando seus reais de forma super fácil por Pix ou transferência. Você transfere para essa sua conta, o aplicativo já vê a cotação e o saldo vira dinheiro em dólar.
  • Dólar comercial: Esse dinheiro rende muito mais! Por que se você for em uma casa de câmbio normal sacar seus pesos argentinos, seu dólar ou qualquer dinheiro que seja, você vai pagar a taxa do dólar turismo (ou peso turismo), que é muito mais cara. Nessa conta Global, você vai colocar o dinheiro baseado no dólar comercial, que ele é bem mais barato que o turismo, o que já é uma grande vantagem.
  • Conversão automática: Depois, quando você usar esse cartão, que é bandeira Visa e funciona em qualquer lugar do mundo, vai ser um cartão de débito (mas que passa como se fosse um cartão de crédito na maquininha). Você usa ele lá em qualquer lugar e ele converte automaticamente para a moeda local, no caso da Argentina, o peso argentino.

Hoje em dia, essas contas já usam praticamente esse mesmo câmbio vantajoso. É um câmbio muito bom e é totalmente seguro você ter sua conta em dólar. Você tem vários benefícios, como sala VIP em alguns aeroportos.

Eu tenho três contas globais abertas que uso muito para fazer testes sempre, e tem uma específica que já faz um ano e pouco que está se destacando muito. É a que eu uso aqui nos Estados Unidos e em todos os lugares para onde a gente viaja; estou usando ela disparado e está sendo a melhor opção de todas.

Para baixar o aplicativo dessa conta direto no seu celular e abrir a sua agora mesmo, clique aqui.

Cupom de desconto com cashback: Através do nosso link, você consegue também um cupom de desconto especial onde você ganha até $20 de cashback de volta depois que você faz a primeira cotação e remessa. Já é uma graninha a mais aí para a sua viagem que dá para pagar pelo menos um almoço por lá! Dá uma olhadinha que o sistema é muito bom.

Dica extra: Como sacar pesos argentinos sem taxas

Como outra dica extra de logística: assim que você chegar lá no país, procure um caixa eletrônico. O próprio aeroporto de chegada tem caixas eletrônicos disponíveis.

Com essa mesma conta e com esse seu cartão da conta Global, você consegue sacar os pesos direto no terminal eletrônico. Os primeiros dois saques de cada mês são gratuitos, não têm taxa nenhuma! Desse modo, você já fica com uma graninha em dinheiro vivo na mão para pagar as gorjetas e as tips nos restaurantes ou cobrir algum lugar caso aconteça o imprevisto de alguma maquininha ou cartão não passar ali na hora.

Conectividade: Como usar o celular e comprar o chip de internet

Poder usar o celular na Argentina para consultar rotas de transporte no mapa, olhar avaliações de restaurantes e usar aplicativos de mobilidade é fundamental.

O perigo do roaming internacional tradicional

Levar o seu chip de celular do Brasil e simplesmente usá-lo no exterior costuma ativar o roaming internacional da operadora, o que gera contas abusivas e caríssimas na fatura do mês seguinte. Algumas operadoras brasileiras específicas possuem planos promocionais fechados (como o Passaporte Américas) em que você paga um valor fixo em contrato e pode usar a franquia de internet em outros países das Américas.

Vale a pena dar uma olhadinha com a sua operadora se você possui esse benefício. Caso contrário, não ative o roaming de dados comum.

Chip de rua na Argentina x Chip virtual de antecedência (eSIM)

A forma mais barata em termos nominais de ter internet é desembarcar na Argentina, procurar uma loja física de telefonia de rua deles e comprar um chip pré-pago local. Quando a gente comprou o chip físico na loja para usar durante todos os dias da viagem, o custo deu o equivalente a cerca de R$ 40. É bem barato e você configura tudo lá na hora para usar a internet.

No entanto, a logística que nós começamos a adotar de uns anos para cá e que se mostrou muito mais vantajosa para as férias é já comprar um chip internacional eletrônico (eSIM) pela internet antes de sair do Brasil. Os celulares mais modernos contam com a tecnologia do chip virtual: você compra o plano no site parceiro, recebe um e-mail com um QR Code minutos depois, faz a leitura com a câmera do celular e o plano de dados internacional fica configurado.

Assim que o avião pousar na pista na Argentina, você já ativa o plano e sai navegando com internet ilimitada e com suporte técnico totalmente em português.

Por que preferimos o chip virtual antecipado? Embora ele tenha um preço de tabela mais elevado do que o chip comprado na lojinha de rua na Argentina, ele te economiza tempo de viagem. Ir até uma loja física no shopping de Buenos Aires, enfrentar filas de atendimento, preencher cadastros com documentos estrangeiros e configurar o sistema consome facilmente de duas a três horas valiosas do seu dia de férias.

