
Se você tá planejando conhecer a terra do Malbec e bateu aquela dúvida de quanto levar de dinheiro para Mendoza, relaxa que a gente vai destrinchar isso item por item. A ideia é você fechar a mala com o orçamento certinho na carteira, sem passar aperto nem levar dinheiro demais à toa.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como os passeios em vinícola pesam no bolso, coisa que muita gente subestima achando que visita de bodega é de graça. Então aqui vai o cálculo na faixa real, considerando passeios, comida, transporte e aquele extra pra trazer vinho na bagagem.
Pra te dar um número redondo logo de cara: pra 7 dias em Mendoza, com passagem, hotel e seguro já pagos, um viajante econômico leva em torno de R$ 1.400 a R$ 2.000; quem quer mais conforto, algo entre R$ 2.500 e R$ 3.500; e quem vai de vinícola boutique e jantar harmonizado, a partir de R$ 4.500. Bora ver de onde sai cada um desses valores.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Mendoza a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Quanto levar por dia em Mendoza
A forma mais honesta de calcular é por média de gasto diário por pessoa, partindo do princípio de que passagem, hospedagem e seguro já estão pagos. Aí, no dia a dia, você gasta com comida, transporte, passeios e umas comprinhas.
Olha as três faixas que a gente costuma usar:
- Perfil econômico: em torno de R$ 200 a R$ 300 por dia por pessoa. Dá pra fazer 2 refeições simples mais uma caprichada, usar transporte público e encaixar um passeio mais barato ou um vinho por dia.
- Perfil confortável: em torno de R$ 350 a R$ 500 por dia por pessoa. Aqui já entram restaurantes médios, táxi/app com mais frequência, vinícolas tradicionais e compras moderadas.
- Perfil gastão: em torno de R$ 600 a R$ 900 ou mais por dia por pessoa, com parrillas top, wine bars, vinícolas boutique e vinhos de alta gama.
Multiplicando por 7 dias, você chega naquelas faixas que a gente já adiantou lá no começo. Simples assim.
Passagem aérea: o primeiro grande gasto
A passagem você compra antes de sair do Brasil, então é um gasto que fica fora do “dinheiro na mão”. Mas vale entender pra dimensionar o custo total da viagem.
Fazendo uma simulação saindo de Guarulhos (São Paulo) pro aeroporto de Mendoza, a média de ida e volta gira em torno de R$ 3.000. Dá pra achar na faixa dos R$ 2.000 com sorte e antecedência, mas comprando muito em cima da hora passa fácil dos R$ 4.000.
O preço varia bastante por época: baixa temporada (maio, parte de abril e setembro) costuma sair mais em conta; já verão/vindima (dezembro a março) e principalmente o inverno (junho a agosto, época da neve) puxam os valores pra cima. A dica que vale ouro é comprar com 3 a 6 meses de antecedência — é quando você pega a parte baixa dessas faixas.
Pra achar o melhor preço, a gente sempre usa um comparador de passagens que faz a busca em todas as companhias de uma vez. Poupa você de entrar em site por site e já mostra tudo lado a lado.

Aluguel de carro: o melhor jeito de rodar por Mendoza
Mendoza e arredores são espalhados: as vinícolas ficam em Maipú e Luján de Cuyo, a alta montanha rumo ao Aconcágua é longe, e o transporte público não te leva nessas alturas com flexibilidade. Por isso, a gente acha que alugar carro é disparado o melhor jeito de aproveitar a região.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras. A gente já chegou a achar carro por uns R$ 212 a diária dividindo entre o grupo.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Se for usar só transporte dentro da cidade, separe pouco: ônibus urbano custa o equivalente a R$ 4 a R$ 5 a passagem, e táxi/app sai por uns R$ 5 a R$ 6 por km. Em um dia com pouco deslocamento, reservar R$ 20 a R$ 40 com transporte já resolve.
Quanto custa comer em Mendoza
Comer em Mendoza tende a sair mais barato que em grandes capitais brasileiras, ainda mais com o câmbio costumando favorecer o real. Dá pra comer muito bem sem estourar o orçamento.
Pra você ter uma referência (valores convertidos):
- Café ou lanche simples (café + medialuna): em torno de R$ 15 a R$ 30.
- Refeição simples (menu do dia, empanadas, massas): em torno de R$ 30 a R$ 60 por pessoa.
- Restaurante de padrão médio (entrada + prato + bebida): em torno de R$ 80 a R$ 120 por pessoa.
- Parrillas top e jantares harmonizados: em torno de R$ 150 a R$ 300 por pessoa ou mais.
Na prática, se quiser economizar, dá pra gastar em torno de R$ 150 por dia por pessoa indo em lugares mais simples. Quem dispõe de um orçamento maior, reserve algo como R$ 250 a R$ 300 por dia pra comer com mais folga.
