
Bogotá é uma capital incrível, mas o que muita gente que vai pela primeira vez nem imagina é que dá pra fazer alguns dos melhores passeios da Colômbia em bate e volta a partir dela. A cidade tá cercada de minas de sal centenárias, lagoas sagradas dos muíscas, cachoeiras gigantes, vilarejos coloniais e parques de montanha — quase tudo a menos de 2 horas do centro.
A gente preparou esse guia com os melhores bate e volta saindo de Bogotá, com distâncias reais, faixas de preço, dicas pra evitar erros bobos e o que cada passeio realmente entrega. Quando a gente foi pela primeira vez, achou que ia conseguir encaixar Zipaquirá, Guatavita e La Chorrera no mesmo dia — não dá. Aqui você vai entender por quê e como organizar tudo direitinho.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Bogotá a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Panorama dos arredores de Bogotá
Antes de cair nos passeios, vale entender a geografia. A maioria dos bate e volta clássicos fica em três direções:
- Norte (Zipaquirá, Nemocón, Guatavita, Sopó): a região mais turística, com as atrações mais famosas e estradas boas.
- Leste (La Calera, Chingaza, La Chorrera): mirantes da Sabana, parques de páramo e a cachoeira mais alta do país.
- Oeste e mais distantes (Chicaque, Villa de Leyva): natureza em floresta de neblina e o vilarejo colonial mais famoso da Colômbia.
A maior parte dos passeios fica entre 1h e 2h30 de carro de Bogotá. Villa de Leyva é o mais puxado, com cerca de 3 horas em cada trecho — funciona melhor com pernoite, mas dá pra fazer em bate e volta saindo bem cedo. Como Bogotá tá a 2.600 metros de altitude, todos os passeios são em clima fresco o ano todo: leve sempre um casaco em camadas, mesmo que faça sol na saída.
1) Catedral de Sal de Zipaquirá
Esse é o passeio mais famoso e o que a gente coloca em primeiro lugar pra qualquer pessoa que tem pouco tempo em Bogotá. A Catedral de Sal é uma igreja subterrânea monumental construída dentro de uma mina de sal, a cerca de 180 metros abaixo da superfície. Não é a típica igreja com paredes esculpidas: é uma obra de engenharia e arte, com iluminação cênica, cruzes gigantes esculpidas no sal e um silêncio que arrepia.
Fica a aproximadamente 1h–1h30 ao norte de Bogotá. A entrada na catedral costuma sair em torno de COP 60.000 a 80.000 por pessoa e já inclui audioguia ou guia local. Reserve pelo menos 2 a 3 horas pra andar lá dentro com calma.

Pra ingressos e tours por aí, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. É o maior site de passeios em português do mundo, dá pra pagar em reais e parcelar, tem cancelamento gratuito até alguns dias antes (essencial num destino de clima imprevisível como Bogotá), e o atendimento é em português. Tem combos prontos de Zipaquirá com Guatavita no mesmo dia, que é a forma mais comum (e econômica) de fazer.
Dicas práticas que a gente aprendeu:
- Leve casaco leve: lá dentro é fresco e úmido o ano todo.
- Use calçado fechado — alguns trechos do piso são escorregadios.
- Aproveite pra dar uma volta no centro histórico de Zipaquirá depois da catedral. A praça colonial é fotogênica e tem boas opções de almoço.
- Evite finais de semana e feriados colombianos. A gente errou nessa: foi num sábado e a fila pra entrar tava enorme.
2) Laguna de Guatavita (o mito de El Dorado)
A Guatavita é um dos cenários mais emblemáticos dos arredores de Bogotá — e tem uma história que vale o passeio sozinha. A lenda de El Dorado nasceu aqui: rituais muíscas em que o cacique se cobria de ouro em pó e lançava oferendas de ouro na lagoa. Foi essa história que mobilizou expedições de conquistadores espanhóis e exploradores europeus por séculos — alguns tentaram literalmente esvaziar a lagoa pra achar o tesouro.

