Deep Dish Pizza em Chicago

Chicago é uma das cidades mais gostosas dos EUA pra fazer uma viagem 100% focada em comida. A cena gastronômica daqui tem camadas: dá pra provar clássicos que só existem aqui, como a deep dish pizza e o hot dog no estilo Chicago, mas também explorar bairros étnicos, mercados modernos como o Fulton Market e uma cena de rooftops que compete com Nova York, gastando bem menos.

Quando a gente foi a Chicago pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi justamente isso: achou que ia comer só pizza gigante e cachorro-quente, e voltou tendo experimentado comida chinesa em Chinatown, italiana no West Loop, indiana no Near West Side, brunch fenomenal no Loop e ainda sanduíche jibarito, que é uma invenção porto-riquenha local com “pão” feito de banana verde frita. Cidade que vale a viagem só pela comida.

Nesse post a gente reuniu tudo pra montar seu passeio gastronômico: o que provar, onde ir, quanto costuma custar, quais bairros focar e como planejar o roteiro pra aproveitar de verdade. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Chicago a gente juntou tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip, ingressos e alimentação.

Delicatessen em Chicago

Os pratos típicos que você precisa provar em Chicago

Antes de sair pra rua, vale entender o que faz a fama da comida daqui. Chicago tem uns 4-5 pratos que são criação local, ou seja, você não vai encontrar iguais em outras cidades dos EUA. Essa é a lista obrigatória:

Deep Dish Pizza

A pizza mais icônica da cidade. Massa alta, muito recheio, camadas grossas de queijo e o molho de tomate por cima (não por baixo). É quase uma torta salgada de pizza. Uma grande dá tranquilamente pra 2 ou 3 pessoas e costuma sair entre US$ 30 e US$ 40 com taxas, sem contar bebida.

Onde provar:

  • Giordano’s — a rede mais famosa entre turistas, tem várias unidades. É a experiência “cartão postal”.
  • Lou Malnati’s — a queridinha dos moradores locais. Se você tem que escolher uma só, essa é uma aposta segura.
  • Pequod’s — a mais autêntica, com aquela crosta caramelizada de queijo na borda. Menos turística e mais “de bairro”.

Dica de quem já errou: o preparo demora entre 30 e 45 minutos porque a massa é assada na hora. Vai com fome, mas sem pressa, e considera isso no roteiro do dia. Em fim de semana à noite, a fila em Giordano’s e Lou Malnati’s vira a esquina — chega logo na abertura ou vai num dia de semana.

Chicago-Style Hot Dog

Esquece o cachorro-quente brasileiro. Aqui é uma salsicha bovina no pão com sementes de papoula, coberta com mostarda amarela, relish verde, cebola picada, tomate, pickle, pimenta esportiva e sal de aipo. E uma regra sagrada: nunca leva ketchup. Pedir ketchup é considerado quase um crime local — os funcionários vão te olhar torto.

O lugar mais famoso é o Portillo’s, com fila constante mas movimento rápido. O preço fica entre US$ 6 e US$ 10 por lanche.

Italian Beef Sandwich

Sanduíche de carne bovina fatiada bem fina, suculenta, servida no pão italiano com pimentões (giardiniera picante ou pimentão doce). O Portillo’s também tem versão excelente, e vale pedir “dipped”, que é quando molham o pão inteiro no caldo da carne.

Jibarito

Uma criação porto-riquenha nascida em Chicago: em vez de pão, dois pedaços achatados de banana verde frita segurando carne, alface, tomate e alho. Diferente e delicioso, super vale experimentar.

Garrett Popcorn

A pipoca mais famosa da cidade. A combinação clássica é o “Chicago Mix”: caramelo com queijo cheddar juntos no mesmo saco. Parece estranho, mas funciona. Uma porção pequena sai entre US$ 6 e US$ 8, e latas maiores servem de lembrança pra levar pra casa. As lojas ficam no centro turístico, fácil de encontrar.

Combo do Chicago Style Hot Dog

ECONOMIZE ATÉ 42% EM SUA VIAGEM! DICAS E DESCONTOS!

Hotéis: Maior inventário + melhor preço + atencedência = 35%

Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%

Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%

Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%

Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%

Fazer um tour gastronômico guiado vale a pena?

Se você tem poucos dias em Chicago e quer provar vários clássicos de uma vez, sem ficar pesquisando cada lugar ou pegando fila, um tour gastronômico guiado é a melhor forma de fazer. A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra reservar tours e ingressos em qualquer lugar do mundo.

A grande vantagem é que o pagamento é em reais, dá pra parcelar no cartão brasileiro e até pagar por PIX, então você não paga IOF. O cancelamento na maioria dos passeios é gratuito até 24h antes, então dá pra reservar sem medo e mudar de ideia se precisar. O atendimento é todo em português.

