Pontos turísticos de Viena: 16 atrações imperdíveis

Quer saber quais são os pontos turísticos de Viena que você não pode deixar de conhecer? A gente montou uma lista completa com as 16 atrações mais importantes da capital austríaca, com horários, faixas de preço, dicas práticas e o que a gente aprendeu visitando a cidade.

Viena é aquele tipo de destino que surpreende quem chega sem grande expectativa: uma cidade compacta, super organizada, cheia de palácios imperiais, museus de peso mundial, cafés históricos e uma cena gastronômica bem acessível. Dá pra ver o essencial em 2 ou 3 dias caminhando bastante e usando o metrô, sem muito estresse.

E não esquece: aqui no nosso guia completo da Áustria a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale abrir em outra aba antes de continuar.

1. Palácio de Schönbrunn

O Palácio de Schönbrunn, apelidado de ‘Versalhes de Viena’, é uma das construções mais simbólicas da cidade. É um palácio barroco erguido no século XVII pra servir como residência de verão da dinastia dos Habsburgo, a família imperial que comandou a Áustria por séculos. São mais de mil salas decoradas, jardins simétricos e uma fachada amarelinha que se tornou cartão-postal.

Dentro, você percorre os apartamentos privados dos imperadores e salões suntuosos como o do Milhão, o dos Espelhos e a Great Gallery. Reserve pelo menos meia tarde ali — quem tenta correr acaba não aproveitando os jardins, a Gloriette (com vista panorâmica linda de Viena) e o zoo, que é um dos mais antigos do mundo ainda em funcionamento.

  • Endereço: Schönbrunner Schloßstraße 47, 1130
  • Horário: abre pela manhã (por volta das 8h30) e fecha no fim da tarde
  • Ingresso: costuma ficar em torno de € 20 a € 30 dependendo do tipo de tour; zoo, labirinto e outras atrações têm ingressos separados

Uma dica que a gente aprendeu na marra: Schönbrunn tem fila. Comprar antecipado, pela internet, faz enorme diferença — no site oficial, você paga em euro (com IOF de 3,5% e sem parcelar), então a gente sempre pega por esse site aqui que a gente sempre usa, que aceita pagamento em reais e permite parcelar.

Palácio de Schönbrunn internamente

2. Ópera Estatal de Viena

No coração da cidade, pertinho da Catedral de Santo Estêvão, fica a Wiener Staatsoper — uma das casas de ópera mais prestigiadas do mundo. Inaugurada em 1869, mistura estilos arquitetônicos e tem uma acústica impecável. Pelo palco já passaram algumas das melhores óperas e balés já produzidos.

Se você não pretende ver um espetáculo inteiro, dá pra visitar por dentro com um tour guiado, que sai por volta de € 10 a € 15. E tem uma dica insider: pra assistir a uma apresentação gastando pouco, os ingressos em pé (Stehplätze) são vendidos pouco antes do espetáculo por valores bem menores — dá pra pegar uma ópera de gente famosa por € 15.

A temporada oficial vai de setembro a junho, com um repertório que vai de Mozart e Strauss a obras contemporâneas. Combine a visita com um passeio pela Kärntner Straße e pelo MuseumsQuartier, tudo caminhável.

Fachada da Ópera Estatal de Viena

Onde comprar os ingressos de Viena de forma inteligente

Antes de seguir a lista, um aviso importante que pode te economizar bastante. Comprando os ingressos das principais atrações antecipado, pela internet, sai mais barato e você não perde tempo na fila. Nas bilheterias, além de mais caro, muita atração famosa (Schönbrunn, Belvedere, torres da Catedral) já pode estar esgotada pra data desejada.

Outra pegadinha: comprando no site oficial, o pagamento é em euro. Você paga 3,5% de IOF e não dá pra parcelar. A gente sempre usa esse site que a gente confia em todas as viagens, um dos maiores do mundo, com todos os principais ingressos e passeios em Viena. Vantagens que fazem a diferença:

  • Pagamento em reais, sem IOF e podendo parcelar
  • Cancelamento gratuito na maioria dos passeios
  • Free tours: tours a pé com guia, onde você paga só uma gorjeta no final
  • Transfer aeroporto-hotel pré-pago, com motorista te esperando com placa (evita golpe de táxi)
  • Atendimento em português 24h caso precise mudar algo

Outra dica: existe o Vienna Pass, um cartão que dá acesso a várias atrações da cidade — Schönbrunn, Belvedere, torres da Catedral, Roda Gigante do Prater, museus. Vale se você pretende maratonar pontos turísticos, porque costuma sair mais barato que comprar tudo separado e ainda te ajuda a furar fila em atrações mais concorridas.