Se você pegar essas horas perdidas e calcular o valor delas dentro do investimento que você fez pagando passagens e hotéis, perder tempo precioso resolvendo problemas operacionais na rua acaba saindo muito mais caro.

A gente prefere já chegar com tudo funcionando. Para pesquisar os planos de internet internacional ilimitada e garantir o seu chip virtual com desconto especial de seguidor já aplicado no link, clique aqui.

Compra de passeios, ingressos e shows de tango

A Argentina é um destino muito cultural e voltado para caminhadas e contemplação urbana, o que significa que você não vai precisar gastar muito dinheiro comprando uma infinidade de ingressos para atrações fechadas. Mas existem alguns passeios clássicos e tradicionais que são imperdíveis e exigem reservas antecipadas:

  • O tradicional show de tango com jantar incluído em Buenos Aires;
  • O passeio de barco de navegação pelos canais do Rio Tigre;
  • O tour guiado por dentro do estádio do Boca Juniors (La Bombonera) ou do River Plate.

Para fazer essas compras com total segurança, nós utilizamos a maior plataforma de revenda de ingressos e excursões turísticas do mundo. A grande sacada desse site parceiro é que você consegue comprar os passeios online pagando em reais, o que elimina a cobrança daquelas taxas de IOF de compras internacionais no exterior e te permite parcelar e organizar todo o calendário de atividades antes de sair de casa.

Os preços lá são consistentemente mais baratos do que os das agências físicas de rua na Argentina. Para acessar o catálogo completo de atividades no país e garantir os seus ingressos com desconto, clique aqui.

Seguro Viagem Internacional: Ele é obrigatório para a Argentina?

Durante o período da pandemia de Covid-19, o governo argentino instituiu a obrigatoriedade legal de os turistas portarem uma apólice de seguro de saúde com cobertura médica para conseguirem entrar no país. Atualmente, o governo já retirou toda essa obrigatoriedade e o documento não é mais uma exigência legal na imigração.

No entanto, eu sempre dou esse aviso categórico em todos os meus posts: nunca saia do país sem um seguro viagem internacional! Deixar de contratar essa proteção para economizar uma quantia pequena é uma das piores decisões de planejamento.

Se você sofrer uma indisposição estomacal com alguma comida diferente, torcer o pé caminhando pelas calçadas ou precisar de qualquer atendimento médico ou consulta de urgência em uma clínica particular na Argentina, os custos hospitalares para estrangeiros são caríssimos, ficando em pelo menos $500 ou $600 por procedimentos simples. Se houver necessidade de internação no exterior, o prejuízo financeiro é gigante.

O seguro viagem é um serviço incrivelmente barato, custando na faixa de apenas R$ 14 a R$ 15 por dia por pessoa. Por esse valor baixo, ele te garante cobertura total contra qualquer despesa médica, hospitalar ou odontológica que você venha a ter no exterior, além de cobrir custos com remédios em farmácias e pagar indenizações financeiras em casos de atrasos de voos ou extravio de bagagens no aeroporto.

É a garantia de que um imprevisto de saúde não vai se transformar em uma dor de cabeça financeira nas suas férias. Para utilizar a nossa ferramenta comparadora de seguros de saúde que pesquisa os preços reais em todas as maiores seguradoras do mercado e encontra planos robustos por tarifas muito mais baixas do que nos sites das próprias operadoras, clique aqui. O processo leva menos de 5 minutos e a sua apólice estará emitida.

Resumo da estrutura de roteiro recomendada

Se você tem um período total de 10 dias de férias para gastar na Argentina, a divisão perfeita de dias que eu recomendo para o seu planejamento de roteiro para aproveitar as cidades com equilíbrio é focar em duas delas para não ficar muito corrido. Por exemplo, passar 5 dias em Buenos Aires explorando os bairros e a cultura, e os outros 5 dias em Mendoza curtindo os vinhedos e as montanhas (ou em Bariloche se o seu foco for a neve).

Se você tiver mais tempo disponível, como 12 ou 15 dias de férias, pode perfeitamente adicionar mais dias de estadia ou incluir uma terceira cidade de acordo com o seu perfil.

Para quem quiser tirar dúvidas, eu estou conseguindo responder muito mais rápido através do direct do Instagram! Segue lá e envie uma mensagem por texto.

Às vezes demora um pouquinho para responder, gente, porque estamos recebendo uma quantidade muito grande de mensagens diariamente, mas eu dou uma raça nas respostas porque eu gosto muito de conversar com a galera e ajudar de verdade no planejamento das viagens.

Espero de coração que vocês tenham gostado deste guia completo com todas as informações práticas de logística e câmbio para a Argentina! Muito obrigado, dediquem um tempo aos preparativos, organizem bem as malas e tenham uma excelente viagem!

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