O que fazer em Singapura: roteiro e dicas

Descubra o que fazer em Singapura, como usar o transporte, quanto custam as atrações e quais documentos os brasileiros precisam levar.

Singapura é uma cidade-estado, localizada a sul da Ásia que consegue ser simples e intensa ao mesmo tempo. O aeroporto funciona quase como atração turística, o metrô resolve boa parte dos deslocamentos e a cidade reúne jardins futuristas, bairros históricos e comida excelente em poucos quilômetros. Essa facilidade pode enganar quem chega sem planejamento, porque ingressos, calor e regras locais mexem bastante com o dia a dia. Mas, a boa notícia é que dá pra organizar uma primeira visita sem complicação.

Documentos que brasileiros precisam para Singapura

Brasileiros não precisam de visto para turismo de até 30 dias, mas o passaporte deve ter pelo menos seis meses de validade. Já o SG Arrival Card precisa ser enviado gratuitamente dentro dos três dias anteriores à chegada, incluindo o dia do desembarque.

Viajantes procedentes do Brasil também devem apresentar certificado válido de vacinação contra febre amarela. Faça o cadastro somente no site ou aplicativo oficial da imigração. Salve o comprovante e o CIVP no celular, mas leve tambémuma versão acessível sem internet. Tais providências são rápidas e evitam estresse na hora de passar a imigração.

IMPORTANTE: Para uma viagem a Singapura, o seguro viagem e o chip de celular, são dois itens indispensáveis. Existem duas empresas, que vendem eles muito mais baratos e são ótimas. Nós sempre compramos por lá e além de economizar, nunca tivemos problemas. Vamos deixar os sites para quem quiser conferir: chip e seguro viagem.

Como se locomover em Singapura?

O metrô MRT e ônibus cobrem praticamente todos os pontos de interesse turístico por lá. Por isso, a dica é adquirir um cartão estrangeiro por aproximação com SimplyGo, sujeito à taxa administrativa diária de S$ 0,60.

O Singapore Tourist Pass custa de S$ 17 para um dia a S$ 45 para cinco dias e oferece viagens ilimitadas. Já para quem caminha bastante e faz poucos trajetos, pagar por uso pode sair mais barato, em vez de comprar esses cartões. Uma dica a estar atento é não comer nem beber no metrô, porque a cidade aplica regras e multas com seriedade.

Clima em Singapura: calor, chuva e como organizar o dia

Singapura é quente e úmida o ano todo, então alternar ambientes externos e climatizados ajuda muito. Julho costuma ter menos chuva do que o pico de monções que ocorre entre novembro e janeiro, mas pancadas ainda são possíveis no restante do ano.

Pesquise passagens aéreas com escala em Singapura e veja se vale transformar a conexão em alguns dias de viagem, algo que muitos turistas fazem quando visitam outros países do Sudeste Asiático.

Hospedagem em Singapura: como encontrar bons hotéis?

Uma boa dica para achar ótimos hotéis em Singapura com preços incríveis, na região que você quiser e economizando muito na hospedagem, é usar esse Pesquisador de Hotéis de todo o mundo.

Ele é o maior site de reservas de hotéis do mundo e por isso é o melhor lugar para reservar com confiança e segurança. Sem falar que ele tem todos os hotéis não só da Ásia, mas do mundo, nas suas pesquisas, com preços imbatíveis pela forte negociação que fazem com os hotéis – e ainda cobrem propostas, caso você encontre a hospedagem por mais barato. E, claro, eles ainda fazem promoções a toda hora.

Nós sempre fazemos nossas reservas por lá, pois sempre tem o melhor preço, comparado com outros sites. E muitos hotéis têm cancelamento grátis, então você pode já reservar o seu hotel na hora, para garantir o preço, e se depois achar um melhor ou não quiser ficar nele, é só cancelar.

É super simples e sem custo algum. Como os preços sobem muito rápido de um dia para o outro e os melhores hotéis se esgotam rápido, nossa dica é entrar e já fazer a sua reserva em um bom hotel para garantir. Já chegamos a ficar sem o hotel que queríamos e pagar mais caro em outro por questão de horas.