3. Catedral de Santo Estêvão (Stephansdom)

Na praça Stephansplatz, o coração de Viena, fica a Catedral de Santo Estêvão. Predominantemente gótica, chama atenção pelas torres altas e pontiagudas e por um dos telhados mais fotografados da Europa — todo em azulejos coloridos formando padrões geométricos. A construção levou séculos pra ser concluída, então tem elementos de várias épocas convivendo ali.

Por dentro, vitrais lindos, altares ornamentados e esculturas ricas em detalhes contam a história da fé ao longo do tempo. As catacumbas embaixo guardam os restos mortais de mais de dez mil pessoas — inclusive vísceras da família Habsburgo. E tem um sino de 21 toneladas que foi muito danificado na Segunda Guerra.

  • Endereço: Stephansplatz 3, 1010
  • Horário: segunda a sábado, das 6h às 22h; domingos e feriados, das 7h às 22h
  • Nave principal: entrada gratuita (com doação simbólica)
  • Torre + catacumbas: em torno de € 7 a € 10 por atração, ou combos na faixa de € 15 a € 20

A gente recomenda subir em pelo menos uma das torres pra ver o telhado colorido de cima. A torre norte tem elevador (mais confortável, com sino gigante), e a torre sul se sobe por 343 degraus (cansativo, mas a vista compensa).

E ó, dica prática: pra se locomover entre esses pontos sem perrengue, vale muito ter internet no celular pra usar Google Maps e Citymapper (que funciona muito bem em Viena, com todos os horários de metrô e bonde). O chip que a gente usa em todas as viagens é esse chip de viagem que a gente usa. Dos que a gente testou, é o com conexão mais estável e melhor custo-benefício.

Catedral de Santo Estêvão

4. MuseumsQuartier (Quarteirão dos Museus)

Viena abriga um dos maiores distritos culturais do mundo, o MuseumsQuartier — cerca de 60 mil metros quadrados no centro reunindo museus, galerias, teatros, cafés e espaços ao ar livre. Onde hoje é o MQ, um dia ficavam os antigos estábulos imperiais.

Entre os museus mais famosos ali:

  • Leopold Museum: maior coleção de arte austríaca moderna, com destaque pra Egon Schiele e obras de Gustav Klimt
  • MUMOK (Museu de Arte Moderna Ludwig Foundation): arte contemporânea de peso
  • Kunsthalle Wien: exposições temporárias e eventos culturais mais experimentais

Museus grandes em Viena costumam abrir por volta das 10h e fechar entre 18h e 21h (com noite estendida uma vez por semana). Ingresso adulto fica na faixa de € 15 a € 20. Programa perfeito pra dia frio ou chuvoso — e Viena tem muito disso no inverno.

MuseumsQuartier

5. Rio Danúbio

Tecnicamente não é um ‘ponto turístico’, já que o Danúbio corta a cidade inteira, mas fazer um passeio de barco muda completamente a perspectiva sobre Viena. Os barcos costumam sair dos cais próximos à Reichsbrücke e à Schwedenplatz.

A gente recomenda muito o tour noturno, porque o centro histórico fica todo iluminado — vira uma cidade diferente. Tem opções com jantar incluído no passeio de barco, ótimas pra casais. O que a gente indica tem até música ao vivo com canções típicas das tabernas austríacas.

Rio Danúbio, em Viena, à noite

6. Mercado Naschmarkt

O Naschmarkt existe há mais de 200 anos e o nome, em alemão, significa algo como ‘petiscar’ ou ‘mordiscar’ — é exatamente isso que se faz por lá. São quase um quilômetro de barracas com frutas frescas, verduras, especiarias, queijos, embutidos, azeites, produtos locais e restaurantes servindo desde pratos austríacos tradicionais até culinária internacional.