A lagoa fica a cerca de 75 km de Bogotá, em torno de 1h30 a 2h de carro. É uma reserva natural com trilhas, mirantes e visita guiada obrigatória — não dá pra ir por conta própria sem guia até a beira da lagoa. A entrada costuma ficar em torno de COP 40.000 a 60.000 com o guia incluído.
O combo mais popular é fazer Catedral de Sal + Guatavita no mesmo dia, com saída cedo de Bogotá. Funciona muito bem porque os dois ficam no mesmo eixo norte. No caminho, dá pra ver paisagens da Sabana de Cundinamarca e as represas San Rafael e Sisga, que abastecem boa parte da água de Bogotá.
Dicas práticas:
- A trilha tem subidas e escadas, mas é considerada leve a moderada. Quem não tá acostumado com altitude pode sentir a respiração mais pesada — vai devagar.
- Leve corta-vento ou capa de chuva. O clima em altitude muda em minutos.
- Evite dias de neblina intensa, que tapam a vista da lagoa. Se der pra ser flexível, escolha o dia mais aberto.
- Leve dinheiro em espécie pra entradas e comércios pequenos.
3) Cachoeira La Chorrera
Pra quem curte trilha e natureza, esse é o passeio. O Parque Aventura La Chorrera abriga a cachoeira mais alta da Colômbia, com cerca de 590 metros de queda. Fica em área montanhosa a mais de 2.000 metros de altitude e a uns 1h30 de Bogotá, no caminho de Choachí.

Além da trilha até a base da cachoeira, o parque oferece tirolesa com vistas espetaculares, rapel e escalada. A trilha tem trechos íngremes e em alguns dias escorregadios — não é passeio pra quem não tá disposto a caminhar de verdade. Reserve o dia inteiro.
O que levar:
- Bota ou tênis de trekking de verdade — chinelo ou sapatênis vão te fazer sofrer.
- Capa de chuva e roupa que possa sujar.
- Água e lanches: a infraestrutura é bem mais simples que em Zipaquirá.
- Evite ir logo depois de dias de chuva forte (lama e risco de escorregão).
4) Villa de Leyva
Esse é o bate e volta mais distante da lista, com cerca de 3 horas em cada trecho, e talvez o mais bonito. Villa de Leyva é um dos povoados coloniais mais bem preservados da Colômbia, com arquitetura branca, ruas de pedra e uma das maiores praças coloniais da América Latina.
Funciona melhor como pernoite — a gente recomenda fortemente passar uma noite por lá — mas dá pra fazer em bate e volta se você sair de Bogotá entre 6h e 7h da manhã. O ônibus sai do Terminal Salitre ou do Terminal del Norte e a passagem costuma ficar em torno de COP 40.000 a 60.000 por trecho.
O que fazer no dia:
- Caminhar pela Plaza Mayor e ruas coloniais.
- Visitar museus locais e provar a culinária boyacense.
- Combinar com Ráquira, vila famosa pelas cerâmicas coloridas, a uns 40 minutos de Villa de Leyva. Vale demais.
Use sapatos confortáveis — o calçamento de pedra acaba com pé despreparado em poucas horas. Finais de semana têm vibe mais animada, mas também ficam mais cheios e caros.
5) Nemocón (a mina de sal menos turística)
Bem menos famosa que Zipaquirá, mas igualmente interessante. Nemocón tem uma mina de sal histórica aberta à visitação, com galerias subterrâneas, lagoas salgadas que formam espelhos d’água impressionantes (foi cenário do filme “Os 33”) e bem menos turistas. Fica logo depois de Zipaquirá, e o combo das duas minas num dia só é uma combinação ótima pra quem curte o tema.
A vantagem aqui é a tranquilidade: você consegue caminhar com calma, tirar fotos sem fila e sentir a atmosfera da mina de outro jeito. Saia cedo de Bogotá pra dar tempo das duas com calma.
6) Casa al Revés (em Guatavita)

Uma atração curiosa e bem fotogênica perto da Guatavita: uma casa inteira construída de cabeça pra baixo, com móveis e objetos fixados no teto. É mais uma parada divertida pra encaixar no combo Guatavita + Zipaquirá do que um passeio principal — mas rende ótimas fotos e quebra a expectativa de “só natureza e história”. Vale meia hora a uma hora.
7) Parque Natural Chicaque

A cerca de 90 minutos de Bogotá, o Parque Natural Chicaque é uma reserva privada em floresta de neblina a mais de 2.000 metros de altitude. Tem uma biodiversidade incrível: orquídeas, samambaias, musgos e uma fauna rica em beija-flores, tucanos e borboletas. Destaque pro Pico del Águila, um dos mirantes mais bonitos.
É um passeio mais leve que La Chorrera, mas ainda exige caminhada. Tem hospedagem dentro do parque pra quem quiser pernoitar e fazer observação de aves logo cedo (a melhor hora). Ótima escolha pra quem quer natureza com infraestrutura.
8) Represa Tomine