No caso do tour gastronômico em Chicago, o roteiro sai do Chicago Theatre e passa por vários restaurantes e bancas de comida, principalmente na região de River North. Em cerca de 2 horas você prova deep dish pizza, Chicago-style hot dog, Italian beef sandwich e ainda encerra com uma sobremesa clássica num restaurante tradicional.

O guia (em inglês) vai contando a história dos pratos, o porquê de cada tradição e curiosidades da cidade — vale muito pela informação, não só pela comida. Sai bem mais barato do que ir em cada restaurante separado e pedir tudo isso. As saídas costumam ser diárias, em dois horários (13h e 16h), e o encerramento é no River North.

Outros tipos de tour em Chicago

Além do tour clássico do centro, há opções mais específicas:

  • Tour gastronômico em Chinatown: pra quem quer explorar culinária chinesa autêntica, com paradas em restaurantes tradicionais e a história do bairro.
  • Tour “dine-around”: jantar itinerante em três restaurantes (entrada num, prato principal noutro, sobremesa num terceiro), com deslocamento em ônibus. Custa mais caro (em torno de US$ 80 a US$ 120 por pessoa), mas é uma experiência bem diferente.

Menores de 6 anos costumam ter entrada gratuita em vários tours; consulte na hora da reserva.

Bairros gastronômicos: onde ir por região

Chicago tem 77 bairros oficiais, e vários deles têm identidade culinária própria. Pra facilitar, a gente separou por região:

Loop, Riverwalk e Magnificent Mile

Coração turístico. O Riverwalk é aquela caminhada à beira do rio com dezenas de bares e restaurantes com mesas ao ar livre — perfeito no verão pra um drink com vista. O Navy Pier tem opções mais casuais de lanche com vista do lago. A Magnificent Mile (Michigan Avenue) concentra restaurantes mais elegantes, bons pra jantares mais arrumados.

Aqui também fica o Starbucks Reserve Roastery, o maior Starbucks do mundo, com 5 andares. Cada piso tem um conceito diferente (barista bar, cocktails, chá, pastelaria). Vale a visita como atração turística, mesmo que você não seja fã da rede.

West Loop / Fulton Market

Se hoje tem uma região quente de restaurantes autorais em Chicago, é essa. O Fulton Market reúne pubs gastronômicos, cozinhas de chefs premiados e casas descoladas, sem cobrar preço de restaurante de luxo. A rua W Randolph St com a N Green St é o coração da cena. Uma refeição casual sai por US$ 15 a US$ 25 por pessoa; casas mais sofisticadas passam de US$ 50.

Triângulo Oak/Rush/State

Área elegante marcada pelas ruas E Oak St, N Rush St e N State St. É onde a galera vai pra combinar jantar arrumado com coquetéis e vida noturna. Boa pedida pra uma noite mais especial.

Chinatown

Chinatown de Chicago é uma das mais tradicionais dos EUA. Ótima pra almoços de dim sum, pato laqueado e comida chinesa autêntica. Um tour guiado ajuda muito pra escolher bem sem cair em armadilha de turista.

Bairros étnicos diversos

Espalhados pela cidade tem restaurantes indianos, mexicanos, árabes, tailandeses e afro-americanos que vale conhecer. O Ghareeb Nawaz, por exemplo, é referência em comida indiana com preço super acessível. Se você tem mais dias e quer sair do óbvio, esses bairros mostram a Chicago real.

Sanduíche de carne estilo italiano em Chicago

Onde ficamos em Chicago (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas é Chicago Loop, no centro da cidade. Lá, estão diversas atrações, restaurantes, bares, shoppings, parques, museus, teatros e muitos outros lugares imperdíveis.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Chicago

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Restaurantes, cafés e rooftops que valem a visita

Restaurantes recomendados: Tortello (massa italiana artesanal), Smoke BBQ, Tomato & Cheese, The Purple Pig, Margeaux Brasserie e Dusek’s Board & Beer são bem citados por quem conhece a cidade.

Cafés e brunch: Beatrix, Tempo Café, Intelligentsia Coffee (café de especialidade excelente), Do-Rite Donuts (donuts artesanais com ótimo custo-benefício), Blue Door Kitchen & Garden e NoMi Kitchen são clássicos pra café da manhã e brunch. Vale reservar no fim de semana, porque a fila é séria.

Rooftops e bares: Cindy’s Rooftop (com vista incrível do Millennium Park), IO Godfrey, The Gage, The Violet Hour (coquetelaria) e Kingston Mines (blues clássico). Drink individual costuma sair entre US$ 15 e US$ 22; petiscos pra dividir a partir de US$ 15.