Uma dica que a gente sempre faz: no primeiro dia, dá uma passada num mercado e compra itens de café da manhã e uns snacks pra petiscar. Isso segura bem o gasto de comida e você guarda o dinheiro pros almoços e jantares que valem a pena.
Passeios e vinícolas: onde o orçamento some
Aqui mora o erro mais comum de brasileiro em Mendoza: achar que visita de vinícola é de graça ou baratinha. Não é. Visitas, degustações e almoços harmonizados podem ocupar boa parte do orçamento diário, então vale planejar com calma.
Faixas pra você se organizar (por pessoa):
- Visita básica + degustação simples em vinícola tradicional: em torno de R$ 60 a R$ 100.
- Degustações especiais ou vinícolas boutique: em torno de R$ 150 a R$ 300.
- Almoço harmonizado em vinícola famosa (3 a 5 tempos com vinhos): em torno de R$ 250 a R$ 500.
- Passeio de dia inteiro com agência (vinícolas + transporte + guia): em torno de R$ 200 a R$ 500.
- Passeios de alta montanha (Cordilheira, Aconcágua, Potrerillos): em torno de R$ 200 a R$ 400.
Pra comprar ingressos e passeios pagando mais barato, a gente tem usado muito esse site que a gente usa em todas as viagens. Ele é um dos maiores do mundo, tem os principais passeios da região e a maior vantagem é que você já paga em reais (evitando o IOF) e pode parcelar.
Outras vantagens que fazem diferença:
- Free tours: tours gratuitos em várias cidades turísticas, você só dá uma gorjeta pro guia no final.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar sem custo, então você garante o passeio com antecedência sem medo.
- Transfer: você acha o transfer do aeroporto até o hotel, paga adiantado (evitando golpe de táxi) e o motorista te espera com plaquinha na saída do desembarque.
- Atendimento em português: suporte 24h, em português, se precisar.
Aqui vai a dica de ouro: na época da vindima e no inverno os passeios lotam. Quem deixa pra fechar na hora paga mais caro ou fica só com o que sobrou. Reserve com antecedência e garanta o melhor custo-benefício.

Compras: separe um extra pro vinho
Mendoza é o paraíso do vinho, então é quase certo que você vai querer voltar com umas garrafas na mala. Além de vinhos, muita gente compra azeites, doce de leite, alfajores e cosméticos à base de uva.
Se você curte vinho, a gente sugere reservar um “orçamento compras” separado: algo como R$ 500 pro básico (um vinho ou outro e lembrancinhas) até R$ 1.000 a R$ 1.500 pra quem quer levar garrafas de bodegas mais especiais.
Um hack que a gente gosta: o Duty Free do aeroporto tem vinhos cotados em dólar, mas dá pra pagar em pesos, e dependendo do câmbio as compras saem bem vantajosas. Vale dar uma olhada na chegada ou antes de voltar. Pros shoppings, os lugares mais indicados são a Avenida San Martín, o Mendoza Plaza Shopping e o Palmares Open Mall.
Em que moeda levar o dinheiro pra Mendoza
Essa parte é tão importante quanto o “quanto”. A moeda oficial é o peso argentino, mas dólares e reais são amplamente aceitos em pontos turísticos e pra câmbio local.
O que costuma valer mais a pena:
- Não compre muitos pesos no Brasil — a cotação aqui tende a ser pior. A recomendação geral é levar reais ou dólares e trocar lá na Argentina.
- Leve uma parte em dinheiro vivo pros primeiros dias e emergências, e tenha um cartão ou conta internacional com boa cotação pros gastos maiores.
- Pague o hotel com cartão: estrangeiro costuma ficar isento do IVA (21%) na hospedagem na Argentina. Quem paga tudo em dinheiro às vezes gasta mais do que precisava.
Pra usar o celular à vontade na viagem — GPS, mapas das vinícolas, falar com a galera — vale garantir um chip ainda no Brasil. A gente usa esse chip de viagem que a gente usa: a internet é ilimitada, você escolhe pela quantidade de dias e o atendimento é todo em português, por ser empresa brasileira. Tem o eSIM, que chega por e-mail e você instala no mesmo dia, sem esperar nada nem pagar frete.

Melhor época pra ir (e como isso muda o orçamento)
A época muda bastante o quanto você vai levar:
- Inverno (junho a agosto): foco na neve e na Cordilheira branquinha. É alta temporada, com passagem e hotel mais caros, mais gastos com roupa térmica e passeios de montanha. Aumente o orçamento diário em uns 20 a 30%.
- Verão (dezembro a março): época da vindima, com festivais de vinho e vinícolas a todo vapor. Também é movimentado, então reserve os passeios com antecedência.
- Meias-estações (abril, maio, setembro, outubro): menos turista, passagem e hotel mais em conta. É o melhor momento pra quem quer gastar menos e pode trabalhar no limite mais baixo das faixas.
