Passeios em Florianópolis: o que fazer na ilha

Floripa é daqueles destinos que cabem várias viagens em uma só: praia paradisíaca, trilha selvagem, centro histórico, vida noturna, gastronomia açoriana e até cachoeira. A gente já foi várias vezes pra ilha e sempre descobre alguma coisa nova.

Nesse guia, a gente reuniu os melhores passeios em Florianópolis, dividindo por região pra facilitar a montagem do roteiro, com faixas de preço, dicas práticas e os erros que a gente já cometeu (pra você não repetir).

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos.

Por onde começar: entendendo a ilha

Antes de sair listando passeio, é bom entender uma coisa: Floripa é uma ilha grande, com mais de 40 praias espalhadas em quatro grandes regiões (norte, leste, sul e centro). E o erro número um do turista é tentar fazer uma praia do norte e uma do sul no mesmo dia — você vai passar mais tempo no carro do que na areia.

A nossa dica é agrupar passeios por região: um dia no norte (Jurerê, Ingleses, Daniela), outro no leste (Lagoa, Joaquina, Mole), outro no sul (Ribeirão, Pântano, Naufragados) e um dia no centro histórico. Assim você aproveita de verdade.

Outra coisa importante: a ilha tem microclima. Pode estar sol em Jurerê e chovendo no Pântano do Sul no mesmo dia. Sempre olha a previsão antes de fechar passeio de barco ou trilha mais longa.

1. Curtir as praias (e escolher as certas pra você)

São tantas opções que a galera fica perdida. Pra ajudar, a gente separou as nossas favoritas, dividindo por estilo: famílias, surfistas, baladeiros e quem quer praia deserta.

Praia dos Ingleses

Uma das nossas preferidas pra se hospedar. O nome vem do naufrágio de uma embarcação inglesa entre o fim do século 17 e início do 18. Tem 5 km de extensão, ótima infraestrutura de hotéis e restaurantes, e o amanhecer ali é um espetáculo.

Se você curte se aventurar, vale fazer a trilha da Feiticeira pela encosta norte. São dois quilômetros conectando os Ingleses à Praia Brava, que tem águas cristalinas e é point de surfistas. Sempre rola um som tocando na areia da Brava.

Praia dos Ingleses

Praia da Daniela

Coladinha na badalada Jurerê, mas com clima totalmente diferente: tranquila, com vegetação nativa preservada e mar calmo. É a melhor opção pra famílias com crianças pequenas.

Dois pontos imperdíveis ali: o pontal da Daniela (com praia dos dois lados) e as praias secretas à direita da praia principal, depois de algumas pedras. Dá também pra fazer uma caminhada da Daniela até a encantadora Praia do Forte.

Praia da Daniela

Praia de Jurerê (Internacional)

Pouca gente sabe, mas o bairro de Jurerê Internacional foi projetado pelo Oscar Niemeyer. O clima ali é de requinte: casarões imponentes, restaurantes sofisticados, carrões nas ruas e algumas das festas mais conhecidas do Brasil — Milk, Donna, Posh e o P12, beach club que no verão recebe gente como Anitta e Alok.

A praia tem mar calmo e estrutura excelente. Quem tem tempo, vale conhecer também Jurerê Tradicional e Cana Jurê, com palmeiras lindíssimas.

Jurerê

Praia de Naufragados

Pra chegar, é preciso fazer uma trilha de cerca de 2,5 km saindo da Caieira da Barra Sul. A trilha é considerada iniciante, mas exige planejamento: leve água, calçado adequado e protetor, e calcule o horário pra não voltar no escuro. O nome vem de duas embarcações portuguesas que naufragaram ali por volta de 1750.

A praia é praticamente deserta e quase não tem estrutura, o que mantém o clima selvagem. O bônus são as piscinas naturais, que ficam a uns 20 minutos a mais de caminhada à esquerda da praia — com sorte, dá pra avistar golfinhos. À direita, outra trilha leva até um farol e canhões históricos, com vista pra Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba.

