Pontos turísticos de Florianópolis: guia completo

Se você está montando a viagem pra Floripa e quer saber o que realmente vale a pena visitar na ilha, esse guia é pra você. A gente já foi pra Florianópolis várias vezes e reuniu aqui os pontos turísticos que a gente considera imperdíveis, do centro histórico até as praias mais bonitas do sul.

A graça de Floripa é justamente essa: numa mesma viagem você curte praia paradisíaca, trilha em mata atlântica, casario açoriano colorido e uma cena gastronômica de respeito, com ostras frescas e camarão na sequência. É difícil encontrar um destino brasileiro tão completo assim.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos. Vale dar uma olhada antes de fechar qualquer coisa.

Ponte Hercílio Luz

A Ponte Hercílio Luz é o principal cartão-postal de Florianópolis e patrimônio histórico, artístico e arquitetônico do município. É uma ponte pênsil com cerca de 819 metros e torres de 75 metros acima do nível do mar, inaugurada em 1926 — quando finalmente o transporte entre a ilha e o continente deixou de ser exclusivamente marítimo.

Depois de ficar muitos anos fechada, ela foi reaberta em 2020 e hoje é um dos pontos mais fotografados da cidade. Os melhores ângulos pra contemplar a ponte são o Parque da Luz e a beira-mar continental, principalmente no fim da tarde quando o sol baixa e a estrutura fica iluminada.

Olha uma dica que a gente sempre dá: vai a pé. No fim de semana, inclusive, só passam pedestres e bicicletas — carro não pode. A contemplação não custa nada, e os city tours que incluem a ponte costumam ficar em torno de R$ 120 a R$ 200 por pessoa.

Ponte Hercílio Luz

Avenida Beira-mar Norte

A Avenida Beira-mar tem cerca de sete quilômetros e fica pertinho da Ponte Hercílio Luz, às margens da baía formada entre a ilha e o continente. É um dos melhores lugares pra caminhar, correr ou só sentar e ver o mar. Olha o que vale conhecer ao longo do calçadão:

  • Trapiche da Avenida: ponto com uma vista espetacular do mar, ótimo pra fotos.
  • Ponta do Coral (ou Ponta do Recife): um dos lugares mais bonitos da cidade pra ver o pôr do sol.
  • Parque da Luz: pertinho da Ponte Hercílio Luz, com vista panorâmica e bem arborizado.
Avenida Beira-mar Norte de Florianópolis

Mercado Público de Florianópolis

O Mercado Público existe desde 1851 e é o coração do centro histórico da cidade. O prédio é patrimônio artístico, histórico e arquitetônico do município. No começo, era onde os pequenos comerciantes da ilha vendiam peixe, carne seca, feijão e arroz.

Hoje, depois de várias reformas, ele ainda vende esses produtos típicos, mas também concentra bares, restaurantes e artesanato. Quando a gente foi pela primeira vez, o que surpreendeu foi o clima de boteco no fim da tarde — os bares ficam cheios de gente comendo pastel de camarão e tomando cerveja gelada. Pra petiscar, espere gastar em torno de R$ 30 a R$ 60; uma refeição completa fica entre R$ 60 e R$ 120 por pessoa.

Mercado Público de Florianópolis

Catedral Metropolitana de Florianópolis

Também no centro está um dos prédios mais antigos da cidade, a Catedral Metropolitana. Ela foi construída no mesmo local em que existia uma capelinha erguida em 1678 pelo fundador da cidade, o bandeirante Francisco Dias Velho.

Foram várias reformas — a maior em 1922 —, mas vários elementos originais foram preservados. Lá dentro tem um importante acervo de arte sacra, e a catedral é patrimônio tombado pelo estado e pelo município. Costuma abrir durante o dia pra visitação, e a entrada é gratuita.

Catedral Metropolitana de Florianópolis

Praça XV de Novembro e a figueira centenária

Ao redor da catedral fica a Praça XV de Novembro, marco zero da cidade. Lá está a famosa figueira centenária, uma árvore enorme que fez sombra pras primeiras reuniões dos fundadores da cidade — e dá nome ao time Figueirense.

Além da figueira, você encontra as palmeiras imperiais e o Monumento em Honra aos Heróis Mortos na Guerra do Paraguai. A praça vive cheia de eventos culturais e é um bom ponto de descanso entre os deslocamentos pelo centro histórico.

Praça XV de Novembro em Florianópolis

Palácio Cruz e Sousa

Em frente à Praça XV de Novembro fica o Palácio Cruz e Sousa, antigo Palácio Rosado, que hoje abriga o Museu Histórico de Santa Catarina. É um sobrado colonial de arquitetura neoclássica construído por volta de 1785 pra servir como Palácio do Governo. Antes de virar museu, foi palco de eventos políticos e até de visitas dos imperadores D. Pedro I e D. Pedro II.