Dica valiosa pra brasileiro: o Naschmarkt é dos melhores lugares pra almoçar em Viena gastando menos do que em restaurantes do centro turístico. Tem barraca de comida turca, japonesa, libanesa, e o schnitzel do local vira e mexe sai bem mais em conta que numa casa típica próxima à Ópera.

Vale muito o tour gastronômico com guia que leva nas melhores barracas — se você não sabe o que pedir (e em Viena não sabe mesmo, tem muita coisa que a gente nem conhece), o guia salva o passeio.

  • Endereço: Linke Wienzeile Stand 421/436, 1040
  • Horário: segunda a sábado, das 7h às 23h; domingos, das 10h às 21h
Naschmarkt

7. Prater e a Roda Gigante

O Prater é um dos parques de diversões mais antigos do mundo. Era uma área imperial usada como reserva de caça até que, em 1895, virou ‘área de diversões’ com apresentações musicais e teatrais. Boa parte foi destruída na guerra, mas hoje é um enorme parque com brinquedos pra todas as idades, restaurantes, cafés e a atração-símbolo: a Roda Gigante de Viena (Wiener Riesenrad).

Inaugurada em 1897, a roda tem 60 metros de altura. Originalmente tinha 30 cabines, mas metade foi destruída durante a Segunda Guerra. Subir na roda no fim da tarde, pra pegar o pôr do sol, é dos programas mais bonitos da cidade. Ingresso costuma ficar entre € 12 e € 20 pra adulto.

Pra quem quer algo diferente, dá até pra reservar um jantar à luz de velas numa das cabines privativas. E o parque tem um pequeno museu contando a história do Prater.

  • Endereço: Riesenradplatz 2, A-1020
  • Horário: varia por estação; consulte o site oficial
  • Preço: cada atração é paga separadamente, geralmente entre € 3,50 e € 15
Parque Prater

8. Hundertwasserhaus

A Hundertwasserhaus é aquela construção super colorida, com formas orgânicas e irregulares, que parece saída de um sonho no meio da paisagem sóbria de Viena. É um conjunto residencial (não é museu, então a visita é só externa) desenhado pelo artista Friedensreich Hundertwasser em parceria com o arquiteto Joseph Krawina, concluído em 1986.

A fachada tem cores vibrantes, mosaicos, pisos e janelas irregulares, e até árvores brotando das janelas. Ao lado tem uma ‘village’ com lojas temáticas e cafés, boa pra pausar. É um dos pontos turísticos alternativos mais fotografados da cidade e vale a parada mesmo pra quem não é muito ligado em arquitetura.

  • Endereço: Kegelgasse 36-38, 1030
Hundertwasserhaus

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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.

9. Cripta Imperial

A Cripta Imperial fica embaixo da Igreja dos Capuchinhos, no centro, e guarda os restos mortais dos membros da família Habsburgo — imperadores, imperatrizes, reis e rainhas, incluindo figuras marcantes como Maria Teresa e Francisco José I. Foi sendo construída ao longo de vários séculos.

Os sarcófagos, em sua maioria esculpidos em mármore, são obras de arte. Uma curiosidade macabra e fascinante: na Capela dos Capuchinhos, os corações de muitos Habsburgo estão em urnas de prata separadas — a família tinha o costume de dividir corpo, coração e vísceras entre diferentes igrejas de Viena.

  • Endereço: Tegetthoffstraße 2, 1010
  • Horário: todos os dias, das 10h às 18h
  • Preço: em torno de € 8
Cripta Imperial de Viena

10. Casa de Música (Haus der Musik)

A Casa de Música é um museu interativo super lúdico dedicado à música clássica e contemporânea. Não parece o típico museu ‘olha, não toque’. Ali, você rege uma orquestra virtual, interage com Mozart, toca piano com os pés numa escada gigante e passa por experiências sonoras bem inventivas. Vale pra qualquer idade, especialmente com criança.

  • Endereço: Seilerstätte 30, 1010
  • Horário: todos os dias, das 10h às 22h
  • Preço: em torno de € 10 (varia por horário). Compre o ingresso aqui
Casa de Música de Viena

11. Museu Albertina

O Albertina é um dos museus mais completos da Europa em arte moderna e contemporânea. A coleção permanente tem obras de Monet, Picasso, Munch, Vlaminck, Giacometti, Modigliani, Kokoschka, Klimt — a nata da nata. Além disso, sempre tem exposições temporárias interessantes de arte contemporânea rotacionando.