Seguro viagem: não dá pra economizar nisso
O seguro viagem não é obrigatório por lei pra entrar na Argentina, mas a gente considera imprescindível em qualquer viagem ao exterior. O atendimento médico fora do Brasil sai caro: uma consulta, exame ou internação pode estourar o orçamento inteiro da viagem.
O melhor é que sai baratinho: um seguro pra Argentina costuma custar em torno de R$ 15 a R$ 40 por dia, dependendo da cobertura. É aquela economia que não compensa cortar.
Pra achar o melhor preço, é só usar esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo e faz a busca nas principais seguradoras de uma vez. Dá pra parcelar em até 12x e comparar as coberturas lado a lado.
Resumo: quanto levar de dinheiro para Mendoza
Pra fechar a conta, com passagem, hotel e seguro já pagos, pra 7 dias:
- Viajante econômico: em torno de R$ 1.400 a R$ 2.000 (R$ 200 a R$ 300/dia).
- Viajante confortável: em torno de R$ 2.500 a R$ 3.500 (R$ 350 a R$ 500/dia).
- Viajante premium/gastão: a partir de R$ 4.500 (R$ 600 a R$ 900/dia), com vinícolas top, jantares especiais e compra de vinho de alta gama.
Se você ainda não pagou passagem e hospedagem, o custo total da viagem tende a começar em torno de R$ 4.000 a R$ 5.000 pra quem viaja bem econômico e sobe conforme o estilo e a época.
Falando em hospedagem, ficar bem localizado faz toda a diferença em Mendoza: você economiza tempo de deslocamento pras vinícolas e fica perto dos melhores restaurantes. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Mendoza:
Onde ficamos em Mendoza (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Mendoza é o mais indicado para se hospedar. Esta região é perfeita para quem vai passar pouco tempo na cidade, já que a maior parte dos pontos turísticos fica por lá. Sem contar que o trajeto para cafés, bancos, lojas, restaurantes e outros lugares para curtir a noite será bem mais simples.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre quanto levar de dinheiro para Mendoza
Quanto levar de dinheiro para Mendoza por dia?
Considerando passagem, hotel e seguro já pagos, um viajante econômico gasta em torno de R$ 200 a R$ 300 por dia por pessoa. No perfil confortável, fica entre R$ 350 e R$ 500, e quem vai de vinícola boutique e jantar harmonizado pode passar de R$ 600 a R$ 900 por dia.
É melhor levar reais, dólares ou pesos pra Mendoza?
Em geral não compensa comprar muitos pesos no Brasil, porque a cotação aqui costuma ser pior. O mais indicado é levar reais ou dólares e trocar na Argentina, além de pagar o hotel com cartão pra aproveitar a isenção do IVA de 21% pra estrangeiros.
Comer em Mendoza é caro?
Não, Mendoza costuma sair mais barato que grandes capitais brasileiras. Uma refeição simples fica entre R$ 30 e R$ 60 por pessoa, um restaurante médio entre R$ 80 e R$ 120, e parrillas top ou jantares harmonizados a partir de R$ 150.
Quanto custam os passeios em vinícolas de Mendoza?
Uma visita básica com degustação simples gira em torno de R$ 60 a R$ 100 por pessoa. Degustações especiais e vinícolas boutique vão de R$ 150 a R$ 300, e almoços harmonizados em vinícolas famosas podem chegar a R$ 500 por pessoa.
Quanto separar pra compras em Mendoza?
Se você curte vinho, reserve um orçamento separado de cerca de R$ 500 pro básico até R$ 1.000 a R$ 1.500 pra quem quer levar garrafas mais especiais. Além de vinhos, dá pra comprar azeites, doce de leite, alfajores e cosméticos de uva.
Vale a pena alugar carro em Mendoza?
Vale muito, porque as vinícolas e a alta montanha são espalhadas e o transporte público não chega com flexibilidade nessas regiões. Dividindo entre 2 ou 3 pessoas, o custo por cabeça fica baixo e você ganha liberdade total pra montar o roteiro.
Precisa de seguro viagem para Mendoza?
Não é obrigatório por lei, mas é altamente recomendado. O atendimento médico no exterior pode custar muito caro, e um seguro pra Argentina sai em torno de R$ 15 a R$ 40 por dia, então é uma proteção barata pra um imprevisto grande.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina da forma mais barata e segura.
- Carro: esse item facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se tá pensando em alugar, não deixe de ler como alugar um carro na Argentina pelo menor preço possível.
- Dinheiro: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para a viagem, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular a viagem toda sem preocupação? Garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Mendoza pra saber qual a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
No fim das contas, Mendoza cabe em quase qualquer bolso: dá pra ir econômico e voltar feliz com uns vinhos na mala, ou se jogar nos jantares harmonizados e vinícolas boutique. O segredo é planejar o orçamento por dia, separar um extra pro vinho e não esquecer do seguro. Boa viagem e cuidado pra não voltar com mala mais pesada do que foi!