
Ubatuba é daqueles destinos que a gente demora pra dar conta: são mais de 100 praias espalhadas pela costa, cachoeiras escondidas na Mata Atlântica, ilhas com água transparente e um centrinho caiçara que rende noite. Com 4 dias dá pra montar um roteiro muito completo, se você organizar bem por regiões (norte, centro e sul) em vez de ficar cruzando a cidade toda hora.
Foi o que a gente aprendeu na prática: tentar fazer 5 praias por dia é a receita pra ficar preso na Rio–Santos e chegar em tudo no horário errado. Neste guia, a gente montou um roteiro de 4 dias em Ubatuba que já testamos e funciona bem, com dicas de passeios, restaurantes que valem a visita e onde economizar.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Ubatuba a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hospedagem, transporte, passeios, restaurantes e as melhores praias por perfil.
Primeiro dia: Projeto Tamar, Praia Grande e centro histórico
O primeiro dia é pra pegar leve, entrar no ritmo caiçara e conhecer a parte mais urbana e cultural da cidade. Como muita gente chega em Ubatuba já cansada da estrada (a Rio–Santos tem curva demais), esse roteiro central cai bem.
Manhã: Projeto Tamar
Comece pelo Projeto Tamar Ubatuba, um dos passeios mais queridos da cidade, dedicado à preservação das tartarugas marinhas. Tem tanques com várias espécies, exposições ao ar livre e atividades educativas — vai muito além de “ver tartaruga”. Dá pra passar tranquilamente 1h30 a 2h por lá.
- Endereço: R. Antonio Atanázio, 273 — Jardim Paula Nobre
- Ingresso: costuma custar em torno de R$ 30 a R$ 40 por pessoa
- Dica: os horários mudam conforme a temporada, então confere no site oficial antes de ir

Tarde: Praia Grande
Depois do Tamar, é hora de estrear as areias de Ubatuba. A Praia Grande tem cerca de 1,8 km de extensão e é uma das mais estruturadas da cidade: quiosque em quase todo o trecho, restaurantes servindo frutos do mar, aluguel de cadeira e guarda-sol — perfeita pra quem não quer carregar mochila.
Não é a praia mais deserta de Ubatuba, mas é ótima pra um primeiro contato tranquilo. Se você quiser ir além, dali sai a trilha das Sete Fontes, que liga praias mais desertas e é um belo bônus pra quem topa caminhar.

Noite: Avenida Iperoig, centro histórico e Tachão
À noite, o programa é caminhar pela Avenida Iperoig e explorar o centro histórico, que ainda mantém construções dos séculos XVIII e XIX — a Igreja Matriz, o Sobradão do Porto e o Mercado Municipal são os mais bonitos. Tem lojinhas de artesanato caiçara e várias opções de gastronomia local.
Pra fechar, uma parada no Tachão de Ubatuba pra provar os doces regionais. Ticket médio em torno de R$ 30 a R$ 60 por pessoa e vale cada centavo — a gente sempre volta pra casa com uns potinhos.
- Endereço: R. das Begônias, 95 — Jardim Carolina
- Funcionamento: segunda a sábado das 9h às 18h; domingo das 10h às 18h

Segundo dia: Ilha das Couves e Picinguaba
O segundo dia é dedicado à Ilha das Couves, que é um dos passeios mais espetaculares de Ubatuba e um dos mais concorridos do litoral norte de SP. Água transparente, peixinhos coloridos batendo na sua canela, cenário que parece Caribe.
Manhã: travessia pra Ilha das Couves
Os barcos saem principalmente da Praia de Picinguaba, na região norte da cidade (uns 40-50 minutos de carro do centro). O passeio médio custa em torno de R$ 80 por pessoa em barco compartilhado.
⚠️ Um alerta importantíssimo: a visitação à ilha é limitada a três turnos por dia (8h, 11h e 14h), com cerca de 177 visitantes por turno. É essencial reservar com antecedência, principalmente em alta temporada. Muita gente aparece sem agendamento e não consegue embarcar.
Leva máscara de snorkel — a gente foi sem uma vez e se arrependeu, porque a água é transparente e cheia de peixe. Se puder alugar equipamento na praia de saída, melhor ainda.