O museu tem várias alas temáticas que contam a história do estado desde os tempos pré-colombianos até hoje. O acervo é vasto: móveis, roupas, armas, documentos, fotografias, obras de arte e itens que relembram a escravidão na região. Tem também uma biblioteca especializada em história e cultura catarinense, aberta ao público. O ingresso costuma ficar em torno de R$ 10 a R$ 20.

Vale checar o site antes de ir, porque tem exposições temporárias rolando o tempo todo, e museus normalmente fecham às segundas.

Palácio Cruz e Sousa em Florianópolis

Mirante do Morro da Cruz

Quer uma vista panorâmica de toda a cidade? O mirante do Morro da Cruz é o lugar. São mais de 285 metros de altitude, com vista pras duas baías, o aeroporto, boa parte da costa da ilha e a Ponte Hercílio Luz iluminada lá embaixo.

Fica próximo ao centro e dá pra subir de carro ou aplicativo, com uma caminhada curta no final. A dica é ir no fim da tarde: você pega o pôr do sol e ainda vê a cidade acendendo. Já tem rolado também turismo de base comunitária na região do Maciço do Morro da Cruz, que conecta o visitante com a cultura local — uma experiência bem diferente do roteiro tradicional de praia.

Mirante do Morro da Cruz em Florianópolis

Aluguel de carro em Florianópolis (economize até 34%)

Floripa é uma ilha grande e os pontos turísticos ficam espalhados — do centro até Naufragados no sul, da Joaquina até Ingleses no norte. Sem carro, você perde muito tempo no ônibus, e aplicativo nas áreas mais afastadas fica caro ou demora. Por isso, alugar carro faz toda a diferença na viagem.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Aluguel de carro em Florianópolis

Lagoa da Conceição

A Lagoa da Conceição é um dos lugares mais bonitos e gostosos de Florianópolis — um dos nossos preferidos na ilha. É comum ver gente praticando esporte dentro e fora da água, com clima de calmaria que se mistura à vida boêmia da noite.

Vale estender uma canga na grama e relaxar, ou sentar num dos quiosques de frente pra lagoa. As dunas no início da Avenida das Rendeiras são ótimas pra sandboard ou skibunda. E a Avenida das Rendeiras merece ser atravessada de ponta a ponta: além da vista da lagoa, tem bordados feitos pelas rendeiras e restaurantes que servem a tradicional sequência de camarão.

O centrinho da Lagoa é uma delícia, principalmente à noite, repleto de pousadas, bares e lojinhas. Pra quem curte stand up paddle ou caiaque, o aluguel costuma sair entre R$ 60 e R$ 150 por hora.

Lagoa da Conceição em Florianópolis

Praia da Joaquina

A Joaquina é uma das praias mais famosas da ilha, conhecida pelo surfe forte e pelas dunas enormes logo na entrada. É um lugar pra quem curte mar agitado, ou pra quem só quer fotos espetaculares ao pôr do sol nas dunas — vira um cenário quase de deserto.

O aluguel de prancha sai em torno de R$ 60 a R$ 100, e o estacionamento costuma custar entre R$ 15 e R$ 30. Dica: chegue cedo na alta temporada, porque enche e a vaga acaba rápido.

Praia Mole

Vizinha da Joaquina, a Praia Mole tem um clima jovem e descontraído, com quiosques que viram point no fim do dia. É boa pra banho — sempre respeitando as bandeiras de segurança, porque o mar costuma ser puxado — e ótima pra quem quer combinar praia bonita com bar à beira-mar.

Barra da Lagoa e piscinas naturais

A Barra da Lagoa tem clima de vila de pescadores e é o ponto de partida pra uma das trilhas mais bacanas pra famílias na ilha: a das piscinas naturais. São cerca de 15 minutinhos de caminhada saindo da pontezinha da Barra, num percurso fácil, até umas piscinas formadas entre pedras com água cristalina. O passeio é gratuito.

Tem uma coisa que a gente erraria na primeira ida: subestimar o sol. O vento da Barra disfarça o calor e você só percebe a queimadura no fim do dia. Vai com protetor solar, chapéu e bastante água.

Projeto Tamar

Outro passeio imperdível, principalmente pra quem está com crianças, é o Projeto Tamar na Barra da Lagoa — a única unidade do projeto no Sul do país. Lá você encontra tanques com diferentes espécies de tartarugas em vários estágios de vida: verde, cabeçuda, oliva e de pente.

Tem espaço pra pintar desenhos temáticos, materiais sobre conservação dos oceanos e, no Espaço do Saber, esqueletos, cascos e até uma réplica de ninho. A visita pode ser livre ou guiada com monitor (a guiada costuma acontecer por volta das 11h30, mas vale checar antes).