Um roteiro de primeira viagem em Singapura

Dia 1: Marina Bay

Comece o dia no Merlion Park, o calçadão onde fica a famosa estátua do Merlion. De lá, caminhando pela orla e cruzando a ponte Helix Bridge, você chega ao hotel Marina Bay Sands e ao museu ArtScience Museum. Logo atrás do hotel fica o complexo Gardens by the Bay. Toda a área externa do parque e o Supertree Grove são gratuitos, enquanto as estufas climatizadas Cloud Forest e Flower Dome exigem ingresso pago. Às 19h45 e 20h45 acontece o show gratuito de luzes nas árvores gigantes do Supertree Grove.

Dia 2: Bairros Culturais

Inicie a manhã em Chinatown visitando o templo Buddha Tooth Relic Temple e caminhando pelas ruas históricas do bairro. Em seguida, pegue o metrô até Kampong Glam para ver a Mesquita do Sultão e os murais da Haji Lane. Termine a tarde em Little India para conhecer o templo hindu Sri Veeramakaliamman. À noite, siga para a região de Clarke Quay, às margens do rio Singapura.

Dia 3: Ilha de Sentosa

Sentosa é uma ilha dedicada ao entretenimento que fica no sul da cidade, acessível por metrô conectando ao monotrilho Sentosa Express no shopping VivoCity. O parque Universal Studios Singapore ocupa boa parte do dia de quem opta por visitá-lo. Como alternativa dentro da própria ilha, é possível visitar o S.E.A. Aquarium e as praias de Siloso e Palawan.

Dia 4: Natureza e/ou compras

Se tiver mais dias ou pelo menos um extra, escolha passear no Singapore Botanic Gardens, fazer compras na avenida Orchard Road ou até visitar o parque zoológico Mandai Wildlife Reserve.

Chegada ou Saída: Jewel Changi Airport

O Jewel é um complexo de lazer na área pública do aeroporto, fora do portão de embarque. O destaque é a sua cachoeira coberta, a HSBC Rain Vortex. O local pode ser visitado no desembarque antes de ir ao hotel ou reservando três horas antes do voo de volta.

Jewel Changi Airport

Ingressos e preços para atrações

Uma dica de ouro para Singapura e Ásia no geral: compre os ingressos dos passeios sempre com antecedência. Na hora sai bem mais caro e muitos esgotam, especialmente os mais famosos e os transfers do aeroporto (que tem trânsito pesado e chegar sem transfer marcado vira dor de cabeça).

O combo de Cloud Forest e Flower Dome custa aproximadamente S$ 46 a S$ 48 para não residentes. O SkyPark Observation Deck varia entre S$ 35 e S$ 39 conforme o horário, com pico entre 17h e 22h. O Night Safari aparece na faixa de S$ 55 a S$ 58 e inclui o bonde. Como os ingressos usam horários marcados, comprar antes ajuda a encaixar o pôr do sol e os shows noturnos.

Vale a pena visitar?

Singapura é ótima para quem quer uma entrada fácil na Ásia, viaja com crianças ou prefere transporte mais previsível. Também funciona como escala de dois ou três dias, embora mereça mais tempo para sair de Marina Bay.

Isso sim, o destino é caro para hospedagem, mas quanto à alimentação e transporte, sai muito barato. A cidade-estado não é apenas limpa e moderna, ela é multicultural e cheia de regras sociais interessantes. Quando o roteiro equilibra cartões-postais e bairros, a experiência ganha profundidade. E o melhor é que quase tudo pode ser feito sem carro!

Perguntas frequentes

Quantos dias ficar?

Três a quatro dias funcionam bem para uma primeira viagem, com Marina Bay, bairros históricos, Sentosa e Changi.

Precisa de visto?

Brasileiros não precisam de visto para turismo de até 30 dias, mas devem preencher o SG Arrival Card.

O Garden Rhapsody é grátis?

Sim. O show acontece à noite, normalmente às 19h45 e 20h45.

Cartão funciona no metrô?

Cartões estrangeiros por aproximação podem ser usados no SimplyGo, com taxa administrativa diária.

Quanto custa comer?

Nos hawker centers, muitos pratos ficam entre S$ 6 e S$ 12.

É obrigatório o certificado de febre amarela?

Sim para viajantes procedentes do Brasil.

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