O prédio em si tem uma história bonita: era o antigo palácio dos Habsburgo, adaptado com instalações modernas. Fica pertinho da Ópera Estatal, então é fácil de encaixar num roteiro do centro.

  • Endereço: Albertinapl. 1, 1010
  • Horário: sábado a terça, das 10h às 18h; quarta a sexta e domingos, das 10h às 21h
  • Preço: em torno de € 20. Compre com antecedência aqui
Interior do museu Albertina

12. Bosques de Viena (Wienerwald)

Os Bosques de Viena — ‘Wienerwald’ no original — são uma extensa área verde que cerca a cidade e serve de refúgio pra moradores e turistas. São aproximadamente mil quilômetros quadrados de mata, onde a família imperial caçava no passado. Tem trilhas, rotas de bicicleta, campo de golfe, restaurantes e prédios históricos espalhados pelo caminho.

Em 2005, o Wienerwald foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO. Programa perfeito pra quem quer sair da rotina de palácios e museus, respirar ar fresco e ver Viena por outro ângulo — especialmente na primavera e no outono, quando as cores estão lindas.

Bosques de Viena

13. Casa de Mozart

Quer conhecer a casa onde Mozart morou? No centro histórico fica o prédio de quatro andares onde ele viveu entre 1784 e 1787. É a única moradia dele em Viena que se preservou até hoje.

No terceiro andar você entende a época em que Mozart viveu na cidade, com quem se relacionava e como era a rotina de um compositor famoso. O segundo andar é dedicado às óperas dele. O primeiro andar recria como era o apartamento de fato.

Aviso honesto: é um passeio legal, mas está longe de ser imperdível. Só encaixe se estiver com tempo folgado ou se for muito fã de música clássica. Agora, se tiver algum concerto rolando na sua passagem, aí sim vale muito.

Casa de Mozart

14. Palácio Belvedere

Sabe o famoso quadro ‘O Beijo’, de Gustav Klimt? Ele está no Belvedere Superior. Só isso já seria motivo suficiente pra ir, mas o próprio conjunto de palácios (Belvedere Superior e Inferior) é imperdível: construção barroca com jardins simétricos entre os dois prédios, que são gratuitos e super fotogênicos.

Por dentro, além do Klimt, você vê o Salão de Mármore, onde foi assinado o tratado que criou a Áustria moderna em 1955, com pinturas no teto de Carlo Carlone. A coleção de arte austríaca do Belvedere Superior é uma das mais importantes do país.

  • Endereço: Prinz-Eugen-Straße 27, 1030
  • Horário: Belvedere Superior costuma abrir das 9h às 18h (com horário estendido às sextas, até por volta das 21h); Belvedere Inferior geralmente das 10h às 18h
  • Preço: em torno de € 15 a € 20 por palácio. Compre o ingresso aqui

Dica: muita gente visita só o Superior por causa de ‘O Beijo’, mas caminhar pelos jardins entre os dois palácios (gratuitos) vale muito, especialmente em dia de sol.

O Beijo, de Gustav Klimt, no Palácio Belvedere

15. Palácio Hofburg

O Hofburg é o complexo palaciano que foi a residência oficial de inverno dos Habsburgo. Ao longo dos séculos, o local passou por várias expansões e modificações, o que resultou numa mistura impressionante de estilos, do gótico ao barroco e renascentista.

Numa área de mais de 20 hectares você tem mais de 2.500 salas: Biblioteca Nacional Austríaca (uma das bibliotecas mais bonitas do mundo, com aquele salão barroco de tirar o fôlego), Escola Espanhola de Equitação (a dos famosos cavalos brancos), gabinetes do presidente da Áustria e museus com os aposentos imperiais, o Museu de Sissi e a coleção de joias e artefatos da família imperial.

Ingressos pro conjunto de museus internos (apartamentos + Sissi + coleção) giram em torno de € 18 a € 25 pra adulto. Reserve pelo menos 2 a 3 horas se quiser ver com calma. E aproveite pra tomar um café no lendário Café Central, ali pertinho — é parte da cultura vienense.