Praia de Naufragados

Praia do Pântano do Sul + Caverna

Cenário clássico de vila de pescadores, com pequenas embarcações coloridas na areia. Pé na areia fica um dos restaurantes mais tradicionais da ilha: o Bar do Arante, famoso pelos frutos do mar e pela decoração curiosa, com milhares de bilhetes colados pelas paredes.

Pra quem é mais preparado fisicamente, dá pra fazer a trilha (com guia) até a Caverna do Pântano do Sul. O percurso é desafiador, inclui escalada — só se aventure com profissional.

Pântano do Sul

Praia do Matadeiro

Pra chegar, faz uma pequena trilha começando perto da Praia da Armação. O Matadeiro tem natureza muito preservada e mar bom pra banho. Aproveita pra dar um pulo na vizinha Armação e subir até a Ponta das Campanhas, que divide as duas e oferece uma vista panorâmica linda.

Praia do Matadeiro

Praia do Santinho

Tem ótima estrutura de restaurantes e quiosques, lindo costão pra contemplar a paisagem. Ao norte, ficam as Dunas do Santinho; ao sul, um museu arqueológico ao ar livre imperdível, com pinturas e artefatos rupestres estimados em mais de 5 mil anos.

O mirante do Santinho tem uma das melhores vistas do nascer do sol da cidade. De lá também sai uma trilha de uns 1,5 km até a Praia de Moçambique, que é gigante, linda e costuma estar vazia.

Praia do Santinho

Praia do Campeche

O Campeche é ideal pra chegar cedo, sentar e ficar admirando o mar tomando uma cerveja, suco ou drink. Não é das melhores pra banho — o mar costuma ser bem agitado.

O grande atrativo é a Ilha do Campeche, a 1,5 km da praia: água cristalina, areia branca e mar calmo, com fama de Caribe catarinense. O acesso é por embarcações credenciadas que saem do Campeche e da Barra da Lagoa, com limite diário de visitantes por causa da preservação ambiental. A travessia costuma ficar em torno de R$ 140 a R$ 300 por pessoa, dependendo da embarcação e da época.

Praia do Campeche

Importante: em alta temporada, a Ilha do Campeche lota e a vaga acaba cedo. Não deixe pra decidir em cima da hora — esse é um dos erros mais comuns que a gente vê o pessoal cometer.

2. Garantir os passeios e ingressos com antecedência

Floripa é destino de passeio pago: travessia pra Ilha do Campeche, escuna pelas fortalezas, tour panorâmico pelas praias, sandboard, parapente, excursão pra Blumenau e Pomerode… e em feriado e verão tudo lota.

A gente sempre reserva os passeios pela internet antes de viajar, e por anos vem usando esse site que a gente usa em todas as viagens. É um dos maiores do mundo nesse tipo de serviço, todo em português, com pagamento em reais e parcelamento sem IOF — e o melhor: a maioria dos passeios tem cancelamento gratuito, então você reserva e, se mudar de ideia, cancela sem pagar nada.

Os passeios que a gente mais recomenda fechar com antecedência:

  • Travessia para a Ilha do Campeche
  • Tour panorâmico pelas praias do norte + Santo Antônio de Lisboa
  • Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
  • Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha
  • Excursão a Blumenau e Pomerode (bate-volta de dia inteiro pelo Vale Europeu)
  • Voo de parapente na Praia Mole

Os city tours de dia inteiro costumam custar em torno de R$ 150 a R$ 300 por pessoa, e passeios de barco em torno de R$ 80 a R$ 240. Reservando antes, você trava o preço e evita filas e decepção de chegar e estar esgotado.

Tour pela Ponte Hercílio Luz

3. Trilha do Gravatá

Já indicamos várias praias com acesso por trilha, e essa é mais uma. A trilha pra Praia do Gravatá é considerada fácil, e o próprio caminho já é uma atração: muito verde, mirante no meio do percurso com vista panorâmica pra Praia Mole.

