
Fazer um roteiro de trem pela Toscana é uma das formas mais gostosas e práticas de conhecer essa região do centro da Itália. A rede ferroviária é eficiente, as estações ficam no meio das cidades e, entre uma parada e outra, a gente vai vendo vinhedos, colinas e vilarejos medievais passando pela janela.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi a facilidade: dá pra usar Florença como base e sair fazendo bate-volta pra Pisa, Lucca, Siena sem estresse nenhum, sem se preocupar com estacionamento nem com as famosas ZTLs (zonas de tráfego restrito) que existem em quase toda cidade italiana.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Toscana a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como se preparar pra um roteiro de trem pela Toscana
A regra de ouro é uma só: planejamento evita dor de cabeça. Reserve os trechos mais concorridos (principalmente os de alta velocidade que ligam Roma ou Milão a Florença) com antecedência, porque os preços sobem bastante perto da data.
Chegue na estação com uns 20-30 minutos de sobra. As estações italianas são grandes, a plataforma só aparece no painel poucos minutos antes, e não é raro ela ficar do outro lado do saguão. Já perdemos trem por confiar demais no tempo.

Uma coisa importante: a Itália tem vários tipos de trem, e escolher o certo faz muita diferença no preço e no tempo de viagem. A gente explica isso em detalhes abaixo, mas se quiser um panorama mais amplo dá uma olhada na nossa matéria de viagens de trem pela Itália.
Melhor época pra fazer o roteiro de trem
As melhores épocas pra rodar a Toscana de trem são a primavera (abril a junho) e o início do outono (setembro a meados de outubro). Clima ameno, campos verdes, girassóis, colinas fotogênicas e trens menos lotados.
No verão (julho e agosto) o calor pega firme, Florença, Pisa e Siena ficam abarrotadas, e os trechos mais turísticos esgotam rápido. Se for nessa época, compre com antecedência e evite os horários de pico.
O inverno é a época mais barata e vazia, mas os dias são curtos e chove. Vale se o foco for arte, museus, gastronomia e degustação de vinho.
Como chegar à Toscana de trem
Quem vem do Brasil geralmente aterrissa em Roma ou Milão e segue pra Florença de trem de alta velocidade. É o combo mais eficiente que existe.
- Roma Termini → Florença SMN: cerca de 1h30 no Frecciarossa ou Italo.
- Milão Centrale → Florença SMN: cerca de 1h50.
A faixa de preço da alta velocidade fica em torno de 25 a 60 euros, dependendo da antecedência. Comprar com 60-90 dias de antecedência costuma ser bem mais barato.
Onde comprar passagens de trem
Pra achar os melhores preços e comparar horários de todas as operadoras (Trenitalia, Italo e regionais), a gente sempre usa esse pesquisador de trens. É o maior site de passagens de trem do mundo e o mais confiável — busca em todas as principais empresas europeias e mostra a melhor combinação.

O sistema de busca é super simples, a reserva é rápida e o atendimento funciona bem. Como ele já mostra o preço final com todas as taxas, a gente evita surpresa na estação. Faz muito tempo que a gente reserva por lá e nunca tivemos problema.
Quais trens usar na Toscana
Entender a diferença entre os trens é o pulo do gato pra economizar sem perder tempo:
- Regionale: o trem local, mais barato, com muitas paradas. Ideal pra trechos curtos dentro da Toscana. Não precisa reservar assento, o preço não varia com a antecedência.
- Regionale Veloce: uma versão mais rápida do regional, com menos paradas. Costuma ter o melhor custo-benefício entre Florença e Pisa, por exemplo.
- Frecciarossa / Frecciargento / Italo: alta velocidade. Usados pra conectar Florença a Roma, Milão, Veneza e Nápoles. Reserva de assento é obrigatória e o preço sobe conforme a data se aproxima.
Regra prática: dentro da Toscana, use regionais. Pra entrar ou sair da região com destino a outras cidades italianas grandes, use os de alta velocidade.
Vale a pena o Trenitalia Pass?
O Trenitalia Pass é um passe com viagens ilimitadas por um período, válido nos trens Frecce, Intercity, Intercity Night e Eurocity Itália-Suíça (em rotas domésticas dentro da Itália). Os preços começam em torno de 129 euros e variam conforme o tipo:
- Categoria: Fácil, Conforto ou Executivo.
- Número de viagens: 3, 4, 7 ou 10.
- Perfil: Jovem, Adulto ou Sênior.