Interior do Palácio de Hofburg

16. Museu Kunsthistorisches

O Kunsthistorisches fica na Ringstrasse, a grande avenida circular do centro. Foi construído no final do século XIX pra guardar a enorme coleção de arte da Casa de Habsburgo. Projetado por Gottfried Semper, o prédio, por si só, já é uma obra-prima — escadaria monumental, tetos pintados, mármores por todo lado.

A coleção é uma das mais importantes do mundo, com obras de Rembrandt, Vermeer, Rubens, Bruegel, Ticiano, Rafael, Velázquez e por aí vai. Se você é fã de arte europeia clássica, precisa de meio dia inteiro só ali. Ingresso costuma sair por volta de € 18 a € 20.

Do outro lado da praça (Maria-Theresien-Platz, uma das mais fotogênicas de Viena) fica o Museu de História Natural, o irmão gêmeo arquitetônico — mesmo projeto por fora, focos diferentes por dentro.

Pra mais informações e comprar antecipado, é só acessar aqui.

E olha, aquela dica que a gente já deu volta a valer: pra quem vai maratonar atrações, o Vienna Pass, um passe que dá acesso a diversos pontos turísticos, pode representar uma economia gigantesca — só faça as contas antes pra ver se compensa pro seu ritmo.

Museu Kunsthistorisches

Melhor época pra visitar Viena

Cada estação tem seu charme, e a escolha depende do que você busca:

  • Primavera (abril a junho): jardins do Belvedere, Schönbrunn, Volksgarten e Burggarten em plena floração. Temperatura amena, ideal pra caminhar.
  • Verão (junho a agosto): concertos ao ar livre, cinema em frente à Rathaus, vida agitada nos parques e no Danúbio. Também é alta temporada, com mais turistas e preços de hotel mais salgados.
  • Outono (setembro a outubro): temperaturas boas, menos gente, cores lindas nos parques. A gente acha das melhores épocas custo-benefício pra Viena.
  • Inverno (novembro a fevereiro): feiras de Natal maravilhosas na Rathaus e em várias praças, clima de conto de fadas. Dias curtos e frio de -5°C às vezes, mas os museus e cafés compensam.

Erros que brasileiros cometem em Viena (e como evitar)

A gente já viu (e cometeu) todos esses. Ficam os avisos:

  1. Subestimar o tempo dos palácios. Schönbrunn, Hofburg e Belvedere pedem facilmente meio dia cada. Quem quer ‘passar rápido’ acaba correndo e não aproveitando. Melhor separar ‘dia dos palácios’ e ‘dia dos museus’.
  2. Ignorar os jardins gratuitos. Burggarten, Volksgarten (com rosarium lindo), Maria-Theresien-Platz e os jardins do Belvedere são gratuitos e fotogênicos. Muita gente passa direto.
  3. Pagar tudo separado sem calcular o Vienna Pass. Somando Schönbrunn + Belvedere + torres da Catedral + Roda Gigante + Kunsthistorisches, o total individual passa fácil o valor de um passe.
  4. Chegar tarde em atração concorrida. Schönbrunn e Belvedere têm fila enorme perto do meio-dia na alta temporada. Vá logo na abertura ou no fim da tarde.
  5. Ficar só no centro turístico. Muitos brasileiros não passam da Stephansplatz, Hofburg e Ópera. Prater, Hundertwasserhaus, Danúbio e Naschmarkt mostram um lado mais cotidiano e alternativo da cidade — que é o mais legal.
  6. Não reservar tempo pros cafés históricos. Café Central, Café Sacher, Café Demel — parar num café vienense pra tomar um Melange e comer um Sachertorte é experiência cultural, não perda de tempo.

Sugestão de roteiro de 3 dias em Viena

Baseado no que a gente faria com esse tempo:

  • Dia 1 — Centro histórico: Stephansdom (com subida na torre), ruas Graben e Kärntner Straße, Casa de Mozart, Hofburg (com Biblioteca Nacional), pausa no Café Central e Rathaus à noite.
  • Dia 2 — Palácios: manhã inteira em Schönbrunn (interior + jardins + Gloriette). Tarde no Belvedere (Superior + jardins). Jantar no Naschmarkt.
  • Dia 3 — Cultura e lazer: MuseumsQuartier + Kunsthistorisches ou Albertina pela manhã. Tarde na Hundertwasserhaus e Prater com a Roda Gigante no pôr do sol.