Tarde: almoço em Picinguaba
Voltando da ilha, o vilarejo de Picinguaba é o lugar perfeito pra almoçar. Restaurantes bem rústicos, à beira mar, servindo peixe fresco grelhado, camarão, moqueca — a cara da culinária caiçara. Pratos individuais costumam ficar em torno de R$ 50 a R$ 80.
Se quiser um restaurante mais estruturado no caminho de volta pro centro, o Restaurante Jundu, no Itaguá, é uma boa parada.
- Endereço: Av. Leovigildo Dias Vieira, 810 — Itaguá
- Funcionamento: segunda a domingo, das 11h30 à meia-noite

Noite: luau na praia
Pra fechar o dia, algumas praias de Ubatuba costumam ter luaus à noite, com música ao vivo, fogueira e roda de violão — a Praia Vermelha do Norte e a Praia do Perequê-Açu são as mais tradicionais nesse tipo de programa. Vale perguntar na pousada se tem algum rolando no dia.

Aluguel de carro em Ubatuba (economize até 34%)
Antes de seguir pro terceiro dia, um alerta importante: Ubatuba é uma cidade extremamente espalhada. Do centro até Picinguaba, no extremo norte, são quase 50 km de Rio–Santos. Fazer isso de ônibus urbano ou app dá muito trabalho — praticamente todo mundo aluga carro pra dar conta do roteiro completo.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas e Hertz, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Terceiro dia: Praia do Tenório, orla e restaurantes
O terceiro dia é pra desacelerar depois da maratona da Ilha das Couves. A ideia é ficar mais perto do centro, aproveitar praia com estrutura, comer bem e curtir a orla à noite.
Manhã: Praia do Tenório
A Praia do Tenório é uma das mais próximas do centro, com mar geralmente tranquilo e ótimos quiosques. É ideal pra família e pra quem quer evitar deslocamento longo no dia. Vá cedo pra pegar sombra e estacionamento — depois das 10h a coisa aperta em fim de semana.

Almoço: Peixe com Banana
Pra provar a cara da comida caiçara, uma dica de ouro é o restaurante Peixe com Banana, no centro. O prato carro-chefe é justamente o azul marinho — peixe fresco cozido com banana verde, uma tradição da região. Ticket médio em torno de R$ 50 a R$ 80 por pessoa.
- Endereço: R. Guarani, 315 — Centro
- Funcionamento: segunda, quarta e quinta, do meio-dia às 22h; sexta, sábado e domingo, do meio-dia às 23h

Tarde: orla, feirinhas e pôr do sol
À tarde, aproveita pra caminhar na orla, dar uma passada nas feiras de artesanato (a da Praia do Cruzeiro é uma das mais gostosas) e contemplar o pôr do sol na baía. Se der tempo e você curtir compras, o Shopping Porto Itaguá tem lojas de moda praia, souvenirs, cinema e praça de alimentação — ótima carta na manga pra dia de chuva também.

Noite: observação de estrelas
Ubatuba, por estar cercada de Mata Atlântica e ter pouca poluição luminosa em várias regiões, é ótima pra observação de estrelas. Algumas pousadas e guias locais oferecem passeios noturnos voltados pra contemplação do céu — vale perguntar na sua hospedagem. Se estiver céu limpo, é um dos programas mais bacanas e menos óbvios da cidade.

Onde ficamos em Ubatuba (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Onde ficar em Ubatuba não é das tarefas mais difíceis, pois a cidade concentra boa parte da rede hoteleira e infraestrutura em uma única região. No entanto, é possível, sim, hospedar-se em CEPs mais afastados para otimizar o orçamento; saiba mais:
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Quarto dia: Itamambuca, Cachoeira e Praia do Prumirim
O último dia é pra encerrar em grande estilo indo pra região norte, que tem as praias mais preservadas da cidade e a melhor cachoeira acessível de carro.
Manhã: Praia de Itamambuca
A Praia de Itamambuca é o point dos surfistas de Ubatuba, mas mesmo quem não pratica esporte curte muito o lugar. A praia é cercada de Mata Atlântica preservada, com o encontro do rio e o mar formando um cenário único — dá pra tomar banho de água doce e salgada no mesmo passeio.
Tem quiosques que servem petiscos e bebidas, além de pousadas e campings. É preservada mas com estrutura suficiente pra passar o dia todo tranquilo. O mar é forte em muitos pontos — sempre respeite as placas e siga a orientação dos salva-vidas.