São cerca de 50 minutos de caminhada. Pra achar o começo, vá até o Bar do Boni, na avenida das Rendeiras. O Gravatá é uma praia pequena, paradisíaca, com águas tranquilas e barrancos onde dá pra sentar e curtir a paisagem. Não tem nenhuma estrutura, então leve água e lanche.

4. Piscinas Naturais da Barra da Lagoa

Um paraíso meio escondido entre a Prainha da Barra e a Praia da Galheta (que é de naturismo). A trilha leva uns 15 minutos e é super tranquila.

No verão, é gostoso nadar nos poções de água cristalina. Mas atenção: pra entrar na água, você pula das pedras direto pro mar — não tem areia. Então não é indicado pra quem tem mobilidade reduzida ou pra ir com crianças pequenas.

Barra da Lagoa

5. Cachoeira da Solidão

Esse passeio é pouco conhecido, mas vale demais. Pra chegar, sai da Praia do Saquinho — e pra chegar no Saquinho, faz uma trilha curtinha e fácil que começa no final da Praia da Solidão. O Saquinho é praticamente deserto. A trilha de lá até a cachoeira também é bem tranquila.

A Cachoeira da Solidão tem águas cristalinas. Se você estiver lá ao meio-dia, vai ver as águas ainda mais transparentes por causa do sol incidindo direto.

Cachoeira da Solidão

6. Sandboard nas Dunas da Joaquina

A Joaquina é uma das praias mais bonitas e movimentadas da ilha, point histórico do surf catarinense. Chega cedo pra fugir do trânsito e garantir bom lugar na areia.

O grande destaque são as Dunas da Joaquina, onde dá pra alugar um sandboard. O pôr do sol nas dunas é um dos mais lindos da cidade — vai com tempo, leva água e protetor solar.

Dunas da Joaquina

7. Explorar o centro histórico de Florianópolis

O centro é pequeno, mas tem bastante coisa boa, e a gente acha que esse passeio é subvalorizado. É o programa ideal pra dia nublado ou de mar muito agitado.

Comece pela Praça XV de Novembro, o ponto zero da cidade. Ali tem uma figueira centenária que, segundo a história, fez sombra pras primeiras reuniões dos fundadores do Figueirense. Na praça também fica a Catedral Metropolitana, que existe desde 1678 e é cartão-postal.

Praça XV de Novembro em Florianópolis

Do lado da praça fica o Palácio Cruz e Souza, antiga sede do governo do estado, hoje Museu Histórico de Santa Catarina. Acervo legal e o prédio é lindíssimo pra foto.

Caminhando uns minutos, você chega no Mercado Público, que existe desde 1851. Pescados super frescos e um pastel de camarão com caldo de cana lendário. A gente errou nessa: foi num sábado de manhã e tava virando esquina pra entrar. Vai num dia de semana ou logo na abertura.

Mercado Público de Florianópolis

A rua Felipe Schmidt concentra o comércio do centro. Pra almoçar, dê um pulo no Armazém Rita Maria.

À noite o centro é boêmio, principalmente na rua Victor Meirelles, com vários bares de rua: Madalena, Atelier 389, Janelinha Bar e No Class. Na paralela (rua Tiradentes) tem o boteco Canto do Noel, com samba esporádico; o bar Fala Marquinho; e a Don’t Tell Mama, balada bem descolada. Aviso: a programação forte rola de quinta a domingo.

Rua Victor Meirelles em Florianópolis

8. Atravessar a Ponte Hercílio Luz

Também no centro, a Ponte Hercílio Luz é patrimônio histórico, artístico e arquitetônico da cidade. Com mais de 800 metros, é a ponte pênsil mais extensa do Brasil. Foi inaugurada em 1926 e mudou tudo: antes dela, o transporte entre ilha e continente era exclusivamente marítimo.

Depois de muito tempo fechada, passou por uma longa restauração e foi reaberta pra pedestres e veículos. Vale super atravessar a pé pra ter uma vista de todo o percurso. Aos fins de semana, o trânsito é só pra pedestres e ciclistas. Os melhores pontos pra fotografar a ponte são o Parque da Luz e a beira-mar continental.