Com 4 ou 5 dias, dá pra encaixar bate-volta em Bratislava, cidades do Wienerwald ou uma visita ao zoo de Schönbrunn com calma.

Seguro viagem pra Áustria (obrigatório)

Um detalhe importante que muita gente esquece: a Áustria faz parte do espaço Schengen, então o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de € 30 mil pra despesas médicas. Sem apresentar seguro, você pode ter problema na imigração.

A gente sempre usa esse comparador de seguros, que mostra as melhores seguradoras lado a lado e tem 18% de desconto exclusivo pros nossos leitores. Além de cumprir a exigência Schengen, o seguro cobre atendimento médico (que na Europa custa muito caro sem convênio), extravio de bagagem, cancelamento de voo e problemas com hospedagem.

Perguntas frequentes sobre pontos turísticos de Viena

Quantos dias são suficientes pra conhecer Viena?

3 dias dão pra ver os principais pontos turísticos com calma: centro histórico + Schönbrunn + Belvedere + um dia pra museus e Prater. Com 4 ou 5 dias, dá pra encaixar bate-voltas (Bratislava, Wienerwald) e explorar cafés e bairros mais alternativos.

Vale a pena comprar o Vienna Pass?

Se você pretende visitar 4 ou 5 atrações pagas por dia (Schönbrunn, Belvedere, torres da Catedral, Roda Gigante, museus), sim, costuma compensar e ainda ajuda a furar fila. Se seu ritmo é mais tranquilo, calcule o total dos ingressos individuais antes de decidir.

Precisa comprar ingressos com antecedência em Viena?

Pra Schönbrunn, Belvedere e as torres da Catedral, sim, principalmente na alta temporada. Filas de bilheteria costumam ser longas e ingressos pra horários bons esgotam. Comprar antecipado pela internet também sai mais barato e permite pagar em reais parcelado.

Dá pra ir de Viena até outros destinos europeus facilmente?

Sim, Viena tem uma das melhores conexões de trem da Europa central. Bratislava fica a 1h, Praga a 4h, Budapeste a 2h30, Salzburgo a 2h30. Todos com trens ÖBB rápidos e confortáveis.

Precisa saber alemão pra viajar em Viena?

Não. Praticamente todo mundo em áreas turísticas fala inglês, os cardápios têm tradução em vários idiomas e os museus disponibilizam áudio-guia em português ou espanhol. Aprender um ‘Danke’ (obrigado) e ‘Guten Tag’ (bom dia) é sempre bem-vindo, mas não é essencial.

O que comer em Viena?

Wiener Schnitzel (empanado de vitela), Tafelspitz (carne cozida no caldo, típico dos Habsburgo), Sachertorte (bolo de chocolate famoso), Apfelstrudel (torta de maçã) e Melange (café vienense com espuma de leite). O Naschmarkt é ótimo pra provar de tudo um pouco gastando menos.

Viena é uma cidade cara?

É mais barata que Paris, Londres ou Zurique, mas mais cara que Praga ou Budapeste. Refeição em restaurante médio fica em torno de € 15 a € 25 por pessoa; almoçar no Naschmarkt ou em cafés casuais pode sair por € 10 a € 15. Metrô diário sai em torno de € 8.

Vale a pena alugar carro em Viena?

Não, o transporte público (metrô, bonde e ônibus) é excelente e cobre todos os pontos turísticos. Estacionamento no centro é caro e restrito. Só faz sentido alugar se você pretende sair da cidade pra rodar pela Áustria ou pra países vizinhos.

Economize ao máximo na sua viagem para Viena

Viena é uma daquelas cidades que a gente sai querendo voltar. Palácio atrás de palácio, museus de nível mundial, cafés de 200 anos, comida boa e uma organização que faz a viagem fluir sem estresse. Segue as dicas aqui de cima, compra ingresso antecipado e reserva tempo pra pausar num café — porque não dá pra ir a Viena e não sentar pra tomar um Melange olhando o movimento.