O ingresso fica em torno de R$ 35 a R$ 40 por pessoa, e vale super a pena — é uma das atividades mais bacanas pra fazer com crianças em Floripa.

Projeto Tamar em Florianópolis

Museu de Arqueologia Costão do Santinho

O Museu de Arqueologia Costão do Santinho é um museu a céu aberto na Praia do Santinho, com inscrições rupestres gravadas nas rochas e oficinas líticas estimadas em mais de 5 mil anos.

Pra ver tudo, você faz uma trilha bem tranquila com várias placas informativas. É um passeio que mistura história e paisagem natural deslumbrante — vale muito a pena, e recebe cerca de 70 mil visitantes por ano.

Museu Arqueológico Costão do Santinho

Praia dos Ingleses

A Praia dos Ingleses é uma das mais populares do norte da ilha, com excelente infraestrutura: hotéis, restaurantes, comércio. É uma escolha boa pra famílias e pra quem quer estrutura completa à beira-mar.

No verão, fica bem cheia. Quem vai de carro precisa chegar cedo pra conseguir vaga.

Jurerê Internacional

Também no norte, Jurerê Internacional é o bairro mais conhecido pela infraestrutura de alto padrão, com beach clubs famosos, casas de veraneio e gastronomia mais sofisticada. Mistura famílias com público jovem em busca de festas e bons restaurantes. Espere gastar entre R$ 100 e R$ 250 por pessoa nos beach clubs e restaurantes da região.

Bairro Ribeirão da Ilha

O Ribeirão da Ilha é onde a herança açoriana se preserva com mais força em Floripa. Foi ali que os primeiros imigrantes açorianos se estabeleceram, e o bairro mantém a arquitetura colonial, com casinhas coloridas, igrejas históricas e ruas tranquilas — um cenário que rende ótimas fotos.

A Igreja Nossa Senhora da Lapa é antiquíssima e vale a visita. Mas o forte do Ribeirão é a gastronomia: é o berço da produção de ostras frescas em Florianópolis. Os restaurantes especializados servem rodízios ou porções que ficam em torno de R$ 80 a R$ 150 por pessoa. Pra quem gosta de fruto do mar, é parada obrigatória.

Ribeirão da Ilha em Florianópolis

Praia de Naufragados

Pra quem curte trilha e busca um cenário menos óbvio, a Praia de Naufragados é uma das pérolas escondidas do sul da ilha, na Caieira da Barra do Sul, além do Ribeirão. A trilha é considerada de nível iniciante, mas exige preparo: calçado adequado, água, lanche e planejamento de horário pra ida e volta.

A praia é mais isolada, com visual de natureza selvagem — quase nada parece com o resto urbanizado da ilha. Não é um passeio de duas horas: programe um dia inteiro pra isso.

Ilha do Campeche

A Ilha do Campeche é uma das principais atrações de Floripa e merece reserva com antecedência. Tem praia de água clara, trilhas guiadas e até sítio arqueológico. O controle de acesso diário, com limite de visitantes, faz com que o passeio seja bem organizado e não fique lotado.

O passeio de barco custa em torno de R$ 150 a R$ 250 por pessoa, dependendo do ponto de saída e do tipo de embarcação. Na alta temporada, vai cedo: as vagas esgotam rápido.

Anhatomirim e fortalezas históricas

A Ilha de Anhatomirim abriga a maior das fortalezas construídas pra proteger a baía de Florianópolis no passado. Hoje, além do circuito histórico, tem restaurante, lanchonete, aquário marinho e exposição de mamíferos aquáticos. Os passeios de barco saem da região continental e costumam combinar Anhatomirim com outras ilhas e fortes.

O preço dos passeios fica em torno de R$ 150 a R$ 250 por pessoa, podendo incluir refeição. É um dos mais cobiçados na alta temporada, então reserve cedo.

Ingressos e passeios em Florianópolis

Falando em reservar com antecedência: pra todos esses passeios de barco, fortalezas, tours pelas praias e excursões pra Blumenau ou Balneário Camboriú, vale comprar pela internet. Sai mais barato e você garante vaga em dias de alta procura.