Tarde: Cachoeira do Prumirim
Depois do almoço, seguindo pra o norte pela Rio–Santos, a parada obrigatória é a Cachoeira do Prumirim. Fica a cerca de 20 km do centro, o acesso é fácil e bem sinalizado, com trilha curta de uns 15 minutos a partir da rodovia.
A queda tem aproximadamente 15 metros e forma uma piscina natural ótima pra banho. É refrescante, cercada de mata e cabe no roteiro sem drama. Dica prática: use calçado fechado até chegar na queda — as pedras são escorregadias.

Fim de tarde: Praia do Prumirim
Se ainda restar disposição, a Praia do Prumirim é logo depois da cachoeira e tem águas cristalinas, areia dourada e a Ilha do Prumirim ali na frente. Se sobrar tempo e for cedo, dá até pra fazer a travessia rápida de barco pra ilha (sai do canto direito da praia, perto do Rio Prumirim), que costuma custar em torno de R$ 30 a R$ 50 por pessoa ida e volta.

Noite: jantar no Terra Papagalli
Pra fechar o roteiro com chave de ouro, uma dica de ouro é o Terra Papagalli, considerado um dos melhores restaurantes de Ubatuba. Cortes nobres de carnes, frutos do mar de qualidade e o famoso polvo grelhado, com boa carta de vinhos. Ticket médio em torno de R$ 80 a R$ 150 por pessoa. Vá com reserva, principalmente em feriado e alta temporada.
- Endereço: R. Xavantes, 537 — Itaguá
- Funcionamento: quarta a sábado, do meio-dia às 23h; domingo, do meio-dia às 18h

Passeios extras se você tiver mais tempo
Se sobrar meio dia (ou você quiser trocar algo do roteiro), essas experiências valem muito a pena:
- Ilha Anchieta: Parque Estadual com ruínas de um antigo presídio, trilhas ecológicas e praias paradisíacas. O passeio dura cerca de 6 horas e costuma incluir transporte, guia e almoço.
- Circuito de barco pelo sul: saindo da região do Lázaro, passa pela Vermelha do Sul, Praia do Arquiteto, Costa, Brava da Fortaleza e Fortaleza. Costuma custar em torno de R$ 120 a R$ 200 por pessoa em lancha compartilhada.
- Aldeia Rio Bonito — Viver Guarani: imersão na cultura indígena Mbyá com arco e flecha, histórias, artesanato, cantos tradicionais e uma cachoeira na Mata Atlântica pra fechar. Um dos passeios mais especiais e diferentes da cidade.
- Praia do Félix + Praia das Conchas + Praia do Português: combo bem legal pra quem curte trilha curta e praia preservada — as duas últimas são acessadas por caminhos a partir do Félix.
Como economizar em passeios e ingressos
Pra comprar ingressos de passeios (Ilha das Couves, Ilha Anchieta, escunas e outros) com antecedência e sem cair em cilada, a gente usa sempre esse site que a gente usa em todas as viagens. Os preços são justos, tudo em reais e sem IOF, dá pra parcelar e a maioria dos passeios tem cancelamento gratuito.
É uma das plataformas mais confiáveis do mundo pra passeios turísticos e tem suporte 24h em português. A gente reserva por lá porque garante o horário desejado (principalmente em alta temporada, quando os passeios lotam) e ainda evita cair em vendedor de rua que cobra mais caro pelo mesmo tour.