Dependendo do passe, dá pra fazer 3 viagens em 7 dias, 4 em 7 dias, 7 em 15 dias ou 10 em 30 dias. Os dias são consecutivos a partir da primeira reserva, que precisa ser feita em até 11 meses após a compra.
Sinceramente? Pra um roteiro só na Toscana, quase nunca vale a pena. Como boa parte dos trajetos internos é em trem regional (que já é barato por si só), o passe fica caro. Ele começa a fazer sentido quando a Toscana é parte de um roteiro maior pela Itália, com vários trechos de alta velocidade. Calcule antes: some as passagens avulsas que você faria e compare com o preço do passe.
Bases e estrutura do roteiro
A dica é fixar Florença como base e fazer bate-voltas de trem. Isso simplifica bagagem, economiza tempo e o custo do hotel geralmente compensa. Só troque de base se for ficar mais de 5-6 dias — aí vale dividir entre Florença e Siena, por exemplo.
Roteiro de 3 dias
- Dia 1: Florença (Uffizi, Duomo, Ponte Vecchio, Piazzale Michelangelo).
- Dia 2: bate-volta pra Pisa + Lucca (o combo funciona muito bem).
- Dia 3: bate-volta pra Siena.
Roteiro de 5 a 7 dias
- Dias 1-3: Florença completa, sem correria.
- Dia 4: Pisa e Lucca.
- Dia 5: Siena.
- Dia 6: bate-volta pra Arezzo ou pro Val d’Orcia (trem até Chiusi-Chianciano Terme + ônibus local pra Pienza, Montepulciano e Bagno Vignoni).
- Dia 7: dia livre pra vinícolas ou pra voltar em alguma cidade favorita.
Trajetos principais: tempos e detalhes
Florença a Pisa
Um dos trechos mais fáceis: sai da Firenze Santa Maria Novella e chega em Pisa Centrale. No Regionale Veloce dá cerca de 50 minutos; no regional comum, uns 1h25 por causa das paradas extras.
Dica insider: chega em Pisa por volta das 8h30 da manhã, subindo direto pra Torre. Assim você foge das excursões que só chegam ao meio-dia e evita fila de mais de uma hora.
Pisa a Lucca
Trem curtinho, de uns 25-30 minutos entre Pisa Centrale e a estação de Lucca. Por isso essas duas cidades sempre entram no mesmo dia de bate-volta — dá pra fazer Pisa de manhã e Lucca à tarde tranquilamente.

Lucca a Florença
Cerca de 1h20 de trem regional. Ao fim do dia, é o caminho natural pra voltar pra base.
Florença a Siena
Aqui vai uma dica que muita gente ignora: pra Siena, o ônibus costuma ser melhor que o trem. O trem leva cerca de 1h30 e a estação de Siena fica meio afastada do centro histórico. O ônibus leva cerca de 1h15 e para bem mais perto da Piazza del Campo.

Siena a Pisa
Se quiser encaixar tudo num único deslocamento, é possível ir de Siena a Pisa em cerca de 1h45, com baldeação em Empoli. Sai da Stazione di Siena, troca em Empoli e desembarca em Pisa Centrale.

Como economizar até 42% nos hotéis de Toscana!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Toscana, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Ingressos e passeios: reserve com antecedência
Pra atrações como a subida na Cúpula de Brunelleschi, a Galleria Uffizi, a Torre de Pisa e a Torre del Mangia em Siena, os ingressos esgotam com semanas de antecedência na alta temporada — e quem chega sem reserva ou fica sem entrar ou paga o dobro pra guia particular.
A gente sempre compra tudo no site que a gente usa em todas as viagens. O pagamento é em reais direto no cartão nacional, então não tem IOF nem taxa de conversão surpresa. Dá pra parcelar, o cancelamento na maioria dos passeios é gratuito até 24-48h antes, e o suporte é em português.
É o maior comparador de tours e ingressos do mundo, com o menor preço garantido em boa parte das atrações. Inclusive tem os tours gratuitos, guiados em português, que ajudam demais a entender a história de Florença e Siena.
Cidades que fazem parte do roteiro
Florença
Capital da Toscana e o principal hub ferroviário da região. Concentra tanto arte quanto gastronomia. Reserve pelo menos 2-3 dias inteiros.
- Galleria Uffizi: obras de Botticelli, Michelangelo e Leonardo da Vinci.
- Duomo de Santa Maria del Fiore e a subida na Cúpula de Brunelleschi (a vista da cidade lá de cima é impressionante).
- Ponte Vecchio com suas joalherias antigas.
- Piazzale Michelangelo, o mirante clássico pra ver o pôr do sol.
- Bistecca alla fiorentina: peça pra dividir, as porções são gigantes.
Pisa
Muita gente acha que Pisa é só a Torre. É meio verdade — dá pra conhecer o essencial em meia manhã e ainda ter tempo pra Lucca à tarde. O foco é a Piazza dei Miracoli, com a Torre, a Catedral, o Batistério e o Camposanto.
Lucca