Ponte Hercílio Luz

9. Curtir o Ribeirão da Ilha

Esse passeio tem carga histórica forte: foi no Ribeirão da Ilha que os açorianos, primeiros imigrantes da região, se estabeleceram. É um pedaço encantador da cidade, com arquitetura colonial, casinhas coloridas e a Igreja Nossa Senhora da Lapa, antiquíssima.

Mas o melhor do Ribeirão é a gastronomia. É a capital catarinense da ostra, com restaurantes pé na água servindo ostras frescas e frutos do mar incríveis. Reserva pelo menos meio dia ali, almoça com calma, depois caminha pelas ruas de pedra e tira fotos. Programa lindo, especialmente em dias nublados ou frios — funciona o ano todo.

Bairro Ribeirão da Ilha

10. Conhecer a Lagoa da Conceição

Uma das nossas regiões preferidas da ilha. A Lagoa é point de quem gosta de esporte (aquáticos e fora da água) e tem uma atmosfera relaxada, com brisa, natureza e quiosques de frente pra água. Programa perfeito pra estender canga na grama ou tomar uma cerveja no fim da tarde.

Ali na orla rola aluguel de stand up paddle e caiaque (em torno de R$ 40 a R$ 80 por hora). Tem dunas também, no início da Avenida das Rendeiras, onde dá pra fazer sandboard ou skibunda. Aproveita pra caminhar pela Avenida das Rendeiras de ponta a ponta — lagoa de um lado, comércios e restaurantes do outro. Se gosta de camarão, prova a tradicional sequência de camarão servida ali.

O centrinho da Lagoa fica a uma caminhada das Rendeiras e é ótimo à noite, com pousadas, restaurantes, bares e lojinhas charmosas.

Lagoa da Conceição

11. Aproveitar a Costa da Lagoa

Na Avenida das Rendeiras saem passeios de barco pra Costa da Lagoa, com vista linda da Lagoa da Conceição. Os passeios de barco com paradas pra almoço e banho costumam ficar em torno de R$ 30 a R$ 80 por pessoa.

Pra quem é mais aventureiro, vale fazer a trilha da Costa da Lagoa: cerca de 7 km, passando por engenhos, casas antigas, vila de pescadores e terminando numa cachoeira refrescante. Restaurantes na chegada servem peixe e frutos do mar pé na água.

Costa da Lagoa

Voo de parapente na Praia Mole

Pra quem curte adrenalina, o voo de parapente saindo da Praia Mole é um dos passeios mais espetaculares da ilha. Você decola da Costa da Lagoa, sobrevoa o mar e pousa direto na areia da Mole. A vista aérea do leste da ilha é absurda.

Costuma custar em torno de R$ 250 a R$ 500 por pessoa, dependendo da duração e se inclui fotos e vídeo. Reserva sempre antes — depende muito de condição de vento, então quanto mais dias de margem você tiver, melhor.

Dica essencial: seguro viagem dentro do Brasil

Muita gente acha que seguro viagem é só pra fora do Brasil, mas a verdade é que vale super a pena também pras viagens nacionais — especialmente em destino com trilhas, esportes aquáticos e mar agitado como Floripa.

A gente sempre fecha por esse comparador de seguros, que compara dezenas de seguradoras e acha o melhor custo-benefício. Cobre desde uma torção numa trilha até cancelamento de voo e extravio de bagagem. Pagamento em reais, parcelado e com desconto exclusivo nosso já aplicado no link.

Aluguel de carro em Florianópolis (economize até 34%)

Floripa é uma ilha grande e espalhada — pra fazer passeios em várias regiões num mesmo roteiro, ter carro faz uma diferença enorme. Táxi e app pra trajetos longos ficam caríssimos rapidinho, e ônibus consome tempo demais entre norte e sul.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF (nesse caso não pesa por ser viagem nacional, mas o parcelamento em até 12x faz diferença no bolso). O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas, Sixt e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas vale pesquisar nos dois pra comparar e escolher a melhor oferta.