Uma dica de quem errou: em Cindy’s Rooftop, sem reserva, especialmente sexta e sábado, a espera passa fácil de 1h. Reserva com antecedência ou vai num dia de semana ao pôr do sol.

Quanto vou gastar por dia com comida em Chicago

Uma estimativa realista, sem taxas e gorjeta (que somam mais 20 a 30% no valor final):

  • Café da manhã em cafeteria: US$ 10 a US$ 18 por pessoa (bebida + item de padaria).
  • Brunch em restaurante arrumado: US$ 25 a US$ 40 por pessoa.
  • Almoço/jantar casual: US$ 20 a US$ 35 por pessoa com prato principal e bebida não alcoólica.
  • Restaurante sofisticado: US$ 50 a US$ 80+ por pessoa, sem vinho.
  • Fast food local (hot dog, slice de pizza, sanduíche): US$ 10 a US$ 15.
  • Rooftop: US$ 15 a US$ 22 por drink; entrada e petiscos à parte.

Um orçamento realista pra quem quer aproveitar bem, sem economizar demais mas sem exagerar, gira em torno de US$ 60 a US$ 90 por pessoa por dia, com um restaurante mais legal por dia mais cafés e lanches.

Horários e reservas: como planejar

Alguns padrões que ajudam a montar o roteiro:

  • Cafés e brunch: abrem entre 7h e 9h, fecham entre 15h e 17h. Brunch de fim de semana costuma ter fila; reservar em casas populares é sempre boa ideia.
  • Almoço: restaurantes casuais servem das 11h às 14h/15h.
  • Jantar: a maioria serve das 17h às 22h. Casas mais sofisticadas fecham cozinha por volta de 21h fora de fim de semana.
  • Rooftops: abrem no fim da tarde e vão até meia-noite ou pouco além.

Regra prática: qualquer restaurante badalado da Magnificent Mile ou West Loop em sexta ou sábado à noite precisa de reserva. Se você viaja em alta temporada (verão, ou durante o Lollapalooza), reserva com dias de antecedência.

Tradicional sorvete italiano em Chicago

Melhor época pra um passeio gastronômico em Chicago

Todo mês tem seu charme, mas cada estação muda muito a experiência:

  • Primavera (abril a junho): temperatura amena, Riverwalk voltando à vida com mesas ao ar livre. Excelente.
  • Verão (junho a agosto): alta temporada. Muito movimento, festivais, food trucks e barraquinhas ao ar livre. Durante o Lollapalooza (julho/agosto), a oferta de comida de rua explode. Reserva tudo com antecedência.
  • Outono (setembro e outubro): a gente acha uma das melhores épocas. Clima agradável, menos turistas, tudo funcionando bem.
  • Inverno (novembro a março): muito frio (temperaturas negativas de verdade). Roteiro precisa ser “indoor”: deep dish pizza, cafés, tour de Chinatown, restaurantes de West Loop. Nada de caminhadas longas entre bairros.

Erros comuns que a gente vê brasileiro cometendo

  1. Esquecer da gorjeta. Nos EUA, gorjeta em restaurante com serviço de mesa é 15 a 20% obrigatoriamente. Não é opcional. Em tours gastronômicos, também se dá gorjeta ao guia no final (US$ 5 a US$ 10 por pessoa é padrão). Não fazer isso é considerado grosseiro.
  2. Ficar só em rede turística no centro. Giordano’s e Portillo’s são ótimos, mas se você tem mais dias, sai do óbvio. Pequod’s, Bartoli’s e as pizzarias de bairro são bem mais autênticas.
  3. Não reservar. Em fim de semana em Cindy’s Rooftop, Beatrix ou qualquer casa badalada do Fulton Market, sem reserva você espera 1h+ ou nem senta.
  4. Subestimar o frio no inverno. Caminhar 20 minutos entre restaurantes em janeiro com -10°C é sofrimento. Concentra visitas em áreas compactas ou usa Uber/metrô sem dó.
  5. Só provar os “top 3” e ir embora. Chicago é muito mais do que deep dish e hot dog. Reservar um dia inteiro pra explorar Fulton Market ou Chinatown transforma a viagem.

Como montar seu roteiro por região

Se você tem 3 ou 4 dias, uma boa divisão é essa:

  • Dia 1 (Downtown): Riverwalk pra café da manhã ou almoço, tarde no Magnificent Mile (Starbucks Reserve incluído), noite com deep dish pizza clássica.
  • Dia 2 (West Loop/Fulton Market): brunch num café descolado, tarde explorando o mercado, jantar num restaurante autoral.
  • Dia 3 (Chinatown ou bairro étnico): tour guiado ou exploração livre focada em cozinha específica.
  • Dia 4 (livre): volta nos favoritos, testar Italian beef e jibarito, encerrar num rooftop.