Próxima a Guatavita, a Represa Tomine é um destino que pouca gente conhece e funciona muito bem pra quem curte atividades ao ar livre: pesca, passeios de barco, esportes náuticos e piqueniques nas margens. Fica a cerca de 55 km de Bogotá, uns 1h30 de carro. Dá pra combinar com Guatavita no mesmo dia, já que ficam na mesma região.
Tour do café perto de Bogotá

A região de Cundinamarca tem várias fazendas de café que recebem visitantes em tours guiados. Você conhece o processo completo: seleção dos grãos, cultivo, colheita, torrefação e degustação. Pra brasileiro é uma experiência interessante de comparar com a produção daqui — métodos diferentes, perfis de sabor diferentes e a forte cultura cafeeira colombiana de perto.
Não é o Eje Cafetero clássico (esse fica longe, em Armenia/Salento), mas é uma versão acessível em bate e volta.
Como organizar o transporte
Tem três formas principais de fazer esses passeios:
Excursões organizadas são a opção mais simples, principalmente pra quem não fala espanhol fluente. Você é buscado no hotel ou ponto central, tem guia, transporte e logística resolvida. É o que a gente recomenda pra Guatavita e La Chorrera, que são mais complicados de chegar por conta própria.
Ônibus intermunicipais são baratos e funcionam bem pra destinos com mais movimento, como Zipaquirá, Nemocón, Sopó e Villa de Leyva. Saem principalmente do Terminal Salitre e do Terminal del Norte. Tarifa fica em torno de COP 10.000 a 20.000 por trecho — leve sempre dinheiro em espécie.
Carro alugado é prático e dá flexibilidade, mas em Bogotá tem trânsito caótico e várias estradas com pedágio. Pra quem vai ficar 4-5 dias e quer encaixar vários bate e volta, vale a pena. Pra quem tem só 2-3 dias, o tour organizado costuma compensar mais.
Seguro viagem para a Colômbia
Atendimento médico fora do Brasil sempre é caro, e a Colômbia tem regiões em altitude onde mal-estar é comum em quem chega direto do nível do mar. Vale a pena viajar protegido. A gente sempre cota o seguro em esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras do mercado num clique, mostra coberturas lado a lado e tem 18% de desconto exclusivo Grupo Dicas já aplicado.
Pra Colômbia, foque em planos com boa cobertura médica e hospitalar (mínimo de USD 30.000-50.000), bagagem extraviada e cancelamento de viagem.
Chip de celular pra usar nos passeios
Em vários desses passeios o sinal de operadora brasileira não pega, ou pega com cobrança altíssima de roaming. A gente sempre viaja com esse chip de viagem que a gente usa — chega ativado no seu endereço no Brasil, você bota no celular no avião e ao pousar já tem internet 4G/5G ilimitada, mapas funcionando e Uber rodando.
Faz muita diferença em passeios como Guatavita e La Chorrera, em que você quer pedir um app pra voltar ou pesquisar algo na hora.
Erros comuns de turista brasileiro
Esses são os tropeços que a gente vê (e cometeu) com mais frequência:
- Subestimar o clima e a altitude. Sair de Bogotá pra Guatavita ou La Chorrera só de camiseta é um erro clássico. Casaco em camadas e capa de chuva são essenciais.
- Tentar encaixar tudo no mesmo dia. Zipaquirá + Guatavita já é um dia cheio. Tentar incluir La Chorrera ou Villa de Leyva junto vira pesadelo logístico.
- Sair tarde de Bogotá. Pra passeios longos como Villa de Leyva ou combo de duas minas, saia entre 6h e 7h da manhã. Sair às 10h é desperdiçar metade da experiência.
- Não checar o que está incluído no tour. Algumas excursões baratas não incluem a entrada das atrações, e isso pode dobrar o custo final.
- Levar pouco dinheiro em espécie. Entradas de parques menores, comércios e ônibus muitas vezes só aceitam pesos colombianos em cash.
- Fazer trilha pesada no primeiro dia. O corpo precisa de uns 2 dias pra se adaptar à altitude. La Chorrera e Chicaque são melhores a partir do terceiro dia em Bogotá.
Curiosidades pra enriquecer a viagem
- El Dorado é Guatavita. A lenda que levou centenas de expedições espanholas e europeias à América do Sul nasceu naquela lagoa — vale ler um pouco da história antes de visitar.
- Zipaquirá é a terra de Egan Bernal, ciclista colombiano campeão do Tour de France em 2019.
- Páramos são quase exclusivos dos Andes tropicais. Esses ecossistemas de alta montanha (como em Chingaza) são responsáveis por boa parte da água potável de Bogotá. Por isso o controle de acesso é tão rigoroso.