Uma das cidades mais charmosas da região, toda cercada por muralhas renascentistas em cima das quais dá pra caminhar ou andar de bicicleta. É pertinho de Pisa e combina perfeitamente no mesmo dia.
Siena
A Piazza del Campo, em formato de concha, é uma das praças mais bonitas da Itália. Suba na Torre del Mangia (mais de 400 degraus, mas a vista compensa) e visite o Duomo de Siena, um dos mais impressionantes do país. Se der pra ir em julho ou agosto, o Palio de Siena — corrida de cavalos medieval — acontece duas vezes ao ano.
Val d’Orcia (trem + ônibus)
Aqui é a Toscana dos cartões-postais: colinas onduladas, cipestes enfileirados, vilarejos no alto do morro. Pra chegar sem carro, pega trem até Chiusi-Chianciano Terme e depois ônibus locais pra:
- Pienza: cidade renascentista, famosa pelo queijo Pecorino de Pienza.
- Montepulciano: vila medieval cercada de vinhedos, terra do Vino Nobile di Montepulciano.
- Bagno Vignoni: vilarejo com uma antiga piscina termal romana ocupando a praça central. Uma cena que a gente não esquece.
Prepare-se pra combinar horários de ônibus com antecedência — nesses vilarejos os intervalos são grandes e um erro de horário pode custar uma tarde inteira.
Aluguel de carro (economize até 34%)
Se você quer sair das cidades principais e explorar vinícolas, San Gimignano, Volterra, Val d’Orcia e as pequenas comunas rurais com mais liberdade, o carro compensa muito. A principal dica pra economizar é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Pegadinhas que podem atrapalhar o seu roteiro
A gente errou nessas — vai pelo aviso e economiza dor de cabeça:
- Subestimar o tempo do Regionale comum: Florença-Pisa pode levar 1h25 no regional lento contra 50 minutos no Regionale Veloce. Ao pesquisar horário, filtre por Veloce sempre que possível.
- Ignorar o ônibus pra Siena: como falamos, o ônibus é mais rápido e chega mais perto do centro. Muita gente compra o trem por hábito e perde tempo caminhando ou pegando outro transporte pra chegar na Piazza del Campo.
- Não validar o bilhete regional: nos trens regionais é comum precisar validar o bilhete numa maquininha na plataforma antes de embarcar. Fiscal em cima e sem carimbo é multa na hora, e ninguém escuta desculpa de turista.
- Deixar a alta velocidade pra última hora: Roma-Florença ou Milão-Florença comprados em cima da hora podem custar o triplo. Reserve com 60-90 dias.
- Escolher hospedagem em vilarejo sem estação: fica lindo na foto, mas você fica dependente de táxi caro e ônibus escasso. Se o roteiro for de trem, hospede em cidade com estação ativa.
- Roteiros super abraçadores: tentar Florença + Pisa + Lucca + Siena + Val d’Orcia em 3 dias é receita de exaustão. Melhor menos cidades e mais tempo em cada uma.
Dicas insider da Toscana
- Nos trens regionais, se a lotação estiver alta, sente do lado esquerdo indo pra Pisa e do lado direito voltando — as vistas de campo são melhores.
- Em Florença, evite comer perto da Ponte Vecchio e do Duomo. Ande 2-3 quadras pro sul do rio Arno (bairro Oltrarno) e você encontra trattorias de verdade, com preço da metade e comida muito melhor.
- A subida na Cúpula de Brunelleschi precisa ser reservada com horário específico, e as vagas do dia esgotam quase sempre. Reserve pelo menos 2 semanas antes.
- Em Siena, pra ver a Piazza del Campo do alto da Torre del Mangia, chegue no início da manhã. Depois da 11h formam-se filas grandes.