A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar passeios, ingressos e excursões. Os valores são ótimos, o atendimento é em português e dá pra cancelar sem custo na maioria dos passeios. Olha alguns que valem a pena reservar por lá:

  • Tour panorâmico por Florianópolis
  • Passeio de barco à Ilha do Campeche
  • Excursão a Blumenau e Pomerode
  • Tour pelas praias do norte e Santo Antônio de Lisboa
  • Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
  • Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha
Tour pela Ponte Hercílio Luz em Florianópolis

Erros comuns de quem vai a Floripa pela primeira vez

Olha aqui o que a gente errou (ou viu muita gente errar) nas primeiras viagens:

  • Subestimar as distâncias na ilha. Floripa parece pequena no mapa, mas o trânsito na alta temporada transforma trajetos curtos em horas de carro. Norte-centro-sul num dia é cilada.
  • Querer conhecer 3-4 praias por dia. Você fica mais tempo no carro do que na praia. O ideal é 1 ou no máximo 2 praias por dia.
  • Não reservar passeios de barco na alta temporada. Ilha do Campeche e Anhatomirim lotam — quem deixa pra última hora paga mais ou fica sem vaga.
  • Ficar só numa região. Quem fica só em Jurerê ou só na Lagoa perde o charme de Ribeirão da Ilha e do centro histórico. Vale circular.
  • Não levar preparo pra trilha. Trilhas como a de Naufragados são vendidas como fáceis, mas exigem calçado, água, lanche e horário.
  • Confiar só no protetor solar fraco. O vento dá sensação de frescor e o sol queima sem você perceber. Use fator alto e reaplique.

Quando ir a Florianópolis

A melhor época depende do que você busca. O verão (dezembro a março) é quente, mar bom pra banho, vida noturna a mil — mas é o período mais caro e cheio. A primavera (setembro a novembro) e o começo do outono (abril) oferecem clima agradável, menos trânsito e diárias bem mais baixas — pra muita gente, o melhor custo-benefício. O inverno é bom pra quem prefere cidade calma, gastronomia tranquila e trilhas; a água do mar fica fria.

Seguro viagem pra Florianópolis

Mesmo sendo uma viagem dentro do Brasil, ter seguro viagem evita dor de cabeça. Pra atividades como trilha em Naufragados, mergulho, passeio de barco e esportes aquáticos na Lagoa, qualquer machucado fora do SUS sai caro — e a maioria dos hospitais bons em Floripa são particulares.

A gente usa esse comparador de seguros pra achar o plano mais barato em cada viagem. O comparador mostra todas as seguradoras lado a lado e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Vale dar uma olhada antes de embarcar.

Pra quem vai aproveitar bem a ilha, o conforto do hotel faz muita diferença — afinal, depois de um dia inteiro de praia ou trilha, você quer cair numa cama boa. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Florianópolis:

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre os pontos turísticos de Florianópolis

Quantos dias são ideais pra conhecer os principais pontos turísticos de Florianópolis?

O ideal são 5 a 7 dias pra conseguir cobrir o centro histórico, as principais praias do leste (Lagoa, Joaquina e Mole), o norte (Jurerê e Ingleses), o sul (Ribeirão da Ilha) e ainda fazer um passeio de barco pra Ilha do Campeche ou Anhatomirim. Em menos tempo, você acaba correndo e não aproveita direito.

Vale a pena alugar carro em Florianópolis?

Sim, vale muito. Os pontos turísticos ficam espalhados pela ilha inteira e o transporte público demora. De carro, você cobre o dobro de coisas no mesmo dia. Só evite dirigir no centro em horário de pico no verão — o trânsito é pesado.

Qual a melhor região pra se hospedar em Floripa?

Depende do perfil: norte (Jurerê, Ingleses, Canasvieiras) pra família e infraestrutura; leste (Lagoa da Conceição e praias) pra quem curte vida noturna e atmosfera jovem; centro pra quem vai a trabalho ou quer ficar próximo ao casario histórico.

Quanto custa o passeio à Ilha do Campeche?

O passeio de barco costuma ficar entre R$ 150 e R$ 250 por pessoa, dependendo do ponto de saída e do tipo de embarcação. Na alta temporada, os preços sobem e as vagas esgotam — reserve com antecedência.

O Projeto Tamar vale a pena pra quem não tem criança?

Vale, sim. Mesmo sem criança, é um passeio rápido (cerca de 1h30) e bem informativo sobre conservação marinha. Os tanques com diferentes espécies de tartarugas são bem legais. Custa em torno de R$ 35 a R$ 40 a inteira.

Dá pra conhecer Florianópolis sem alugar carro?

Dá, mas com limitações. O transporte público liga as principais regiões, e aplicativos funcionam bem no centro, Lagoa e norte. Mas pra Ribeirão da Ilha, Naufragados ou praias mais afastadas, o ônibus demora demais e o aplicativo fica caro. Sem carro, foque numa única região por viagem.

Qual o melhor mês pra visitar Florianópolis?

Se o foco é praia, janeiro e fevereiro são os meses mais quentes, com mar bom pra banho — mas é também o auge da temporada, com mais lotação e preços altos. Pra economizar mantendo bom clima, março, abril, outubro e novembro são ótimas escolhas.

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é um daqueles destinos que a gente volta várias vezes e sempre descobre algo novo. Com esse roteiro de pontos turísticos, você consegue equilibrar centro histórico, praia, natureza e gastronomia numa viagem só. Boa viagem!