Aluguel de carro em Florianópolis
Resort Costão do Santinho

Pra aproveitar os passeios sem perder tempo no deslocamento, ficar bem localizado faz toda a diferença em Floripa — cada região da ilha tem um perfil totalmente diferente, e escolher errado pode complicar bastante o roteiro. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Florianópolis:

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre os passeios em Florianópolis

Quantos dias são ideais pra fazer os principais passeios em Florianópolis?

O mínimo recomendado é de 5 a 7 dias pra dar conta das quatro regiões da ilha sem correria. Em 5 dias dá pra fazer norte, leste, sul e centro com calma. Em 7 dias dá ainda pra incluir trilhas mais longas (como Lagoinha do Leste ou Costa da Lagoa), Ilha do Campeche e bate-volta pra Blumenau ou Pomerode.

Qual a melhor época do ano pra fazer passeios em Florianópolis?

Pra praia, o verão (dezembro a março) tem o melhor mar, mas é cheio e mais caro. A primavera (setembro a novembro) e o início do outono (abril) oferecem clima ainda agradável com bem menos lotação. O inverno é ótimo pra trilhas, centro histórico, Ribeirão da Ilha e gastronomia — passeios que muita gente acaba ignorando no calor.

Quanto custa um passeio de barco pra Ilha do Campeche?

A travessia costuma ficar em torno de R$ 140 a R$ 300 por pessoa, dependendo do tipo de embarcação, da época e dos serviços incluídos. Em alta temporada esgota rápido por causa do limite diário de visitantes, então vale reservar com antecedência.

Vale a pena alugar carro em Florianópolis?

Vale muito a pena. A ilha é grande, as praias ficam espalhadas e usar táxi/app o tempo todo sai caríssimo. Com carro, dá pra fazer norte, sul, leste e centro com liberdade total, além de bate-voltas pra cidades vizinhas como Blumenau, Pomerode e Garopaba.

Quais passeios fazer em dia de chuva em Florianópolis?

Os melhores programas pra dia chuvoso são: centro histórico (Praça XV, Catedral, Museu Histórico, Palácio Cruz e Souza), Mercado Público (pastel de camarão e ambiente coberto), Ribeirão da Ilha (gastronomia de ostras), além de cafés e restaurantes na Lagoa da Conceição. Floripa tem microclima, então às vezes o sol volta numa região enquanto chove em outra.

É seguro fazer trilhas em Floripa por conta própria?

Trilhas leves e bem sinalizadas como Gravatá, Naufragados e Piscinas Naturais da Barra dá pra fazer sem guia, com atenção a água, calçado e horário. Já trilhas mais longas e técnicas, como Lagoinha do Leste e Caverna do Pântano do Sul, é fortemente recomendado contratar guia — tem trechos exigentes e o clima pode virar rápido.

Vale a pena fazer city tour ou explorar por conta?

Depende do perfil. Se é a primeira vez na ilha e você não vai alugar carro, o city tour entrega muito conteúdo em um dia (panorâmicas das principais praias, paradas em pontos icônicos, informação histórica). Se prefere flexibilidade pra ficar mais tempo num lugar que gostou, alugar carro e fazer por conta é melhor. A gente recomenda combinar: 1 dia de city tour pra ter visão geral e o resto explorando do jeito de vocês.

Quanto dá pra gastar com passeios em Florianópolis por pessoa?

Pra ter ideia: city tour de dia inteiro fica em torno de R$ 150 a R$ 300, travessia pra Ilha do Campeche em torno de R$ 140 a R$ 300, passeios de escuna em torno de R$ 80 a R$ 240, parapente em torno de R$ 250 a R$ 500 e trilhas guiadas em torno de R$ 150 a R$ 300. Reservando antes pela internet, costuma sair bem mais barato do que comprando na hora.

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é uma daquelas cidades que cabem várias viagens em uma só, e a gente sempre volta com vontade de descobrir mais. Com um bom roteiro, agrupando passeios por região e reservando os principais com antecedência, dá pra aproveitar a ilha inteira sem stress nem perda de tempo no trânsito. Boa viagem!