A maioria dos bairros gastronômicos importantes é bem servida pelo metrô “L” e ônibus urbano. Dá pra fazer boa parte a pé em roteiros bem montados, sem precisar de carro no dia a dia.

Seguro viagem pra Chicago

Atendimento médico nos EUA custa uma fortuna — uma simples ida ao pronto-socorro por indigestão ou virose pode passar de US$ 2.000. Por isso, seguro viagem pros EUA não é opcional; é proteção financeira básica.

A gente sempre usa esse comparador de seguros, que junta as principais seguradoras do mercado num só lugar, mostra as coberturas lado a lado e ainda dá 18% de desconto exclusivo pra galera do Grupo Dicas. O pagamento é em reais, dá pra parcelar e o atendimento é todo em português.

Chip de celular pra usar em Chicago

Ficar sem internet nos EUA hoje é impensável: Uber, Google Maps, reservas, tradutor, tudo depende de estar conectado. Roaming da operadora brasileira sai carésimo e Wi-Fi público não cobre a viagem inteira.

A solução mais prática é esse chip de viagem que a gente usa. Você compra ainda no Brasil, ele chega em casa antes da viagem e é só colocar no celular ao pousar em Chicago — já sai do avião com internet ilimitada, ligações e mensagens. Muito mais fácil do que ficar procurando SIM local no aeroporto.

Perguntas frequentes sobre passeio gastronômico em Chicago

Quanto custa um passeio gastronômico em Chicago?

Um tour guiado do estilo clássico (com paradas em vários restaurantes, degustação e guia) costuma sair entre US$ 50 e US$ 80 por pessoa. Se você quiser ir sozinho pelos restaurantes principais provando um prato em cada, gaste algo entre US$ 60 e US$ 90 por pessoa num dia bem servido.

Qual é a comida típica de Chicago que preciso experimentar?

A lista essencial tem 5 itens: deep dish pizza (pizza de borda alta), Chicago-style hot dog (sem ketchup!), Italian beef sandwich, jibarito e Garrett Popcorn (o Chicago Mix, com caramelo e queijo). Se conseguir provar todos, você já saiu com o “kit Chicago” completo.

Onde fica a melhor deep dish pizza de Chicago?

Depende de quem você pergunta. As três mais recomendadas são Lou Malnati’s (favorita dos moradores), Giordano’s (a mais famosa entre turistas, ótima experiência) e Pequod’s (a mais autêntica, com crosta caramelizada). A gente sempre recomenda Lou Malnati’s se você for provar só uma.

Preciso reservar restaurantes com antecedência em Chicago?

Pra restaurantes badalados na Magnificent Mile, West Loop, Fulton Market e rooftops, sim, principalmente sexta e sábado à noite. Pra casas casuais e fast food (Portillo’s, Garrett Popcorn, Do-Rite Donuts), não precisa reserva — só considere que pode ter fila em horário de pico.

Vale a pena fazer um tour gastronômico guiado ou ir por conta própria?

Se você tem 1 ou 2 dias em Chicago e quer provar vários clássicos de uma vez sem se preocupar com logística, o tour vale muito. Se tem mais dias e curte pesquisar sozinho, dá pra montar roteiro próprio economizando um pouco. A gente sempre faz o tour no primeiro dia pra pegar o feeling da cena e depois explorar por conta.

Como funciona a gorjeta em restaurantes de Chicago?

Gorjeta é praticamente obrigatória: 15% pro serviço normal, 18-20% pra atendimento bom. Muitos restaurantes já colocam a sugestão de tip na conta, ou incluem “service charge” pra grupos grandes. Em tours guiados, o padrão é US$ 5 a US$ 10 por pessoa pro guia no final.

Qual a melhor época pra fazer um passeio gastronômico em Chicago?

Primavera (abril a junho) e outono (setembro e outubro) são as melhores: clima agradável, dá pra caminhar entre bairros, Riverwalk com mesas ao ar livre. Verão tem festivais e food trucks, mas está cheio. Inverno é bom pra experiências indoor (pizza, cafés, Chinatown) mas caminhar entre bairros vira sofrimento.

Economize ao máximo na sua viagem a Chicago

Chicago é uma dessas cidades em que a comida faz parte da personalidade local. Não é só “tem restaurante bom”: tem tradição, história, criações únicas e uma cena que só cresce. A gente já voltou várias vezes só pela comida, e sempre descobre algum bairro novo ou algum restaurante que ainda não conhecia. Boa viagem — e vai com fome.