Erros comuns que os turistas cometem em Ubatuba
Alguns tropeços a gente já cometeu e vê muita gente cometendo em Ubatuba. Anota aí pra evitar:
- Subestimar o trânsito e a distância: a Rio–Santos tem curva demais e, em alta temporada, congestiona feio. Foque em uma região por dia (norte, centro ou sul) em vez de tentar cruzar a cidade toda hora.
- Ignorar a previsão de chuva: Ubatuba é conhecida como “Chubatuba” com carinho. Tenha sempre um plano B pra dia chuvoso (Tamar, centro histórico, shopping, restaurantes).
- Não reservar passeios de barco com antecedência: principalmente pra Ilha das Couves, que tem limite diário rígido de visitantes. Muita gente chega e não consegue embarcar.
- Ficar sem dinheiro em espécie: pequenos barcos, quiosques em praias isoladas e alguns estabelecimentos ainda operam só com dinheiro. Leva um trocado.
- Não respeitar áreas de risco: praias de tombo como a Sununga e trechos de mar aberto (Vermelha do Norte, Itamambuca) exigem cuidado. Sempre siga a orientação dos salva-vidas.
- Deixar lixo nas praias escondidas: Português, Conchas e outras praias com pouca estrutura precisam de “lixo zero”. Tudo o que você levou, leva de volta.
Melhor época pra ir a Ubatuba
Cada época tem sua vantagem, mas dá pra dividir grosso modo assim:
- Alta temporada (dezembro a fevereiro e feriados): mar quente, dias longos, tudo funcionando — mas praias cheias, preços altos e Rio–Santos congestionada.
- Melhor custo-benefício (março, abril, agosto, setembro, início de novembro): menos chuva que o verão, menos gente, clima ainda agradável e preços mais amigáveis. É quando a gente prefere ir.
- Inverno (junho e julho): mais frio pra banho prolongado, mas ótimo pra trilha, cachoeira, gastronomia e passeios culturais. Preços caem bem.
Se conseguir escapar da alta temporada e dos feriados, sua viagem vai render muito mais — menos fila em passeio, praia mais tranquila e hospedagem custando quase metade.
Perguntas frequentes sobre o roteiro de 4 dias em Ubatuba
Vale a pena alugar carro em Ubatuba?
Vale muito. As praias de Ubatuba são bem espalhadas ao longo de quase 50 km da Rio–Santos, e o ônibus urbano não cobre bem os passeios turísticos. Com carro dá pra fazer norte, centro e sul sem depender de horário nem gastar fortuna em aplicativo.
Quantos dias são ideais pra conhecer Ubatuba?
Quatro dias já dão pra ter uma experiência completa (é o roteiro deste post). Com 5 ou 6 dias fica ainda mais gostoso, permitindo encaixar Ilha Anchieta, mais praias do sul (Lázaro, Domingas Dias, Fortaleza) e experiências culturais como o Viver Guarani.
Onde fica a saída pra Ilha das Couves?
Os barcos saem principalmente da Praia de Picinguaba, no extremo norte de Ubatuba (uns 40-50 minutos do centro). É essencial reservar com antecedência — a visitação é limitada a três turnos por dia (8h, 11h e 14h), com cerca de 177 visitantes por turno.
Ubatuba é boa pra ir com crianças?
Sim. As praias do sul (Lázaro, Domingas Dias, Enseada) têm mar mais calmo e são ótimas pra família. Além disso, o Projeto Tamar é um passeio que criança adora, e a Cachoeira do Prumirim tem trilha curta e piscina natural rasa em alguns pontos. Só fique atento às praias de mar forte (Vermelha do Norte, Itamambuca, Sununga).
Qual é a melhor praia de Ubatuba?
Difícil eleger uma só, mas as favoritas costumam ser: Félix (equilíbrio entre estrutura e beleza), Itamambuca (surf e natureza preservada), Prumirim (águas calmas e ilha na frente), Lázaro (família) e Ilha das Couves (a mais espetacular pra mergulho). Depende muito do seu perfil.
Precisa de dinheiro em espécie em Ubatuba?
No centro e no Itaguá, cartão e PIX rolam tranquilamente. Mas em quiosques de praias mais isoladas e em pequenos barcos ainda tem gente que só aceita dinheiro. Leva sempre uma reserva em espécie pra não passar aperto.
Ubatuba é perigosa?
Ubatuba é um destino turístico tranquilo, sem grandes problemas de segurança nas áreas de praia e centro. Os principais riscos são no mar (praias de mar forte) e em trilhas (calçado inadequado, área escorregadia). Use bom senso e siga as orientações locais.
Quanto custa uma viagem de 4 dias em Ubatuba?
Varia muito com a época. Fora da alta temporada, dá pra fazer uma viagem confortável em torno de R$ 1.500 a R$ 2.500 por pessoa (hospedagem, alimentação, passeios e combustível), já em alta temporada e feriado esse valor sobe bastante — pode dobrar. Reservar hospedagem e passeios com antecedência ajuda a economizar muito.
Economize ao máximo na sua viagem a Ubatuba
- Guia completo de Ubatuba
- Roteiro perfeito de 1 dia em Ubatuba
- Roteiro perfeito de 2 dias em Ubatuba
- Roteiro perfeito de 3 dias em Ubatuba
Ubatuba é daqueles destinos que a gente sempre volta com vontade de ficar mais. Em 4 dias dá pra ter um gostinho muito completo — mar, mata, cachoeira, gastronomia caiçara e ilhas paradisíacas. O segredo é planejar por regiões, reservar os passeios com antecedência (principalmente Ilha das Couves) e não subestimar as distâncias. Faz assim que a viagem rende o dobro.