Ah, e não deixe de reservar uma tarde pra uma degustação em vinícola. As da região do Chianti (entre Florença e Siena) e as de Montepulciano são as mais conhecidas. Muitas oferecem tours com almoço e transporte a partir de Florença.
Pra montar um roteiro de trem bem sucedido, ficar bem localizado economiza horas do seu dia: hotel perto da estação principal significa acordar mais tarde, voltar mais rápido no fim do dia e ter mais tempo em cada bate-volta. Olha aqui a melhor região pra se hospedar na Toscana:
Seguro viagem pra Toscana
A Toscana é Europa e faz parte do espaço Schengen — ou seja, o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Fiscal na imigração pode pedir e negar a entrada de quem não tem.
Além da obrigação, é uma proteção financeira essencial: uma consulta simples na Itália custa centenas de euros, e uma internação pode passar dos milhares. A gente sempre cota em esse comparador de seguros — ele compara todas as principais seguradoras do mercado e mostra a mais barata pra cobertura que você precisa. O pagamento é em reais, dá pra parcelar, e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores da gente.
Chip de celular na Toscana
Andar de trem de cidade em cidade exige internet o tempo todo: comprar bilhete no app, consultar horário no painel, achar a plataforma, chamar Uber quando o ônibus não vier, ver Google Maps caminhando por Florença. Roaming brasileiro é uma cilada — pode chegar em conta salgada de milhares de reais.
A gente sempre resolve com esse chip de viagem que a gente usa. Chega em casa antes da viagem, é só ativar quando pisar na Itália e pronto — internet ilimitada, ligação, WhatsApp funcionando. Pagamento em reais, sem IOF, e o suporte é em português.
Perguntas frequentes sobre roteiro de trem pela Toscana
Vale mais a pena trem ou carro na Toscana?
Depende do foco. Se o roteiro for pelas cidades principais (Florença, Pisa, Lucca, Siena, Arezzo), o trem é imbatível: sem ZTL, sem estacionamento caro, e as estações ficam no centro. Se você quer explorar vilarejos rurais, vinícolas e o Val d’Orcia com liberdade, o carro compensa. Muitos brasileiros fazem o combo: primeiros dias de carro nas áreas rurais e últimos dias de trem nas cidades grandes.
Preciso do Trenitalia Pass pra rodar a Toscana?
Na maioria dos casos, não. Os trechos internos da Toscana são cobertos por Regionale, que já são baratos por conta própria (em torno de 10-15 euros por trecho). O passe só faz sentido se a Toscana for parte de um roteiro maior pela Itália com vários trechos de alta velocidade.
Quantos dias eu preciso pra um bom roteiro na Toscana?
Pra um roteiro só de trem cobrindo as cidades principais, 5 a 7 dias são o ideal. Em 3 dias dá pra fazer Florença + Pisa/Lucca + Siena de forma acelerada. Menos que isso, foque só em Florença com um bate-volta.
Preciso comprar as passagens de trem antes de viajar?
Pros trens regionais dentro da Toscana, dá pra comprar no dia — o preço não varia. Já pros trens de alta velocidade que conectam Roma ou Milão a Florença, comprar com 60-90 dias de antecedência pode custar até um terço do preço da última hora.
Precisa validar o bilhete de trem na Itália?
Nos trens regionais tradicionais, sim: existe uma maquininha na plataforma onde você carimba o bilhete antes de embarcar. Quem esquece pode ser multado. Bilhetes com data e horário específicos (alta velocidade) e bilhetes eletrônicos comprados por app não precisam.
Dá pra ir de Florença ao Val d’Orcia só de trem?
Não direto. Você precisa pegar trem até Chiusi-Chianciano Terme e de lá ônibus local pra Pienza, Montepulciano ou Bagno Vignoni. Os ônibus têm intervalos grandes, então planeje horários com antecedência. Alternativa é fazer um tour saindo de Florença ou Siena, que compensa bastante o dia.
Qual estação usar em Florença?
A principal é a Firenze Santa Maria Novella (SMN), no coração da cidade. Todos os trens (regionais e alta velocidade) passam por ela. Evite descer em outras estações menores a menos que seu hotel esteja perto delas.
O ônibus é mesmo melhor que o trem pra Siena?
Sim, na maioria dos casos. O ônibus leva cerca de 1h15 e para no Piazza Gramsci, pertinho da Piazza del Campo. O trem leva 1h30 e a estação de Siena fica no vale, longe do centro histórico — você ainda precisa de escada rolante ou ônibus urbano pra subir.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: leia nossa matéria de como viajar barato pra Itália, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália de forma mais barata e segura.
- Carro: se quiser complementar o trem com liberdade, veja como alugar carro na Itália pagando menos.
- Euros: conheça a melhor forma de levar dinheiro pra Itália, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma, caso vá combinar a Toscana com a capital italiana.
- Seguro viagem: obrigatório pra entrar no espaço Schengen. Veja aqui as dicas pra conseguir o melhor pelo menor preço.
- Transfer: precisa de transfer do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pagando menos.
A Toscana de trem tem esse charme raro: você desembarca no coração de cada cidade, caminha pelas ruelas medievais, come uma bistecca acompanhada de um Chianti, sobe numa cúpula pra ver o pôr do sol e volta de trem pra base. Com esse roteiro na mão e as reservas certas feitas com antecedência, dá pra montar uma viagem tranquila, memorável e que cabe no orçamento.