- Sopó tem a Cabaña de Alpina, quase um parque temático de laticínios onde colombianos vão tomar bebidas quentes e comer doces típicos com vista pras montanhas. Ótimo programa pra quem viaja com criança.
Onde ficamos em Bogotá (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões em Bogotá que são ideais para turistas. A primeira é a Zona T, conhecida por sua vida noturna, lojas e uma variedade de restaurantes. É perfeita para quem quer estar no meio do agito e aproveitar a cena social da cidade. A segunda é o bairro La Candelária, que é o coração histórico de Bogotá. Com suas ruas charmosas, museus e restaurantes tradicionais, oferece uma experiência cultural rica e preços mais acessíveis em comparação com a Zona T.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre bate e volta saindo de Bogotá
Qual é o melhor bate e volta saindo de Bogotá?
Pra quem tem só um dia, a combinação Catedral de Sal de Zipaquirá + Laguna de Guatavita é a mais clássica e a que entrega mais história e paisagem num dia só. Pra quem curte natureza, La Chorrera ou Chicaque. Pra quem curte vilarejos coloniais, Villa de Leyva (de preferência com pernoite).
Dá pra fazer Zipaquirá e Guatavita no mesmo dia?
Sim, e é o roteiro mais comum. Os dois ficam no eixo norte de Bogotá e a maioria dos tours já vende esse combo pronto, com saída por volta das 7h da manhã e retorno no fim da tarde. Por conta própria também dá, mas exige logística mais apertada.
Quanto custa um bate e volta a partir de Bogotá?
Excursões em grupo com transporte e guia ficam em torno de COP 150.000 a 260.000 por pessoa (cerca de US$ 35 a US$ 65). Entradas das atrações costumam ser à parte. Indo por conta própria de ônibus, dá pra fazer por bem menos — só Zipaquirá sai por menos de COP 100.000 incluindo passagem e entrada.
Precisa de visto pra ir à Colômbia?
Brasileiros não precisam de visto pra turismo de até 90 dias. Basta apresentar passaporte válido na chegada. Carteira de vacinação contra febre amarela é recomendada (e obrigatória pra algumas regiões da Colômbia, mesmo que Bogotá em si não exija).
Qual a melhor época pra fazer esses passeios?
Bogotá tem clima fresco o ano todo, mas chuvas mais fortes acontecem entre abril-maio e outubro-novembro. Pra trilhas como La Chorrera e parques como Chingaza, a janela mais seca (junho a setembro e dezembro a fevereiro) costuma ser melhor. Evite feriadões colombianos, que enchem Zipaquirá e Guatavita.
É seguro fazer esses passeios?
Sim, os arredores de Bogotá são tranquilos pra turistas, principalmente nos destinos turísticos clássicos. As estradas são boas, os tours operam com regularidade e os parques têm controle de acesso. Como em qualquer cidade grande, evite andar com muito dinheiro vivo e use apps de transporte em vez de táxi de rua em Bogotá.
Vale mais a pena ir de tour ou por conta própria?
Depende do destino. Pra Zipaquirá, dá tranquilo por conta própria (ônibus frequente do Terminal Salitre). Pra Guatavita, La Chorrera e Chingaza, tour vale muito mais pela logística complicada e necessidade de guia. Pra Villa de Leyva, ônibus funciona bem.
Quanto tempo ficar em Bogotá pra fazer vários bate e volta?
Pra aproveitar Bogotá em si + 2 ou 3 bate e volta, reserve 5 a 6 dias. Em menos tempo você acaba escolhendo entre conhecer a cidade ou os arredores — e os dois valem a pena.
Economize ao máximo na sua viagem à Colômbia
- Guia completo: veja nosso guia completo de Bogotá, com tudo o que você precisa pra montar a viagem inteira.
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Leia nossa matéria de como viajar barato para a Colômbia.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Colômbia da forma mais barata e segura.
- Carro: se pensa em alugar, leia como alugar um carro na Colômbia pelo menor preço possível.
- Pesos: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para a Colômbia, com prós e contras de cada opção.
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Bogotá funciona muito bem como base pra explorar uma fatia rica da Colômbia em poucos dias — natureza, mitologia muísca, vilarejos coloniais e gastronomia, tudo a menos de 3 horas de carro. Sai cedo, leva casaco, deixa o estômago pronto pra arepa, e aproveita. A gente garante que esses bate e volta são alguns dos melhores momentos de qualquer viagem à Colômbia.
